testeIntrínseca na XVII Bienal Internacional do Livro Rio

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A Intrínseca estará mais uma vez na XVII Bienal Internacional do Livro Rio entre os dias 3 a 13 de setembro. O britânico David Nicholls (Um dia e Nós) e Isabela Freitas (Não se apega, não e Não se iluda, não), Josh Malerman, autor de Caixa de pássaros, são alguns dos grandes autores que irão movimentar os pavilhões da feira literária no Riocentro.

Entre os destaques nacionais, estão a jornalista Míriam Leitão com seu novo livro de não-ficção, História do futuro, que fará um bate-papo com Edney Silvestre (Vidas provisórias) na Mesa Ditadura e Literatura; o lançamento de Surpreendente!, de Maurício Gomyde; a presença de Clovis Bulcão, de Os Guinle, na Mesa Biografias; Clarice Freire, de Pó de lua, na mesa Com a palavra, as imagens: o papel narrativo das ilustrações; e Pedro Gabriel, de Eu me chamo Antônio, no Cubovoxes, espaço voltado para jovens leitores.

Ao todo, nove autores estarão presentes na feira literária. Os leitores também encontrarão mais de 400 títulos, com destaques para lançamentos, no estande da editora, que este ano ocupará uma área de 280 m² na avenida principal do Pavilhão azul, entre a rua F e a rua G. Detalhe: todos os livros estarão com descontos entre 10% e 80% durante o evento!

Estande da Intrínseca na Bienal
Endereço: Pavilhão azul (3) entre a rua F e rua G
Horário de funcionamento:
3 de setembro: 13h às 22h
7 de setembro (feriado): 10h às 22h
Durante a semana: 9h às 22h
Fins de semana: 10h às 22h
Confira o mapa

Confira a programação completa:

5/set, sábado:

David Nicholls
Encontro com David Nicholls
18h – Auditório | Pavilhão Verde
19h às 22h – Autógrafos no Salão Copacabana | Praça de Alimentação Externa
Confirme sua presença

Regras para o bate-papo no Conexão Jovem (Auditório Madureira)
– Serão disponibilizadas 420 senhas para o evento.
– As senhas serão distribuídas às 16h na CENTRAL DE SENHAS DA BIENAL.
– A senha para o bate-papo não é válida para a sessão de autógrafos.
– A senha para o bate-papo é pessoal e intransferível e só será permitida a retirada de uma senha por pessoa.
– As senhas são numeradas e garantem a entrada no auditório, mas o atendimento não será por ordem numérica.
– As senhas, tanto do bate-papo quanto da sessão de autógrafos, serão entregues ao mesmo tempo e na mesma fila na CENTRAL DE SENHAS DA BIENAL, portanto, não será necessário entrar em mais de uma fila.

Regras para a sessão de autógrafos (Salão Copacabana)
– Serão disponibilizadas 300 senhas para o evento.
– As senhas serão distribuídas às 16h na CENTRAL DE SENHAS DA BIENAL.
– As senhas, tanto da sessão de autógrafos quanto do bate-papo, serão entregues ao mesmo tempo e na mesma fila na CENTRAL DE SENHAS DA BIENAL, portanto, não será necessário entrar em mais de uma fila.
– A senha para a sessão de autógrafos não é válida para o bate-papo.
– A senha para a sessão de autógrafos é pessoal e intransferível e só será permitida a retirada de uma senha por pessoa.
– As senhas são numeradas e garantem o autógrafo, mas não a posição na fila. O atendimento não será pela ordem numérica.
– Os autógrafos acontecerão às 19h na Praça Copacabana, após o término do bate-papo no Conexão Jovem.
– O autor autografará até 2 (dois) livros de sua autoria, sendo apenas um autógrafo nominal.
– Não serão permitidos autógrafos fora do livro, em papéis, marcadores, cadernos ou quaisquer outros objetos.
– Não será permitida a entrada de câmera e/ou celular na sala de autógrafos. As fotos da sessão serão registradas individualmente por um fotógrafo profissional e disponibilizadas após 3 (três) dias úteis no site da editora.

