teste12 filmes inesquecíveis dos anos 80 e 90

Os anos 80 e 90 foram a época de ouro dos filmes que se tornaram clássicos jovens. Essas produções conseguiram ultrapassar as barreiras do tempo e da tecnologia, fazendo parte do dia a dia dos espectadores mesmo 30 anos após seus lançamentos oficiais. Pensando nisso, criamos uma lista com os 12 filmes inesquecíveis das duas décadas que, junto a E.T, De Volta para o Futuro e Esqueceram de Mim, renderiam lindos livros ilustrados da Coleção Pipoquinha. Confira:

 

  1. Curtindo a Vida Adoidado (1986)

Um dia antes da formatura, Ferris Bueller liga para escola e diz que  não poderá ir à aula porque está doente, mas a verdade é que ele tem grandes planos para curtir com sua namorada, seu melhor amigo e uma Ferrari. Só que para poder realizar seu desejo, ele precisa escapar do diretor do colégio e de sua irmã.

Onde assistir: Netflix, Google Play e Apple iTunes

  1. Os Caça-Fantasmas (1984)

Três cientistas, Dr. Egon, Dr. Ray e Dr. Peter, são demitidos de uma universidade de Nova York e decidem se tornar caçadores de fantasmas. Eles saem explorando mansões mal-assombradas e atividades suspeitas no metrô para combater forças sobrenaturais usando alta tecnologia. Um dia, se deparam com uma porta de entrada para outra dimensão que lançará o mal sobre Nova York e precisam salvar a cidade da destruição total.

Onde assistir: HBO Go, Google Play e Apple iTunes

  1. Karate Kid – A Hora da Verdade (1984)

Daniel Larusso e sua mãe se mudaram de Nova Jersey para o sul da Califórnia. Porém, Daniel não consegue se ambientar em sua nova morada, até que conhece Ali Mills, uma garota atraente que gosta dele. A situação de Daniel parece boa, até que o ex-namorado de Ali, Johnny Lawrence, e sua gangue começam a atormentá-lo. Um dia, quando é cercado pela gangue de Johnny, ele é salvo por um Miyagi, um veterano japonês mestre na arte do karatê. Disposto a ajudar Daniel, Miyagi resolve passar-lhe os ensinamentos do karatê, para que ele possa se defender da gangue de Johnny.

Onde assistir: Claro Video, Amazon Prime Video

  1. A Lagoa Azul (1980)

Duas crianças e o velho cozinheiro de navio sobrevivem a um naufrágio e vão parar em uma ilha deserta no Oceano Pacífico. Pouco tempo depois, o cozinheiro morre, deixando o menino Richard e a menina Emmeline entregues à própria sorte.

Onde assistir: Claro Video, Google Play

  1. Os Goonies (1985)

Um grupo de amigos encontra um misterioso mapa do tesouro e começa a seguir as pistas, entrando num fabuloso mundo subterrâneo de passagens secretas, perigosas armadilhas e um antigo galeão pirata que esconde moedas de ouro.

Onde assistir: HBO Go, Google Play e Apple iTunes

  1. Operação Cupido (1998)

As gêmeas Hallie e Annie foram separadas ainda pequenas. Uma ficou com a mãe, Elizabeth, e outra com o pai, Nicholas. Um dia, quando as duas se encontram em um acampamento de verão e se dão conta do parentesco até então desconhecido, elas decidem trocar de lugar na volta para casa e elaborar um plano para que o casal possa se reconciliar. A primeira missão, contudo, será deter uma interesseira que tenta conquistar o pai.

Onde assistir: Netflix, Claro Video, Google Play e Apple iTunes

  1. Abracadabra (1993)

Após se mudar para Salem, Massachusetts, o adolescente Max Dennison explora uma casa abandonada com sua irmã Dani e sua nova amiga Allison. Depois de não acreditar em uma história que Allison conta, Max acidentalmente liberta um grupo de bruxas más que morava na casa. Agora, com a ajuda de um gato mágico, as crianças devem roubar o livro de magias das bruxas para impedi-las de se tornarem imortais.

Onde assistir: Netflix, Claro Video e Apple iTunes

  1. Jumanji (1995)

Alan Parrish desapareceu quando era menino e ninguém acreditou quando seu amigo contou que ele foi sugado por um jogo. Vinte e seis anos depois, duas crianças acham o jogo no sótão e acabam acidentalmente libertando Alan. Contudo, a única forma de libertá-lo de verdade é terminando o jogo, e eles enfrentarão inúmeros perigos na tentativa de cumprir essa missão. 

Onde assistir: HBO Go, Claro Video, Google Play e Apple iTunes

  1. Meu Primeiro Amor (1991)

Vada Sultenfuss, uma garota de 11 anos, é obcecada com a morte, pois sua mãe morreu no parto e seu pai, Harry Sultenfuss, é um agente funerário que não lhe dá muita atenção. Vada é apaixonada pelo professor de inglês, e é muito amiga de Thomas J. Sennett, um garoto que é alérgico a tudo. Quando Harry contrata a maquiadora Shelly DeVoto para trabalhar com eles preparando os funerais,  ele acaba se apaixonando. Vada, então, se sente rejeitada e quer fazer de tudo para separá-los.

