testeNovo filme de Tarantino terá o mesmo Charles Manson de Mindhunter

O ator Damon Herriman foi escolhido para interpretar o serial killer Charles Manson no novo filme de Quentin Tarantino, Once Upon a Time in Hollywood. O longa conta com Leonardo DiCaprio, Margot Robbie, Brad Pitt, Dakota Fanning e Al Pacino no elenco e deve estrear em 2019. Damon também foi escalado para interpretar o mesmo personagem na segunda temporada de Mindhunter, série dirigida por David Fincher inspirada no livro homônimo de John Douglas e Mark Olshaker. A segunda temporada da série também estreia em 2019.

Não ficção com elementos de thriller, Mindhunter: O primeiro caçador de serial killers americano narra as memórias do agente que conversou com os assassinos mais assustadores da história. Além de revolucionar a Unidade de Ciência Comportamental do FBI, John Douglas desenvolveu técnicas praticamente infalíveis para identificar suspeitos e determinar padrões de comportamento de criminosos.

Um dos assassinos mais famosos e temidos da cultura pop, Charles Manson começou a recrutar seguidores aos 32 anos. Em 1969, membros do seu culto invadiram a casa do diretor de cinema Roman Polanski e mataram a esposa dele, a atriz Sharon Tate, grávida de oito meses. Manson foi preso no mesmo ano e permaneceu na cadeia até sua morte, em novembro de 2017, aos 83.

O culto de Charles Manson serviu de inspiração para o livro As garotas. Escrito por Emma Cline, a obra conta a história de Evie Boyd e seu novo grupo de amigas, garotas exóticas que vivem em extrema liberdade. A jovem fica fascinada pelo poder e pelo mistério que envolvem o grupo e acaba entrando em um culto sombrio, liderado pelo carismático Russell Hadrick. Sua obsessão pelas amigas se intensifica e ela não percebe que se aproxima de uma violência inacreditável. 

testeOs cultos mais chocantes dos Estados Unidos

Misteriosos, polêmicos e muitas vezes com consequências trágicas, os cultos são fonte de grande inspiração para a cultura pop. Dezenas de livros, séries, filmes e documentários abordam essas histórias intrigantes que beiram o surreal, instigando a nossa curiosidade e provocando reflexões.

Um exemplo é o livro As garotas. O romance de estreia de Emma Cline usa como pano de fundo um dos cultos mais famosos do mundo – a família Manson – para falar sobre vulnerabilidade, amadurecimento feminino e o que a ânsia desenfreada por pertencimento e aceitação pode causar.

Criamos uma lista com os quatro cultos americanos mais conhecidos que já serviram de inspiração para produções literárias e cinematográficas. Descubra se você já ouviu falar em algum desses casos:

1. O culto de Rajneesh

No final dos anos 1950, Osho – também conhecido como Bhagwan Shree Rajneesh – começou a ficar famoso na Índia ao pregar a busca pela liberdade através da meditação. Diferente de outros líderes religiosos, ele não condenava a riqueza e era liberal em relação ao sexo. Em 1981, o interesse de estrangeiros pela nova religião era tão grande que Osho e seus seguidores mais próximos se mudaram para um terreno gigante no deserto do Oregon, nos Estados Unidos, onde começaram a implantar um rancho. Tal ação causou uma guerra de proporções surpreendentes entre os seguidores de Bhagwan e os moradores da região.

Essa história inspirou uma série documental de seis episódios da Netflix, chamada Wild Wild Country. Confira o trailer:

 

2. Charles Manson e sua família

Na década de 1960, Charles Manson ficou famoso ao provocar o assassinato de diversas pessoas, entre elas a atriz Sharon Tate – grávida de oito meses –, sem nunca executar diretamente qualquer um dos crimes. Um homem totalmente manipulador e carismático, Manson foi capaz de distorcer as ideias do movimento hippie e da contracultura. Seus seguidores eram, em sua maioria, mulheres brancas de classe média que faziam parte do culto conhecido como “família Manson”.

A figura de Manson e de suas seguidoras estão presentes no imaginário das pessoas e serviram de inspiração para diversas produções, como o livro As garotas, de Emma Cline. No romance, Evie Boyd fica arrebatada pela visão de um grupo de garotas livres e muito autoconfiantes. Atraída por elas, a jovem passa a frequentar o rancho que serve de moradia para o grupo, e sua história se entrelaça com a da comunidade exótica e seu líder fanático. Confira o trecho:

“Olhei naquela direção por causa das risadas, e continuei olhando por causa das garotas. Primeiro, reparei nos cabelos, longos e despenteados. Depois nas bijuterias que usavam, brilhando ao sol. As três estavam tão longe que só consegui distinguir o contorno de seus traços, mas não me importei com isso – sabia que eram diferentes de todas as outras pessoas no parque. Aquelas garotas de cabelo comprido pareciam pairar acima de tudo o que acontecia à volta delas, trágicas e distantes… como tubarões irrompendo na superfície do mar.”