7/set, segunda-feira

Míriam Leitão e Edney Silvestre
Mesa Ditadura e Literatura
19h30 – Café Literário | K20 – Pavilhão azul
20h às 22h – Autógrafos ao lado do Café Literário –

Pavilhão azul
Confirme sua presença

Regras para mesa “Ditadura e literatura” (Café Literário)
– Serão disponibilizadas 220 senhas para o evento.
– As senhas serão distribuídas às 18h30 na entrada do Café Literário.
– A senha para o bate-papo é pessoal e intransferível e só será permitida a retirada de uma senha por pessoa.

Regras para sessão de autógrafos (Estande da Intrínseca)
– Os autores atenderão os leitores pela ordem de formação da fila no estande da editora.

8/set, terça-feira

Míriam Leitão e Matheus Leitão
Mesa Família, memória e sociedade
15h – Espaço Cubovoxes | N12/O11 – Pavilhão verde

11/set, sexta-feira

Pedro Gabriel
16h – Autógrafos no Estande da Intrínseca | F08/G09 – Pavilhão azul
Confirme sua presença

Regras para sessão de autógrafos (Estande da Intrínseca):
– O autor atenderá os leitores pela ordem de formação da fila no estande da editora.

Isabela Freitas

Mesa
16h – Mesa no Cubovoxes | N12/O11 – Pavilhão verde
17h às 22h – Autógrafos no Salão Copacabana | Praça de Alimentação Externa
Confirme sua presença

Regras para bate-papo no Conexão Jovem (Auditório Madureira):
– Serão disponibilizadas 420 senhas para o evento.
– As senhas serão distribuídas às 13h na CENTRAL DE SENHAS DA BIENAL.
– A senha para o bate-papo não é válida para a sessão de autógrafos.
– A senha para o bate-papo é pessoal e intransferível e só será permitida a retirada de uma senha por pessoa.
– As senhas são numeradas e garantem a entrada no auditório, mas o atendimento não será por ordem numérica.
– As senhas, tanto do bate-papo quanto da sessão de autógrafos, serão entregues ao mesmo tempo e na mesma fila na CENTRAL DE SENHAS DA BIENAL, portanto, não será necessário entrar em mais de uma fila.

Regras para sessão de autógrafos (Salão Copacabana):
– Serão disponibilizadas 500 senhas para o evento.

– As senhas serão distribuídas às 13h na CENTRAL DE SENHAS DA BIENAL.
– As senhas, tanto da sessão de autógrafos quanto do bate-papo, serão entregues ao mesmo tempo e na mesma fila na CENTRAL DE SENHAS DA BIENAL, portanto, não será necessário entrar em mais de uma fila.
– A senha para a sessão de autógrafos não é válida para o bate-papo.
– A senha para a sessão de autógrafos é pessoal e intransferível e só será permitida a retirada de uma senha por pessoa.
– As senhas são numeradas e garantem o autógrafo, mas não a posição na fila. O atendimento não será pela ordem numérica.
– Os autógrafos acontecerão às 17h na Praça Copacabana após o término do bate-papo no Conexão Jovem.
– A autora autografará até 2 (dois) livros de sua autoria, sendo apenas um autógrafo nominal.
– Não serão permitidos autógrafos fora do livro, em papéis, marcadores, cadernos ou quaisquer outros objetos.
– Não será permitida a entrada de câmera e/ou celular na sala de autógrafos. As fotos da sessão serão registradas individualmente por um fotógrafo profissional e disponibilizadas após 3 (três) dias úteis no site da editora. 

12/set, sábado

Encontro de blogueiros com Mauricio Gomyde
11h às 12h – Salão Lapa | Pavilhão verde
Confirme sua presença

Regras:
– Serão disponibilizadas 100 senhas para o evento.
– As senhas serão distribuídas às 10h no estande da Editora Intrínseca para o evento que acontecerá às 11h no Salão Lapa.
– A senha para participação no encontro é pessoal e intransferível e só será permitida a retirada de uma senha por pessoa.
– As senhas são numeradas e garantem a entrada no auditório, mas o atendimento não será por ordem numérica.