Onde assistir: Apple iTunes

  1. Matilda (1996)

Matilda Wormwood é uma criança brilhante de apenas seis anos, mas seus pais são grosseiros e ignorantes. Ambos ignoram a filha, a ponto de se esquecerem de matriculá-la na escola. Matilda vive em casa ou na livraria sempre grudada a algum livro. Após uma série de estranhos eventos ocorridos em casa, Matilda descobre que possui poderes mágicos e é logo em seguida enviada à escola, então descobre que seus talentos especiais serão necessários para proteger os amigos e a amável professora da malvada diretora.

Onde assistir: Netflix, Claro Vídeo e Apple iTunes

  1. Riquinho (1994)

Riquinho Rico é o menino mais rico do mundo, mas não tem muitos amigos. Quando seus pais desaparecem após o avião deles cair, ele suspeita que um executivo das Indústrias Rico seja o responsável por este “acidente”, já que planeja assumir o controle de todas as empresas da família. Com a ajuda de seu fiel mordomo e de alguns amigos que faz na vizinhança, Riquinho tem um plano para combater o maléfico esquema do executivo e salvar seus pais.

Onde assistir: Apple iTunes

  1. A Família Addams (1991)

Os Addams são uma família bastante peculiar que parece saída de um filme de terror. Quando um homem dizendo ser Funério, o irmão desaparecido de Gomez Addams, chega à casa deles, todos ficam felizes. No entanto, Mortícia começa a suspeitar de que aquilo seja uma fraude, já que o suporto irmão não consegue se lembrar de detalhes da sua vida. Com a ajuda do advogado Tully Alford, Funério consegue fazer com que o clã Addams seja despejado da casa, e Gomez percebe que há uma conspiração para roubar a fortuna de sua família.

Onde assistir: Netflix, Amazon Prime Video

E aí, quantos dessa lista você já assistiu? 😉

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testeMomento nostalgia: livros e filmes que marcaram a infância da nossa equipe

 

Que belo momento, a infância! É difícil encontrar alguém que não tenha ótimas lembranças relacionadas a essa fase da vida. Com mais um 12 de outubro se aproximando, fomos tomados pela nostalgia e convidamos as pessoas da nossa equipe para compartilhar o livro ou o filme que marcou a vida delas quando eram pequenas (com fotos fofíssimas de brinde)! Confira:

 

(Marina – Marketing)

Um dos livros que mais marcaram a minha infância se chama O peixe arco-íris. O personagem principal é um peixinho que tem umas escamas holográficas lindas e eu sei que amava passar a mão nas ilustrações. O problema é que os outros peixinhos não enxergavam essa diferença como algo legal e achavam que ele era estranho demais. No final, spoiler alert, tudo termina bem e ele descobre que aquilo que o torna diferente é, na verdade, muito especial. Fico feliz que esse livro tenha sobrevivido à minha fase pré-adolescente conhecida como “Eu sou uma adulta e não preciso mais disso” na qual joguei muita coisa fora. No final das contas, a gente sempre precisa lembrar dessa lição.

 

(Luana – Editorial)

A minha mãe sempre leu muito, então lá em casa tinha muito livro – os dela e os nossos. Mas a fase de leitura que mais me marcou foi a das enciclopédias para crianças que ela comprava de um vendedor que batia de porta em porta. Eu adorava as que falavam sobre o reino animal e territórios específicos, como a Antártida. O negócio me envolveu tanto que, apesar de ter ido trabalhar com texto e livros, eu ainda curto muito biologia (quase gabaritei no vestibular) e gosto muito de fazer livros de não ficção. Em um Carnaval, a minha mãe fez fantasias de vampiro pra ela, pra mim e pro meu irmão, mas eu teimei que queria sair vestida de um animal. Fui de onça e minha prima ficou com a de vampira.

 

(Talitha – Aquisições)

Quando tinha 9 anos, entrei em uma escola nova e queria muito fazer amizade com uma menina da turma que parecia muito legal. Um dia, ouvi a conversa dela com um menino sobre um livro. Anotei e corri para pedir para a minha avó de Dia das Crianças. Li correndo, focada em prestar atenção para, no dia seguinte, puxar conversa com minha nova amiguinha (na minha cabeça, já éramos melhores amigas que leriam livros incríveis e discutiríamos durante o recreio). O livro era Harry Potter e a Pedra Filosofal. Li em dois dias, e li mais um milhão de vezes depois. A amizade não vingou, mas ficou a gratidão por ela ter me apresentado a esse livro que mudou a minha vida. Harry Potter pautou muitos caminhos pelos quais minha vida seguiu, inclusive o profissional. Se não fosse por ele, não estaria aqui hoje.

