testeA Ascensão das livrarias, por Ann Pachett

Ann Patchett é autora premiada de cinco romances, entre eles Estado de graça e Bel Canto — vencedor do Prêmio Orange e do PEN/Faulkner Award em 2012 —, que será lançado no Brasil em 8 de junho. Quando a última livraria de sua cidade natal, Nashville, Tennessee, encerrou as atividades, Patchett fundou com sócia Karen Hayes uma livraria independente usando recursos próprios, a Parnassus Books. Para ela, uma livraria não é apenas o lugar em que se vai para comprar livros, mas um ponto de encontro da comunidade.

A seguir, reproduzimos o artigo Rise of the Bookshops, extraído de The Bookshop Strikes Back, publicado pela Bloomsbury em comemoração à Semana dos Livreiros Independentes de 2013.

A ascensão das livrarias, por Ann Pachett

Os livreiros não guardam os seus melhores segredos: eles formam uma tribo generosa e prontamente me acolheram em sua confraria e me deram conselhos. Disseram-me para pendurar o material promocional no teto sempre que possível, porque as pessoas almejam comprar qualquer coisa que, para ser destacada, necessite de uma escada. A seção das crianças deve sempre ficar em um canto nos fundos da loja, de forma que os pais, quando inevitavelmente começarem a passear pelo espaço ou a ler algo, possam segurar os filhos antes que eles disparem loja afora. Recebi conselhos sobre armazenamento de livros, e bonificações, e recomendações sobre funcionários e sites.

Enquanto eu me deslocava de uma cidade para outra, Karen [Hayes] viajava pelo sul do país em uma caminhonete de mudança, comprando estantes baratas em diversas lojas da cadeia Borders, que estava em liquidação. Antes de partir, eu tinha preenchido um cheque de 150 mil dólares, e sempre perguntava a ela se precisava de mais dinheiro. Não, ela não precisava de mais dinheiro.

No fim do verão, Karen e eu finalmente nos estabelecemos em um antigo salão de bronzeamento artificial que ficava a poucos metros de uma loja de donuts e ao lado de um local que vendia produtos de manicure. Diferentemente dos administradores de imóveis que havíamos encontrado no início de nossa busca, a pessoa responsável pela locação do espaço era um budista com tino comercial que sentia que uma livraria ia conferir classe a seu pequeno conjunto de lojas dispostas em L e que, com olho nesse objetivo, estava disposto a pagar para retirarem o assoalho de cerâmica. O espaço era comprido e fundo, com um pé-direito alto demais para que pudéssemos sequer sonhar em pendurar alguma coisa. As camas de bronzeamento foram retiradas, mas o cartaz em cima da porta ficou lá por um tempo ridiculamente longo. Viajei para a Austrália em outra turnê de divulgação do meu livro, deixando todo o trabalho a cargo de Karen.

Na Austrália, o único assunto sobre o qual as pessoas queriam falar era a livraria. Jornalistas ligavam da Alemanha e da Índia para perguntar sobre a livraria. Toda entrevista começava da mesma maneira: Eu não tinha ouvido as novidades? Ninguém tinha pensado em me contar? As livrarias estavam acabando. Então, um por um, os entrevistadores relatavam os detalhes de suas livrarias favoritas, e eu escutava. Eles me disseram, confidencialmente e de forma extraoficial, que talvez eu tivesse sucesso.

Eu começava a entender o papel que as entrevistas desempenhariam nesse sucesso. Quando eu estava na casa dos trinta anos, pagava meu aluguel escrevendo para revistas de moda. Considerei a Elle a mais desafiadora delas, porque os editores insistiam em identificar as tendências. Como a maioria das revistas de moda fechava (o jargão da indústria para indicar o momento em que as páginas são enviadas para a gráfica) três meses antes de chegarem às bancas de jornais, a identificação das tendências, principalmente a partir de Nashville, exigia qualidades próximas da clarividência.

No final, percebi o que todo mundo na indústria da moda já sabe: tendência é aquilo que você chama de tendência. Nesta primavera, em Paris, os fashionistas vão usar aquários na cabeça. Em meu quarto de hotel na Austrália, essa percepção me veio mais como uma visão do que como uma recordação. “As livrarias pequenas e independentes estão voltando”, eu disse aos repórteres em Berlim e em Bangladesh.