 

3. David Koresh – O cerco de Waco

Em 1990, David Koresh foi nomeado líder do Ramo Davidiano Adventista. Ele acreditava que era preciso se armar, e foi isso que seus seguidores fizeram. Essa movimentação chamou a atenção do governo americano, que ao tentar encerrar as atividades da seita foi recebido com muita resistência. Começou, então, um cerco em Waco, no Texas, que durou 51 dias e no qual mais de 70 pessoas foram mortas.

Esse ano, a Paramount lançou uma minissérie sobre o caso de Waco, estrelada por Taylor Kitsch e Michael Shannon. Kitsch interpreta o líder do culto, enquanto Shannon faz o papel de Gary Noesner, um negociador do FBI.

 

 

4. Jim Jones – O massacre de Jonestown

Maior tragédia da história dos Estados Unidos até o 11 de Setembro, o massacre de Jonestown é um episódio chocante. Jim Jones era o líder do Templo do Povo, uma seita que dizia buscar igualdade racial. No dia 18 de novembro de 1978, ele provocou o suicídio coletivo de cerca de 900 seguidores. Algumas pessoas foram mortas a tiros e facadas, mas a maioria foi instruída a beber um suco misturado com veneno.

O canal A&E produziu um documentário chamado Jonestown: The Women Behind the Massacre, abordando o ponto de vista das mulheres que vivenciaram o caso.

 

testeSorteio Facebook – Autoras mulheres [Encerrado]

Comemorando o Dia Internacional da Mulher, vamos sortear 3 exemplares de livros escritos por mulheres. 

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testeSorteio Instagram – Autoras mulheres [Encerrado]

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VENCEDORES

testeLançamentos de maio

Confira as sinopses dos lançamentos do mês: 

A profecia das sombras, de Rick Riordan Não bastava ter perdido os poderes divinos e ter sido enviado para a Terra na forma de um adolescente espinhento, rechonchudo e desajeitado. Não bastava ter sido humilhado e ter virado servo de uma semideusa maltrapilha e desbocada. Nããão. Para voltar ao Olimpo, Apolo terá que passar por algumas provações. A primeira já foi: livrar o oráculo do Bosque de Dodona das garras de Nero, um dos membros do triunvirato do mal que planeja destruir todos os oráculos existentes para controlar o futuro.

Em sua mais nova missão, o ex-deus do Sol, da música, da poesia e da paquera precisa localizar e libertar o próximo oráculo da lista: uma caverna assustadora que pode ajudar Apolo a recuperar sua divindade — isso se não matá-lo ou deixá-lo completamente louco.

Agora e para sempre, Lara Jean, de Jenny Han Em Para todos os garotos que já amei, as cartas mais secretas de Lara Jean — aquelas em que se declara às suas paixonites platônicas para conseguir superá-las — foram enviadas aos destinatários sem explicação, e, em P.S.: Ainda amo você, Lara Jean descobriu os altos e baixos de estar em um relacionamento que não é de faz de conta. Na aguardada conclusão da série, Agora e para sempre, Lara Jean, a jovem vai ter que tomar as decisões mais difíceis de sua vida.

Em nome dos pais, de Matheus Leitão — Resultado de suas incansáveis investigações, que começam pela busca do delator e seguem com a localização dos agentes que teriam participado das sessões de tortura de seus pais. Passado e presente se entrelaçam nessa obra, que reconstitui com rigor eventos do início dos anos 1970 e, ao mesmo tempo, apresenta a emocionante peregrinação do autor pelo Brasil atrás de respostas. Uma história sobre pais e filhos, sobre reconciliação e responsabilidade, sobre encontros impossíveis. É também uma história sobre um país que ainda reluta em acertar as contas com um passado obscuro. 

As coisas que perdemos no fogo, de Mariana Enriquez — Macabro, perturbador e emocionante, o livro reúne contos que usam o medo e o terror para explorar várias dimensões da vida contemporânea. Em um primeiro olhar, as doze narrativas do livro parecem surreais. No entanto, depois de poucas frases, mostram-se estranhamente familiares: é o cotidiano transformado em pesadelo. Uma das escritoras mais corajosas e surpreendentes do século XXI, Mariana Enriquez dá voz à geração nascida durante a ditadura militar na Argentina.