 

(Viviana – Comercial/Marketing)

Em 1996, uma editora publicou Eloise, de Kay Thompson, a história de uma garotinha de 6 anos cheia de energia e que nunca deixava o tédio invadir sua vida. Anos depois, vieram os filmes Eloise no plaza e O Natal de Eloise, que marcaram minha Sessão da Tarde para sempre. Já adolescente, assistia ao filme e dizia: se eu tiver uma filha vai se chamar Eloise. Muitos anos depois, a minha Eloise nasceu.

 

(Joyce – Marketing)

Quando era criança, eu amava Pokémon. Lembro de assistir ao desenho todos os dias com o meu irmão enquanto almoçava e me preparava para ir à escola. Eu jogava Pokémon sempre que podia, colecionava as miniaturas que vinham dentro da pokebola da Caçulinha do Guaraná Antarctica e me sentia a própria Misty, torcendo para que um dia eu pudesse me tornar uma verdadeira mestre Pokémon – sonho que consegui realizar aos 20 anos, percorrendo a cidade jogando Pokémon GO.

 

(Sheila – Editorial)

Meu livro preferido quando eu era pequena era um bem fininho e simpático sobre uma formiga que se chamava Gertrudes. Não tenho esse livro há muito tempo e não lembro o título nem o autor. Era todo ilustrado, mostrando o interior do formigueiro, cheio de formiguinhas em fila, trabalhando. A história era sobre a tal Gertrudes, que não gostava do nome dela. Em algum momento, é claro, ela percebia que não deveria se preocupar com isso e começava até a achar legal o nome, porque era diferente. Não lembro se eu achava feio ou não o nome, mas eu tinha uma professora chamada Gerusa na época e ela era muito legal, e Gertrudes parece um pouco Gerusa, então acho que eu devia gostar de Gertrudes também.

 

(Naotto – Marketing)

Lembro até hoje quando pedi para minha mãe comprar um gibi do Chico Bento enquanto esperávamos a barca para Niterói. Eu devia ter 7 anos na época. Nunca entendi por que gostava do personagem já que eu detestava todas as viagens que fazia com meus pais para uma área rural, mas sabia, de alguma forma, que o Chico era muito rico. A vida daquela criança, uma criança que poderia ser eu, com um cenário completamente diferente e questões completamente diferentes das que eu vivia, me fascinava. Talvez tenha sido o Chico Bento que me ensinou a ler.

 

(Rebeca – Editorial)

Um dos meus livros favoritos quando eu era criança era O menino que espiava para dentro, de Ana Maria Machado. Esse livro me ensinou a nunca deixar de sonhar que outro mundo é possível. Desde então, o que mais gosto de fazer é transformar sonhos em ideias e ideias em realidade.

 

(Ana – Marketing)

Com pernas enormes para abraçar o mundo, com macaquinhos no sótão, o Menino Maluquinho sabia de tudo, só não sabia ficar quieto. Não me lembro quantas milhares de vezes pedi para minha mãe, para meu pai ou para qualquer adulto que passasse por mim para ler a história do garoto que se vestia de fantasma, de cientista, que alargava o tempo, que era capaz de criar o sol, o riso e a alegria só com lápis de colorir. Essa história me marcou tanto que foi com ela que aprendi a ler. Li, reli, pintei e rabisquei por anos aquele livrinho. Guardado na estante, naquele lugar de honra, essa história me emociona até hoje. No fim, mesmo sabendo manejar o tempo como ninguém, mesmo pegando todas as bolas, o menino que não queria deixar de ser menino cresceu — e se tornou um cara muito legal. Pois como disse o genial Ziraldo, ele não tinha sido só um menino maluquinho, ele tinha sido uma criança feliz.

 

(Taila – Marketing)

Eu devia ter uns 6 anos quando li É proibido miar, do Pedro Bandeira. É sobre um filhotinho de uma família tradicional de cachorros chamado Bingo. Ele faz amizade com um gato e começa a miar. Mas, assim que sua família ouve o miado, se enfurece e chama a carrocinha para levar o filhotinho dali. Afinal, o que os cachorros da vizinhança iriam pensar se soubessem que o filho do senhor Bingão não era um cachorro decente? Nessa época, o maior preconceito que eu vivia era quando os meninos me proibiam de jogar bola porque eu era menina. Mas, mesmo criança, eu sabia que aquilo não estava certo. Eu carrego É proibido miar comigo até hoje e brinco que esse livro foi o começo de tudo, afinal, uma década depois de lê-lo, eu me vi na pele (pelo?) do Bingo: miando em um mundo que exigia que eu latisse.

 

(Vanessa – Comunicação)

Apesar de muitas vezes retratada como uma pequena Dora Aventureira (descamisada, descalça e na rua), passei incontáveis dias e noites dentro das cabaninhas de lençol, com uma lanterna, lendo. Minha família sempre incentivou a leitura e lembro de sempre ter comprado livros desde que comecei a ganhar qualquer dinheiro de mesada ou presente. Consigo facilmente pensar meu crescimento lembrando dos títulos que eu li. Na vida eu era a menina que levava até 8 títulos pro clube do livro semanal.