“Faz parte de uma tendência.” Meu teatro estava montado e, a cada apresentação, eu adaptava o roteiro, pincelando os detalhes enquanto os apregoava para os outros: todas as coisas acontecem em um ciclo, eu explicava. Pequenas livrarias obtiveram êxito e se transformaram em livrarias maiores. Vendo o potencial de lucro, as cadeias de megalivrarias progrediram e esmagaram as independentes; então, a Amazon cresceu e esmagou as megalivrarias. Agora, que podemos encomendar qualquer livro a qualquer hora sem abandonar a tela diante de nós, percebemos o que acabamos perdendo: o local de encontro, a interação humana, a recomendação vinda de um leitor sagaz em vez de um algoritmo de computador nos dizendo o que outros compradores tinham adquirido.

A qualquer pessoa que estivesse me ouvindo, prometi que, a partir dessas cinzas, as livrarias pequenas e independentes iriam ascender de novo. E quanto aos livros digitais?, queriam saber os jornalistas. Como você poderá sobreviver aos livros digitais? E eu respondia: para mim, é importante que as pessoas leiam, e não como leem.

A maioria das livrarias independentes é capaz de vender livros digitais em seus sites, e esses livros digitais podem ser baixados para qualquer leitor digital, com exceção do Kindle, que só funciona com aquisições realizadas pelo site da Amazon. Logo, você pode apoiar uma livraria na sua vizinhança e ainda assim ler um livro em seu iPad. Repita quantas vezes puder e isso será tomado como verdade.

Construa e eles virão. Em Melbourne, participei de uma sessão de leitura com Jonathan Franzen. Perguntei se ele iria à livraria. Lógico, respondeu ele, seria um prazer. No outro lado do mundo, comecei a revirar mentalmente minha caderneta de telefones. Conheço uma porção de escritores.

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As livrarias não estão mortas, por Ann Patchett

testeAs livrarias não estão mortas, por Ann Patchett

Ann Patchett, por Armando Sanchez para a revista Time

A premiada escritora norte-americana Ann Patchett levou sua paixão pela literatura a outro nível. Quando a última livraria de sua cidade natal, Nashville, Tennessee, encerrou suas atividades, Patchett fundou com Karen Hayes uma livraria independente usando recursos próprios. Para a autora de cinco romances vencedora do Prêmio Orange, “quando não há uma livraria em sua cidade, há um vazio incrível, porque você percebe que a livraria não é apenas o lugar em que se vai para comprar livros. É o ponto de encontro da comunidade”.

Nos Estados Unidos, a crise no setor já levou ao fechamento de todas as lojas da Borders — que deixou mais de 10 mil funcionários sem trabalho —, e a previsão é que a rede Barnes & Noble feche um terço de suas lojas nos próximos dez anos. No entanto, Ann Patchett afirma que sua livraria, a Parnassus Books, vai muito bem.

O segredo para Patchett está no diferencial de sua pequena loja: funcionários qualificados, capazes de conversar detalhadamente com os clientes, recomendar os livros que amam e até desaconselhar leituras. Pessoas que, segundo Patchett, podem “colocar os livros certos em suas mãos”.

Assista aqui ao vídeo publicado pelo The Huffington Post, em que Ann Patchett apresenta a Parnassus Books.

Eleita uma das 100 pessoas mais influentes pela revista Time em 2012, Ann Patchett é autora de Estado de graça, romance finalista do Prêmio Orange que estreou em 3° lugar na lista de best-sellers do The New York Times. Em 2013, a Intrínseca publicará Bel Canto, sua obra-prima vencedora do Orange de 2011.

Com informações de O Estado de S.Paulo.

testeESTANTE INTRÍNSECA – LANÇAMENTOS DE NOVEMBRO

7/11 – Paris versus New York, de Vahram Muratyan

Com traços simples e perspicazes, as ilustrações bem-humoradas de Vahram Muratyan revelam detalhes, clichês e contradições de duas das cidades mais míticas do mundo. Nascido em Paris, de origem armênia, Muratyan sempre se surpreendeu com o humor imprevisível da cidade e sua capacidade de refletir a essência de seus habitantes. Em 2010, uma estadia prolongada em Nova York suscitou a inevitável comparação entre sua charmosa cidade natal e a agitada metrópole que o encantou. Do desejo de compartilhar seus insights diários com os amigos e com a família surgiu o blog Paris versus New York, que recebeu mais de cinco milhões de visitas em um ano. Em 2012, sua sofisticada batalha visual foi reunida em livro.
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Assista à animação de Tony Miotto inspirada em Paris versus New York 

8/11 – Cinquenta tons de liberdade, de E L James

No desfecho de Cinquenta tons de cinza, trilogia adulta que se tornou um sucesso editorial sem precedentes, a paixão avassaladora entre Anastasia Steele e Christian Grey evoluiu, em um curto espaço de tempo, para um sentimento mais profundo que transformou a vida do casal. Os dois estão se acertando: Ana torna-se mais segura a cada dia, e Christian lentamente permite-se relaxar e confiar nela. Tudo leva a crer que eles estejam caminhando para um desfecho digno de conto de fadas. Mas ainda há contas a acertar com o passado.
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Leia também:
Cinquenta tons de liberdade em e-book

