testeQue tipo de pai é o seu?

O Dia dos Pais está chegando e vamos te dar uma forcinha para que você encontre o presente perfeito! Que tipo de pai é o seu?

  1. Pais que amam o universo geek
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Deuses americanos, de Neil Gaiman: O livro acompanha Shadow Moon, que passou quase três anos na cadeia ansiando por voltar para casa. Dias antes do fim da pena, ele fica sem rumo ao descobrir que a esposa faleceu em um acidente.

Após o velório, ele conhece o sr. Wednesday — um homem de olhar enigmático e sorriso insolente constante no rosto  —, que  lhe oferece um emprego. Na nova função, Shadow começa a desvendar a real identidade do chefe e a se dar conta de que os Estados Unidos, ao receberem pessoas de todos os cantos do mundo, também se tornaram a morada de deuses dos mais variados panteões.

 

Black Hammer, de Jeff Lemire: Os super-heróis de Black Hammer salvaram o mundo, mas agora estão presos no passado, em uma fazenda fora dos limites do tempo. Sem saber como fugir, ou como chegaram lá, Abraham Slam, Menina de Ouro, Coronel Weird, Madame Libélula e Barbalien são forçados a fingir ser uma típica família disfuncional, tentando criar para si uma vida normal. Mas, com tantos poderes e egos envolvidos, será que isso vai dar certo?

 

O Labirinto do Fauno, de Guillermo del Toro e Cornelia Funke: Em 1944, Ofélia e a mãe chegam a um vilarejo no interior da Espanha para morar com o cruel padrasto da menina, que busca exterminar os rebeldes que se escondem na floresta dos arredores. Mas o que eles não sabem é que a mata também abriga criaturas mágicas e poderosas, súditos em busca de sua princesa há muito perdida. Uma princesa que, segundo os sussurros das árvores, finalmente retornou ao lar.

 

  1. Pais interessados em política
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Why Not, de Raquel Landim: Nos últimos anos, o Brasil assistiu ao rápido crescimento da JBS, que, nas mãos dos irmãos Wesley e Joesley Batista, saiu da condição de pequena empresa familiar para transformar-se em gigante do setor alimentício mundial. Em Why Not, a jornalista Raquel Landim reconstrói a história da empresa desde sua origem até o acordo de delação premiada dos irmãos Batista, que comprometeu centenas de políticos, entre eles o ex-presidente da República Michel Temer, ainda no poder à época dos fatos.

 

A morte da verdade, de Michiko Kakutani: No livro, a autora analisa as origens do caótico cenário em que estamos mergulhados, no qual a verdade se tornou uma espécie em extinção e foi substituída pela sabedoria das massas. Tendo como objeto de estudo a campanha e o primeiro ano do governo Trump, a autora mostra como as fake news podem desacreditar a imprensa e desestabilizar democracias.

 

Você foi enganado, de Cristina Tardáguila e Chico Otavio: Ao longo da história do Brasil, candidatos à Presidência da República, vice-presidentes e presidentes eleitos faltaram com a verdade na hora de se dirigir à população. Independentemente de partido, se não mentiram, muitas vezes optaram por omitir dados ou induzir os cidadãos a conclusões equivocadas sobre o cenário político. Em Você foi enganado, os jornalistas Cristina Tardáguila e Chico Otavio apresentam uma seleção de casos que marcaram nossa história, desde 1920 até os dias atuais. 

 

  1. Pais que curtem um bom thriller

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O que aconteceu com Annie, de C. J. Tudor: A última coisa que Joe queria era voltar a Arnhill. A forma como tudo acabou — a traição, o suicídio, o assassinato — impossibilitava qualquer desejo de retorno a sua cidade natal. Mas, vinte e cinco anos depois de sua irmã mais nova desaparecer misteriosamente, Joe Thorne recebe um e-mail que o leva de volta ao passado: “Eu sei o que aconteceu com sua irmã. Está acontecendo de novo.”

Ao retornar à cidadezinha, ele reencontra a mina abandonada onde tudo deu errado e sua vida mudou para sempre. Porque, para Joe, o pior não foi Annie ter sumido. Foi ela ter voltado.

 

Caixa de pássaros, de Josh Malerman: Caixa de pássaros é um thriller tenso e aterrorizante que explora a essência do medo. Cinco anos após o início de um surto sem explicação, poucos sobreviventes resistem, entre eles Malorie e dois filhos pequenos. Ninguém sabe a causa, mas basta uma olhadinha para fora para um impulso violento e incontrolável se desencadear, culminando em suicídio. Malorie sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas terá que enfrentar o medo de encarar o mundo fora da casa em que está trancada.

