teste12 filmes inesquecíveis dos anos 80 e 90

Os anos 80 e 90 foram a época de ouro dos filmes que se tornaram clássicos jovens. Essas produções conseguiram ultrapassar as barreiras do tempo e da tecnologia, fazendo parte do dia a dia dos espectadores mesmo 30 anos após seus lançamentos oficiais. Pensando nisso, criamos uma lista com os 12 filmes inesquecíveis das duas décadas que, junto a E.T, De Volta para o Futuro e Esqueceram de Mim, renderiam lindos livros ilustrados da Coleção Pipoquinha. Confira:

 

  1. Curtindo a Vida Adoidado (1986)

Um dia antes da formatura, Ferris Bueller liga para escola e diz que  não poderá ir à aula porque está doente, mas a verdade é que ele tem grandes planos para curtir com sua namorada, seu melhor amigo e uma Ferrari. Só que para poder realizar seu desejo, ele precisa escapar do diretor do colégio e de sua irmã.

Onde assistir: Netflix, Google Play e Apple iTunes

  1. Os Caça-Fantasmas (1984)

Três cientistas, Dr. Egon, Dr. Ray e Dr. Peter, são demitidos de uma universidade de Nova York e decidem se tornar caçadores de fantasmas. Eles saem explorando mansões mal-assombradas e atividades suspeitas no metrô para combater forças sobrenaturais usando alta tecnologia. Um dia, se deparam com uma porta de entrada para outra dimensão que lançará o mal sobre Nova York e precisam salvar a cidade da destruição total.

Onde assistir: HBO Go, Google Play e Apple iTunes

  1. Karate Kid – A Hora da Verdade (1984)

Daniel Larusso e sua mãe se mudaram de Nova Jersey para o sul da Califórnia. Porém, Daniel não consegue se ambientar em sua nova morada, até que conhece Ali Mills, uma garota atraente que gosta dele. A situação de Daniel parece boa, até que o ex-namorado de Ali, Johnny Lawrence, e sua gangue começam a atormentá-lo. Um dia, quando é cercado pela gangue de Johnny, ele é salvo por um Miyagi, um veterano japonês mestre na arte do karatê. Disposto a ajudar Daniel, Miyagi resolve passar-lhe os ensinamentos do karatê, para que ele possa se defender da gangue de Johnny.

Onde assistir: Claro Video, Amazon Prime Video

  1. A Lagoa Azul (1980)

Duas crianças e o velho cozinheiro de navio sobrevivem a um naufrágio e vão parar em uma ilha deserta no Oceano Pacífico. Pouco tempo depois, o cozinheiro morre, deixando o menino Richard e a menina Emmeline entregues à própria sorte.

Onde assistir: Claro Video, Google Play

  1. Os Goonies (1985)

Um grupo de amigos encontra um misterioso mapa do tesouro e começa a seguir as pistas, entrando num fabuloso mundo subterrâneo de passagens secretas, perigosas armadilhas e um antigo galeão pirata que esconde moedas de ouro.

Onde assistir: HBO Go, Google Play e Apple iTunes

  1. Operação Cupido (1998)

As gêmeas Hallie e Annie foram separadas ainda pequenas. Uma ficou com a mãe, Elizabeth, e outra com o pai, Nicholas. Um dia, quando as duas se encontram em um acampamento de verão e se dão conta do parentesco até então desconhecido, elas decidem trocar de lugar na volta para casa e elaborar um plano para que o casal possa se reconciliar. A primeira missão, contudo, será deter uma interesseira que tenta conquistar o pai.

Onde assistir: Netflix, Claro Video, Google Play e Apple iTunes

  1. Abracadabra (1993)

Após se mudar para Salem, Massachusetts, o adolescente Max Dennison explora uma casa abandonada com sua irmã Dani e sua nova amiga Allison. Depois de não acreditar em uma história que Allison conta, Max acidentalmente liberta um grupo de bruxas más que morava na casa. Agora, com a ajuda de um gato mágico, as crianças devem roubar o livro de magias das bruxas para impedi-las de se tornarem imortais.

