teste[SOM PAULO]

Amanhã, 25 de janeiro, São Paulo festejará seus 463 anos. Ontem, 23 de janeiro, comemorei meu primeiro ano como habitante da cidade mais plural da América do Sul, quiçá do mundo. Além do ruído constante das suas buzinas e do som ansioso dos seus milhões de passos apressados, o coração econômico do Brasil também pulsa sensibilidade. Como novo morador, resolvi criar uma seleção de músicas que traduzem um pouco do que é essa São Paulo. Ah, e já que a cidade é uma mistura cultural, minha sugestão é ouvir no modo shuffle (aleatório), sem passar de faixa. Tem rap, tem seresta, tem punk, tem rock, tem samba, tem pop, tem poesia musicada. 

Aperta o play!

 

testeUma estrada chamada 2017

Queridos leitores, queridas leitoras, tudo em paz com vocês? Aproveitei estas últimas semanas de 2016 para fazer alguns testes nas minhas redes sociais, principalmente no Instagram e no Facebook. Por isso, muitas publicações ficaram sem ordem, meio desorganizadas — uma verdadeira bagunça, admito. Mas uma bagunça necessária. Precisei pisar em vários atalhos até encontrar o caminho que mais me agradava. Acho que finalmente encontrei uma trilha bacana para me renovar sem perder minha essência. Acho que finalmente consegui programar meu GPS criativo para essa nova estrada que começará a ser percorrida em 2017.

Eu me chamo Antônio é uma história que teve início no balcão de um bar e, logo depois, foi parar na internet. Mais adiante, continuou nas prateleiras das livrarias. Mas ela é, essencialmente, uma ideia que escapou do meu peito e encontrou o coração das pessoas que se dedicam a querer enxergar a beleza dos versos e dos traços além do limite do guardanapo; uma ideia que encantou a alma das pessoas que entendem que cada criação é infinita; uma ideia que condensa em si a coragem de quem contempla o mundo com os olhos da imaginação.

Todos os meus guardanapos, sem exceção, foram criados no Café Lamas, um tradicional bar do Rio de Janeiro. Hoje, são mais de 2 mil criações guardadas com muito carinho em álbuns de fotografia, como se cada guardanapo fosse, de fato, uma retratação do meu mundo interior. Muitas delas foram impressas nas páginas dos meus três livros publicados pela Intrínseca. Livros que me fizeram acreditar que era possível viver daquilo que amo: desenhar e escrever. Cada livro retrata um momento. O primeiro Eu me chamo Antônio (2013) foi marcado pela minha insegurança, um medo danado de não dar certo. O Segundo (2014) já demonstrava uma vontade — mesmo que tímida — de libertar as palavras para além das fronteiras dos guardanapos. Ilustre Poesia (2016) fecha um ciclo que começou a ser desenhado no fim de 2012. Agora, com esta terceira publicação, dou mais um passo em direção à promessa do romance, como anuncia a descrição dessa ideia desde que foi criada: “Antônio é o personagem de um romance que está sendo escrito, vivido.” Pois bem, acho que chegou a hora de começar a estruturar essa promessa, e isso exige ainda mais tempo e dedicação de minha parte. Até então eu vinha vivenciando esse romance. Agora, quero escrevê-lo. E ele será escrito.