Mauricio Gomyde
12h – Autógrafos no Estande da Intrínseca | F08/G09 – Pavilhão azul
Confirme sua presença

Regras para sessão de autógrafos (Estande da Intrínseca):
– O autor atenderá os leitores até às 15h pela ordem de formação da fila no estande da editora.
– O autor autografará até 2 (dois) livros de sua autoria, sendo um deles o Surpreendente!.
– Não serão permitidos autógrafos fora do livro, em papéis, marcadores, cadernos ou quaisquer outros objetos.
– Não será permitida a entrada de câmera e/ou celular na sala de autógrafos. As fotos da sessão serão registradas individualmente por um fotógrafo profissional e disponibilizadas após 3 (três) dias úteis no site da editora.

Clóvis Bulcão
Mesa Biografias
13h30 – Café Literário | K20 – Pavilhão azul
15h às 17h – Autógrafos no Estande da Intrínseca | F08/G09 – Pavilhão azul
Confirme sua presença

Regras para mesa “Os bastidores das biografias” (Café Literário):
– Serão disponibilizadas 220 senhas para o evento.
– As senhas serão distribuídas às 12h30 na entrada do Café Literário.
– A senha para o bate-papo é pessoal e intransferível e só será permitida a retirada de uma senha por pessoa.

 Regras para sessão de autógrafos (Estande da Intrínseca):
– O autor atenderá os leitores até às 17h pela ordem de formação da fila no estande da editora.

Clarice Freire
14h – Bate-papo no Estande da Submarino.com | K18 – Pavilhão azul

Regras para bate-papo com leitores (Estande da Submarino):
– Não haverá distribuição de senhas. A capacidade da arquibancada do estande da Submarino é de 30 pessoas. Os leitores serão acomodados por ordem de chegada 15 minutos antes do início da sessão.

Pedro Gabriel
Mesa O fã cara a cara – Eu me chamo Antônio
17h – Cubovoxes | N12/O11 – Pavilhão verde
18h30 às 22h – Autógrafos no Estande da Intrínseca | F08/G09 – Pavilhão azul
Confirme sua presença

Regras para mesa “O fã cara a cara” (Cubovoxes):
– Serão disponibilizadas 90 senhas para o evento.
– As senhas serão distribuídas às 16h na entrada do Cubovoxes.
– A senha para o bate-papo é pessoal e intransferível e só será permitida a retirada de uma senha por pessoa.
– As senhas são numeradas e garantem a entrada no Cubovoxes, mas o atendimento não será por ordem numérica.

 Regras para sessão de autógrafos (Estande da Intrínseca):
– O autor atenderá os leitores pela ordem de formação da fila no estande da editora.
– Não serão permitidos autógrafos fora do livro, em papéis, marcadores, cadernos ou quaisquer outros objetos.
– Não será permitida a entrada de câmera e/ou celular na sala de autógrafos. As fotos da sessão serão registradas individualmente por um fotógrafo profissional e disponibilizadas após 3 (três) dias úteis no site da editora.

13/set, domingo

Clarice Freire
Mesa Com a palavra, as imagens: o papel narrativo das ilustrações
12h – Café Literário | K20 – Pavilhão azul
13h30 às 17h – Autógrafos no Estande da Intrínseca | F08/G09 – Pavilhão azul
Confirme sua presença

Pedro Gabriel
16h – Bate-papo no Estande da Submarino.com |K18 – Pavilhão azul

Regras:
– Não haverá distribuição de senhas. A capacidade da arquibancada do estande da Submarino é de 30 pessoas. Os leitores serão acomodados por ordem de chegada 15 minutos antes do início da sessão.

