testeNova série da GloboNews, História do Futuro aponta tendências para o Brasil das próximas décadas

Para Míriam Leitão, o Brasil está prisioneiro do imediato. A crise que nos atinge em diversas frentes paralisa e faz com que o país esqueça que possui muitos dos recursos necessários para garantir um futuro melhor às próximas gerações. Em História do Futuro, nova série da GloboNews que estreia nessa quinta-feira, 19, a jornalista percorre o país para mostrar iniciativas inovadoras em áreas como educação, meio ambiente, tecnologia, mercado de trabalho, demografia e cidades.

Com dez episódios, História do Futuro será exibida às quintas-feiras, às 21h30. O projeto é um desdobramento de seu livro homônimo, publicado em 2015 pela Intrínseca e fruto de quatro anos de pesquisas e entrevistas. Tanto no livro como na série, Míriam Leitão se propõe o desafio de mapear os possíveis horizontes do país, olhando sempre além do imediatismo do presente: “Se tivermos clareza dos desafios, das chances e dos riscos que já estão contratados, será mais fácil nos prepararmos para eles.”
 

Saiba mais sobre a série no site especial da GloboNews.

testeVocê acredita em seus sonhos?

Por Letícia Calhau*

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Era uma vez um jovem aluno chamado David Luong. Ele era calado e ficava no fundo da sala sem chamar muita atenção. Tinha sonhos para seu futuro, mas não parecia ser nenhum gênio nas aulas de álgebra. Um dia, sua professora se questionou como aqueles trabalhos e provas bem-feitas podiam ser de um aluno tão pouco expressivo em sala e por que ele tinha tão bons trabalhos, mas não estava em uma turma mais avançada.

Quantos de nós cultivamos projetos e sonhos impossíveis? Às vezes parece que não alcançaremos nossas metas porque nossas características mais evidentes parecem não ajudar muito, ou porque alguém nos disse que não éramos bons o suficiente, ou ainda porque não nos considerávamos geniais para conquistá-las.

Quando olho um pouco para trás, lembro que meu primeiro objetivo na vida foi aprender a ler, mas isso não foi nada simples. Passei por várias estratégias, professores e metodologias diferentes para conseguir. Fui levada a alguns médicos que diziam que eu não tinha nada, aparentemente. Aos nove anos, não só aprendi, como me apaixonei pelos livros e pela ideia de ser escritora. Tinha vergonha de compartilhar esse sonho com as pessoas. Como alguém que tinha dificuldades para aprender a ler poderia ser algo tão incrível como uma escritora? Por muito tempo acreditei que só pessoas dotadas de alta inteligência eram capazes de transformar sonhos em realidade.

O livro Garra: o poder da paixão e da perseverança conta, entre outras, a história de David Luong, mas poderia ser a minha ou a de qualquer outra pessoa, jovem ou não, que tenha sonhos e paixões, mas talvez não se encaixe nos modelos aparentemente promissores.

E se um dia descobríssemos que nosso cérebro é capaz de se desenvolver e aprender sempre? E se o mito do talento fosse desconstruído diante da vontade e da perseverança? E se a ideia de que os bem-sucedidos são especiais deixasse de fazer sentido?

Primeiro, acho que se eu soubesse que era capaz de conquistar mais do que conquistei, se não tivesse a impressão que estava insistindo em sonhos que não eram para mim, teria perdido menos tempo sentindo medo e frustração.

Na minha opinião, a principal razão pela qual a valorização do talento pode ser nociva é simples: ao focarmos apenas no talento, arriscamos deixar tudo o mais fora do nosso campo de visão. Sem querer, passamos a mensagem de que esses outros fatores — como a garra — são menos importantes.

No livro, Angela Duckworth explica como a ideia do talento pode atrapalhar a jornada das pessoas que querem realizar um sonho ou colocar em prática uma ideia. Ela fala sobre o valor de uma paixão e de como a garra e a perseverança contam mais para alcançar o objetivo do que simplesmente ser alguém que se destaca em testes, provas e avaliações. Do que adianta ter boas notas se não se tem vontade real de conquistar um sonho? No livro, ela conta histórias de outras pessoas que eram excelentes alunos e que se destacavam por seu desempenho, mas que desistiram no meio do caminho porque não tinham tanta certeza do que queriam para si e se intimidavam com resultados ruins durante o percurso.