Box da Trilogia Cinquenta tons de cinza entra em pré-venda

10/11 – Estado de graça, de Ann Patchett

Vencedora do Prêmio Orange, do PEN/Faulkner Award e finalista do National Book Critics Circle Award, a norte-americana Ann Patchett é autora de cinco romances, foi eleita uma das 100 pessoas mais influentes pela revista Time em 2012 e é proprietária de uma livraria independente em sua cidade natal, Nashville, Tennessee. Em Estado de graça, seu romance mais recente, a farmacêutica Marina Singh trabalha para uma grande empresa norte-americana e precisa viajar para a Amazônia com o objetivo de investigar a misteriosa morte de seu colega de trabalho, Anders Eckman. O gentil pesquisador foi enviado para o coração da selva atrás da Dra. Annick Swenson, uma brilhante e controversa cientista que vive em uma tribo isolada na floresta. Mas assim como os métodos empregados pela Dr. Swenson, o progresso da pesquisa é totalmente obscuro até para o alto escalão da empresa que a financia.
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10/11 – O colapso de tudo, de John Casti

Renomado matemático especializado em teorias dos sistemas, John Casti avisa: o mundo moderno está cada vez mais frágil. O alto grau de complexidade dos sistemas essenciais torna a sociedade progressivamente mais vulnerável a eventos extremos (os eventos X) — acontecimentos raros e inesperados capazes de pôr o modo de vida contemporâneo em xeque. Em O colapso de tudo, Casti examina a probabilidade de ocorrência de eventos extremos provocados pelo próprio homem, indo de um prolongado apagão na internet ao esgotamento dos combustíveis, ou de uma pandemia global à desativação de todos os aparelhos eletrônicos por um pulso eletromagnético.
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24/12 – Noite infeliz, de Seth Grahame-Smith

Em uma manjedoura, um jovem casal dá as boas-vindas ao filho recém-nascido. Três desconhecidos surgem de repente, oferecendo proteção e preciosos presentes ao futuro Rei dos Reis. Ao recontar uma das mais famosas passagens da história da humanidade, Seth Grahame-Smith utiliza sua poderosa imaginação para criar uma emocionante fábula sobre fé e caridade, sem deixar de fora as batalhas sangrentas e criaturas míticas que conquistaram o mundo em Orgulho e preconceito e zumbis e Abraham Lincoln: caçador de vampiros.
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01/12 – Inferno, Max Hastings

Um dos maiores historiadores militares do mundo, com mais de vinte livros publicados, o jornalista Max Hastings participou da cobertura de onze conflitos em lugares como o Vietnã e as ilhas Falklands e foi editor dos jornais Daily Telegraph e Evening Standard. Pelo conjunto de sua obra, ele foi agraciado em 2002 com o título de Cavaleiro da Ordem do Império Britânico. Resultado de 35 anos de pesquisa, Inferno traça um vasto painel da Segunda Guerra Mundial em todas as linhas de frente, com enfoque na experiência humana. O testemunho de pessoas comuns, documentado em cartas, diários e memórias, ajuda Hastings a ir além da mera narrativa de uma sequência de eventos e a revelar ao leitor do século XXI como foi viver, lutar e morrer em um mundo em guerra.
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01/12 – O pesadelo, de Lars Kepler

Após conquistar os leitores em O hipnotista, Lars Kepler os deixa sem fôlego com um novo quebra-cabeça, cujas peças o detetive mais carismático, intuitivo e obstinado da Suécia precisa encaixar. Ao descrever o curso vertiginoso de eventos para os quais a lógica é um mero prelúdio, o mais assustador em O pesadelo não são seus crimes horripilantes, mas a psicologia obscura de seus personagens, que mostram como somos todos cegos a nossas próprias motivações.
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Leia também:
A sombria fábrica de Seth Grahame-Smith e Tim Burton

Conheça os lançamentos de ficção para jovens no Blog das Séries.

testeEstante Intrínseca – lançamentos de outubro

Ficção

10/10 – Esposa 22, de Melanie Gideon
Alice e William Buckle se casaram apaixonados. Mas, dois filhos e quase vinte anos depois, Alice está entediada. Por isso, quando recebe um convite por e-mail para participar de uma pesquisa on-line sobre casamentos, ela aceita num impulso. Respondendo às perguntas enviadas por um pesquisador anônimo e carismático (Pesquisador 101), Alice (Esposa 22) tem a oportunidade de reexaminar a história do próprio relacionamento.