Josh Malerman
Encontro com Josh Malerman
16h – Cubovoxes | N12/O11 – Pavilhão verde
17h às 22h – Autógrafos no Estande da Intrínseca | F08/G09 – Pavilhão azul
Confirme sua presença

Regras para mesa “O fã cara a cara” (Cubovoxes):
– Serão disponibilizadas 90 senhas para o evento.
– As senhas serão distribuídas às 15h na entrada do Cubovoxes.
– A senha para o bate-papo é pessoal e intransferível e só será permitida a retirada de uma senha por pessoa.
– As senhas são numeradas e garantem a entrada no Cubovoxes, mas o atendimento não será por ordem numérica.

 Regras para sessão de autógrafos (Estande da Intrínseca):
– O autor atenderá os leitores até as 20h pela ordem de formação da fila no estande da editora.
– Não serão permitidos autógrafos fora do livro, em papéis, marcadores, cadernos ou quaisquer outros objetos.
– Não será permitida a entrada de câmera e/ou celular na sala de autógrafos. As fotos da sessão serão registradas individualmente por um fotógrafo profissional e disponibilizadas após 3 (três) dias úteis no site da editora.

testeGaleria: Edney Silvestre na XVI Bienal do Livro Rio

Edney Silvestre esteve na XVI Bienal do Livro divulgando o lançamento de seu novo romance, Vidas provisórias. Confira as fotos da sessão de autógrafos:

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 O escritor, vencedor do prêmio Jabuti de melhor romance em 2010, também participou de um bate-papo no estande do Submarino. Veja a entrevista:

Fotos: Gabi Carreira

 Leia também:

Galeria: Matthew Quick na XVI Bienal do Livro Rio

Edney Silvestre é considerado um dos maiores escritores brasileiros vivos

testeEdney Silvestre é considerado um dos maiores escritores brasileiros vivos

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Uma enquete do Correio Braziliense revelou, no início do ano, o nome de Edney Silvestre, autor do romance Vidas provisórias, entre os maiores escritores brasileiros vivos. Com o objetivo de fazer um levantamento sobre o que de melhor a literatura brasileira tem produzido ao longo da história, nos campos da poesia e da prosa, o jornal entrevistou cinquenta intelectuais* de vários estados e instituições ligadas à literatura, como universidades, cadernos de cultura de grandes publicações, centros de pesquisa e projetos de incentivo à leitura.

O primeiro romance de Edney Silvestre conquistou elogios da crítica e prêmios como o Jabuti de Melhor Romance em 2010, e o São Paulo de Literatura, também em 2010, na categoria de autor estreante. Em Vidas provisórias, seu terceiro livro, Edney retoma a história dos personagens Paulo e Barbara para criar um vigoroso retrato das transformações que ocorreram no país e no mundo nos últimos quarenta anos, com uma trama que viaja pelo Chile, Suécia, Estados Unidos, França e Iraque. Com sensibilidade, o autor se vale de sua experiência como correspondente por onze anos em Nova York para revelar o universo dos imigrantes brasileiros e, ao mesmo tempo, recriar um Brasil visto a distância.