Onde assistir: Netflix, Claro Video e Apple iTunes

  1. Jumanji (1995)

Alan Parrish desapareceu quando era menino e ninguém acreditou quando seu amigo contou que ele foi sugado por um jogo. Vinte e seis anos depois, duas crianças acham o jogo no sótão e acabam acidentalmente libertando Alan. Contudo, a única forma de libertá-lo de verdade é terminando o jogo, e eles enfrentarão inúmeros perigos na tentativa de cumprir essa missão. 

Onde assistir: HBO Go, Claro Video, Google Play e Apple iTunes

  1. Meu Primeiro Amor (1991)

Vada Sultenfuss, uma garota de 11 anos, é obcecada com a morte, pois sua mãe morreu no parto e seu pai, Harry Sultenfuss, é um agente funerário que não lhe dá muita atenção. Vada é apaixonada pelo professor de inglês, e é muito amiga de Thomas J. Sennett, um garoto que é alérgico a tudo. Quando Harry contrata a maquiadora Shelly DeVoto para trabalhar com eles preparando os funerais,  ele acaba se apaixonando. Vada, então, se sente rejeitada e quer fazer de tudo para separá-los.

Onde assistir: Apple iTunes

  1. Matilda (1996)

Matilda Wormwood é uma criança brilhante de apenas seis anos, mas seus pais são grosseiros e ignorantes. Ambos ignoram a filha, a ponto de se esquecerem de matriculá-la na escola. Matilda vive em casa ou na livraria sempre grudada a algum livro. Após uma série de estranhos eventos ocorridos em casa, Matilda descobre que possui poderes mágicos e é logo em seguida enviada à escola, então descobre que seus talentos especiais serão necessários para proteger os amigos e a amável professora da malvada diretora.

Onde assistir: Netflix, Claro Vídeo e Apple iTunes

  1. Riquinho (1994)

Riquinho Rico é o menino mais rico do mundo, mas não tem muitos amigos. Quando seus pais desaparecem após o avião deles cair, ele suspeita que um executivo das Indústrias Rico seja o responsável por este “acidente”, já que planeja assumir o controle de todas as empresas da família. Com a ajuda de seu fiel mordomo e de alguns amigos que faz na vizinhança, Riquinho tem um plano para combater o maléfico esquema do executivo e salvar seus pais.

Onde assistir: Apple iTunes

  1. A Família Addams (1991)

Os Addams são uma família bastante peculiar que parece saída de um filme de terror. Quando um homem dizendo ser Funério, o irmão desaparecido de Gomez Addams, chega à casa deles, todos ficam felizes. No entanto, Mortícia começa a suspeitar de que aquilo seja uma fraude, já que o suporto irmão não consegue se lembrar de detalhes da sua vida. Com a ajuda do advogado Tully Alford, Funério consegue fazer com que o clã Addams seja despejado da casa, e Gomez percebe que há uma conspiração para roubar a fortuna de sua família.

Onde assistir: Netflix, Amazon Prime Video

E aí, quantos dessa lista você já assistiu? 😉

testeSorteio Instagram – Jovem [Encerrado]

Vamos sortear 3 exemplares de alguns dos nossos livros mais fofos, emocionantes e divertidos!

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– O resultado será anunciado no dia 15 de outubro, segunda-feira, em nosso perfil no Instagram. Boa sorte!

testeSorteio Twitter – Jovem [Encerrado]

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testeSorteio Facebook – Jovem [Encerrado]

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testeMomento nostalgia: livros e filmes que marcaram a infância da nossa equipe

 

Que belo momento, a infância! É difícil encontrar alguém que não tenha ótimas lembranças relacionadas a essa fase da vida. Com mais um 12 de outubro se aproximando, fomos tomados pela nostalgia e convidamos as pessoas da nossa equipe para compartilhar o livro ou o filme que marcou a vida delas quando eram pequenas (com fotos fofíssimas de brinde)! Confira:

 

(Marina – Marketing)

Um dos livros que mais marcaram a minha infância se chama O peixe arco-íris. O personagem principal é um peixinho que tem umas escamas holográficas lindas e eu sei que amava passar a mão nas ilustrações. O problema é que os outros peixinhos não enxergavam essa diferença como algo legal e achavam que ele era estranho demais. No final, spoiler alert, tudo termina bem e ele descobre que aquilo que o torna diferente é, na verdade, muito especial. Fico feliz que esse livro tenha sobrevivido à minha fase pré-adolescente conhecida como “Eu sou uma adulta e não preciso mais disso” na qual joguei muita coisa fora. No final das contas, a gente sempre precisa lembrar dessa lição.