Como alguns de vocês sabem, este ano me mudei para São Paulo. Meu ritmo de criação naturalmente diminuiu. Não seria sincero dar vida aos guardanapos em outro lugar que não fosse no Lamas. Por isso, só tenho criado coisas novas quando visito minha família na Cidade Maravilhosa. A vinda para a Terra da Garoa veio no momento certo. Eu precisava buscar novas motivações, novas inspirações, novas técnicas, novas histórias, novas plataformas e novas formas de contar essas tramas. Aqui senti novamente aquele frio na barriga antes de encarar uma página (um guardanapo?) em branco. É como se a vida quisesse me tirar da zona de conforto e me obrigasse a pensar além dos versos curtos, além dos traços confusos. E isso é ótimo! Quem vive de criatividade não pode se acomodar jamais. Quem vive de criatividade também não pode repetir as fórmulas que deram certo. Para um ser criativo, repetir o sucesso é fracasso. Quero ousar mais. Experimentar mais. Experimentar e falhar. Experimentar e acertar. Mas, acima de tudo, experimentar e manter uma linha coerente com aquilo em que acredito. Medo de fracassar? Muito. Mas preciso ser honesto com minha voz interior, com meu feeling. Até escrevi num guardanapo antigo: “Siga sua intuição. Ela é a sua mãe invisível.” Em outro, mais recente, desenhei com minha caligrafia: “Sem esforço, o que é DOM dura pouco.”

Os guardanapos, inconscientemente, me orientaram e ajudaram a tomar algumas decisões. Espero contar com vocês em cada etapa dos meus futuros projetos. Se vão vingar ou morrer na beira da estrada, não sei. Mas podem ter certeza de que, em todas as plataformas que for explorar — música, desenho, palavra —, serei o mais transparente possível com minha sensibilidade. Não posso fugir de quem sou.

O caminho será longo, mas também muito bonito. Minhas pegadas têm muito mais fôlego quando são seguidas pelos passos que vocês dão.

Com amor e poesia,

testeEscrever é mandar nudes para a página em branco

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A página em branco nunca me assustou. Sempre respeitei a ausência de ideias, de temas, de caminhos criativos. Sempre fiquei sereno à espera daquele estalo sensível, daquela luz no fim da inspiração, daquele momento potente que antecede à chegada de alguma palavra útil. Acredito que a escrita não possa nos desesperar. Pelo contrário, deve nos despertar. A inquietude já é um órgão nato no corpo do poeta, como um coração, um fígado, um rim, um pulmão. Ele não precisa de mais um obstáculo para exercer seu ofício, de mais algemas para libertar sua poesia.

A página em branco sempre me acalmou. Nunca entendi a frustração diante da coisa que não acontece, da sílaba que não se desenvolve, do silêncio que não se resolve. Encaro sua presença com normalidade. É como se ela quisesse nos alertar que, em algum lugar dentro de sua fina espessura, nossas futuras palavras estão à procura da melhor forma de ganhar forma. É como se ela quisesse nos certificar que, em algum lugar dentro da sua pele tão delicada, nossas futuras palavras estão à espera do tempo exato para romper essa gramatura frágil de papel para poder, enfim, emergir — com toda a força que elas têm — na cara, no corpo e na alma do poeta.

Escrever é mandar nudes para a página em branco. Quem escreve está totalmente despido. O poeta está nu quando constrói seus versos. A contista está nua quando imagina seus desfechos. O romancista está nu quando estrutura suas tramas. A cronista está nua quando cria suas realidades. Escrever é expor sua intimidade, mesmo que disfarçada de personagens distantes, de sentimentos incompletos, de diálogos efêmeros. A folha virgem é um imenso véu que cobre nossas futuras palavras. Escrever é descobri-las, é descobrir-se.

testeO guardanapo de vidro

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Na semana passada, fui convidado para fazer uma intervenção na vitrine da livraria Martins Fontes. Localizada na Avenida Paulista, talvez a calçada mais movimentada de São Paulo, a livraria tem uma imensa janela de vidro, onde volta e meia algum artista é convidado a deixar sua inspiração fluir. Fui o sortudo da vez.

Como nunca havia feito um desenho nessa proporção — até então meu território criativo não passava do limite de 9cm x 13cm dos meus guardanapos —, fiquei bastante inseguro para aceitar esse desafio. Mas aceitei. Tudo tem que começar em algum momento. A bem da verdade, as fronteiras da sensibilidade são ilimitadas. E inimitadas. Afinal, cada um tem sua forma de sentir. Cada um tem sua forma de se encaixar no mundo e de querer dialogar com ele. Encontrei a minha.

