testeOn the road books — para pegar a estrada sem sair de casa

Já fui estradeiro e viajei com minha banda para tudo quanto foi canto do país. Parávamos onde dava, comíamos o que tinha, dormíamos em repúblicas estudantis, em pulgueiros e, eventualmente, até dentro de nossos carros em postos de gasolina. Distâncias intermináveis, cachês duvidosos e equipamentos de som sofríveis sucumbiam ao prazer infinito de estar com os amigos em cima do palco.

O tempo, no entanto, é mestre em dilapidar sonhos do tipo sem lenço, sem documento. Aquela coisa “nem por você nem por ninguém eu me desfaço dos meus planos”, infelizmente, um dia cai por terra, quando a vida lhe cobra um pouco mais de responsabilidade. E, sem que nos demos conta, começamos a achar bom ficar “em casa, guardado por Deus, contando o vil metal”.

On the road - por Junior Aragão (1)

On the road – por Junior Aragão

A literatura me resgatou do limbo e me colocou de novo no jogo. Por longos e prazerosos anos venho pegando a estrada para participar de eventos literários. Distâncias intermináveis, cachês inexistentes e, eventualmente, pouco público também têm sucumbido ao prazer infinito de conversar olho a olho com meus leitores. Por sorte, as estradas têm sido bem mais aéreas do que terrestres. Ainda assim, não evito encarar quinze ou dezesseis horas de ônibus quando o tempo permite e a necessidade financeira exige. Desde a invenção da lanterna no celular, quinze horas num ônibus passaram a significar potenciais quinze horas de escrita, temperadas pela magia que só a estrada tem. Algumas de minhas frases preferidas foram concebidas nas madrugadas, rodando em BRs por aí. Frases que acabaram fazendo parte dos dois road books que escrevi.

Para celebrar as aventuras que certamente ainda virão, segue minha lista de road books que vão lhe deixar cheio de vontade de jogar tudo para o alto, entrar num veículo qualquer e sair sem rumo:

1- On the road, de Jack Kerouac — Sexo, drogas, bebidas e jazz. A viagem de Sal Paradise e Dean Moriarty pelos Estados Unidos é um dos meus livros favoritos. A escrita é como um caminhão rodando pela estrada, no estilo fluxo de consciência. Algo como “o que vim pensando fui escrevendo”. O manuscrito original, sem parágrafos, é de tirar o fôlego.

2- De moto pela América do Sul, diário de viagem de Che Guevara — Nem toda a viagem de Ernesto e Alberto Granado entre a Argentina e a Venezuela foi feita de moto, a chamada La Poderosa. De carona, obtendo a maioria da comida e da hospedagem de graça, o livro é um ótimo relato da transformação dos ideais de um homem.

3- Livre: a jornada de uma mulher em busca do recomeço, de Cheryl Strayed — Li esse livro depois de assistir ao ótimo filme. É o relato da autora sobre uma viagem a pé, de mais de 1.700 km, por uma trilha na costa pacífica dos Estados Unidos. O fato de ser uma história real, ou muito próxima da realidade, torna a leitura mais fascinante. O clássico tema da descoberta do sentido das coisas. Como diz a autora: “Este livro é sobre como suportar o que não podemos suportar.”

4- A máquina de contar histórias, de Maurício Gomyde — Escrevi esse livro como um mea culpa para o tanto que a literatura consome do precioso tempo ao lado das minhas filhas. Um escritor descobre, após a morte da esposa, que as duas filhas o consideram um completo estranho. É uma viagem de reconquista e, principalmente, descoberta de que a coisa mais importante da vida muitas vezes pode estar bem ao nosso lado.

5- Na natureza selvagem, de Jon Krakauer — Livro e filme belíssimos. É a história de Christopher McCandless, ou Alex Supertramp, um jovem que se forma numa prestigiosa faculdade, esfrega o diploma na cara da família, doa seu dinheiro para uma instituição de caridade e parte em direção ao nada para viver uma vida livre. Citações e a alma de grandes escritores como Tolstói, Jack London e Thoreau estão presentes o tempo todo. O fim é trágico, mas não menos belo e poderoso.