 

(Luana – Editorial)

A minha mãe sempre leu muito, então lá em casa tinha muito livro – os dela e os nossos. Mas a fase de leitura que mais me marcou foi a das enciclopédias para crianças que ela comprava de um vendedor que batia de porta em porta. Eu adorava as que falavam sobre o reino animal e territórios específicos, como a Antártida. O negócio me envolveu tanto que, apesar de ter ido trabalhar com texto e livros, eu ainda curto muito biologia (quase gabaritei no vestibular) e gosto muito de fazer livros de não ficção. Em um Carnaval, a minha mãe fez fantasias de vampiro pra ela, pra mim e pro meu irmão, mas eu teimei que queria sair vestida de um animal. Fui de onça e minha prima ficou com a de vampira.

 

(Talitha – Aquisições)

Quando tinha 9 anos, entrei em uma escola nova e queria muito fazer amizade com uma menina da turma que parecia muito legal. Um dia, ouvi a conversa dela com um menino sobre um livro. Anotei e corri para pedir para a minha avó de Dia das Crianças. Li correndo, focada em prestar atenção para, no dia seguinte, puxar conversa com minha nova amiguinha (na minha cabeça, já éramos melhores amigas que leriam livros incríveis e discutiríamos durante o recreio). O livro era Harry Potter e a Pedra Filosofal. Li em dois dias, e li mais um milhão de vezes depois. A amizade não vingou, mas ficou a gratidão por ela ter me apresentado a esse livro que mudou a minha vida. Harry Potter pautou muitos caminhos pelos quais minha vida seguiu, inclusive o profissional. Se não fosse por ele, não estaria aqui hoje.

 

(Viviana – Comercial/Marketing)

Em 1996, uma editora publicou Eloise, de Kay Thompson, a história de uma garotinha de 6 anos cheia de energia e que nunca deixava o tédio invadir sua vida. Anos depois, vieram os filmes Eloise no plaza e O Natal de Eloise, que marcaram minha Sessão da Tarde para sempre. Já adolescente, assistia ao filme e dizia: se eu tiver uma filha vai se chamar Eloise. Muitos anos depois, a minha Eloise nasceu.

 

(Joyce – Marketing)

Quando era criança, eu amava Pokémon. Lembro de assistir ao desenho todos os dias com o meu irmão enquanto almoçava e me preparava para ir à escola. Eu jogava Pokémon sempre que podia, colecionava as miniaturas que vinham dentro da pokebola da Caçulinha do Guaraná Antarctica e me sentia a própria Misty, torcendo para que um dia eu pudesse me tornar uma verdadeira mestre Pokémon – sonho que consegui realizar aos 20 anos, percorrendo a cidade jogando Pokémon GO.

 

(Sheila – Editorial)

Meu livro preferido quando eu era pequena era um bem fininho e simpático sobre uma formiga que se chamava Gertrudes. Não tenho esse livro há muito tempo e não lembro o título nem o autor. Era todo ilustrado, mostrando o interior do formigueiro, cheio de formiguinhas em fila, trabalhando. A história era sobre a tal Gertrudes, que não gostava do nome dela. Em algum momento, é claro, ela percebia que não deveria se preocupar com isso e começava até a achar legal o nome, porque era diferente. Não lembro se eu achava feio ou não o nome, mas eu tinha uma professora chamada Gerusa na época e ela era muito legal, e Gertrudes parece um pouco Gerusa, então acho que eu devia gostar de Gertrudes também.

 

(Naotto – Marketing)

Lembro até hoje quando pedi para minha mãe comprar um gibi do Chico Bento enquanto esperávamos a barca para Niterói. Eu devia ter 7 anos na época. Nunca entendi por que gostava do personagem já que eu detestava todas as viagens que fazia com meus pais para uma área rural, mas sabia, de alguma forma, que o Chico era muito rico. A vida daquela criança, uma criança que poderia ser eu, com um cenário completamente diferente e questões completamente diferentes das que eu vivia, me fascinava. Talvez tenha sido o Chico Bento que me ensinou a ler.

 

(Rebeca – Editorial)

Um dos meus livros favoritos quando eu era criança era O menino que espiava para dentro, de Ana Maria Machado. Esse livro me ensinou a nunca deixar de sonhar que outro mundo é possível. Desde então, o que mais gosto de fazer é transformar sonhos em ideias e ideias em realidade.