Escolhi um desenho que respeitasse algumas regras:

1) Simplicidade: a arte deveria seguir o universo que criei para o personagem Antônio. Ou seja, deveria manter o casamento da palavra com o traço. Por isso, além de escolher um desenho já presente no meu novo livro, Ilustre Poesia, resolvi também colocar um verso inédito para levar um pouco de poesia aos pedestres que estão sempre na correria entre uma reunião e um almoço de negócio.

2) Visibilidade: a arte deveria ser grande o bastante para chamar a atenção e poder ser vista de dentro da livraria, mas sem ofuscar o conteúdo da vitrine: os livros.  Quis algo que mantivesse a transparência. Esta deveria ser a relação do autor com o leitor: ser sempre transparente.

Enquanto ganhava coragem para começar minha arte, bati papo com alguns leitores que me reconheceram durante o processo e respondi a uma minientrevista para o mestrado de uma leitora. A pedido dela, levei alguns originais dos guardanapos para ela poder ter uma noção de como são feitos realmente. Enfim, mais do que um dia de criação, foi uma oportunidade de estar em contato ao vivo com meus leitores.

Em poucas horas, terminei minha intervenção. Agora, à minha frente, um imenso guardanapo de vidro se faz vivo. Dois rostos desconhecidos, vestidos de mar, se dão as mãos e esperam sua visita. Então, querido leitor, querida leitora, se você passar pelo número 509 da Avenida Paulista, faça um autor feliz: tire uma foto e coloque a hashtag #ilustrepoesianapaulista. Estamos combinados?

testeSOBRE POEMAS E GIRAFAS

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A convite da coordenadora pedagógica Camila Asato, visitei a escola EMEB Vital Brasil, em São Bernardo do Campo, São Paulo, com um desafio para lá de fascinante: falar de poesia para uma plateia que ainda não sabe o que é poesia. Melhor dizendo: falar de poesia para uma plateia que ainda não sabe que sabe o que é poesia.

Minha dúvida, ao preparar essa oficina, era saber como prender a atenção dessa audiência – pequena em tamanho físico, mas infinita em medida de alma – já que a minha poesia envolve a dobradinha grafia-sonoridade e, muitas vezes, faz brincadeiras com palavras que possibilitam incontáveis caminhos interpretativos. São muitas exigências para uma criança ainda em processo de alfabetização.

A simplicidade criativa sempre norteou os meus caminhos poéticos, ilustrativos. Sempre busquei soluções mais acessíveis – não fáceis – na hora de criar o meu universo. Longe da preguiça de ir além, é que, pra mim, ser simples é o meu além. A simplicidade é o destino dos meus traços e das minhas letras. Quero que todos possam ter a capacidade de fazer o máximo com o mínimo de custo e material. No caso da oficina, foi disponibilizado a cada um dos 50 alunos um filtro de café e uma caneta preta. Com isso, essas crianças conseguiram filtrar seus sonhos, suas ideias, seus silêncios… Enfim: soltar a imaginação.

Aí me lembrei da minha história. Quando tinha a idade deles, a poesia me assustava. Era um daqueles monstros que vivia embaixo da cama. Nossos pais, na verdade, nos contam histórias antes de dormir para afastar esses monstrinhos. Monstrinhos não gostam de delicadeza. A literatura é uma delicadeza. Sempre que você se sentir inseguro, mergulhe na sua origem. É a única forma de não trair a sua originalidade criativa.

Desde pequeno, eu ficava admirado com as girafas. Um animal que muitos viam apenas em zoológico, eu tive a oportunidade de ver em liberdade no Parque Nacional de Iaundê, em Camarões (África). No reino dos animais, o leão pode até ser rei, mas a girafa é poeta. Suas manchas são reservas de tinta que o pescoço, esse lápis amarelo e gigantesco, usa para rabiscar e viver com cabeça mergulhada nas nuvens: o mundo da inspiração. Sua língua, a ponta, aponta para as folhas dos galhos mais altos. Uma árvore é uma coletânea de poemas à espera da nossa sensibilidade. Suas folhas alimentam o mundo. A girafa, assim como poeta, se alimenta não só DO que escreve, mas também NO que escreve.