 

(Clara – Influenciadores)

O meu filme favorito na época era Tigrão – O filme, em que o Tigrão buscava a família porque ele se sentia sozinho. Meus pais fizeram a minha festa de 3 anos com o tema do filme, então eu estava completamente alucinada com o Pooh, o Tigrão e o Leitão gigantes na festa. No final da fita cassete com o registro da festa, tem um clipezinho da música tema do filme, chamada “Basta ouvir seu coração”, em que eles mesclaram fotos minhas e cenas do filme. Juro que choro até hoje quando vejo o DVD (convertemos a fita cassete). 

 

(Suelen – Editorial)

Minha relação com o universo dos livros começou com as revistinhas da Turma da Mônica. Ainda muito pequena, comecei a ter contato com as HQs por conta do meu irmão, quatro anos mais velho. Virei fã de toda a turminha e queria muito a boneca da Mônica. Quando ganhei uma, no aniversário de 2 anos, ela virou minha melhor amiga e ia comigo para todo canto. Acredito que ter contato com a leitura desde cedo nos ajuda a gostar mais dos livros e nos motiva a mergulhar em muitas histórias diferentes. Até hoje às vezes dou uma olhadinha no que está acontecendo com a Turma da Mônica. Afinal, não se abandona um melhor amigo, né?

 

(Heloiza – Marketing)

Um dos filmes que mais marcou minha infância foi o VHS de A Bela Adormecida. Eu e meus irmãos assistíamos todos os dias ao filme de 1h15 minutos e me lembro de cada parte como se fosse hoje: o início com a Malévola de quem eu morria de medo, a disputa da cor do vestido pelas fadas Fauna, Flora e Primavera e aquela roca bizarra na qual ela espetava o dedo. Gostava tanto da história que meu aniversário de 7 anos foi da Bela Adormecida com direito ao vestido confeccionado pela minha avó e bolo metade azul e metade rosa. Eu, meus irmãos e meus amigos tínhamos tanta segurança acerca do enredo (assistíamos todos os dias, repito) que resolvemos presentear os convidados da festa com uma interpretação exclusiva da história. Na foto sou eu, #PrincesaReflexiva, na coxia/varanda, esperando para entrar em cena.

 

(Márcia – Produção Gráfica)

Meu filme favorito era Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice).

 

(Marcela – Editorial)

Sempre fui macaca de imitação do meu irmão, como mostra a foto! Meu sonho era ser rock’n’roll que nem ele, mas meu gosto musical estava mais inclinado para Sandy & Junior e pop dos anos 90. Até que um belo dia ele trouxe da locadora uma fita aterrorizante que apelidei de “filme das caveirinhas”, mas que também é conhecido como O Estranho Mundo de Jack. Virou o meu filme preferido, e depois disso o sossego do meu irmão acabou porque passei a pedir o tempo todo: “Fabio, aluga o filme das caveirinhas!” Depois de muitos anos, ele me deu de presente o dvd e nunca mais precisou alugar para mim! 

 

(Pedro – Editorial)

O primeiro filme que eu me lembro de ter visto no cinema foi A Bela e a Fera, em 1992. Eu tinha 5 anos e fiquei impressionado. Saí do filme amando o castiçal e odiando o relógio, e confesso que fiquei um pouco decepcionado quando todos voltaram à forma humana (olha o spoiler!). Cheguei em casa e tentei ser amigo de um candelabro da minha mãe, mas ele vivia me deixando no vácuo. Apesar do meu ressentimento com os objetos inanimados lá de casa, o filme ficou na minha cabeça e eu sei quase todas as músicas até hoje.

 

(Martinho – Clube Intrínsecos)

Com 23 anos na cara, A Princesa e o Robô ainda é meu filme preferido de todos os tempos.

 

(Maria de Fátima – E-books)

Meu filme preferido da infância é ET. Vi na época, no cinema. Uma das poucas idas ao cinema que minha mãe me proporcionou. Eu adorava o ET, achava fofo e me identificava muito com ele. O desamparo de estar perdido longe dos seus. O sufocamento causado por quem não compreende aquilo que não conhece e tenta destruir e conter. Amor que se encontra onde não esperamos, mas pelo qual vale a pena enfrentar os mais difíceis territórios para deixar viver e ser livre.

Inspirados por essas histórias da infância que nos acompanham por toda a vida, lançamos a Coleção Pipoquinha, que reapresenta os clássicos dos anos 80 e 90 em lindos livros ilustrados, as edições perfeitas para apresentar E.T. – O extraterreste, De volta para o futuro e Esqueceram de mim para a geração que não precisa mais rebobinar.