 

(Ana – Marketing)

Com pernas enormes para abraçar o mundo, com macaquinhos no sótão, o Menino Maluquinho sabia de tudo, só não sabia ficar quieto. Não me lembro quantas milhares de vezes pedi para minha mãe, para meu pai ou para qualquer adulto que passasse por mim para ler a história do garoto que se vestia de fantasma, de cientista, que alargava o tempo, que era capaz de criar o sol, o riso e a alegria só com lápis de colorir. Essa história me marcou tanto que foi com ela que aprendi a ler. Li, reli, pintei e rabisquei por anos aquele livrinho. Guardado na estante, naquele lugar de honra, essa história me emociona até hoje. No fim, mesmo sabendo manejar o tempo como ninguém, mesmo pegando todas as bolas, o menino que não queria deixar de ser menino cresceu — e se tornou um cara muito legal. Pois como disse o genial Ziraldo, ele não tinha sido só um menino maluquinho, ele tinha sido uma criança feliz.

 

(Taila – Marketing)

Eu devia ter uns 6 anos quando li É proibido miar, do Pedro Bandeira. É sobre um filhotinho de uma família tradicional de cachorros chamado Bingo. Ele faz amizade com um gato e começa a miar. Mas, assim que sua família ouve o miado, se enfurece e chama a carrocinha para levar o filhotinho dali. Afinal, o que os cachorros da vizinhança iriam pensar se soubessem que o filho do senhor Bingão não era um cachorro decente? Nessa época, o maior preconceito que eu vivia era quando os meninos me proibiam de jogar bola porque eu era menina. Mas, mesmo criança, eu sabia que aquilo não estava certo. Eu carrego É proibido miar comigo até hoje e brinco que esse livro foi o começo de tudo, afinal, uma década depois de lê-lo, eu me vi na pele (pelo?) do Bingo: miando em um mundo que exigia que eu latisse.

 

(Vanessa – Comunicação)

Apesar de muitas vezes retratada como uma pequena Dora Aventureira (descamisada, descalça e na rua), passei incontáveis dias e noites dentro das cabaninhas de lençol, com uma lanterna, lendo. Minha família sempre incentivou a leitura e lembro de sempre ter comprado livros desde que comecei a ganhar qualquer dinheiro de mesada ou presente. Consigo facilmente pensar meu crescimento lembrando dos títulos que eu li. Na vida eu era a menina que levava até 8 títulos pro clube do livro semanal.

 

(Clara – Influenciadores)

O meu filme favorito na época era Tigrão – O filme, em que o Tigrão buscava a família porque ele se sentia sozinho. Meus pais fizeram a minha festa de 3 anos com o tema do filme, então eu estava completamente alucinada com o Pooh, o Tigrão e o Leitão gigantes na festa. No final da fita cassete com o registro da festa, tem um clipezinho da música tema do filme, chamada “Basta ouvir seu coração”, em que eles mesclaram fotos minhas e cenas do filme. Juro que choro até hoje quando vejo o DVD (convertemos a fita cassete). 

 

(Suelen – Editorial)

Minha relação com o universo dos livros começou com as revistinhas da Turma da Mônica. Ainda muito pequena, comecei a ter contato com as HQs por conta do meu irmão, quatro anos mais velho. Virei fã de toda a turminha e queria muito a boneca da Mônica. Quando ganhei uma, no aniversário de 2 anos, ela virou minha melhor amiga e ia comigo para todo canto. Acredito que ter contato com a leitura desde cedo nos ajuda a gostar mais dos livros e nos motiva a mergulhar em muitas histórias diferentes. Até hoje às vezes dou uma olhadinha no que está acontecendo com a Turma da Mônica. Afinal, não se abandona um melhor amigo, né?

 

(Heloiza – Marketing)

Um dos filmes que mais marcou minha infância foi o VHS de A Bela Adormecida. Eu e meus irmãos assistíamos todos os dias ao filme de 1h15 minutos e me lembro de cada parte como se fosse hoje: o início com a Malévola de quem eu morria de medo, a disputa da cor do vestido pelas fadas Fauna, Flora e Primavera e aquela roca bizarra na qual ela espetava o dedo. Gostava tanto da história que meu aniversário de 7 anos foi da Bela Adormecida com direito ao vestido confeccionado pela minha avó e bolo metade azul e metade rosa. Eu, meus irmãos e meus amigos tínhamos tanta segurança acerca do enredo (assistíamos todos os dias, repito) que resolvemos presentear os convidados da festa com uma interpretação exclusiva da história. Na foto sou eu, #PrincesaReflexiva, na coxia/varanda, esperando para entrar em cena.