 

Mindhunter, de John Douglas e Mark Olshaker: Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer — assassino em série — nem existia, ele foi um agente exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Ele confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers. Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, esse é o relato da vida e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A obra inspirou a série homônima da Netflix, que volta para a sua segunda temporada este mês.

 

  1. Pais que precisam desestressar

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A sutil arte de ligar o f*da-se, de Mark Manson: Chega de tentar buscar um sucesso que só existe na sua cabeça. Chega de se sentir inferior por não ver o lado bom de estar no fundo do poço. Coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal, mentalização positiva – a grande verdade é que às vezes nos sentimos quase sufocados diante da pressão infinita para parecermos otimistas o tempo todo. E é aí que entra a revolucionária e sutil arte de ligar o f*da-se. Uma abordagem franca e inteligente que vai te ajudar a descobrir o que é realmente importante na sua vida, e f*da-se o resto. É hora de se livrar da felicidade maquiada e superficial e abraçar esta arte verdadeiramente transformadora.

F*deu geral, de Mark Manson: Recorrendo a pesquisas psicológicas e sabedoria filosófica para investigar o mundo de hoje, Manson explora em seu segundo livro a nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, desafiando as nossas definições de fé, felicidade, liberdade e, até mesmo, de esperança.

 

  1. Pais fascinados por história

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O desaparecimento de Josef Mengele, de Olivier Guez: Conhecido como Anjo da Morte, Josef Mengele fazia pesquisas, experimentos macabros e torturas com os presos no campo de concentração de Auschwitz. Apesar de seus terríveis crimes, o médico nazista consegue escapar dos tribunais no fim da Segunda Guerra Mundial e muda-se para a América do Sul em 1949.

Usando vários pseudônimos para se esconder, Mengele constrói uma vida nova na Argentina de Perón, quando o mundo inteiro quer esquecer os crimes cometidos pelos nazistas. Mas as perseguições recomeçam, e o médico precisa fugir para o Paraguai e depois para o Brasil. As mudanças de local só cessam com sua misteriosa morte em uma praia brasileira no ano de 1979. Como um médico da mais temida organização nazista pôde passar despercebido por trinta anos?

 

Holocausto brasileiro, de Daniela Arbex: Nesta premiada obra, Arbex faz uma denúncia sobre a situação de abandono a que eram submetidos os pacientes do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena. Conhecido como Colônia, o local funcionou de 1903 a 1996, em Minas Gerais, e deixou o saldo de mais de 60 mil mortos e inúmeras vidas marcadas pelo descaso do Estado, dos médicos e da sociedade. Motivada pelas fotos chocantes das condições sub-humanas impostas aos pacientes, Arbex localizou sobreviventes e entrevistou ex-funcionários a fim de traçar o retrato de uma das maiores atrocidades perpetradas em nosso país, o que transformou o livro em um marco do jornalismo investigativo.

 

Inferno, de Max Hastings: Resultado de 35 anos de pesquisa, o livro traça um painel completo da Segunda Guerra Mundial em todas as linhas de frente, com enfoque na experiência humana. Em um volume único, Max Hastings entrelaça o testemunho de pessoas comuns e compõe uma narrativa capaz de revelar como foi viver, lutar e morrer em um mundo em conflito.

teste7 vezes em que F*deu geral nos deu um choque de realidade

Mark Manson conquistou os leitores por sua habilidade de tratar com bom humor os grandes dilemas da vida. Seu livro A sutil arte de ligar o f*da-se, que vendeu mais de um milhão de exemplares no Brasil, ensina que quanto menos nos preocuparmos com o que não vale a pena, mais poderemos nos dedicar ao que realmente importa.

Já o novo livro apresenta uma nova e desconfortável ideia: o mundo está um completo caos e precisamos encontrar uma maneira de lidar com isso. Em F*deu geral, Manson mostra que criar estratégias de esperança pode nos ajudar a sobreviver nesse mundo complexo. Selecionamos 7 trechos do livro que são um verdadeiro choque de realidade e vão mudar sua percepção sobre a vida. Confira:

 

  1. A verdade desconfortável

Um dia, você e todos que você ama vão morrer. E com exceção de um pequeno grupo de pessoas por um intervalo extremamente breve de tempo, pouco do que você fizer ou disser vai significar alguma coisa. Esta é a Verdade Desconfortável da vida. Tudo que você pensa ou faz não passa de uma forma elaborada de evitar isso. Somos poeiras estelares irrelevantes, que toparam em um pontinho azul e perambulam sem rumo por ele. Imaginamos nossa própria importância. Inventamos nosso propósito; não somos nada.