E aí, consegue adivinhar quem é quem nas fotos? 😉 

teste13 livros infantis que você precisa conhecer

 

Os livros que lemos quando crianças podem influenciar nosso hábito de leitura enquanto crescemos, por isso é muito importante escolher obras maravilhosas e instigantes para os pequenos. Separamos algumas histórias fofas, emocionantes e divertidas que vão encantar os minileitores e acompanhá-los por anos! Confira:

 

1. Coleção Pipoquinha

A coleção mais fofa do mundo chega para a geração que não precisa mais rebobinar. A Coleção Pipoquinha traz de volta os clássicos dos anos 1980 e 1990 em livros infantis ilustrados e em capa dura:

E.T – O Extraterrestre

O menino Elliott encontra uma criatura muito diferente e descobre que seu novo amigo vem de outro planeta. Juntos, eles tentam achar um jeito de mandar o E.T. de volta para casa e, no caminho, aprendem importantes lições sobre coragem, amizade e o poder da imaginação.

De volta para o futuro

Marty McFly é um adolescente com problemas em casa e que tem um amigo cientista que inventa uma máquina do tempo. Sem querer, Marty viaja trinta anos pra trás, e agora precisa descobrir não só como voltar para casa, mas também como consertar a confusão que ele criou na vida dos próprios pais quando jovens.

Esqueceram de mim  

Kevin McCallister é um menino de 8 anos que, chateado com a mãe, deseja que sua família desapareça. E o desejo se realiza! Sozinho em casa na véspera de Natal, Kevin tem que aprender a se virar e usa suas artimanhas infantis para se defender de dois ladrões insistentes.

*Indicado para leitores a partir de 6 anos.

 

2. Extraordinário

O livro que inspirou o filme com Julia Roberts conta a história de Auggie Pullman, um garoto que tem uma deformidade facial e enfrenta o grande desafio de frequentar a escola pela primeira vez, aos 10 anos. Com momentos comoventes e outros descontraídos, o livro consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos a seu redor: família, amigos e comunidade.

*Indicado para leitores a partir de 12 anos.

 

3. Somos todos extraordinários

Resgatando elementos do romance Extraordinário e inserindo os personagens em um mundo ilustrado que representa a imaginação de Auggie, Somos todos extraordinários vai deliciar os leitores que já se emocionaram e os que ainda vão se emocionar com essa incrível história de superação, amizade e, acima de tudo, amor.

*Indicado para leitores até 10 anos.

 

4. O touro Ferdinando

Amante da natureza e dos animais, Ferdinando leva uma vida sossegada, passando os dias embaixo de sua árvore preferida e cheirando as flores. Até um toureiro confundi-lo com um animal feroz e levá-lo para as arenas espanholas. Este clássico mundial da literatura infantil passa uma mensagem universal de respeito pelas diferenças e em 2017 chegou aos cinemas, numa produção da Fox com direção do brasileiro Carlos Saldanha.

* Indicada para leitores entre 4 e 6 anos.

 

 5. A série Como treinar o seu dragão

Os vikings são uma parte importante da história mundial. E nada melhor que acompanhar as aventuras do adorável Soluço, herdeiro da tribo dos Hooligans Cabeludos, e de seu dragão Banguela. Com 12 volumes inteiramente ilustrados, muita ação e o tipo de humor que arranca gargalhadas até dos mais carrancudos, a série inspirou a animação de mesmo nome.

*Indicada para leitores entre 6 e 10 anos.

 

6. Vovó vigarista

Ben descobre um grande segredo sobre sua avó e agora nem liga mais de ter que dormir na casa dela às sextas-feiras e comer repo­lho no jantar. Pelo contrário: ele passa a semana ansioso aguardando esse momento. Juntos, ele e a avó vão tramar uma incrível aventura. Uma bela história que mos­tra que a amizade pode ser cultivada entre avós e netos de uma forma bem divertida. Basta ter criatividade.

 * Indicada para leitores entre 10 e 14 anos.

 

7. Os piores pirralhos do mundo

Conheça 10 pirralhos assustadores com histórias nojentíssimas! Beto Babão inunda a cidade inteira de baba, enquanto Charlene Chorona arranca os cabelos de tanto chorar (e mentir!) e Pedro Piolho vira um super-vilão com a ajuda de seus amiguinhos parasitas. Essas aventuras hilárias e lindamente ilustradas não são apenas asquerosas. Elas também se desdobram em lições para ensinar de maneira divertida às crianças a importância da higiene, da atenção e da honestidade.

* Indicada para leitores entre 8 e 12 anos.

 

 8. Vovô deu no pé

Vovô é a pessoa que Jack mais ama no mundo. Não importa se ele vai ao supermercado de pijama, nem se de vez em quando esquece o nome do neto. Vovô está velhinho e por isso, às vezes, acaba ficando confuso. Ele vive se metendo em encrenca, e só uma pessoa é capaz de entendê-lo: o neto, Jack. O problema é que agora vovô cismou que está de volta à Segunda Guerra Mundial, época em que foi piloto de caça da Força Aérea Britânica! Ele tem certeza de que ainda está no meio do combate! E essa confusão vai levar vovô e Jack a embarcar na maior aventura de suas vidas.

* Indicada para leitores entre 10 e 14 anos.

 Conheça outros livros de David Walliams.