A paixão é como uma bússola — um aparelho que você demora a construir, a aprimorar e aperfeiçoar e que, por fim, o orienta em sua longa e tortuosa viagem rumo a seu objetivo final.

 Ter uma paixão como meta e acreditar que é possível conquistá-la por meio de perseverança, dedicação e esforço podem ser diferenciais na hora de conquistar uma vaga em um estágio, na universidade ou mesmo para abrir seu primeiro negócio. O que você quer realizar? E quais são as crenças que o estão impedindo de lutar por seus sonhos?

Nosso potencial é uma coisa. O que fazemos com ele é outra, bem diferente.

O livro também nos ajuda a entender que a garra, assim como outras características, pode ser desenvolvida. De nada adianta pensar nela como uma característica inata. Não existem fórmulas perfeitas, mas Angela, com sua experiência como professora e psicóloga, nos faz pensar em como podemos desenvolver a garra de dentro para fora e como podemos contar com a ajuda de outras pessoas para criar uma atmosfera favorável ao seu desenvolvimento. Andar com pessoas que têm garra, cercar-se de professores que colaboram; nessa hora, toda ajuda para alimentar o interesse e a esperança é importante.

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Por fim, o livro nos ajuda a entender que a garra é o que não nos faz abandonar uma meta durante longos períodos de dedicação e que é isso que faz a diferença, no fim das contas. E, com o tempo, podemos perceber que acreditando em novas possibilidades de realização, com o esforço diário, acabamos criando uma filosofia de vida sólida. Passamos não só a acreditar em nossos sonhos, como a investir neles todos os dias, mesmo que tenhamos obstáculos pelo caminho, porque sabemos que com paixão e perseverança é possível realizar um projeto. Ele pode demorar meses, alguns anos, mas o mais importante é a confiança no percurso.

O esforço que uma pessoa dotada de garra dedica em um dia é importante, mas ainda mais importante é ela acordar no outro dia, e no outro, disposta a subir naquela esteira e continuar a correr.

Garra orienta o leitor a pensar em uma forma mais interessante de organizar as metas no tempo e como desenvolver uma cultura de garra. E o mais importante: a acreditar em si mesmo.

 

* Letícia Calhau é professora da área de educação, mestranda e pesquisadora na área de inclusão em educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Carioca, nascida no subúrbio do Rio de Janeiro, blogueira e criadora de hortas caseiras.

testeA educação é vital para transformar o Brasil em um país mais justo

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A educação é tema central para o Brasil se tornar um país melhor. Todas as demais questões que analiso em meu livro História do futuro: o horizonte do Brasil no século XXI dependem, de alguma forma, do avanço da educação para se realizarem.

É interessante destacar que um assunto dessa importância só ganhou atenção especial a partir dos anos 1990, na democracia. A lacuna deixada pelos governos militares ainda nos assombra. Nem mesmo durante o “milagre econômico” houve avanços significativas nos índices educacionais, pelo contrário.

Os números do IBGE traduzem o que tem sido a jornada brasileira pela educação: em 1970, em plena ditadura, 32,78% das crianças de 7 a 14 anos estavam fora da escola. Em 1980, eram 32,87%, um aumento absoluto de 1,1 milhão de meninos sem aulas na década em que o Brasil mais cresceu. Em 1991, a proporção dos que não estavam estudando caiu para 22%. Nos difíceis anos 1990, com suas crises econômicas, o governo conseguiu a maior inclusão. O número de crianças sem aula despencou de 6,2 milhões para 1,5 milhão. Em proporção, a queda foi de 22% para 5,5%, em 2000. Na década seguinte, até 2010, a taxa dos sem escola caiu para 3,1%.

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O aumento no número de matriculados nas escolas é uma vitória, mas é grande demais o que ainda precisa ser feito. Este é o momento de trabalhar mais fortemente para transpor obstáculos históricos e preparar o futuro. Uma vantagem é a percepção dos brasileiros sobre a educação.

Uma pesquisa feita pelo Instituto Data Popular, em 2013, mostrou que as famílias estavam dispostas a gastar com educação e viam nisso um forte significado: 71% concordaram com a frase “a minha prioridade é a educação dos meus filhos”; e 95% concordaram com a frase “é o meio mais seguro para alcançar um bom futuro”.

A dedicação das famílias na formação dos filhos começa a mudar também nossos números sobre o tempo de vida escolar. Segundo o IBGE, os brasileiros com 65 anos ou mais têm 4,2 anos de estudo, em média; os que estão entre 25 e 64 anos têm 8,3 anos de estudo, em média.