Yasmim que, por coincidência, vestia uma blusinha rosa com uma girafa estampada, poderia ser um livro de humor a la Luis Fernando Veríssimo. Eduardo, com seu talento raro, me fez pensar em uma publicação ilustrada com capa dura, quem sabe um novo Maurício de Sousa. A ternura de Carlinha me lembra uma crônica do Rubem Braga. Ou um poema do Manoel de Barros. O pequeno Murilo, curioso que só, tem tudo para ser um conto inédito do Murakami. Econômico nas palavras, um haicai cairia bem ao Pedrinho – meu xará no nome e na timidez. Todos representavam de alguma forma um gênero literário. E é isso que somos. Alguns são romances, outros são poemas, versos livres, crônicas ou contos. Outros são silêncios. Precisamos dessa pluralidade de conexões para que a linguagem se mantenha viva, jovem e terna. Logo: eterna!

O aluno mais velho naquela sala devia ter, no máximo, 6 anos. Alguns, ainda mais jovens – se é que se pode ser mais jovem que um ser humaninho de 6 anos – já tinham imaginação de sobra para soltar frases maduras. Outros, mais ambientados com as letrinhas do alfabeto, já sabiam escrever o próprio nome com aquela caligrafia tremida, fofa e inconfundível: a tipografia da infância.  Eu queria poder escrever feito criança para sempre!

Não lembro quando escrevi Pedro pela primeira vez, mas meus desenhos mais antigos revelam que eu já carregava em mim um traço mais puxado para o mundo das artes. Assinava a letra E do meu nome com dezenas de perninhas. Naquele momento, a letra deixava de ser comum e passava a ser também ilustração. Uma escadinha que, naquele momento, inconscientemente, me levava ao aprendizado. A minha poesia começou naquele instante.

Entrar no universo dessas crianças me fez ganhar tudo o que eu achava ter perdido ao longo do tempo, quando comecei a ter responsabilidade de gente grande, como dizem. Estar ao lado desses pequenos me fez crer, me fez ser, me fez crescer. Me fez ser de novo um menino, com a cabeça cheia de imaginação. Me fez crer que, no fundo, são elas que falavam de poesia comigo. Deixei de ser falante, passei a ser ouvinte. A linguagem da ingenuidade é a poesia em estado vivo. A ausência de preconceito impulsiona a liberdade criativa. A inexistência de fronteiras para se expressar proporciona o contato com o infinito. Para elas, o papel não rasga, quebra. Quando mostrei o mar, eles viram a neve, a montanha, a lua. As crianças chegam ao espaço muito mais rápido do que o mais avançado satélite da Nasa. Talvez elas ainda não saibam o que seja poesia. A gente nunca sabe o que a gente é. Mas afirmo: elas são poesia. Elas são poesia. Elas são poesia.

testeMúsicas para uma Turnê Poética

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Durante o mês de outubro, Pedro Gabriel e Clarice Freire, autores respectivamente de Eu me chamo Antônio Pó de lua, visitaram diversas cidades do país na Turnê Poética. Os autores conversaram com os leitores e falaram sobre seus novos livros: Ilustre Poesia e Pó de lua nas noites em claro.

Entre as perguntas mais feitas, os autores mencionaram algumas das músicas que os inspiraram. Para aqueles que não puderam comparecer à Turnê, Pedro e Clarice selecionaram 10 músicas cada um, e montamos uma playlist especial. Ouça abaixo, ou clicando no link.

testeTurnê Poética em Manaus

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Pedro Gabriel e Clarice Freire, autores de Eu me chamo Antônio e Pó de lua estiveram em Manaus no dia 22/10, como parte da Turnê Poética. Os autores conversaram com os leitores e falaram sobre seus novos livros, Ilustre Poesia e Pó de lua nas noites em claro.