 

 9. TazerCraft: Uma aventura Chume Labs

Donos de um dos canais de games mais populares do YouTube, Pac e Mike são os protagonistas de uma aventura interplanetária que mistura humor, games, magia, fantasia e muita criatividade. No livro escrito por Gustavo Magnani, Pac, Mike e seu fiel escudeiro Gutin descobrem um portal escondido no laboratório em que as mães trabalham, o Chume Labs. Esse portal os leva para um planeta que abriga criaturas como geleias amortecedoras de quedas, peixes dentistas e um mago bem estranho com seis braços, cabeça de arara e uma tromba enorme. Mas há também um tirano cruel chamado Hilário de La Mancha, que planeja acabar com toda a alegria que existe. E é claro que Mike, Pac e Gutin não vão deixar isso acontecer.

*Indicado para leitores a partir de 12 anos.

 

10. Tigre solto na selva

O sr. Tigre sempre foi muito comportado. De terno e cartola, ele estava totalmente acostumado à vida na cidade. Até que decidiu que estava na hora de se soltar e ser selvagem. E, um dia, foi isso que ele fez. Só que, num mundo tão civilizado, a mudança não pegou muito bem. Ao viver o conflito entre o que esperavam dele e o que ele realmente queria ser, o sr. Tigre mostra as dificuldades que qualquer criança (ou adulto) já enfrentou e vai enfrentar enquanto tenta descobrir seu verdadeiro lugar no mundo.

*Indicada para leitores entre 4 e 6 anos.

 

 11. Robô selvagem

Roz é uma robô que, ao abrir os olhos pela primeira vez, se vê sozinha em uma ilha. Ela não tem a menor ideia de como foi parar ali, mas está programada para sobreviver. Tudo parece melhorar quando Roz consegue, aos poucos, se aproximar dos bichos e criar um elo com um filhote de ganso abandonado. Mas sua natureza é diferente, e o misterioso passado da robô, que a levou até ali, está prestes a retornar para assombrá-la.

*Indicada para leitores entre 8 e 12 anos.

 

 12. Minha professora é um monstro

Nem sempre as pessoas são o que parecem — é o que você vai descobrir nesse livro ilustrado!

Beto tem a pior professora do mundo. Ela ruge, bate o pé e deixa sem recreio as crianças que jogam aviõezinhos de papel na sala de aula. Ela é um monstro! Por sorte, Beto sempre tem os fins de semana para se divertir e brincar no parque. Até que um dia… ele encontra sua professora justamente em seu lugar preferido. Será que ela é tão monstruosa mesmo?

*Indicada para leitores entre 4 e 6 anos.

 

13. João e Maria

O prestigiado escritor Neil Gaiman e o brilhante ilustrador Lorenzo Mattotti recontam o clássico João e Maria. Familiar como um sonho e perturbador como um pesadelo, o livro narra a saga de dois irmãos que, em tempos de crise e desesperança, são abandonados pelos próprios pais e precisam enfrentar os perigos de uma floresta sombria.

*Indicado para leitores a partir de 6 anos.

testeUma história sobre passado, presente, futuro e as coisas que viajam no tempo

Por Marina Ginefra*

Eu me lembro perfeitamente da primeira vez em que vi  De Volta para O Futuro e, para minha eterna infelicidade, não foi na estreia, em 1985. Claro, afinal, tendo nascido em 1993, só com uma máquina do tempo mesmo. Na verdade, foi por volta de 2007, quando eu estava de férias da escola. No Natal, após comentar com meu pai que ainda não tinha visto esse filme, ele me deu a trilogia completa em DVD. Meu pai não sabe, mas é um nerd de carteirinha que ama ficção científica. Mesmo tendo nossas diferenças, tenho muito orgulho em dizer que grande parte das minhas referências cinematográficas foram herdadas dele. “Eu me lembro de quando assisti ao primeiro filme no cinema” disse ele. “Acho que você vai gostar.” Ele estava certo.

Desde então, esse se tornou um dos meus filmes favoritos de todos os tempos. Quem diria que aquele menino com nome de banda (McFly <3) e seu amigo cientista iriam me acompanhar até os dias de hoje? Mas acho que, apesar das partes óbvias e muito maravilhosas sobre viagem no tempo, o que meu pai não percebeu na época foi como aquele filme tinha tudo a ver com a gente.

Assim como a jornalista Hadley Freeman, gosto de acreditar que De Volta para O Futuro é mais sobre os pais do que sobre Marty McFly. Tudo bem que é ele quem vive a parte emocionante de viajar entre os anos 1950 e 1980, mas são seus pais que de fato mudam ao longo da história e passam a viver de outra forma.  

Uma das partes mais engraçadas do filme é perceber como as coisas que eles contavam ao filho não tinham nada a ver com o que realmente acontecia na adolescência deles. Se Marty não tivesse voltado no tempo, nunca saberia realmente como ele e os pais eram parecidos. Não veria a mesma insegurança na fala do pai ao não querer compartilhar suas histórias – que, depois, em uma realidade alternativa, o levariam ao sucesso – nem as pequenas mentiras contadas pela mãe para protegê-lo.