No entanto, estamos falhando na melhora da qualidade. Ainda temos que aprimorar o ensino das duas disciplinas básicas, português e matemática, diminuir a evasão do ensino médio e, cada vez mais, usar novidades tecnológicas para tornar o estudo mais interessante.

Em geral quando falo sobre os dilemas nacionais em palestras, há sempre uma concordância de que a educação é um tema central. Todos sabemos que é assim. Se o país está em recessão, poderemos recuperar pontos no PIB nos próximos anos, mas se perdermos o cérebro de uma geração perderemos o futuro. No meu livro tentei passar esse senso de urgência que sei, caros leitores, que compartilhamos.

>> Leia um trecho de História do futuro

teste14 livros para as férias

Confira nossa seleção com 14 livros imperdíveis!

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Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr — Nesse romance vencedor do Prêmio Pulitzer de Ficção de 2015, você vai conhecer Marie-Laure, uma garota que ficou cega aos seis anos e que vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural, e Werner, um menino alemão, órfão, que se encanta por um rádio encontrado em uma pilha de lixo e cuja trajetória o leva a uma escola nazista. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Toda luz que não podemos ver é um tocante romance sobre o que há além do mundo visível.

S., de J.J. Abrams e Doug Dorst — Para os fascinados por mistério, J.J. Abrams, a mente por trás de séries como Lost, Fringe e o diretor do último episódio de Star Wars, apresenta um quebra-cabeça literário. Resultado de sua parceria com Doug Dorst, S. vem em uma caixa lacrada, repleta de códigos. Além do enigmático romance O Navio de Teseu, a obra contém, em suas margens, as anotações e investigações de dois leitores sobre V. M. Straka — um escritor cuja biografia nebulosa é repleta de boatos que envolvem conspirações, sabotagens e assassinatos.

História do futuro: O horizonte do Brasil no século XXI, de Míriam Leitão — Em um cenário de crise, a premiada jornalista Míriam Leitão é categórica: em vez de nos abatermos pelo pessimismo, temos que fazer um balanço racional dos muitos acertos e dos vários erros para construir um futuro melhor para o país. Em seu terceiro livro de não ficção, a vencedora do Jabuti apresenta tendências que não podem ser ignoradas em áreas como meio ambiente, demografia, educação, economia, política, saúde, energia, agricultura e tecnologia. Leitura fundamental para entendermos o presente e planejarmos o futuro do Brasil.

A espada do verão, de Rick Riordan — Trolls, gigantes e outros monstros horripilantes estão se unindo para o Ragnarök, o Juízo Final. Para impedir o fim do mundo, Magnus Chase deve empreender uma importante jornada a fim de encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos. Com personagens já conhecidos do público, como Annabeth Chase, prima de Magnus, e deuses como Thor e Loki, Rick Riordan nos apresenta uma nova série, agora sobre mitologia nórdica. Mais uma aventura surpreendente, repleta de ação e humor!

Elon Musk: Como o CEO bilionário da SpaceX e da Tesla está moldando nosso futuro, de Ashlee Vance — Se você quer ter alguma ideia de como será o futuro, precisa conhecer Elon Musk. O empreendedor mais ousado de nosso tempo, que inspirou o Homem de Ferro dos cinemas, decidiu investir sua fortuna gerada em empresas digitais para mudar o mundo. Com a SpaceX, o inventor sul-africano está revolucionando os voos espaciais. Com a Tesla Motors, está trabalhando para popularizar os carros elétricos. Musk, que também está investindo em energia sustentável por meio de painéis solares, é um CEO diferente de todos os outros. Ao apostar em empreendimentos de alto risco, tem se dedicado a criar um futuro ao mesmo tempo magnífico e próximo de uma fantasia de ficção científica.

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Lugares escuros, de Gillian Flynn — Aos sete anos, Libby Day sobreviveu ao terrível assassinato de sua família e testemunhou contra o irmão, que acabou condenado à prisão perpétua. Vinte e quatro anos depois, a ambígua personagem criada por Gillian Flynn, autora de Garota exemplar e Objetos cortantes, é procurada por um grupo de pessoas obcecadas pelo crime e começa a investigar o passado. A história chegou aos cinemas no ano passado, protagonizada por Charlize Theron, e recentemente ganhou uma nova edição, com capa seguindo o padrão dos livros da autora.