*Quem votou
Armando Anteno, redator-chefe da revista Bravo, SP; Audemaro Taranto, professor da literatura da PUC/MG; Afonso Borges, projeto Sempre um papo, MG; Aleilton Fonseca, professor da literatura da Universidade Estadual de Feira de Santana, BA; Angelo Oswaldo, jornalista, membro da Academia Mineira de Letras, MG; Benjamin Abdala Jr., professor titular de literatura brasileira da USP, SP; Carlos Marcelo, editor-chefe do jornal Estado de Minas, MG; Cláudio Willer, jornalista e ensaísta, SP; Carlos Ribeiro, professor de jornalismo da Universidade Federal do Recôncavo Baiano, BA; Claudiney Ferreira, jornalista e gerente de audivisual do Itaú Cultural, SP; Ésio Macedo Ribeiro, ensaísta e crítico literário, Brasília; Eneida Maria de Souza, professora reemérita de literatura brasileira da UFMG; Edgard Murano, jornalista, editor da revista Metáfora, SP; Francisco Bosco, ensaísta e colunista de O Globo, RJ; Flávio Loureiro Chaves, professor de literatura brasileira da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, RS; Fernanda Coutinho, professora de literatura da Universidade Federal da Paraíba, PB; Ivety Walty, professora de literatura brasileira da PUC/MG; José Eduardo Gonçalves, Ofício da Palavra, MG; Jorge Pieiro, ensaísta e crítico literário, CE; João Paulo, jornal Estado de Minas, MG; Jaime Prado Gouvêa, editor do Suplemento Literário de Minas Gerais, MG; Josélia Aguiar, jornalista e crítica literária, SP; Ligia Cademartori, doutora em teoria da literatura e ex-professora da Universidade de Brasília; Lucília de Almeida Neves, professora dos cursos de pós-graduação em história e direitos humanos da Universidade de Brasília; Luciana Villas-Boas, jornalista e agente literária, RJ; Letícia Malard, professora emérita de literatura da UFMG; Leyla Perrone Moisés, professora de literatura da Universidade de São Paulo, SP; Luci Collin, professora de literatura da Universidade Federal do Paraná, PR; Luis Augusto Fischer, professor de literatura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, RS; Lúcia Riff, agente literária, RJ; Márcia Marques de Morais, professora de literatura na PUC/MG; Maria Adélia Menegazzo, professora de teoria da literatura da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, MS; Nahima Maciel, do Correio Braziliense, Brasília; Ninfa Parreiras, professora de literatura da Estação das Letras/FNLIJ, RJ; Noemi Jaffe, crítica literária e professora de literatura da PUC/SP; Paulo Paniago, jornalista e professor de literatura da Universidade de Brasília; Piero Eyben, professor de literatura da Universidade Federal de Brasília; Paulo Goethe, do Diário de Pernambuco, PE; Raquel Naveira, professora de literatura na Universidade Anhembi-Murumbi, SP; Ronaldo Cagiano, jornalista e crítico literário, SP; Rinaldo de Fernandes, professor de literatura da Universidade Federal da Paraíba, PB; Ruth Silviano Brandão, professora emérita da UFMG; Regina Zilberman, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, RS; Selma Caetano, curadora do Prêmio Portugal Telecom de Literatura, SP; Sonia Torres, professora de literatura e língua portuguesa da Universidade Federal Fluminense, RJ; Suzana Vargas, produtora cultural da Estação das Letras, RJ; Suênio Campos de Lucena, ensaísta e crítico literário, BA; Sérgio Sá, professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília; Severino Francisco, do Correio Braziliense, Brasília; Wander Melo Miranda, professor de literatura da UFMG.

testeConheça nossos mais novos e-books

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A nova era digital, de Eric Schmidt e Jared CohenCom clareza e conhecimento de causa, o presidente executivo do Google e o diretor do Google Ideas procuram responder algumas das mais instigantes perguntas sobre as mudanças no nosso cotidiano. Quem será mais poderoso, o Estado ou os cidadãos? Os avanços tecnológicos facilitam ou dificultam o combate ao terrorismo? A privacidade se tornará um luxo para poucos na nova era digital?

Aqueles tempos, de Edney Silvestre Neste e-book gratuito, Edney Silvestre abre os arquivos de suas pesquisas para apresentar ao leitor um pouco mais do universo criado em Vidas provisórias. É possível conhecer melhor quais foram as inspirações do autor para reconstruir as sensações de Paulo e Barbara, imigrantes brasileiros forçados a deixar o país em momentos históricos diferentes. [leia mais]

Cidades de papel, de John Green  No livro do autor de A culpa é das estrelas, Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que, certo dia, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. [leia mais]

Gataca, de Franck Thilliez — No novo livro do autor de A síndrome E, os policiais Lucie Henebelle e Franck Sharko se lançam em uma investigação para descobrir o elo invisível que une uma série de crimes atrozes. Destroçados pelas terríveis experiências que compartilharam, eles seguem a trilha da Evolução das espécies, num suspense arrebatador que os conduzirá às origens do mal. [leia mais]