 

(Márcia – Produção Gráfica)

Meu filme favorito era Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice).

 

(Marcela – Editorial)

Sempre fui macaca de imitação do meu irmão, como mostra a foto! Meu sonho era ser rock’n’roll que nem ele, mas meu gosto musical estava mais inclinado para Sandy & Junior e pop dos anos 90. Até que um belo dia ele trouxe da locadora uma fita aterrorizante que apelidei de “filme das caveirinhas”, mas que também é conhecido como O Estranho Mundo de Jack. Virou o meu filme preferido, e depois disso o sossego do meu irmão acabou porque passei a pedir o tempo todo: “Fabio, aluga o filme das caveirinhas!” Depois de muitos anos, ele me deu de presente o dvd e nunca mais precisou alugar para mim! 

 

(Pedro – Editorial)

O primeiro filme que eu me lembro de ter visto no cinema foi A Bela e a Fera, em 1992. Eu tinha 5 anos e fiquei impressionado. Saí do filme amando o castiçal e odiando o relógio, e confesso que fiquei um pouco decepcionado quando todos voltaram à forma humana (olha o spoiler!). Cheguei em casa e tentei ser amigo de um candelabro da minha mãe, mas ele vivia me deixando no vácuo. Apesar do meu ressentimento com os objetos inanimados lá de casa, o filme ficou na minha cabeça e eu sei quase todas as músicas até hoje.

 

(Martinho – Clube Intrínsecos)

Com 23 anos na cara, A Princesa e o Robô ainda é meu filme preferido de todos os tempos.

 

(Maria de Fátima – E-books)

Meu filme preferido da infância é ET. Vi na época, no cinema. Uma das poucas idas ao cinema que minha mãe me proporcionou. Eu adorava o ET, achava fofo e me identificava muito com ele. O desamparo de estar perdido longe dos seus. O sufocamento causado por quem não compreende aquilo que não conhece e tenta destruir e conter. Amor que se encontra onde não esperamos, mas pelo qual vale a pena enfrentar os mais difíceis territórios para deixar viver e ser livre.

Inspirados por essas histórias da infância que nos acompanham por toda a vida, lançamos a Coleção Pipoquinha, que reapresenta os clássicos dos anos 80 e 90 em lindos livros ilustrados, as edições perfeitas para apresentar E.T. – O extraterreste, De volta para o futuro e Esqueceram de mim para a geração que não precisa mais rebobinar.

E aí, consegue adivinhar quem é quem nas fotos? 😉 

testeColeção Pipoquinha traz de volta os clássicos dos anos 80 e 90 em livros ilustrados

Para as crianças dos anos 1980 e 1990, essa era uma cena comum: colocar a fita no videocassete, fazer um balde de pipoca, se esparramar no sofá e passar duas horas mergulhado numa história incrível antes de rebobinar a fita e fazer tudo isso de novo. Melhor ainda era quando a Sessão da Tarde exibia seu filme favorito e você nem precisava se preocupar em devolver o VHS para a locadora.

Abraçando essa nostalgia e com a certeza de que muitas das nossas lembranças mais queridas vêm desses tempos em que celulares não eram comuns e a Netflix nem pensava em existir, a Intrínseca apresenta a Coleção Pipoquinha, que viaja no tempo e leva os filmes De Volta para o Futuro, E.T – O Extraterrestre, Esqueceram de Mim das estantes das locadoras direto para uma nova estante: a da sua casa, numa edição especial em livro ilustrado.

Com as incríveis ilustrações de Kim Smith, as histórias ganharam uma nova cara, mas sem perder sua melhor característica: a capacidade de emocionar e divertir crianças e adultos.

Conheça a Coleção Pipoquinha e se encante mais uma vez (ou pela primeira vez) pelos inesquecíveis clássicos dos anos 80 e 90, agora no formato perfeito para a geração que não precisa mais rebobinar.