Caçadores de trolls, de Guillermo del Toro e Daniel Kraus  Um dos artistas mais visionários da atualidade — diretor, produtor e roteirista que assina sucessos como A Espinha do Diabo, O Labirinto do Fauno e Hellboy —, Guillermo del Toro conta em Caçadores de trolls como o medo pode tomar conta das pessoas. Repleto de monstros assustadores e do encanto de um jovem com um mundo novo, o livro, que tem 10 belíssimas ilustrações de Sean Murray, será adaptado para uma série produzida pelo Netflix.

Crepúsculo/Vida e morte, de Stephenie Meyer — Publicado inicialmente nos Estados Unidos em 2005, o livro que originou a série best-seller mundial e uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, completou 10 anos! Para comemorar o aniversário da inesquecível história de amor entre Bella e Edward, Stephenie Meyer presenteou os leitores com uma edição dupla. Além de Crepúsculo, a edição especial contém quase 400 páginas de conteúdo extra que inclui Vida e morte, versão em que a autora inverte o gênero dos protagonistas.

A sexta extinção, de Elizabeth Kolbert — Ao longo dos últimos quinhentos milhões de anos, o mundo passou por cinco extinções em massa. Hoje, a sexta extinção vem sendo monitorada, e a causa não é um asteroide ou algo similar, e sim a própria raça humana. Vencedor do Prêmio Pulitzer de Não Ficção de 2015, A sexta extinção explica de que maneira o ser humano tem alterado a vida no planeta como absolutamente nenhuma espécie fez até hoje. Para isso, Kolbert apresenta trabalhos de dezenas de cientistas em diversas áreas e viaja aos lugares mais remotos em busca de respostas.

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Grey, de E L James — Christian Grey controla tudo e todos a seu redor: seu mundo é organizado, disciplinado e terrivelmente vazio — até o dia em que Anastasia Steele surge em seu escritório, uma armadilha de pernas torneadas e longos cabelos castanhos. Conheça a história que dominou milhares de leitores ao redor do mundo agora sob um novo e apaixonante ponto de vista.
Mosquitolândia, de David Arnold — Mim Malone não está nada bem. Após o inesperado divórcio dos pais, a apaixonante protagonista de Mosquitolândia é obrigada a ir morar com o pai e a madrasta no árido Mississippi. Para fugir dessa nova vida e buscar seu verdadeiro lugar, o lar de sua mãe, ela embarca em uma jornada de mais de mil quilômetros até Ohio e encontra companheiros de viagem muito interessantes pelo caminho, numa odisseia contemporânea tão hilária quanto emocionante.

O clique de 1 bilhão de dólares, por Filipe Vilicic — O Instagram, aplicativo de compartilhamento de fotos, é uma febre mundial desde seu lançamento em 2010. Comprado pelo Facebook em 2012 pela estonteante quantia de 1 bilhão de dólares, hoje em dia já mobiliza mais de 400 milhões de usuários ativos. O que poucos sabem é que Mike Krieger, um de seus idealizadores, é brasileiro, nascido em São Paulo. A trajetória meteórica do aplicativo e de Krieger, que se tornou milionário aos 26 anos, são detalhadas em O clique de 1 bilhão de dólares pelo jornalista Filipe Vilicic, editor de Ciência e Tecnologia da revista e do site de Veja.

Para todos os garotos que já amei, de  Jenny Han — Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. São confissões sinceras, sem joguinhos ou fingimentos. Até que, um dia, elas são misteriosamente enviadas aos destinatários e, de repente, sua vida amorosa se transforma. Se você ainda não conhece Lara Jean, é melhor correr: a continuação do romance, P.S.: Ainda amo você, chega às livrarias nas próximas semanas.

A guerra dos consoles: Sega, Nintendo e a batalha que definiu uma geração, de Blake J. Harris — Na década de 1990, a Nintendo praticamente monopolizava o mercado de video games. A Sega, por outro lado, era apenas uma empresa instável de fliperamas com grandes aspirações e egos maiores ainda. Mas tudo isso iria mudar com as táticas arrojadas de Tom Kalinske, ex-executivo da Mattel, que transformaram a Sega por completo e levaram a companhia a travar um confronto impiedoso com a Nintendo. Um livro fascinante sobre a guerra que mudou o futuro dos video games e o mercado de entretenimento.

testeQuestão de caráter

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Eleito o melhor livro de 2012 pelo jornal The New York Times e considerado leitura obrigatória por veículos especializados, Uma questão de caráter, do ensaísta norte-americano Paul Tough, será publicado pela Intrínseca este mês em parceria com o Instituto Ayrton Senna.

