teste12 filmes inspirados em livros que estão disponíveis na Netflix

É normal ouvir por aí que às vezes passamos mais tempo navegando pelo catálogo da Netflix do que assistindo aos filmes. Para ajudar nessa tarefa, selecionamos atrações que foram baseadas em obras publicadas pela Intrínseca. Temos sugestões para todos os gostos! 

Confira:

1. O lado bom da vida

Publicado em 2013, o livro de Matthew Quick virou uma superprodução com Jennifer Lawrence e Bradley Cooper. A obra conta a história de Pat Peoples que, depois de uma temporada em um hospital psiquiátrico, passa a seguir uma nova filosofia de vida que inclui entrar em forma, ser gentil e, principalmente, fazer de tudo para se reconciliar com a ex-mulher.  O longa teve oito indicações ao Oscar. 

2. Cinquenta Tons de Cinza


Baseado no best-seller de E L James. O filme narra o romance entre o misterioso milionário Christian Grey e a recatada estudante de Literatura Anastasia Steele. A complexa relação entre os dois se transforma em uma descoberta sexual dos prazeres do sadomasoquismo. Em Cinquenta tons de cinza, Ana não só descobre mais sobre seus próprios desejos, como também sobre os segredos obscuros que Grey tenta manter escondidos.

3. Lugares escuros

Inspirado no romance de Gillian Flynn, Lugares escuros acompanha Libby Day, interpretada por Charlize Theron, que, aos sete anos, sobreviveu ao terrível assassinato de sua família e testemunhou contra o irmão no julgamento. Vinte e cinco anos depois, uma sociedade secreta obcecada por solucionar crimes notórios vai trazer à tona o que realmente aconteceu naquele dia.

A autora de Garota exemplar mostra novamente como a construção tanto do personagem quanto da trama faz a diferença para manter o leitor e o telespectador interessados.

4. Ele está de volta

Já pensaram como seria se Hitler aparecesse em um terreno baldio sem saber o que aconteceu após 1945? No sarcástico livro do escritor alemão Timur Vermes, Adolf Hitler acorda em Berlim com uma forte dor de cabeça, 66 anos depois do fim da Segunda Guerra e na Alemanha de Angela Merkel. As pessoas acreditam que ele não passa de um ator, um imitador brilhante que se recusa a sair do personagem. Até que o impensável acontece: ele se torna um campeão de audiência no YouTube e todos querem ouvir seu discurso.

O livro deu origem ao filme dirigido por David Wnendt.

5. Descompensada

Amy Schumer é uma das comediantes mais bem pagas dos Estados Unidos, segundo a revista Forbes. Seu filme, Descompensada, foi um sucesso de bilheteria e recebeu duas indicações ao Globo de Ouro, e suas histórias mais marcantes foram reunidas em um delicioso livro, A garota com a tribal nas costas. Amy aprendeu que a monogamia não é realista. Agora como redatora de uma revista, ela vive livre de compromissos românticos. Mas tudo muda quando se apaixona.

6. Percy Jackson e o Ladrão de raios

A adaptação do primeiro livro da série mais famosa de Rick Riordan não poderia ficar de fora do catálogo!

Percy Jackson é um garoto problemático: aos 12 anos, já foi expulso de seis escolas diferentes. Mas esse é o menor de seus problemas: ao descobrir que é um semideus — filho de um deus do Olimpo com uma mortal —, ele também percebe que criaturas mitológicas, por algum motivo, estão bastante irritadas com ele.

7. Everest

Inspirado na história real narrada no livro Deixado para morrer, o filme Everest conta a história de um grupo de alpinistas que estavam prontos para escalar a montanha mais alta do mundo. Apesar dos longos meses de preparação, eles foram surpreendidos por uma forte tempestade de neve. Os alpinistas precisam lutar contra a natureza para continuar vivos. O triste episódio deixou oito mortos e é considerado uma das maiores tragédias do monte.