Ao compartilhar esse filme comigo, é possível que meu pai não tenha notado que, apesar de tudo, somos mais parecidos do que temos coragem de admitir.

Por isso, vejo em De Volta para O Futuro uma forma de conhecermos um pouco mais sobre nossos pais. Mas, ao contrário de Marty, talvez não seja preciso viajar no tempo para perceber isso.

Conheça a Coleção Pipoquinha e compartilhe você também suas histórias favoritas: De Volta para O Futuro, Esqueceram de mim e E.T. − O extraterrestre. São os clássicos dos anos 80 e 90 para quem não precisa mais rebobinar!

Marina Ginefra tem um fraco por filmes dos anos 1980 e ainda sonha em dirigir um DeLorean, mesmo que ele não a leve para o passado.

testeColeção Pipoquinha traz de volta os clássicos dos anos 80 e 90 em livros ilustrados

Para as crianças dos anos 1980 e 1990, essa era uma cena comum: colocar a fita no videocassete, fazer um balde de pipoca, se esparramar no sofá e passar duas horas mergulhado numa história incrível antes de rebobinar a fita e fazer tudo isso de novo. Melhor ainda era quando a Sessão da Tarde exibia seu filme favorito e você nem precisava se preocupar em devolver o VHS para a locadora.

Abraçando essa nostalgia e com a certeza de que muitas das nossas lembranças mais queridas vêm desses tempos em que celulares não eram comuns e a Netflix nem pensava em existir, a Intrínseca apresenta a Coleção Pipoquinha, que viaja no tempo e leva os filmes De Volta para o Futuro, E.T – O Extraterrestre, Esqueceram de Mim das estantes das locadoras direto para uma nova estante: a da sua casa, numa edição especial em livro ilustrado.

Com as incríveis ilustrações de Kim Smith, as histórias ganharam uma nova cara, mas sem perder sua melhor característica: a capacidade de emocionar e divertir crianças e adultos.

Conheça a Coleção Pipoquinha e se encante mais uma vez (ou pela primeira vez) pelos inesquecíveis clássicos dos anos 80 e 90, agora no formato perfeito para a geração que não precisa mais rebobinar.

testeLançamentos de Setembro

Confira as sinopses dos nossos lançamentos do mês:

Você foi enganado, de Cristina Tardáguila e Chico Otavio

Sim. Você foi enganado. Ao longo da história do Brasil, candidatos à Presidência da República, vice-presidentes e presidentes eleitos faltaram com a verdade na hora de se dirigir à população. Independentemente de partido, se não mentiram, muitas vezes optaram por omitir dados ou induzir os cidadãos a conclusões equivocadas sobre o cenário político. Em Você foi enganado, os jornalistas Cristina Tardáguila e Chico Otavio apresentam uma seleção de casos que marcaram nossa história, desde 1920 até os dias atuais. [Leia um trecho]

 

Esqueceram de mim – Coleção Pipoquinha, de Kim Smith

O clássico pop do cinema, em uma adaptação em livro ilustrado por Kim Smith.

Kevin McCallister é um menino de 8 anos que, chateado com a mãe, deseja que sua família desapareça. E o desejo se realiza! Sozinho em casa na véspera de Natal, Kevin tem que aprender a se virar e usa suas artimanhas infantis para se defender de dois ladrões insistentes.

De volta para o futuro – Coleção Pipoquinha, de Kim Smith

O clássico pop do cinema, em uma adaptação em livro ilustrado por Kim Smith.

Marty McFly é um adolescente com problemas em casa e que tem um amigo cientista que inventa uma máquina do tempo. Sem querer, Marty viaja trinta anos pra trás, e agora precisa descobrir não só como voltar para casa, mas também como consertar a confusão que ele criou na vida dos próprios pais quando jovens.

E.T. – O Extraterrestre, de Kim Smith

O clássico pop do cinema, em uma adaptação em livro ilustrado por Kim Smith.

O menino Elliott encontra uma criatura muito diferente e descobre que seu novo amigo vem de outro planeta. Juntos, eles tentam achar um jeito de mandar o E.T. de volta para casa e, no caminho, aprendem importantes lições sobre coragem, amizade e o poder da imaginação.

 

A morte da verdade, de Michiko Katutani

Vivemos em uma época em que qualquer ideia objetiva da verdade é ridicularizada. Teorias da conspiração e ideologias que já haviam sido totalmente desacreditadas voltaram a ter voz na cultura, questionando o que foi estabelecido pela ciência. Partindo de exemplos da política norte-americana, da literatura e da TV, Michiko Kakutani aponta como a atual tendência de descaso pelos fatos e da substituição da razão pela emoção pode levar o mundo a um cenário caótico. [Leia um trecho]

 