15/10 – Estado de graça, de Ann Patchett
Presente nas listas dos melhores livros de 2011 de diversos veículos, como The Washington Post e Publishers Weekly, narra a história da cientista Dra. Marina Singh, enviada ao Brasil com uma missão nada fácil: procurar sua ex-professora que desapareceu na Amazônia enquanto pesquisava uma nova droga extremamente valiosa. Aterrorizada, Marina embarca numa odisseia pela floresta infestada de insetos na esperança de encontrar respostas.

Não ficção

 05/10 –  O mundo de Downton Abbey, de Jessica Fellowes
Guia das duas primeiras temporadas da série de TV que conta a história da aristocrática família Crawley e de seus criados em uma suntuosa residência campestre na Inglaterra. Além de encantar os fãs com fotos exclusivas de bastidores, depoimentos dos atores e da equipe técnica, o livro oferece um retrato do período de grandes mudanças que foi o início do século XX. Leia o primeiro capítulo.

17/10 – Lady Almina e a verdadeira Downton Abbey, de Condessa de Carnarvon
O castelo de Highclere, na Inglaterra, cenário principal da série de TV Downton Abbey, foi a moradia de lady Almina, a quinta condessa de Carnarvon e herdeira do banqueiro Alfred de Rothschild. A partir de registros em diários, cartas e fotografias, sua atual sucessora, lady Fiona, faz em Lady Almina e a verdadeira Downton Abbey um retrato de uma corajosa mulher que, além de bela e rica, teve participação na vida política de seu país e tornou-se a mais célebre moradora de Highclere.

20/10 – Argo, de Antonio Mendez e Matt Baglio
Thriller político narrado por Tony Mendez, especialista em disfarces da CIA, que revela todos os detalhes da complexa operação que aliou o alto escalão de Hollywood ao mundo da espionagem durante a crise dos reféns em Teerã, em 1979. O relato deu origem ao filme homônimo que estreia nos cinemas brasileiros em 9 de novembro, estrelado e dirigido por Ben Affleck. Leia o primeiro capítulo.

20/10 – Guerra e spray, de Banksy
Edição ilustrada com o melhor da arte subversiva de Banksy, o artista do estêncil e do spray que tem deixado a marca de sua irreverência em paredes de cidades do mundo inteiro, de Londres à Palestina. Além das obras criadas para as ruas, o livro inclui também intervenções feitas em locais privados, como museus de Nova York e o zoológico de Barcelona.

29/10 – O colapso de tudo, de John Casti
Renomado cientista de sistemas, Casti examina a probabilidade da ocorrência de eventos extremos provocados pelo próprio homem no mundo moderno, indo de um prolongado apagão na internet ao esgotamento dos combustíveis, de uma pandemia global à desativação de todos os aparelhos eletrônicos por um pulso eletromagnético.

Ficção juvenil

10/10 – A sombra da serpente, de Rick Riordan (Série As crônicas dos Kane)
Na conclusão da série, Apófis ameaça mergulhar o mundo na escuridão eterna, e os Kane se deparam com a tarefa impossível de destruí-lo de uma vez por todas. Infelizmente, os magos da Casa da Vida estão à beira de uma guerra civil, os deuses estão divididos e os jovens iniciados da Casa do Brooklyn quase não têm ajuda contra as forças do Caos. A única esperança dos Kane é um feitiço antigo que está perdido há milênios. Leia mais.

18/10 – A ascensão dos nove, de Pittacus Lore (Série Os Legados de Lorien)
No terceiro livro da série, Ella, um décimo membro da Garde, a Número Seis e a Número Sete partem em uma jornada pela Índia, movidas por boatos que talvez as levem a outro lorieno. Ao mesmo tempo, Quatro e Nove ainda se recuperam da fuga da caverna dos mogadorianos e travam uma briga particular: John se culpa por ter abandonado Sam, e Nove acusa John de não se dedicar ao que deveria ser o principal propósito deles: destruir Setrákus Ra e vencer a guerra contra os mogs. Leia mais.

testeEstante Intrínseca – lançamentos jovens de outubro

 

10/10 – A sombra da serpente, de Rick Riordan
Série As crônicas dos Kane (Vol. 3)