 

8. Saving Banksy

 

O documentário segue as tentativas de um coletor de arte tentando salvar da destruição uma das obras de Banksy. Com a presença de artistas de rua mundialmente famosos, o filme investiga a venda não autoriza de obras para analisar os conflitos filosóficos entre a arte de rua e o mercantilismo. O grafiteiro também é assunto do livro Guerra e spray, que reúne suas melhores obras e pensamentos.

 

9. A hospedeira

Além da série CrepúsculoStephenie Meyer também escreveu A hospedeira. O livro foi adaptado para o cinema com Saoirse Ronan, Max Irons, Jake Abel e Diane Kruger no elenco.

Na história, estreia de Meyer na ficção científica, a Terra foi ocupada por alienígenas que parasitam os humanos, tomando o lugar de suas almas. Melanie é uma hospedeira que resiste, bombardeando a alma coabitante com memórias e desejos, recusando-se a esquecer seu passado, inclusive Jared, que se torna a paixão das duas habitantes do mesmo corpo.

 

10. O mestre dos gênios 

Incluído recentemente no catálogo da Netflix, o filme foi inspirado na biografia Max Perkins: um editor de gênios. Max Perkins foi um dos maiores editores do século XX e fez história ao revelar talentos como F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e Thomas Wolfe.

O longa tem Colin Firth, Jude Law e Nicole Kidman no elenco.

 

11. Como treinar seu dragão 

A série de Cressida Cowell serviu de inspiração para animação produzida pela Dream Work Studios, que mostra o cotidiano de uma tribo de vikings às voltas com dragões de todo o tipo. 

 

12. Série Crepúsculo 


A série escrita por Stephenie Meyer virou um fenômeno no mundo todo e deu origem a cinco filmes. Com Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner e Billy Burke no elenco, os longas acompanham a história da adolescente Isabella Swan, que se muda para Forks e vivencia um mundo totalmente novo ao se apaixonar pelo vampiro Edward Cullen.

 

testeDe volta, e acompanhado

Por Bruno Machado*

Cena do filme Ele está de volta (fonte)

Cena do filme Ele está de volta (fonte)

Timur Vermes teve a coragem de escrever um livro sobre Adolf Hitler que foge completamente ao tema da Segunda Guerra Mundial. Em Ele está de volta, o autor subverte a lógica e coloca uma das figuras mais perigosas da história na Berlim moderna, repleta de imigrantes e governada por uma mulher.

Em um enredo peculiar, o autor cria uma ácida sátira dos costumes europeus contemporâneos, e foi apenas questão de tempo até a história se transformar em filme. A produção, que estreou recentemente na Netflix, tem algumas diferenças do enredo original com o objetivo de ampliar a crítica feita pelo ditador aos seus conterrâneos do século XXI.

Alternando uma história sobre um funcionário desesperado de um canal de TV a cabo e interações de Hitler com transeuntes no estilo “Mockumentary” – a aparência de um documentário, mas sem uma história real, que ficou famoso com Borat –, o filme é considerado uma das maiores surpresas do cinema alemão dos últimos anos.

Curioso para saber como seria um filme alemão que abordasse um tema considerado tabu e com o aval da minha chefe para escrever no blog da Intrínseca minha opinião, decidi desligar a votação do Impeachment pela Câmara dos Deputados e assistir ao filme. Mal sabia que o Hitler de 2014 me ensinaria algo sobre o Brasil de 2016.

Começando com uma cena constrangedora na qual o (ex) Füher reclama com um professor de etiqueta sobre como as pessoas não o cumprimentam corretamente nas ruas, a história de Hitler logo se mistura com a do canal fictício MyTv. Uma disputa interna entre os diretores do canal acabará levando o ditador de volta ao centro das atenções, como parte de um programa já polêmico no qual um comediante faz críticas políticas usando blackface para imitar o presidente americano Barack Obama e uma burca e um fuzil para falar do mundo árabe.

A chegada de Hitler, que é considerado por todos apenas um ator muito bom que se recusa a sair do papel, parece apenas mais um degrau na decadência na qualidade das produções televisivas alemãs. O público não acha absurdo e começa a rir do discurso que 70 anos atrás motivou o Holocausto. Ao assistir essa cena, me senti compelido a pausar o filme, sair da Netflix e por alguns minutos voltar à votação que era transmitida ao vivo para o país.