O substituto, de David Nicholls — Nova comédia do autor de Um dia. Para Josh Harper, ser ator significa ter dinheiro, fama, mulheres aos seus pés e o papel principal nos palcos de Londres. Para Stephen C. McQueen, trata-se de uma longa e desastrosa carreira como figurante e substituto de Josh Harper, o 12º Homem mais Sexy do Mundo. [leia mais]

Perdão, Leonard Peacock, de Matthew Quick  No novo livro do autor de O lado bom da vida, Leonard planeja comemorar seu 18º aniversário usando a pistola nazista que foi do avô para matar seu ex-melhor amigo e depois se suicidar. Antes, porém, ele quer se encontrar e se despedir das quatro pessoas mais importantes de sua vida.
[leia mais]

Por que o mundo existe?, de Jim Holt —  Uma tragédia pessoal levou o filósofo e jornalista Jim Holt a empreender uma investigação sobre o mistério da existência, procurando grandes nomes de diferentes áreas do conhecimento, como o escritor John Updike, o filósofo Adolf Grünbaum e o físico Andrei Linde. [leia mais]

Vidas provisórias, de Edney Silvestre —  Vencedor do prêmio Jabuti de melhor romance em 2010, o autor retoma a história de personagens de seus dois primeiros romances, Paulo e Barbara, para criar um vigoroso retrato das transformações que ocorreram no país e no mundo nos últimos quarenta anos. [leia mais]

testeO fim do exílio em 1979

O sóbrio Museu de Arte Moderna de Estocolmo, de onde partiram os três amigos exilados, na tarde da despedida.

Estava fria aquela tarde de fim de setembro. Tem certeza. Lembra-se de ter mantido as mãos dentro da jaqueta de lã, então estava usando uma jaqueta de lã, enquanto caminhavam. Por onde? Tinham marcado o encontro no Museu de Arte Moderna ou foram caminhando pela beira d’água até tomar a ponte e chegar ali? Pararam junto às esculturas de Calder? Ernesto sempre comentava o contraste entre os grandes móbiles coloridos e o cinza do sóbrio prédio do Moderna Museet na frente do qual estavam plantados. Disso se recorda. E o que mais? O que mais?

A ponte atravessada por Paulo e os amigos naquela tarde.

Expulsos do país sem documentos ou dinheiro, portando apenas um papel com informações de próprio punho contendo nome, filiação, data e local de nascimento, Paulo, personagem de Vidas provisórias, viveu no exílio por quase uma década, tal qual centenas de brasileiros opositores ao governo militar.

Somente em 28 de agosto de 1979, com a promulgação da Lei da Anistia pelo general João Baptista Figueiredo, os brasileiros exilados puderam retornar ao país. Muitos eram tão jovens e estavam tão fragilizados, como Paulo, não conseguiram reconhecer no Brasil, depois da longa ausência, o lugar de onde vieram.

O país de origem desses desterrados existe apenas na memória. Para alguns, o Brasil são as comidas e seus lugares preferidos. Na despedida, um personagem do romance de Edney Silvestre lista os motivos para voltar e traça o mapa boêmio do Rio:

— Croquetes. Coxinhas. Linguiça. Torresmo. Bolinhos de bacalhau. Bolinho de arroz. Pele de porco. Morcela. Paio. Feijoada. Pescadinha com arroz de brócolis. Leitão pururuca. Rabada com agrião. Frango assado. Frango assado com farofa de banana. Frango assado com macarrão. (…) Cachorro-quente da carrocinha do Geneal. Bife à parmegiana no restaurante Kaiser, da rua São Clemente. Filé à Oswaldo Aranha no Lamas, no Largo do Machado. Quibe da Galeria Condor, ali perto. Chope do Amarelinho, na Cinelândia. Empadinha de palmito na Casa Cavé, na esquina da rua Uruguaiana com Sete de Setembro, perto da Livraria Civilização Brasileira. Viradinho à paulista no pé-sujo sem nome da rua Sacadura Cabral. Salsichão com mostarda preta e salada de batata do Bar Luiz, na rua da Carioca.