As garotas, de Emma Cline — Considerada pela Granta uma das melhores jovens autoras americanas da década, Emma Cline se inspirou no impacto causado pelos assassinatos cometidos pelo culto de Charles Manson, no fim da década de 1960, para escrever As garotas. O livro narra o processo de crescimento pessoal de um grupo de jovens — um retrato atemporal das turbulências, das vulnerabilidades e da força das mulheres em sua passagem à maturidade.

O caminho da porcelana, de Edmund de Waal — Do autor de A lebre com olhos de âmbar, uma jornada para entender a obsessão humana pela arte, pela riqueza, pelo talento e pelo poder. Através de um material tão precioso e inesperado quanto a porcelana, Edmund de Waal desenha um mapa do melhor e do pior da humanidade em diferentes séculos e continentes. Uma investigação que perpassa acontecimentos sombrios – como a produção de porcelana para os nazistas em um campo de concentração – e gloriosas – como a alquimia desastrada que reinventou a porcelana e deu origem à primeira fábrica do Ocidente.

O projeto desfazer, de Michael Lewis Em O projeto desfazer, o renomado autor de Moneyball e Flash boys conta a história da colaboração entre dois homens absolutamente diferentes, percorrendo a gênese da teoria que mais tarde, publicada em livro, se tornaria o best-seller Rápido e devagar: Duas formas de pensar. Daniel Kahneman e Amos Tversky escreveram uma série de estudos originais desfazendo todas as suposições da época sobre o processo humano de tomada de decisão. Os ensaios e artigos escritos por eles mostraram como nossa mente sistematicamente se engana quando obrigada a fazer escolhas em situações de incerteza.

Razões para continuar vivo, de Matt Haig  O mundo de Matt ruiu quando ele tinha pouco mais de 20 anos. Ele não conseguia achar uma maneira de continuar vivo. Essa é a história real de como Matt passou pela crise, triunfou sobre a doença que quase o destruiu e aprendeu a viver novamente. Uma análise comovente e delicada sobre como viver melhor, amar melhor e se sentir mais vivo, Razões para continuar vivo é mais do que um livro de memórias. É um livro sobre como aproveitar seu tempo no planeta Terra.

Deixei você ir, de Clare Mackintosh Partindo de vários pontos de vista, Clare Mackintosh faz em Deixei você ir um retrato preciso de uma grande investigação policial. Com habilidade singular, ela desenvolve personagens memoráveis e uma análise arrebatadora das excentricidades da vida no interior. Mas seu verdadeiro talento é a maneira como incorpora reviravoltas em uma trama cheia de mistérios. Mesclando suspense e thriller psicológico, Clare disseca a mente de seus personagens enquanto tece entre eles inesperadas conexões.

testeAs garotas: O lado sombrio da adoração

“O desejo das pessoas chegava a esse ponto – a vontade de ter certeza de que suas vidas tinham de fato acontecido, de que a pessoa que um dia haviam sido continuava a existir dentro delas.”

No verão de 1969, Evie Boyd era apenas mais uma garota de quatorze anos, perdida e entediada. Até que foi arrebatada pela visão de um grupo de garotas no meio de um parque, autoconfiantes, felizes e, acima de tudo, livres. Essa fascinação leva a jovem a seguir as garotas, que embarcam em um peculiar ônibus preto e desaparecem da cidade por dias.

Sem conseguir tirar de seus pensamentos a imagem de Suzanne, líder do grupo, Evie finalmente tem uma chance de experimentar a sensação de liberdade pela qual tanto esperava quando as garotas a encontram por acidente e a levam para um rancho escondido nas colinas. Lá, elas e dezenas de outras pessoas vivem em uma comunidade alternativa, guiadas por Russell, um homem carismático e perigoso. Sem saber da tragédia que se aproxima, Evie começa a passar cada vez mais tempo no rancho, em uma jornada de autodescobrimento com as garotas que mudariam para sempre sua vida, talvez não para melhor.

Inspirada pelo impacto e pela comoção dos assassinatos cometidos pelo culto de Charles Manson nos Estados Unidos no fim da década de 1960, Emma Cline – eleita pela Granta entre os melhores jovens autores dos Estados Unidos – mostra em As garotas, seu romance de estreia, um retrato atemporal das turbulências, das vulnerabilidades e da força das mulheres em sua passagem à maturidade – e de como, com apenas um passo errado, tudo pode acabar da pior forma possível. O livro chega às livrarias brasileiras em 25 de maio.

testeOs melhores jovens escritores americanos da década

A cada dez anos, a revista Granta seleciona os autores mais promissores dos Estados Unidos e do Reino Unido com menos de 40 anos. Dentre os 21 escritores da lista divulgada esta semana, três são publicados pela Intrínseca.