Enquanto deputados alegavam os motivos mais absurdos para dar seu voto, muitas vezes aplaudidos pelos colegas quando, por exemplo, defendiam torturadores da ditadura e vaiados caso se posicionassem a favor de minorias, tive a impressão de que uma figura como o Sr. Hitler – como ele prefere ser chamado – não seria um estranho no ninho por ali. Depois de alguns minutos, desisti de acompanhar a política nacional e voltei ao filme. Ironicamente, foi como se tivesse previsto a continuação da saga moderna de Adolf.

Durante sua jornada ao lado do produtor que descobre o polêmico “comediante”, é possível ver que a figura de Hitler ainda desperta muita empatia na população. Enquanto algumas pessoas acham engraçado tirar uma selfie com o ditador nazista, outras dão depoimentos preconceituosos, como se a presença do cover do ditador as isentasse de qualquer crítica.

O que começa apenas como uma comédia que imita o estilo de documentários vai se tornando uma crítica direta aos costumes atuais. Adentrando cada vez mais a metalinguagem, os minutos finais de Ele está de volta mostram a produção do filme dentro do próprio filme, e os comentários feitos por Adolf Hitler ficam mais próximos da nossa sociedade. Em determinada cena, o filme alterna trechos de vídeos reais, alucinações de um dos personagens e viradas inesperadas de roteiro, que surpreendem em um filme que inicialmente parecia uma comédia polêmica um tanto boba.

A fala final de Hitler mostra como podemos ser pessoas ruins se nos reduzirmos a opiniões egocêntricas e à falta de empatia. Pode ser que um ditador da primeira metade do século passado não ressurja nos dias de hoje, mas o filme faz um excelente trabalho em mostrar que talvez tenhamos figuras perigosas defendendo a moral e os bons costumes do povo.

Seja em Berlim ou em Brasília.

 

* Bruno Machado é assistente de mídias sociais no departamento de Marketing e, assim como boa parte das pessoas na internet, não aguenta mais textão sobre política no Facebook.

testeMeu best of 2015

Meu best of 2015

Todo escritor deve ler muito. É um chavão, mas daqueles que abrem enormes portas. Tento seguir a dica à risca, mas nem sempre consigo. Este ano, por exemplo, decepcionei: li 27 livros. Uma vergonha para um escritor, admito. Se fosse um campeonato, eu teria caído para a segundona. Ainda mais porque, outro dia, conversando com uma leitora, num dos lançamentos do meu livro, ela contou que já tinha lido 110. Cento e dez vezes trezentas páginas, em média. Isso dá página a dar com pau! E estávamos ainda em novembro!

“Ei, garota, o que a senhora faz da vida? Só lê? Que sorte, a sua!” Mas tenho boas desculpas para minha baixa efetividade. Até maio, eu estava envolvido com o Surpreendente! Desde novembro, estou envolvido com o novo livro. Nesse meio-tempo, eu… Bom, nesse meio-tempo tive que ensaiar minha banda, trabalhar, dar conta da mulher, das crianças, da louça, trocar lâmpadas, responder a e-mails, passear com o cachorro, pendurar roupas, dormir (porque ninguém é de ferro)… É melhor parar por aqui. Vinte e sete está passando de bom!

Enfim, após o parágrafo da mea-culpa, trago os melhores entre os que li em 2015. Se não foi grande a quantidade, ao menos posso dizer que tive bons momentos. E isto é o mais importante: quanto me diverti, me emocionei e, no fim das contas, aprendi. Não farei resenhas. Há muitas delas em blogs ótimos, com críticas profundas e embasadas. É apenas meu best of — dicas para quem, ao contrário de mim, vai tirar merecidas férias e terá tempo de ler tudo o que quiser; a singela contribuição para aqueles que, em 2016, não pretendem ter uma performance tão vexatória quanto a minha. Vamos lá:

1. Caixa de pássarosJosh Malerman: tinha ouvido falar muito bem do livro e estava na minha lista de compras. Quando conheci pessoalmente o Josh, durante a Bienal do Rio, fiquei com mais vontade. O cara é um doce de pessoa, e não dá para entender como, por trás daquele jeito bonachão, existe uma mente tão diabólica. Um thriller original e de arrepiar.

