testePor que estamos ansiosos para o novo livro do autor de A menina que roubava livros

Não conseguimos controlar a ansiedade e divulgamos que a caixa de dezembro do intrínsecos teria o novo livro de Markus Zusak, autor do nosso amado A menina que roubava livros. Agora, finalmente a edição para as lojas já está em pré-venda!

Para todo mundo entender por que ficamos tão animados com essa notícia, fizemos uma lista para mostrar como O construtor de pontes tem muitas chances de se tornar o novo queridinho da Intrínseca. Confira:

 

  1. A menina que roubava livros marcou a vida de muitas pessoas


Desde seu lançamento, a história da menina Liesel em meio à Alemanha nazista conquistou milhares de leitores. Mais de 10 anos após a publicação, ainda está entre os favoritos de muita gente, tornando-se um dos novos clássicos da literatura. Dentre os principais temas do livro estão amizade, família, coragem e resistência. É ideal para entender como a leitura pode ajudar a mudar vidas.

 

  1. Markus Zusak escreve frases inesquecíveis

(Fonte: Google)

 

Os livros de Zusak são recheados de frases fortes e marcantes. Abaixo estão algumas das nossas favoritas:  

“Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler.”

“Como quase todo sofrimento, tudo começou com uma aparente felicidade.”

“Às vezes as pessoas são bonitas, não pela aparência física, nem pelo que dizem. Só pelo que são.”

“Prefiro correr atrás do sol a esperar que ele venha incidir sobre mim.”

“É engraçado como há coisas neste mundo que só nos enchem o saco, mas de que a gente sabe que vai sentir falta quando se forem.”

E uma prévia do que o novo livro do autor trará:

“Quero lhe contar sobre o nosso irmão. Tudo aconteceu com ele. Todos nós mudamos por causa dele.”

 

  1. Zusak constrói personagens apaixonantes


Hans Hubermann e Rudy Steiner, de A menina que roubava livros, são exemplos perfeitos de personagens que cativam desde a primeira linha. Hans, o pai adotivo de Liesel, foi quem a apresentou ao mágico mundo dos livros e que, com sua personalidade meiga e seu acordeão, se tornou um porto seguro para ela. Já Rudy representa de maneira doce o início de um amor inocente e leal. Seus cabelos cor de limão ficaram eternizados tanto no coração de Liesel quanto no dos leitores.

 

  1. A ideia para o novo livro surgiu há mais de duas décadas

Com a carreira iniciada em 1999, Zusak é autor de seis livros, do quais três já foram publicados no Brasil. O fato curioso é que, apesar de estar sendo lançado somente agora, a ideia que levou ao livro O construtor de pontes surgiu há mais de duas décadas, quando Markus pensou em um garoto que construía uma ponte e se chamava Clayton. A partir daí, ele inseriu personagens e detalhes, deixando Clay no centro da narrativa e finalmente lhe dando vida nas páginas de um livro.  

 

  1. Nós amamos histórias inspiradoras

Apesar dos enredos serem muito diferentes, uma característica comum a todas as histórias de Markus Zusak é como podem ser inspiradoras. Se com Liesel Meminger, de A menina que roubava livros, aprendemos sobre a importância da amizade e da resistência em momentos difíceis, com Ed Kennedy, de Eu sou o mensageiro, fomos levados a questionar nossa própria existência, e com Cameron, de A garota que eu quero, percebemos que o amor é imprevisível. O que será que Clay, de O construtor de pontes, vai nos ensinar?

testeAs mais lidas de julho

1º- A Culpa É das Estrelas – o filme: definidos os atores que viverão Isaac e a mãe de Hazel
2º- Cidades de papel, novo livro de John Green: em agosto nas livrarias
3º – Como Treinar o Seu Dragão 2 ganha teaser trailer
4º – Trilha sonora de Percy Jackson e o Mar de Monstros
5º – Entrevista colaborativa com Markus Zusak

 

testeEntrevista colaborativa com Markus Zusak


Para marcar o lançamento de A garota que eu quero, livro inédito de Markus Zusak (A menina que roubava livros e Eu sou o mensageiro), fizemos uma entrevista colaborativa com o autor. Confira as cinco perguntas de leitores selecionadas durante o Concurso Cultural e respondidas pelo próprio Zusak:

A menina que roubava livros é uma leitura incrível e sublime, porém difícil, no sentido de ser dolorosa e de nos arrancar lágrimas. Gostaria de saber qual foi a passagem ou momento mais doloroso para você na escrita desse livro ou de outros livros de sua autoria. Qual foi o trecho ou capítulo mais difícil de fazer, qual foi o texto que mais fez doer seu coração?
Enviada por Karen Vaz Siqueira Alvares

Markus Zusak: Acho que as últimas 50 páginas do livro foram, ao mesmo tempo, as mais difíceis e as mais fáceis de escrever. Eu as escrevi muito rápido, ao longo de duas noites, mas fiquei arrasado o tempo todo. Foi muito difícil, principalmente me despedir de todos os personagens a que me apeguei tanto, por tanto tempo. De todos, Rudy foi o mais sofrido. Ele era meu personagem preferido a partir do momento em que se tornou Jesse Owens…

Assim como Cameron Wolfe, você também é o mais novo de quatro irmãos, e assim como o personagem de Hans Hubberman, o seu pai também era pintor de casas. Você sempre tenta colocar alguma inspiração autobiográfica na criação dos personagens?
Enviada por Eduarda Menezes

Markus: Não, acho que entram no texto naturalmente, ou por necessidade. Na primeira vez em que escrevi sobre Cameron Wolfe, ele só tinha um irmão e uma irmã… mas acrescentei Steve por dois motivos. O primeiro foi que pensei que a ideia de um irmão e uma irmã se parecia demais com uma série de televisão antiga chamada The Wonder Years (chamada Anos Incríveis no Brasil). Agora percebo que não tinha nada a ver – o livro e a série eram diferentes. O segundo motivo foi que precisava de um personagem que incitasse Cameron a querer se provar para o mundo – e esse personagem sempre foi Steve.

No caso de Hans Hubermann, eu comecei a escrever e, quando percebi,  Hans era pintor. Nem pensei sobre isso. Quando essas coisas acontecem, não há o que questionar.

Você já declarou algumas vezes que foi um garoto introvertido na adolescência e que tinha diversas ideias, e que destas surgiram seus livros. Você poderia dizer o quanto o Cameron Wolfe herdou de sua personalidade? O que autor e personagem têm em comum?
Enviada por Renato TUZ

Markus: Acho que eu sempre fui tão patético quanto Cameron! Não, nunca fiquei esperando por horas na frente da casa de uma garota, mas talvez isso tenha acontecido em termos metafóricos. Eu era meio estranho e calado, mas também muito ambicioso e determinado. Acho que me tornei mais confiante com o passar do tempo. Cameron sou eu aos 17 anos, esperando para se tornar o que precisa ser, e desesperado para fazer com que isso aconteça.

Após o sucesso mundial de A menina que roubava livros, é comum que os leitores criem grandes expectativas em relação ao lançamento de seus novos livros. Como você lida com essas expectativas de seus leitores?
Enviada por Matheus Pereira

Markus: As expectativas dos leitores são altas, mas tenho certeza de que as minhas são mais ainda. Meu objetivo sempre foi escrever um livro melhor que o anterior. Depois de A menina que roubava livros, o padrão ficou muito mais elevado, porque imagino que tenha uma quantidade maior de leitores hoje. Mas sempre acho que um livro só começa a funcionar quando você está quase dizendo ao público: “Sabem do que mais? Estou farto de me preocupar com vocês – agora são vocês que têm que me acompanhar”. É irônico, mas muitas vezes a melhor forma de atender a seu público é ignorá-lo.

Se Ed Kenedy (Eu sou o mensageiro) recebesse uma carta com o endereço de Lisel Meminger, qual mensagem seria entregue?
Enviada por Renan Vieira

Provavelmente esta é a pergunta mais fascinante que me fizeram até hoje, e me fez pensar em escrever um conto ou romance curto sobre essa ideia. Por enquanto, tenho que dizer: “Não sei”. Mas teria alguma coisa a ver com Max, acho. É meio que olhar para uma bola de cristal e de alguma forma vejo uma luta de boxe no grande Estádio do Maracanã no Rio, uma revanche em Sydney, Ruben Wolfe… e o táxi de Ed Kennedy, dando voltas por todos esses lugares. Se um dia eu escrever sobre isso, terei que lhe dar os créditos.

testeA pergunta que eu quero para Markus Zusak – resultado



Perguntas selecionadas no Concurso cultural: A perguntas que eu quero para Markus Zusak:

A menina que roubava livros é uma leitura incrível e sublime, porém difícil, no sentido de ser dolorosa e de nos arrancar lágrimas. Gostaria de saber qual foi a passagem ou momento mais doloroso para você na escrita desse livro ou de outros livros de sua autoria. Qual foi o trecho ou capítulo mais difícil de fazer, qual foi o texto que mais fez doer seu coração?
Karen Vaz Siqueira Alvares

Assim como Cameron Wolfe, você também é o mais novo de quatro irmãos, e assim como o personagem de Hans Hubberman, o seu pai também era pintor de casas. Você sempre tenta colocar alguma inspiração autobiográfica na criação dos personagens?
Eduarda Menezes

Você já declarou algumas vezes que foi um garoto introvertido na adolescência e que tinha diversas ideias, e que destas surgiram seus livros. Você poderia dizer o quanto o Cameron Wolfe herdou de sua personalidade? O que autor e personagem têm em comum?
Renato TUZ

Após o sucesso mundial de A menina que roubava livros, é comum que os leitores criem grandes expectativas em relação ao lançamento de seus novos livros. Como você lida com essas expectativas de seus leitores?
Matheus Pereira

Se Ed Kenedy (Eu sou o mensageiro) recebesse uma carta com o endereço de Lisel Meminger, qual mensagem seria entregue?
Renan Vieira

As perguntas estão sendo traduzidas e serão enviadas ao autor. Assim que recebermos as respostas, publicaremos a entrevista completa aqui no Blog das Séries! 🙂

testeA garota que eu quero: Novo livro de Markus Zusak em julho

Autor de Eu sou o mensageiro e A menina que roubava livros, Markus Zusak terá seu terceiro romance, A garota que eu quero, publicado no Brasil em julho. O livro foi lançado originalmente na Austrália, em 2001, com o título When dogs cry — nos Estados Unidos, Getting the girl saiu em 2003. O autor australiano está agora finalizando seu próximo livro, o aguardado Bridge of Clay, que também será publicado pela Intrínseca.

A garota que eu quero conta a história de Cameron Wolfe, o caçula de três irmãos e o mais quieto da família. Não é nada parecido com Steve, o irmão mais velho e astro do futebol, nem com Rube, o do meio, cheio de charme e coragem e com uma garota nova a cada semana. Cameron daria tudo para se aproximar de uma garota daquelas, para amá-la e tratá-la bem, e ele gosta especialmente da mais recente namorada de Rube, Octavia, com suas ideias brilhantes e olhos verde-mar. Cameron e Rube sempre foram leais um com o outro, mas isso é colocado à prova quando Cam se apaixona por Octavia. Mas por que alguém como ela se interessaria por um perdedor como ele?

Octavia, porém, sabe que Cameron é mais interessante do que pensa. Talvez ele tenha algo a dizer, e talvez suas palavras mudem tudo: as vitórias, os amores, as derrotas, a família Wolfe e até ele mesmo.

Leia também: 3 perguntas para Markus Zusak, o autor de A menina que roubava livros

testeO australiano Markus Zusak, autor de A menina que roubava livros, está mais perto

 

Na última semana, ao depararmos com um novo perfil no Twitter que, ao que tudo indicava, pertencia a Markus Zusak, levamos um susto. Sempre preocupado em proteger sua intimidade, o autor do best-seller internacional A menina que roubava livros evitava a exposição comum às redes sociais. Entramos em contato para confirmar se os posts eram realmente dele e tivemos a alegria de uma resposta positiva (sim, @markus_zusak é ele!) e de outras boas notícias.

Além da conta no Twitter, Zusak criou também um perfil no Facebook com a intenção de aproximar-se dos fãs, espalhados pelo mundo todo. Aos poucos, está construindo um precioso acervo em seu perfil, começando com as capas das edições internacionais de seus livros, de vídeos com entrevistas e booktrailers. No entanto, sua prioridade agora é terminar seu sexto livro, o aguardado Bridge of Clay, e lançá-lo já no próximo ano na Austrália. A edição brasileira será publicada logo depois pela Intrínseca.

Zusak se lembra carinhosamente de sua vinda ao Brasil, em 2007, e diz que gostaria muito de voltar. Aliás, sua capa preferida foi editada aqui: é a primeira edição de Eu sou o mensageiro, assinada por Mariana Newlands  — que atualmente estampa a edição australiana.