 

Aos 28 anos, Emma Cline foi aclamada pela crítica por sua estreia literária. De acordo com a vencedora do Pulitzer Jennifer Egan, As garotas “reverbera com uma prosa surpreendente, brilhante e repleta de vitalidade”. O livro já foi publicado em mais de 35 países e será lançado no Brasil em maio.

A narrativa de Cline foi inspirada no impacto causado pelos assassinatos cometidos pelo culto de Charles Manson nos Estados Unidos na década de 1960 e narra o processo de crescimento pessoal de um grupo de jovens. As garotas é um retrato atemporal das turbulências, das vulnerabilidades e da força das mulheres em sua passagem à maturidade — e de como, com apenas um passo errado, tudo pode acabar terrivelmente mal.

Nascida na Califórnia, Emma Cline tem trabalhos de ficção publicados em importantes veículos como Tin House, Granta e The Paris Review. Em 2014, foi agraciada com o Paris Review Plimpton Prize.

 

Aos 38 anos, Lauren Groff já recebeu diversos prêmios literários e é autora de Destinos e fúrias, romance finalista do National Book Award e que figurou na lista de melhores livros de 2015 do ex-presidente americano Barack Obama.

Publicado no Brasil em 2016, Destinos e fúrias narra, a partir de duas perspectivas, as verdades e as mentiras de um casamento e como os segredos podem ser a chave para o sucesso de uma relação. Na obra, Lotto e Mathilde se conhecem ainda jovens, nos últimos meses da faculdade. Perdidamente apaixonados e destinados ao sucesso, antes da formatura já estão casados. Seguem-se anos difíceis, mas românticos. Uma década depois, o caminho torna-se mais sólido: ele é um dramaturgo famoso e ela se dedica integralmente ao sucesso do marido. Mas a vida dos dois, invejada por muitos como a verdadeira definição de parceria bem-sucedida, não é exatamente o que parece.

Nascida em Nova York, Lauren Groff é autora de outros três best-sellers e foi finalista do Orange Prize para Novos Escritores e do L.A. Times Book Prize. Seus contos foram publicados em revistas como The New Yorker, Harper’s Bazaar, Tin House e The Atlantic, assim como em diversas antologias.

 

Anthony Marra tem 32 anos e é autor de Uma constelação de fenômenos vitais. Publicado pela Intrínseca em 2014, o livro narra a vida de um grupo de pessoas que passa por situações extremas.

Interessado em contar uma história de superação, amizade e amor que se passasse em um local devastado pela violência — a Chechênia no período entreguerras —, Marra criou um romance em que nenhum personagem é desprezado e conexões complexas interligam os passados de companheiros extremamente improváveis.

Nascido em Washington, Marra recebeu o Pushcart Prize, o Narrative Prize (ambos em 2010) e o Whiting Award (2012). Em 2014 recebeu o prêmio John Leonard oferecido pelo National Book Critics Circle, além de ter sido finalista em 2013 do National Book Award e do Flaherty-Dunnan First Novel Prize.

Confira a lista completa da Granta.

testeEstreia poderosa

Emmalarge

Premiada por um conto publicado na prestigiosa revista Paris Review, o romance de estreia de Emma Cline está cercado de expectativas. The Girls foi disputado por 12 editoras nos Estados Unidos e teve seus direitos de adaptação para o cinema comprados por Scott Rudin, produtor de A Rede Social, vencedor do Oscar de melhor filme de 2011. O livro foi sensação na Feira de Frankfurt e, embora o valor não tenha sido confirmado, veículos especializados divulgaram que a editora americana que publicará o primeiro romance da autora de 25 anos desembolsou cerca de dois milhões de dólares. No Brasil, o livro será lançado pela Intrínseca.

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As “garotas de Manson”, meninas que conviviam com Charles Manson

Inspirado na história de Charles Manson, líder de uma seita que cometeu vários assassinatos nos Estados Unidos, The Girls se passa no verão de 1969. Evie, uma indócil garota de 14 anos, se torna amiga da andarilha Suzanne, que a leva para uma comunidade hippie, onde a garota rapidamente se vê sob a influência de um carismático e instável líder.

Apesar da pouca idade, Emma possui mestrado em Escrita Criativa pela Universidade de Columbia. Publicou ensaios e contos em revistas conceituadas como Paris Review e Tin House e trabalha no departamento de ficção da The New Yorker.