 

  1. A suposição clássica

A Suposição Clássica é a crença de que a razão está no controle da nossa vida e de que temos que treinar as emoções para sentarem a bunda na cadeira e calarem a boca enquanto o adulto dirige. E então nos parabenizamos quando raptamos e mantemos as emoções em cárcere privado e elogiamos nosso próprio autocontrole. Mas o Carro da Consciência não funciona assim. Eis a verdade: o Cérebro Sensível (responsável pelas emoções) é quem dirige o Carro da Consciência. Dane-se se você se acha muito científico ou quantos títulos tem: você é gente como a gente, ok? Um robô doido, de carne e osso, conduzido pelo Cérebro Sensível que nem todo mundo.

 

  1. A caixa de Pandora

Existem muitas interpretações do mito da caixa de Pandora; a mais comum é que, embora os deuses tenham nos punido com todos os males do mundo, também nos equiparam com o antídoto para todos eles: a esperança. Pense nisso como o yin e o yang da eterna luta da humanidade: tudo está sempre fodido, mas quanto mais fodidas ficam as coisas, mais temos que mobilizar nossa esperança para sustentar e superar a situação.

 

  1. A esperança

Como um bisturi cirúrgico, a esperança pode salvar e destruir vidas. Pode nos inspirar e também acabar conosco. Assim como há maneiras de ser confiante de forma saudável e de forma destrutiva, e formas saudáveis e destrutivas de amar, o mesmo se aplica no caso da esperança. A diferença entre uma forma e outra nem sempre é óbvia.

 

  1. O heroísmo

Heroísmo não significa só ter coragem ou sagacidade. Esses elementos são comuns e usados muitas vezes de formas não heroicas. Ser heroico significa ter a habilidade de criar esperança onde ela não existe. De acender o fósforo que ilumina o breu. De mostrar a possibilidade de um mundo melhor — não um mundo melhor que queremos que exista, mas um que não sabíamos que poderia existir. De agir frente a uma situação em que tudo parece estar uma merda completa e de alguma maneira transformá-la em algo bom.

 

  1. A dor

A morte é psicologicamente necessária porque faz com que haja coisas em jogo. Algo a perder. Você nunca sabe o valor de alguma coisa até correr o risco de perdê-la. Não sabe pelo que está disposto a lutar, do que está disposto a abrir mão ou o que consegue sacrificar. A dor é a moeda dos nossos valores. Sem a dor da perda (ou da possibilidade de perder), fica impossível determinar o valor de qualquer coisa.

 

  1. A liberdade fake

Quanto mais opções nos dão (isto é, quanto mais “liberdade” temos), menos satisfeitos ficamos com qualquer das opções que escolhermos. Variedade não é liberdade. Variedade não passa de diferentes combinações da mesma merda insignificante. Esse é o problema de exaltar a liberdade em detrimento da consciência humana. Ter mais coisa não significa ser mais livre, e sim mais aprisionado pela ansiedade de termos escolhido ou não a melhor alternativa. Quanto mais opções temos, mais propensos ficamos a tratar a nós mesmos e aos outros como meios e não fins. Essa condição nos torna mais dependentes de ciclos infinitos de esperança.

testeSorteio Instagram – Kit F*deu Geral [Encerrado]

Chegou a hora de dizer: F*deu geral! Vamos sortear 3 kits incríveis para comemorar o lançamento do novo livro de Mark Manson! O kit contém: F*deu geral, A sutil arte de ligar o f*da-se, contrato, marcador e carimbo “F*deu geral”.

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– Caso a mesma pessoa se inscreva mais de uma vez ela será desclassificada. Atenção: ao terminar de preencher o formulário aparece a mensagem “agradecemos a inscrição”. Espere a página carregar até o final para confirmar a inscrição
– Se você já ganhou um sorteio nos últimos 7 dias no Instagram,você não poderá participar deste sorteio.
– O resultado será anunciado no dia 27 de maio, segunda-feira, em nosso perfil no Instagram. Boa sorte!

testeSorteio Twitter – Kit F*deu Geral

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testeLançamentos de Maio

 Confira os lançamentos do mês!

F*deu geral, de Mark Manson

 

Em 2017, Mark Manson publicou A sutil arte de ligar o f*da-se, que, de maneira brilhante, deu forma à ansiedade da vida moderna e vendeu mais de 1 milhão de cópias no Brasil.

Agora, em F*deu geral, Manson desvia o olhar para as inúmeras calamidades que assolam o mundo. Recorrendo a pesquisas psicológicas e sabedoria filosófica para investigar o mundo de hoje, o autor explora a nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, desafiando as nossas definições de fé, felicidade, liberdade e, até mesmo, de esperança.