Leia também:
As andanças de Barbara
O lar dos expatriados na Suécia
Os atentados de 11 de Setembro
O sequestro do embaixador alemão Ehrenfried Von Holleben

testeGaleria: Lançamento de Vidas provisórias, de Edney Silvestre

O escritor Edney Silvestre recebeu leitores, amigos e colegas de carreira na noite de 13 de agosto, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, para o lançamento do livro “Vidas provisórias”.

Edney Silvestre com a jornalista Sandra Moreyra

Edney Silvestre com William Bonner e Fernanda Montenegro

Com Christiane Torloni e Cássia Kiss

Edney Silvestre e Sonia Bridi

Edney Silvestre com a jornalista Renata Ceribelli e a atriz Beth Faria

Com Fátima Bernardes

Nélida Piñon, Edney Silvestre e Luiz Eduardo Matta

Edney com Chico Pinheiro e Ana Paula Araújo

testeVidas provisórias, por Miriam Leitão

Vidas provisórias

A vida era assim, estranha. O jovem de hoje não entenderia aquela solidão e a certeza de que tudo podia acontecer de repente, como ir para a prisão por nada. Por um pensamento, por fazer uma gentileza a alguém, por engano. A geração que viu e viveu não pode esquecer, nem sabe explicar. Por isso o caminho da literatura é natural. Nele podemos inventar as verdades como disse Edney Silvestre ao falar do seu belo Vidas provisórias.

Edney puxa fios de momentos diferentes da vida do Brasil para tecer as histórias de vidas reais. O exílio político era tão devastador para quem atravessava a fronteira quanto para quem ficava. Lá fora, brasileiros sonhavam com a volta a um país mítico; aqui vivia-se o desconforto do país real, o cotidiano da asfixia. E todos eram tão jovens, quanto Paulo.

Barbara me lembrou a recessão e desemprego que se abateram sobre o Brasil após o Plano Collor. Tantos foram para o exílio econômico, aceitando qualquer trabalho por um pouco de dólar. O que nunca souberam é que o Brasil precisava deles para fechar seus rombos externos. Os dólares que mandavam para as famílias superavam os da exportação de café. Na contabilidade gelada do Balanço de Pagamentos, as remessas dos brasileiros no exterior são registradas como “transferências unilaterais”. Nunca o nome me pareceu tão exato quanto na história de Barbara e suas transferências unilaterais. De dólares e de afeto.

Leia também: O Brasil do futuro: novo livro de Miriam Leitão é a maior aquisicão da Intrinseca na feira de Frankfurt

Miriam Leitão é autora dos próximos lançamentos Tempos extremos (ficção) e  A história do futuro: o mapa do caminho do Brasil no século XXI (não ficção), que serão publicados pela Intrínseca em 2014 e em 2015, respectivamente. Jornalista brasileira especializada na cobertura de assuntos econômicos e de negócios, é referência em diversas mídias das Organizações Globo: colunista diária do jornal O Globo e do Globo Online, apresentadora de programa no canal a cabo GloboNews, além de comentarista na TV Globo e da rádio CBN. Venceu vários prêmios, entre eles o Maria Moors Cabot Prize, da Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, e o Prêmio Jabuti na categoria reportagem por A saga brasileira, seu último livro.

testeAs andanças de Barbara

A Nova York que Barbara vê na saída da estação de Union Square, Quinta Avenida e Christopher Street.

A Nova York que Barbara vê na saída da estação de Union Square, Quinta Avenida e Christopher Street.

Sem falar inglês, sozinha e com medo de ser deportada, Barbara trabalha como faxineira em Nova York e, aos domingos, seu dia de folga, amarga o silêncio. Até que, a partir de um acontecimento importante, a jovem protagonista de Vidas provisórias passeia a esmo e finalmente descobre a cidade em que mora.