A edição brasileira conta com prefácio exclusivo de Viviane Senna e será lançada em 25 de março, com a presença do autor no Fórum Internacional de Políticas Públicas “Educar para as competências do século 21”, em São Paulo.

Uma questão de caráter investiga por que a curiosidade e a determinação podem ser mais importantes que a inteligência para uma educação de sucesso. Com base em dados científicos, Tough defende que é possível proporcionar uma educação de qualidade tanto para estudantes privilegiados quanto para jovens que vivem em situação de pobreza e dependem de políticas públicas ineficientes.

testePalestra de Salman Khan no Brasil será transmitida ao vivo

O encontro entre o fundador da revolucionária Khan Academy e educadores brasileiros promovido pela Fundação Lemman terá transmissão ao vivo, via Google Hangouts quinta-feira, a partir das 9h30. Em sua primeira visita ao país, Salman Khan irá expor suas propostas para o futuro da educação e discutir a aplicação de sua plataforma inovadora de videoaulas no Brasil. O evento Education reimagined: um encontro com Salman Khan acontecerá em São Paulo e será restrito a convidados.

Formado em matemática, ciência da computação e engenharia elétrica pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), o norte-americano de 35 anos abandonou uma carreira em ascensão no mercado financeiro e usou suas próprias economias para se dedicar exclusivamente à Khan Academy. Com mais de 3.800 lições postadas no YouTube, seus vídeos são assistidos por seis milhões de estudantes por mês — mais de dez vezes o número de pessoas que foram para Harvard desde a sua fundação, em 1636. No livro Um mundo, uma escola, lançado este mês pela Intrínseca, Salman Khan expõe, pela primeira vez, sua visão revolucionária para o futuro da educação. Ao repensar o sistema vigente de ensino e o modo como ocorre o aprendizado, Khan propõe um novo modelo capaz de oferecer educação gratuita de padrão internacional, acessível para qualquer um, a qualquer momento e em qualquer lugar do planeta.

No Brasil, a Fundação Lemann, em parceira com o Instituto Península e o Instituto Natura, está traduzindo os vídeos da Khan Academy para o português. Além dos 400 vídeos já disponíveis no site da Fundação Lemann, a parceria está levando a plataforma educacional idealizada por Khan para as escolas públicas brasileiras. A previsão é que, em 2013, a iniciativa já esteja sendo aplicada em 200 salas de aula, facilitando o aprendizado de matemática de mais de seis mil alunos.

 

testeO maior professor do mundo chega ao Brasil

Salman Khan, o fundador da revolucionária Khan Academy, estará no Brasil a partir desta terça-feira para participar de reuniões com educadores e lançar Um mundo, uma escola, livro em que expõe, pela primeira vez, suas propostas para a educação do futuro. Suas lições em vídeo, assistidas mensalmente por cerca de seis milhões de estudantes do mundo inteiro, estão sendo traduzidas para o português pela Fundação Lemann, em parceira com o Instituto Península e o Instituto Natura. Além dos 400 vídeos já disponíveis no site da Fundação Lemann, a parceria está levando a plataforma educacional idealizada por Khan para as escolas públicas brasileiras.

Educação gratuita, de padrão internacional, acessível para qualquer um, a qualquer momento, em qualquer lugar do planeta: essa é a missão da Khan Academy, organização criada por Salman Khan, ex-analista de fundos de hedge e engenheiro que descobriu a paixão pelo ensino ao dar aulas particulares de álgebra para sua sobrinha, com a ajuda da internet. O que teve início de forma despretensiosa se transformou em um fenômeno mundial. Instigado pelas dificuldades de seus alunos, Khan iniciou uma série de experiências culminando com a criação de videoaulas gratuitas que fizeram inesperado sucesso no YouTube. Hoje já estão no ar mais de 3.600 lições utilizadas por milhões de alunos, pais e professores. As técnicas e os softwares desenvolvidos por Khan estão presentes em um número cada vez maior de salas de aula em todo o mundo, com um sucesso animador.