Por que nós dormimos, de Matthew Walker

Depois de décadas de pesquisa e avanços, a ciência enfim começa a entender os benefícios do sono e por que sofremos consequências devastadoras quando não dormimos o suficiente. Em um estudo revolucionário, Matthew Walker mostra como podemos aproveitar o sono para melhorar o aprendizado, prevenir o Alzheimer e retardar os efeitos do envelhecimento. De forma acessível, a obra examina os malefícios do uso de remédios para dormir, oferecendo alternativas para a falta de sono e dicas práticas para dormirmos bem todas as noites. [Leia um trecho]

 

O primeiro homem: A vida de Neil Armstrong, de James R. Hansen

Neil Armstrong foi um homem singular. Discreto, avesso a discussões e dono de uma integridade marcante, foi alçado ao estrelato mundial no instante em que deu aquele primeiro passo na Lua. A mítica em torno do homem se expandia como uma explosão conforme os olhos e ouvidos do mundo inteiro acompanhavam a saga que definiria a nossa história.

Nesta obra, o leitor acompanhará a infância e a juventude de Neil, a dura preparação para se tornar piloto de testes, a carreira como astronauta, as tragédias e as felicidades em família, além dos bastidores da Apollo 11, a missão espacial que levou o homem a pisar em outro corpo celeste pela primeira vez.

 

testeAs melhores músicas do cinema

Lista criada por Pedro Diniz, protagonista de Surpreendente!, novo romance de Maurício Gomyde, que acredita que cinema, música e literatura são instrumentos da Santíssima Trindade para salvar o ser humano da derrota como espécie

 

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Desde 1927, quando um filme chamado O cantor de Jazz [The Jazz Singer] assombrou os fãs da sétima arte ao trazer, pela primeira vez, imagens e sons juntos, as trilhas sonoras passaram a ser parte fundamental dos filmes. E nenhum cineasta deixou de tentar uma seleção musical em suas produções. Algumas obras, inclusive, são mais conhecidas por sua trilha sonora do que pela própria história.

Pensando nisso, resolvi trazer minha playlist das canções mais surpreendentes que já tocaram em alguma cena do cinema. Aquelas tão poderosas que você pode até nem se lembrar do título do filme, mas certamente sabe que fazem parte de alguma obra.

 

1 – “The Power of Love” de Huey Lewis and the News – De volta para o futuro

Quem não se lembra da cena em que Marty McFly sai de casa com o skate e pega carona nos para-choques dos carros até chegar na escola? Filmaço!


2 – “Iris” de Goo Goo Dolls – Cidade dos anjos

A canção é uma das mais perfeitas que já ouvi para representar o filme. A cena do anjo Seth, na chuva, procurando pela mortal Maggie ao som de “Iris” é belíssima.

3 – “Boogie Wonderland” de Earth, Wind & Fire – Intocáveis

Esse é um dos meus cinco filmes preferidos de todos os tempos. O cuidador Driss (interpretação memorável de Omar Sy) começa a dançar o clássico do “Terra, Vento & Fogo”, no fim de uma festa em que só rolou música clássica. Uma das cenas de dança mais legais do cinema. A frase é impagável: “Eu ouvi essa seleção careta até agora. E agora você vai ouvir a minha. Olha que pedrada!”


4 – “Comptine d’un autre été: L’après-midi” de Yann Tiersen – O fabuloso destino de Amélie Poulain

Música instrumental linda, para um filme que dispensa comentários.

5 – “Born to Be Wild” de Steppenwolf – Easy Rider

O filme começa com esse clássico. Rock and roll em seu estado mais bruto. Quem nunca gritou “born to be wiiiiiiiild” que atire a primeira pedra.

6 – “I Don’t Wanna Miss a Thing” de Aerosmith – Armagedom

Só a Liv Tyler já valia qualquer cena, mesmo se não falasse nada. Mas assistir ao filme, com o papai Steven cantando essa bela música, torna tudo ainda melhor.

7 – “O amor é filme” de Cordel do Fogo Encantado – Lisbela e o prisioneiro

Para quem gosta de filmes sobre filmes (meu caso), não pode deixar de assistir ao Lisbela. E essa canção finalizou a história de um jeito que saí do cinema desejando ainda mais ser cineasta.

8 – “If You Leave” de OMD – A garota de rosa-shocking

A canção toca na cena final, na festa. Sempre adorei esse filme e essa música. Momento nostálgico-romântico.

9 – “(I’ve Had) The Time of my Life” de Jennifer Warnes e Bill MedleyDirty Dancing

Ok, ok, esse é um clichê. Mas o que posso fazer? Tem coisa mais bacana do que aquela dança de Johnny e Frances? Eu nunca fiz isso, mas tenho certeza de que muita gente já tentou dançar aquilo em frente ao espelho, nem que seja a versão do The Black Eyed Peas. Hahaha.

10 – “Gimme Some Lovin” de Steve Winwood – The Blues Brothers

Outro clássico dos road movies. Os irmãos Jake e Elwood chegam com a banda em um bar country. Sobem em um palco cercado por tela de arame de galinheiro. O bar lota e eles tocam a música, sob uma saraivada de garrafas. Antológico!


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Leia um trecho de Surpreendente!