O novo romance de Edney Silvestre retrata a realidade de milhares de emigrantes brasileiros impelidos a sair do país no início da década de 1990 pela hiperinflação, pelos baixos salários e pelo alto custo de vida.

Leia também:
O lar dos expatriados na Suécia
Os atentados de 11 de Setembro
O sequestro do embaixador alemão Ehrenfried Von Holleben

testeProgramação da Intrínseca na Bienal do Livro Rio

autores da Intrínseca

Com eventos diários, o estande da Intrínseca será o ponto de encontro dos nossos leitores na XVI Bienal do Livro Rio. Em 31 de agosto, o espaço receberá a aguardada visita de Matthew Quick, autor do best-seller internacional O lado bom da vida, que lançará nesta edição da feira seu novo livro, Perdão, Leonard Peacock. No mesmo dia, nossos autores nacionais Edney Silvestre e Leticia Wierzchowski estarão no estande da editora para autografar seus novos romances, Vidas provisórias e Sal, respectivamente. Os três ainda participarão de bate-papo com leitores no Café Literário.

A Intrínseca também promoverá eventos de contação de história das séries Como treinar o seu dragão e Muncle Trogg — com teatro de fantoches para as crianças — e do livro Vovó Vigarista, encontro dos fãs de John Green (autor de A culpa é das estrelas, O Teorema Katherine e do lançamento Cidades de papel) e o já tradicional encontro entre blogueiros, no Auditório Mário de Andrade, pavilhão verde.

Confira a programação:

31/08, sábado

Matthew Quick
14h – Evento Café Literário
15h às 17h – autógrafos no estande

Leticia Wierzchowski
17h – Evento Café Literário
18h às 20h – autógrafos no estande

Edney Silvestre
20h – Evento Café Literário
21h às 22h – autógrafos no estande

1/9, domingo
10h30 às 12h – Encontro entre blogueiros
Local: Auditório Mário de Andrade – Pavilhão verde

2/9, segunda-feira
16h – Contação de histórias: série Como treinar o seu dragão
Local: Estande da Intrínseca

4/9, quarta-feira
16h – Contação de histórias: série Muncle Trogg
Local: Estande da Intrínseca

6/9, sexta-feira
16h – Contação de histórias: Vovó vigarista
Local: Estande da Intrínseca

7/9, sábado
10h30 às 12h – Encontro com fãs de John Green
Local: Mezanino – Pavilhão verde

testeE-book gratuito: Aqueles tempos, de Edney Silvestre

Aqueles temposPara apresentar ao leitor um pouco mais do universo criado em Vidas provisórias, o escritor Edney Silvestre abre os arquivos de suas pesquisas em um e-book gratuito que já pode ser baixado nas principais livrarias digitais do país. Aqueles tempos acompanha o lançamento do novo romance de Silvestre, que acontece terça-feira, dia 13 de agosto.

Em Aqueles tempos, Edney Silvestre explora as histórias por trás do enredo de Paulo e Barbara, os protagonistas de Vidas provisórias. É possível conhecer melhor quais foram as inspirações do autor para reconstruir as sensações desses dois imigrantes brasileiros, forçados a deixar o país em momentos históricos diferentes.

Em 1970, Paulo é perseguido pela ditadura militar. Preso e torturado, refugia-se no Chile e depois segue até a Suécia. Bárbara deixa o Brasil em 1991 — durante o governo Collor — fugindo da crescente violência urbana, e instala-se nos Estados Unidos como imigrante ilegal.

Edney Silvestre também expõe como entrelaçou sua própria história com a trama do romance, como sua prisão durante a ditadura militar, os doze anos que viveu nos Estados Unidos atuando como correspondente internacional, sua experiência na cobertura dos atentados de 11 de Setembro e da Guerra do Iraque.

Leia um trecho de Vidas provisórias, novo romance de Edney Silvestre

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