teste7 vezes em que F*deu geral nos deu um choque de realidade

Mark Manson conquistou os leitores por sua habilidade de tratar com bom humor os grandes dilemas da vida. Seu livro A sutil arte de ligar o f*da-se, que vendeu mais de um milhão de exemplares no Brasil, ensina que quanto menos nos preocuparmos com o que não vale a pena, mais poderemos nos dedicar ao que realmente importa.

Já o novo livro apresenta uma nova e desconfortável ideia: o mundo está um completo caos e precisamos encontrar uma maneira de lidar com isso. Em F*deu geral, Manson mostra que criar estratégias de esperança pode nos ajudar a sobreviver nesse mundo complexo. Selecionamos 7 trechos do livro que são um verdadeiro choque de realidade e vão mudar sua percepção sobre a vida. Confira:

 

  1. A verdade desconfortável

Um dia, você e todos que você ama vão morrer. E com exceção de um pequeno grupo de pessoas por um intervalo extremamente breve de tempo, pouco do que você fizer ou disser vai significar alguma coisa. Esta é a Verdade Desconfortável da vida. Tudo que você pensa ou faz não passa de uma forma elaborada de evitar isso. Somos poeiras estelares irrelevantes, que toparam em um pontinho azul e perambulam sem rumo por ele. Imaginamos nossa própria importância. Inventamos nosso propósito; não somos nada.

 

  1. A suposição clássica

A Suposição Clássica é a crença de que a razão está no controle da nossa vida e de que temos que treinar as emoções para sentarem a bunda na cadeira e calarem a boca enquanto o adulto dirige. E então nos parabenizamos quando raptamos e mantemos as emoções em cárcere privado e elogiamos nosso próprio autocontrole. Mas o Carro da Consciência não funciona assim. Eis a verdade: o Cérebro Sensível (responsável pelas emoções) é quem dirige o Carro da Consciência. Dane-se se você se acha muito científico ou quantos títulos tem: você é gente como a gente, ok? Um robô doido, de carne e osso, conduzido pelo Cérebro Sensível que nem todo mundo.

 

  1. A caixa de Pandora

Existem muitas interpretações do mito da caixa de Pandora; a mais comum é que, embora os deuses tenham nos punido com todos os males do mundo, também nos equiparam com o antídoto para todos eles: a esperança. Pense nisso como o yin e o yang da eterna luta da humanidade: tudo está sempre fodido, mas quanto mais fodidas ficam as coisas, mais temos que mobilizar nossa esperança para sustentar e superar a situação.

 

  1. A esperança

Como um bisturi cirúrgico, a esperança pode salvar e destruir vidas. Pode nos inspirar e também acabar conosco. Assim como há maneiras de ser confiante de forma saudável e de forma destrutiva, e formas saudáveis e destrutivas de amar, o mesmo se aplica no caso da esperança. A diferença entre uma forma e outra nem sempre é óbvia.

 

  1. O heroísmo

Heroísmo não significa só ter coragem ou sagacidade. Esses elementos são comuns e usados muitas vezes de formas não heroicas. Ser heroico significa ter a habilidade de criar esperança onde ela não existe. De acender o fósforo que ilumina o breu. De mostrar a possibilidade de um mundo melhor — não um mundo melhor que queremos que exista, mas um que não sabíamos que poderia existir. De agir frente a uma situação em que tudo parece estar uma merda completa e de alguma maneira transformá-la em algo bom.

 

  1. A dor

A morte é psicologicamente necessária porque faz com que haja coisas em jogo. Algo a perder. Você nunca sabe o valor de alguma coisa até correr o risco de perdê-la. Não sabe pelo que está disposto a lutar, do que está disposto a abrir mão ou o que consegue sacrificar. A dor é a moeda dos nossos valores. Sem a dor da perda (ou da possibilidade de perder), fica impossível determinar o valor de qualquer coisa.

 

  1. A liberdade fake

Quanto mais opções nos dão (isto é, quanto mais “liberdade” temos), menos satisfeitos ficamos com qualquer das opções que escolhermos. Variedade não é liberdade. Variedade não passa de diferentes combinações da mesma merda insignificante. Esse é o problema de exaltar a liberdade em detrimento da consciência humana. Ter mais coisa não significa ser mais livre, e sim mais aprisionado pela ansiedade de termos escolhido ou não a melhor alternativa. Quanto mais opções temos, mais propensos ficamos a tratar a nós mesmos e aos outros como meios e não fins. Essa condição nos torna mais dependentes de ciclos infinitos de esperança.

testeSorteio Instagram – Kit F*deu Geral [Encerrado]

Chegou a hora de dizer: F*deu geral! Vamos sortear 3 kits incríveis para comemorar o lançamento do novo livro de Mark Manson! O kit contém: F*deu geral, A sutil arte de ligar o f*da-se, contrato, marcador e carimbo “F*deu geral”.

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testeSorteio Twitter – Kit F*deu Geral

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testeLançamentos de Maio

 Confira os lançamentos do mês!