Confira as fotos do evento!

teste[O LIVRO MAIS DESGASTADO DA MINHA ESTANTE]

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O livro mais desgastado da minha estante usa bigode e tem a pele alaranjada. Leminski, com toda sua poesia, me disse tanto em tão poucas – e não ocas! – palavras. Paulo, com todo seu carisma e sensibilidade, me encaminhou ao lugar mais intenso que um verso livre é capaz de nos levar: ao nosso próprio universo criativo.

A publicação exposta na minha prateleira é uma edição recente, de 2013. As traças não tiveram tempo de corroer aqueles haicais impressos em papel pólen soft. A inspiração é que tomou conta da minha cabeça ao ler infinitas vezes cada verso curto: finito visualmente, eterno na mente. É essa sensação de permanência que a poesia nos dá após ler um poema que determina a longevidade de uma obra poética. Paulo Leminski, em mim, é para sempre. Quando leio seus livros me sinto livre. Sem as amarras acadêmicas. Sem as algemas métricas. Sem o rigor da poesia tradicional.

Toda Poesia me acompanhou tantas vezes nas idas e vindas ao trabalho – um percurso que começava no Flamengo e terminava na Barra da Tijuca. Para quem não mora no Rio de Janeiro, essa distância equivale, mais ou menos, do planeta Terra até a lua. Em dias de chuva, esse trajeto aumenta consideravelmente.

Muitos condenam os leitores que rabiscam ou interferem graficamente nos livros. Eu já acho que um livro marcado é um livro vivido. É sinal de que aquela leitura, de alguma forma, foi importante naquele momento. É a prova de que a relação leitor-autor foi realizada com sucesso. O livro te marcou tanto que você retribuiu deixando marcas também.

A minha letra tremida, resultado de uma parceria maligna entre as curvas da Av. Niemeyer e da velocidade desnecessária do motorista do ônibus, é presença garantida em todas as 424 páginas do livro. Sim, rasurei cada uma delas. Todas têm uma intervenção minha: seja um desenho desengonçado, seja um traço incompleto, seja um esboço de uma possível ideia que não dará em nada. O importante é escrever. A escrita não pede explicação. Ela exige apenas que o poeta escreva.

As anotações datam de 3 anos atrás. Os registros da lapiseira 0.5mm já estão um pouco apagados pelo tempo e pela fricção constante das páginas, umas nas outras. O tempo é realmente uma borracha lenta. Alguns guardanapos esquecidos mudaram de função e hoje servem como marcadores de páginas aleatórias. Sempre gostei e proteger minhas criações dentro de livros marcantes.

Dessas leituras, não nasceram os meus melhores versos, mas, sem dúvida, os meus melhores raciocínios. Por exemplo, na página 147, leio a minha caligrafia: “Poesia é quando o sujeito verbaliza o silêncio que há em si”. Um pouco antes, na página 313, minhas mãos escreveram “Longo caminho para um logo destino”. Já a página 394 revela uma curiosidade. Ou um desespero. É a Única mensagem escrita em caneta preta. Talvez para eternizar esse verso: “Eu também quis que o infinito se acabasse em nós”.

Um livro inspirador nunca termina na última página. Ele continua para sempre na sensibilidade do leitor. Afinal, o que se desgasta é o objeto físico. A alma do livro, a cada releitura, é renovada. Desgastado pelas traças, pelos raios solares, pelas rasuras de todos os lápis que já passaram por ele, o meu Toda Poesia continua mais vivo do que nunca na minha estante, alimentando constantemente os meus novos espasmos criativos.

E, você, qual o livro mais desgastado da sua estante?

testeTurnê Poética em Brasília

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Pedro Gabriel e Clarice Freire, autores de Eu me chamo Antônio e Pó de lua estiveram em Brasília no dia 08/10, como parte da Turnê Poética. Os autores conversaram com os leitores e falaram sobre seus novos livros, Ilustre Poesia e Pó de lua nas noites em claro.

Confira as fotos do evento!