2. Ele está de voltaTimur Vermes: achei a capa perfeita e a premissa instigante. O livro se revelou engraçado e inteligente. Se eu fosse alemão, certamente daria mais risadas. Imaginar o próprio Hitler transportado no tempo, para os dias atuais, foi uma grande sacada. Não consegui deixar de pensar no Inri Cristo…

3. Como eu era antes de vocêJojo Moyes: o primeiro que li, logo após entregar meu livro para a editora. Aliás, ganhei o livro da própria Intrínseca, cheio de boas recomendações. Uma história que eu gostaria de ter escrito.

4. Surpreendente! – por motivos óbvios, o livro que mais me marcou em 2015 e que está me levando a lugares que nunca imaginei.

5. Segundo — Eu me chamo AntônioPedro Gabriel: o Pedro é um poeta raro, criativo, sucinto e profundo, tudo ao mesmo tempo. O trabalho editorial do livro é muito bom. Eventualmente abro numa página qualquer e fico admirando a simplicidade dos poemas. Como sempre digo: o difícil é ser simples.

6. Toda luz que não podemos ver Anthony Doerr: quando a gente acha que o tema da Segunda Guerra já deu, que esgotou e não tem mais como sair algo novo, surge essa belíssima história, muito bem contada e emocionante. Há muito tempo um livro não mexia tanto comigo. Obra-prima.

testeEle está de volta a Berlim [atualizado]

Em um dia de verão de 2011, uma pessoa acorda confusa em um terreno baldio de Berlim: Adolf Hitler. O partido nazista não existe mais, e a guerra acabou. Sua amada pátria está radicalmente diferente: repleta de imigrantes e governada por uma mulher.

No mundo moderno, ele se torna um campeão de audiência no YouTube e acaba ganhando um programa de televisão. Enquanto o público acredita se tratar de um imitador que se recusa a sair do personagem, Hitler tenta provar que é quem diz ser.

A inusitada história do ditador nazista que ressurge nos dias atuais é o foco do ácido e irônico Ele está de volta, romance de estreia de Timur Vermes que se tornou um sucesso imediato na Alemanha. O livro deu origem a um filme que, ao estilo de sucessos como Borat, mostra o povo da cidade atônito com a presença de Hitler nas ruas de Berlim. Confira algumas cenas (em alemão, com legendas em inglês):


O filme, que estreou em 8 de outubro na Alemanha, será disponibilizado pela Netflix a partir do dia 9 de abril.

link-externoLeia um trecho de Ele está de volta

testeSugestões para pais de diversos estilos

DiaDosPais_Intrinseca

Com a chegada do Dia dos Pais, preparamos uma lista com sugestões de presentes para pais de diversos estilos. Confira as opções:

Pai ligado em guerras:

Toda luz que não podemos verMarie-Laure, cega aos seis anos, vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural. Na Alemanha, o curioso órfão Werner se encanta pelo rádio. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Anthony Doerr constrói um tocante romance sobre o que há além do mundo visível.

Brasil: Os frutos da guerra — O historiador Neill Lochery revela a história do envolvimento do Brasil na Segunda Guerra Mundial, mostrando como a habilidade política e o oportunismo econômico de Getúlio Vargas e sua equipe transformaram o país numa potência regional graças ao conflito.

Pais tecnológicos:

O clique de 1 bilhão de dólares — O jornalista Filipe Vilicic conta a história do Instagram e de Mike Krieger, o brasileiro fundador de um dos aplicativos mais bem-sucedidos do mundo.

Como a música ficou grátisO jornalista Stephen Witt investiga a fundo a história secreta da pirataria de músicas na internet, partindo dos engenheiros alemães criadores do mp3, passando por uma fábrica de CDs na Carolina do Norte da qual um funcionário vazou cerca de dois mil álbuns e revelando o submundo dos piratas das mídias que revolucionaram o universo digital.