Em Um mundo, uma escola, Khan repensa os princípios do sistema de educação vigente e imagina como poderia ser o ensino se fosse libertado de um modelo que teve origem há mais de 200 anos. No lugar de massacrantes aulas expositivas e cronogramas rígidos, ele propõe que a sala de aula seja um espaço para autêntica interação, com a valorização do papel do professor. Demonstra que já existem, ao alcance de todos, ferramentas tecnológicas capazes de garantir uma educação de altíssimo nível para todos os estudantes, respeitando os diferentes ritmos de aprendizado e estimulando a criatividade na resolução dos problemas.

Leia um trecho de Um mundo, uma escola, de Salman Khan.

testeEstante Intrínseca – LANÇAMENTOS JOVENS DE JANEIRO

12/01 – O lado bom da vida, de Matthew Quick – Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica — mas ele não se lembra o que fez nem quanto tempo ficou por lá. Para trazer a sua vida de volta aos eixos, Pat passa a seguir uma nova filosofia de vida, que inclui entrar em forma, ser gentil e, principalmente, fazer de tudo para se reconciliar com a ex-mulher, Nikki.

A adaptação do comovente e bem-humorado romance de estreia de Matthew Quick chega aos cinemas brasileiros em 1º de fevereiro. Dirigido por David O. Russell (O vencedor) e estrelado por Bradley Cooper (Se beber não case), Jennifer Lawrence (Jogos vorazes) e Robert De Niro, O lado bom da vida já foi eleito o melhor Filme do Festival Internacional de Toronto pelo público, recebeu 4 indicações ao Globo de Ouro e 5 ao Spirit Awards, o Oscar do cinema independente norte-americano.

Assista ao trailer:

18/01 – Finale, de Becca Fitzpatrick – No desfecho da série Hush, Hush, Nora e Patch pensavam que seus problemas tinham ficado para trás com a morte de Hank. Na ausência do Mão Negra, porém, Nora foi forçada a se tornar líder do exército nefilim, e era seu dever terminar o que o pai começara – o que, essencialmente, significava destruir a raça dos anjos caídos. Destruir Patch.

Nora nunca deixaria isso acontecer, então ela e Patch bolam um plano: os dois farão com que todo mundo acredite que não estão mais juntos, manipulando, assim, seus respectivos grupos. Mas quando as linhas do combate são finalmente traçadas, eles precisam encarar suas diferenças ancestrais e decidir entre ignorá-las ou deixá-las destruir o amor pelo qual sempre lutaram.

Assista ao book trailer:

21/01 – Muncle Trogg e o Burro Voador, de Janet Foxley – No segundo volume da série, Muncle Trogg, o menor gigante do mundo, está preocupado. O Monte das Lamentações, lar de todos os gigantes, tem dado sinais de que vai explodir, mas tudo que aqueles grandalhões conseguem pensar é em celebrar que os humanos foram embora do sopé da montanha. Sorte a dele que Emily, uma menina que conhecera quando, certa vez, tentou se passar por um garoto humano, não o abandonou – e ela tem uma ideia. Se os gigantes não querem dar ouvidos ao pequeno Muncle, talvez ouçam o mais inteligente e prodigioso dos animais: o Burro Voador!

Ficção e não ficção:

18/01 – Um mundo, uma escola, de Salman Khan – Com mais de 115 milhões de lições vistas no Youtube, o americano Salman Khan é um fenômeno educacional dentro e fora da internet: seus vídeos, que exploram 40 áreas do conhecimento humano, já foram assistidos por mais de 4 milhões de alunos. Em Um mundo, uma escola, o fundador da Khan Academy expõe, pela primeira vez, sua visão radical e revolucionária para o futuro do ensino. Ele propõe uma revisão geral do modelo de sala de aula tradicional, empregando a tecnologia para tornar o ensino um processo mais estimulante e participativo, feito sob medida para cada aluno.

Leia a entrevista concedida por Salman Khan à revista Veja, publicada como matéria de capa da edição de 1° de fevereiro.

25/01 – Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose, de Stephen Rebello – Leitura obrigatória para todos os amantes do cinema, essa não ficção do jornalista e roteirista Stephen Rebello desvenda os bastidores de Psicose, considerado pelo American Film Institute o melhor thriller de todos os tempos. O livro parte da história verídica dos crimes que inspiraram o clássico e expõe minuciosamente todas as etapas de produção do filme, além de trazer entrevistas com o próprio diretor, o elenco e a equipe envolvida nas filmagens.

Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose inspirou o filme Hitchcock, de Sacha Gervasi, protagonizado por Anthony Hopkins e Helen Mirren — que acaba de ser indicada ao Globo de Ouro e ao SAG Awards por sua atuação como Alma, esposa do famoso diretor. Com previsão para estreia nacional em 8 de fevereiro e distribuição pela Fox, a produção ainda tem Scarlett Johansson como Janet Leigh, a estrela da célebre cena do chuveiro.

Assista ao trailer legendado:

testeEstante Intrínseca – LANÇAMENTOS DE JANEIRO

12/01 – O lado bom da vida, de Matthew Quick – Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica — mas ele não se lembra o que fez nem quanto tempo ficou por lá. Para trazer a sua vida de volta aos eixos, Pat passa a seguir uma nova filosofia de vida, que inclui entrar em forma, ser gentil e, principalmente, fazer de tudo para se reconciliar com a ex-mulher, Nikki.

A adaptação do comovente e bem-humorado romance de estreia de Matthew Quick chega aos cinemas brasileiros em 1 de fevereiro. Dirigido por David O. Russell (O vencedor) e estrelado por Bradley Cooper (Se beber não case), Jennifer Lawrence (Jogos vorazes) e Robert De Niro, O lado bom da vida já foi eleito o melhor Filme do Festival Internacional de Toronto pelo público, recebeu 4 indicações ao Globo de Ouro e 5 ao Spirit Awards, o Oscar do cinema independente norte-americano.

Assista ao trailer:

18/01 – Um mundo, uma escola, de Salman Khan – Com mais de 115 milhões de lições vistas no Youtube, o americano Salman Khan é um fenômeno educacional dentro e fora da internet: seus vídeos, que exploram 40 áreas do conhecimento humano, já foram assistidos por mais de 4 milhões de alunos. Em Um mundo, uma escola, o fundador da Khan Academy expõe, pela primeira vez, sua visão radical e revolucionária para o futuro do ensino. Ele propõe uma revisão geral do modelo de sala de aula tradicional, empregando a tecnologia para tornar o ensino um processo mais estimulante e participativo, feito sob medida para cada aluno.

Leia a entrevista concedida por Salman Khan à revista Veja, publicada como matéria de capa da edição de 1° de fevereiro.

25/01 – Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose, de Stephen Rebello – Leitura obrigatória para todos os amantes do cinema, essa não ficção do jornalista e roteirista Stephen Rebello desvenda os bastidores de Psicose, considerado pelo American Film Institute o melhor thriller de todos os tempos. O livro parte da história verídica dos crimes que inspiraram o clássico e expõe minuciosamente todas as etapas de produção do filme, além de trazer entrevistas com o próprio diretor, o elenco e a equipe envolvida nas filmagens.

Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose inspirou o filme Hitchcock, de Sacha Gervasi, protagonizado por Anthony Hopkins e Helen Mirren — que acaba de ser indicada ao Globo de Ouro e ao SAG Awards por sua atuação como Alma, esposa do famoso diretor. Com previsão para estreia nacional em 8 de fevereiro e distribuição pela Fox, a produção ainda tem Scarlett Johansson como Janet Leigh, a estrela da célebre cena do chuveiro.

Assista ao trailer legendado:

Ficção para jovens:

18/01 – Finale, de Becca Fitzpatrick – No aguardado desfecho da série Hush, Hush, Nora e Patch pensavam que seus problemas tinham ficado para trás. No entanto, na ausência do Mão Negra, Nora foi forçada a se tornar líder do exército nefilim e terminar o que seu pai começara. Quando as linhas do combate são finalmente traçadas, Nora e Patch precisam encarar suas diferenças ancestrais e decidir entre ignorá-las ou deixá-las destruir o amor pelo qual sempre lutaram. [Leia mais]

21/01 – Muncle Trogg e o Burro Voador, de Janet Foxley – No segundo volume da série, Muncle Trogg, o menor gigante do mundo, está preocupado. O Monte das Lamentações, lar de todos os gigantes, tem dado sinais de que vai explodir, mas tudo que aqueles grandalhões conseguem pensar é em celebrar que os humanos foram embora do sopé da montanha. Mas se os gigantes não querem dar ouvidos ao pequeno Muncle, talvez ouçam o mais inteligente e prodigioso dos animais: o Burro Voador! [Leia mais]