Sadie e Carter são importantes descendentes da Casa da Vida, uma sociedade secreta de magia estabelecida no Egito ainda no tempo dos faraós. Os irmãos sabem que sua herança ancestral lhes reserva um importante papel: seus poderes são fundamentais para a restauração do Maat, a ordem do universo. Mas, uma vez instalado, o Caos é imprevisível, incalculável e incontrolável, e agora que Apófis está livre os Kane têm somente três dias para evitar que a serpente destrua o planeta. Como se isso não bastasse, a sorte deles parece só piorar.
Os magos estão divididos. Alguns deuses egípcios estão enfraquecendo e, um a um, começam a desaparecer. Walt, um dos mais talentosos combatentes da Casa do Brooklyn, foi amaldiçoado, e sua energia vital está se esvaindo. Zia agora é responsável por Rá, o deus sol, que está completamente senil e não será de grande ajuda. Sadie e Carter, ao lado de alguns jovens magos e uns poucos aprendizes, são os únicos dispostos a enfrentar a serpente e salvar o mundo.

 18/10 – A ascensão dos nove, de Pittacus Lore
Série Os Legados de Lorien (Vol. 3)

Antes de encontrar John Smith, o Numero Quatro, Número Seis estava sozinha, lutando e se escondendo para continuar viva. Juntos, eles eram bastante poderosos. Mas precisaram se separar para localizar os demais lorienos sobreviventes.
Seis foi até a Espanha em busca da Número Sete e encontrou mais do que esperava: um  décimo membro da Garde, que conseguiu escapar de Lorien. Ella é mais jovem que os outros, mas igualmente corajosa. Juntas, elas partem em uma jornada pela Índia, movidas por boatos que talvez as levem a outro Garde.
Ao mesmo tempo, Quatro e Nove ainda se recuperam da fuga da caverna dos mogadorianos, em West Virginia, e travam uma briga particular: John se culpa por ter abandonado seu melhor amigo, o humano Sam Goode, e Nove menospreza a lealdade de John e o acusa de não se dedicar ao que deveria ser o principal propósito deles: destruir Setrákus Ra e vencer a guerra contra os mogs.

Leia o primeiro capítulo.

Ficção

10/10 – Esposa 22, de Melanie Gideon
Comédia romântica moderna que se desenvolve por meio de trocas de mensagens entre uma mulher casada, Alice (Esposa 22), e um pesquisador anônimo e carismático (Pesquisador 101). Dividida entre seus desejos e responsabilidades e as aventuras permitidas pelo anonimato da comunicação digital, Alice tem a oportunidade de reexaminar a história do próprio relacionamento. Leia mais.

15/10 – Estado de graça, de Ann Patchett
Presente nas listas dos melhores livros de 2011 de diversos veículos, como The Washington Post e Publishers Weekly, narra a história da cientista Dra. Marina Singh, enviada ao Brasil com uma missão nada fácil: procurar sua ex-professora que desapareceu na Amazônia enquanto pesquisava uma nova droga extremamente valiosa. Leia mais.

Não ficção

05/10 –  O mundo de Downton Abbey, de Jessica Fellowes
Guia das duas primeiras temporadas da série de TV que conta a história da aristocrática família Crawley e de seus criados em uma suntuosa residência campestre na Inglaterra. Além de encantar os fãs com fotos exclusivas de bastidores, depoimentos dos atores e da equipe técnica, o livro oferece um retrato do período de grandes mudanças que foi o início do século XX. Leia mais.

17/10 – Lady Almina e a verdadeira Downton Abbey, de Condessa de Carnarvon
A partir de registros encontrados no castelo de Highclere, na Inglaterra, cenário da série de TV Downton Abbey, lady Fiona faz um retrato vibrante da trajetória de sua antecessora, Almina Wombwell, a quinta condessa de Carnarvon. Leia mais.

20/10 – Argo, de Antonio Mendez e Matt Baglio
Thriller político narrado por Tony Mendez, especialista em disfarces da CIA, revela todos os detalhes da complexa operação que aliou o alto escalão de Hollywood ao mundo da espionagem durante a crise dos reféns em Teerã, em 1979. Leia mais.

20/10 – Guerra e spray, de Banksy
Reúne o melhor dos trabalhos de Banksy, o artista do estêncil e do spray que tem deixado a marca de sua irreverência em paredes de cidades do mundo inteiro. Além das obras criadas para as ruas, o livro inclui também intervenções feitas em locais privados, como museus de Nova York. Leia mais.

29/10 – O colapso de tudo, de John Casti
Renomado cientista de sistemas, Casti examina a probabilidade da ocorrência de eventos extremos provocados pelo próprio homem no mundo moderno, indo de um prolongado apagão na internet ao esgotamento dos combustíveis, de uma pandemia global à desativação de todos os aparelhos eletrônicos por um pulso eletromagnético. Leia mais.