Pais empreendedores:

Como o Google funciona Eric Schmidt e Jonathan Rosenberg reúnem as valiosas lições que transformaram a start-up em uma das maiores empresas do mundo. A partir da história e de curiosidades do dia a dia do Google, eles mostram o caminho para que gestores e empreendedores abracem o espírito de inovação e atrair e manter talentos em suas equipes.

Pais bem-humorados:

Ele está de volta — As coisas mudaram: não há mais Eva Braun, nem partido nazista, nem guerra. Hitler mal pode identificar sua amada pátria, infestada de imigrantes e governada por uma mulher. As pessoas, claro, o reconhecem como um imitador talentoso que se recusa a sair do personagem. Até que o impensável acontece: o discurso de Hitler torna-se um viral, um campeão de audiência no YouTube, ele ganha o próprio programa de televisão e todos querem ouvi-lo. Tudo isso enquanto tenta convencer as pessoas de que sim, ele é realmente quem diz ser, e, sim, ele quer mesmo dizer o que está dizendo.

Pais que gostam de escândalo:

Nêmesis — O aclamado escritor e jornalista investigativo Peter Evans revela detalhes surpreendentes sobre um dos triângulos amorosos mais polêmicos da história: Jackie O, Aristóteles Onassis e Bobby Kennedy. Após vários anos de pesquisas e entrevistas com espiões e terroristas, parentes, amigos e amantes dos Kennedy e de Onassis (além de muitos encontros com o próprio Ari), Evans descortinou a rede de subornos, encontros sexuais, mentiras e traições que teriam culminado na morte de Bobby.

Pais que curtem um mistério:

Galveston — Romance de estreia de Nic Pizzolatto, criador da série True Detective, o livro é um romance violento e ágil, com o máximo da atmosfera noir.

Lugares escuros — Da mesma autora de Garota exemplar e Objetos cortantes, o livro conta a história de Libby Day, uma mulher que testemunhou o brutal assassinato da mãe e das duas irmãs aos sete anos de idade.

Pais descolados:

O árabe do futuro — Filho de mãe francesa e de pai sírio, o quadrinista Riad Sattouf conta o choque cultural que viveu quando foi, ainda bem criança, para a Síria e a Líbia, e fala também do retorno da família à França. Depois de viver em lugares tão diferentes, Riad se tornou um completo estrangeiro, com uma visão crítica, afiada e muito bem-humorada sobre o mundo.

Pais saudáveis:

Sal, açúcar, gordura — Neste livro-reportagem, o jornalista vencedor do Pulitzer Michael Moss mostra como os alimentos nas prateleiras dos supermercados são cuidadosamente projetados pela indústria alimentícia para nos viciar, fazendo uso de estratégias que levam ao aumento alarmante de casos de obesidade, hipertensão e diabetes. A obra cita algumas das empresas e marcas mais conhecidas do planeta, incluindo Coca-Cola, Kellogg, Nestlé e Oreo.

Pais intelectuais:

História do futuro — A jornalista Míriam Leitão apresenta o resultado de quatro anos de pesquisas, entrevistas, viagens, análises de dados e depoimentos de especialistas sobre as tendências do futuro do país.

Notícias: Manual do usuário — O aclamado escritor e filósofo Alain de Botton elabora um Manual definitivo da nossa era viciada em informação oferecendo um parâmetro de sanidade para as nossas interações diárias (e às vezes ininterruptas) com a máquina de notícias.

Pais que gostam de esportes:

Moneyball — O livro atrai tanto os interessados em esportes quanto em negócios. Com uma narrativa repleta de personagens fascinantes e questionamentos inteligentes, Michael Lewis mostra a luta de um administrador para levar seu empreendimento à máxima performance pelo menor custo e impor racionalidade num universo dominado por favorecimentos, desperdício e vícios. É a história de superação de um time medíocre de beisebol e a biografia de um homem que se destacou num dos negócios mais ferozes e competitivos dos Estados Unidos.