Com sua já conhecida mistura de erudição e p*rra-como-ele-consegue-fazer-piada-disso, Manson nos desafia a sermos mais honestos conosco e a nos conectarmos com o mundo de uma forma que provavelmente nunca cogitamos. Um passeio inusitado e divertido pela dor em nossos corações e o estresse em nossas vidas.

F*deu geral já está disponível. Leia um trecho aqui.

 

Stranger Things: Raízes do mal, de Gwenda Bond

 

Stranger Things virou um fenômeno mundial pouco tempo depois de estrear na Netflix. Nos anos 1980, o misterioso desaparecimento de Will leva seus amigos a encontrar uma estranha garota com poderes telecinéticos, Eleven.

Raízes do mal, primeiro livro oficial do universo de Stranger Things, e explora o período em que a mãe de Eleven era uma cobaia do projeto MKULTRA. Em 1969, enquanto os Estados Unidos passavam por mudanças sociais e políticas turbulentas, Terry Ives enxerga sua grande chance de entrar para a história ao se voluntariar para o projeto ultrassecreto do governo. É lá que ela conhece o dr. Martin Brenner, um homem capaz das maiores atrocidades para alcançar seus objetivos. Terry logo se vê presa em uma trama repleta de manipulações e perigos, travando com Brenner uma guerra em que a mente humana é o campo de batalha. E sua única chance de vitória reside em uma menininha com poderes sobre-humanos e um número no lugar do nome.

A terceira temporada da série estreia em 4 de julho, e enquanto ela não chega, leia um trecho de Stranger Things: Raízes do mal e descubra como os destinos de Terry, Brenner, Eleven e Eight se cruzaram  pela primeira vez.

 

Why Not, de Raquel Landim

Por que não subornar políticos? Por que não fazer gravações clandestinas de políticos em situações comprometedoras?

O Brasil assistiu nos últimos anos ao rápido crescimento da JBS, que, nas mãos dos irmãos Wesley e Joesley Batista, saiu da condição de pequena empresa familiar para transformar-se em gigante mundial. Em Why Not, a jornalista Raquel Landim reconstrói a história da empresa desde sua origem até o acordo de delação premiada dos irmãos Batista, que comprometeu centenas de políticos, entre eles o ex-presidente da República Michel Temer, ainda no poder à época dos fatos.

Narrando o caso como um thriller político após dois anos de apuração e centenas de entrevistas, Why Not mostra os bastidores inéditos dessa teia de corrupção. A trama mostra as consequências da combinação do talento para negócios dos irmãos e das inescrupulosas relações com o poder público.

Why Not chega às livrarias a partir de 20 de maio.

 

O que aconteceu com Annie, de C.J. Tudor

 

A autora de O Homem de Giz retorna com mais um thriller eletrizante recheado de mistérios e reviravoltas, O que aconteceu com Annie.

A última coisa que Joe queria era voltar a Arnhill. A forma como tudo acabou — a traição, o suicídio, o assassinato — impossibilitavam qualquer desejo de retorno à sua cidade natal. Mas, vinte e cinco anos depois de sua irmã mais nova desaparecer misteriosamente, Joe Thorne recebe um e-mail que o leva de volta para o passado: “Eu sei o que aconteceu com sua irmã. Está acontecendo de novo.”

Ele então retorna à sua cidade natal e reencontra a mina abandonada onde tudo deu errado e sua vida mudou para sempre. Porque, para Joe, o pior não foi Annie ter sumido. Foi ela ter voltado.

O que aconteceu com Annie foi enviado antes em uma edição exclusiva na caixa do intrínsecos, o clube de assinatura da Intrínseca, e os leitores amaram! A autora está confirmada na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro.   

 

 

Black Hammer: Era da destruição – Parte I, de Jeff Lemire, Dean Ormston, Dave Stewart e Todd Klein

 

Com mais de 20 mil exemplares vendidos no Brasil, Black Hammer continua conquistando os fãs. Ao vencerem o poderoso Antideus, os maiores heróis de Spiral City desapareceram sem deixar vestígios. Todos acreditam que eles estão mortos, mas há dez anos vivem  isolados em uma pacata fazenda fora dos limites do tempo, forçados a esconder seus poderes.

No terceiro volume da série ganhadora do Eisner Awards, os ex-heróis recebem uma visita inesperada que pode lhes mostrar como voltar para casa, mas que também é um prenúncio do caos e da destruição que estão por vir. Criada por Jeff Lemire e Dean Ormston, a série Black Hammer é uma história arrebatadora sobre memória, família, o peso do passado e o medo do futuro.

Leia um trecho de Black Hammer: Era da destruição – Parte I.