F*deu geral, de Mark Manson

 

Em 2017, Mark Manson publicou A sutil arte de ligar o f*da-se, que, de maneira brilhante, deu forma à ansiedade da vida moderna e vendeu mais de 1 milhão de cópias no Brasil.

Agora, em F*deu geral, Manson desvia o olhar para as inúmeras calamidades que assolam o mundo. Recorrendo a pesquisas psicológicas e sabedoria filosófica para investigar o mundo de hoje, o autor explora a nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, desafiando as nossas definições de fé, felicidade, liberdade e, até mesmo, de esperança.

Com sua já conhecida mistura de erudição e p*rra-como-ele-consegue-fazer-piada-disso, Manson nos desafia a sermos mais honestos conosco e a nos conectarmos com o mundo de uma forma que provavelmente nunca cogitamos. Um passeio inusitado e divertido pela dor em nossos corações e o estresse em nossas vidas.

F*deu geral já está disponível. Leia um trecho aqui.

 

Stranger Things: Raízes do mal, de Gwenda Bond

 

Stranger Things virou um fenômeno mundial pouco tempo depois de estrear na Netflix. Nos anos 1980, o misterioso desaparecimento de Will leva seus amigos a encontrar uma estranha garota com poderes telecinéticos, Eleven.

Raízes do mal, primeiro livro oficial do universo de Stranger Things, e explora o período em que a mãe de Eleven era uma cobaia do projeto MKULTRA. Em 1969, enquanto os Estados Unidos passavam por mudanças sociais e políticas turbulentas, Terry Ives enxerga sua grande chance de entrar para a história ao se voluntariar para o projeto ultrassecreto do governo. É lá que ela conhece o dr. Martin Brenner, um homem capaz das maiores atrocidades para alcançar seus objetivos. Terry logo se vê presa em uma trama repleta de manipulações e perigos, travando com Brenner uma guerra em que a mente humana é o campo de batalha. E sua única chance de vitória reside em uma menininha com poderes sobre-humanos e um número no lugar do nome.

A terceira temporada da série estreia em 4 de julho, e enquanto ela não chega, leia um trecho de Stranger Things: Raízes do mal e descubra como os destinos de Terry, Brenner, Eleven e Eight se cruzaram  pela primeira vez.

 

Why Not, de Raquel Landim

Por que não subornar políticos? Por que não fazer gravações clandestinas de políticos em situações comprometedoras?

O Brasil assistiu nos últimos anos ao rápido crescimento da JBS, que, nas mãos dos irmãos Wesley e Joesley Batista, saiu da condição de pequena empresa familiar para transformar-se em gigante mundial. Em Why Not, a jornalista Raquel Landim reconstrói a história da empresa desde sua origem até o acordo de delação premiada dos irmãos Batista, que comprometeu centenas de políticos, entre eles o ex-presidente da República Michel Temer, ainda no poder à época dos fatos.

Narrando o caso como um thriller político após dois anos de apuração e centenas de entrevistas, Why Not mostra os bastidores inéditos dessa teia de corrupção. A trama mostra as consequências da combinação do talento para negócios dos irmãos e das inescrupulosas relações com o poder público.

Why Not chega às livrarias a partir de 20 de maio.

 

O que aconteceu com Annie, de C.J. Tudor

 

A autora de O Homem de Giz retorna com mais um thriller eletrizante recheado de mistérios e reviravoltas, O que aconteceu com Annie.

A última coisa que Joe queria era voltar a Arnhill. A forma como tudo acabou — a traição, o suicídio, o assassinato — impossibilitavam qualquer desejo de retorno à sua cidade natal. Mas, vinte e cinco anos depois de sua irmã mais nova desaparecer misteriosamente, Joe Thorne recebe um e-mail que o leva de volta para o passado: “Eu sei o que aconteceu com sua irmã. Está acontecendo de novo.”

Ele então retorna à sua cidade natal e reencontra a mina abandonada onde tudo deu errado e sua vida mudou para sempre. Porque, para Joe, o pior não foi Annie ter sumido. Foi ela ter voltado.

O que aconteceu com Annie foi enviado antes em uma edição exclusiva na caixa do intrínsecos, o clube de assinatura da Intrínseca, e os leitores amaram! A autora está confirmada na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro.   

 

 

Black Hammer: Era da destruição – Parte I, de Jeff Lemire, Dean Ormston, Dave Stewart e Todd Klein

 

Com mais de 20 mil exemplares vendidos no Brasil, Black Hammer continua conquistando os fãs. Ao vencerem o poderoso Antideus, os maiores heróis de Spiral City desapareceram sem deixar vestígios. Todos acreditam que eles estão mortos, mas há dez anos vivem  isolados em uma pacata fazenda fora dos limites do tempo, forçados a esconder seus poderes.

No terceiro volume da série ganhadora do Eisner Awards, os ex-heróis recebem uma visita inesperada que pode lhes mostrar como voltar para casa, mas que também é um prenúncio do caos e da destruição que estão por vir. Criada por Jeff Lemire e Dean Ormston, a série Black Hammer é uma história arrebatadora sobre memória, família, o peso do passado e o medo do futuro.

Leia um trecho de Black Hammer: Era da destruição – Parte I.