6- A garota de papel, de Guillaume Musso — O livro não é muito conhecido e não me lembro como chegou às minhas mãos. Achei a história muito boa e li de uma vez só. Sou suspeito, pois gosto de livros sobre escritores. O clichê da crise criativa abre espaço para uma abordagem fantasiosa e deliciosa, de uma personagem que pula das páginas para a vida real e implora que o escritor termine uma trilogia antes que ela desapareça. Tudo isso acontece na estrada, numa viagem pela costa da Califórnia e do México. É hilário e apaixonante

7- Mosquitolândia, de David Arnold — A viagem da pequena e determinada Mim Malone é cativante. As inúmeras referências pop, de Star Wars a Elvis Presley, enriquecem essa história de descoberta que traz temas fortes, como morte, suicídio e divórcio. Destaque para os personagens Walt e Beck.

8- Surpreendente!, de Maurício Gomyde — Quatro amigos saem pela estrada para fazer um filme antes de um deles ficar completamente cego. Obviamente, sou suspeito para falar sobre o tanto que me envolvi com tudo, sobretudo por conhecer a fundo os cenários onde a história acontece. Costurado pelos clichês do cinema, é meu road book

teste14 livros para as férias

Confira nossa seleção com 14 livros imperdíveis!

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Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr — Nesse romance vencedor do Prêmio Pulitzer de Ficção de 2015, você vai conhecer Marie-Laure, uma garota que ficou cega aos seis anos e que vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural, e Werner, um menino alemão, órfão, que se encanta por um rádio encontrado em uma pilha de lixo e cuja trajetória o leva a uma escola nazista. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Toda luz que não podemos ver é um tocante romance sobre o que há além do mundo visível.

S., de J.J. Abrams e Doug Dorst — Para os fascinados por mistério, J.J. Abrams, a mente por trás de séries como Lost, Fringe e o diretor do último episódio de Star Wars, apresenta um quebra-cabeça literário. Resultado de sua parceria com Doug Dorst, S. vem em uma caixa lacrada, repleta de códigos. Além do enigmático romance O Navio de Teseu, a obra contém, em suas margens, as anotações e investigações de dois leitores sobre V. M. Straka — um escritor cuja biografia nebulosa é repleta de boatos que envolvem conspirações, sabotagens e assassinatos.

História do futuro: O horizonte do Brasil no século XXI, de Míriam Leitão — Em um cenário de crise, a premiada jornalista Míriam Leitão é categórica: em vez de nos abatermos pelo pessimismo, temos que fazer um balanço racional dos muitos acertos e dos vários erros para construir um futuro melhor para o país. Em seu terceiro livro de não ficção, a vencedora do Jabuti apresenta tendências que não podem ser ignoradas em áreas como meio ambiente, demografia, educação, economia, política, saúde, energia, agricultura e tecnologia. Leitura fundamental para entendermos o presente e planejarmos o futuro do Brasil.

A espada do verão, de Rick Riordan — Trolls, gigantes e outros monstros horripilantes estão se unindo para o Ragnarök, o Juízo Final. Para impedir o fim do mundo, Magnus Chase deve empreender uma importante jornada a fim de encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos. Com personagens já conhecidos do público, como Annabeth Chase, prima de Magnus, e deuses como Thor e Loki, Rick Riordan nos apresenta uma nova série, agora sobre mitologia nórdica. Mais uma aventura surpreendente, repleta de ação e humor!

Elon Musk: Como o CEO bilionário da SpaceX e da Tesla está moldando nosso futuro, de Ashlee Vance — Se você quer ter alguma ideia de como será o futuro, precisa conhecer Elon Musk. O empreendedor mais ousado de nosso tempo, que inspirou o Homem de Ferro dos cinemas, decidiu investir sua fortuna gerada em empresas digitais para mudar o mundo. Com a SpaceX, o inventor sul-africano está revolucionando os voos espaciais. Com a Tesla Motors, está trabalhando para popularizar os carros elétricos. Musk, que também está investindo em energia sustentável por meio de painéis solares, é um CEO diferente de todos os outros. Ao apostar em empreendimentos de alto risco, tem se dedicado a criar um futuro ao mesmo tempo magnífico e próximo de uma fantasia de ficção científica.

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Lugares escuros, de Gillian Flynn — Aos sete anos, Libby Day sobreviveu ao terrível assassinato de sua família e testemunhou contra o irmão, que acabou condenado à prisão perpétua. Vinte e quatro anos depois, a ambígua personagem criada por Gillian Flynn, autora de Garota exemplar e Objetos cortantes, é procurada por um grupo de pessoas obcecadas pelo crime e começa a investigar o passado. A história chegou aos cinemas no ano passado, protagonizada por Charlize Theron, e recentemente ganhou uma nova edição, com capa seguindo o padrão dos livros da autora.

Caçadores de trolls, de Guillermo del Toro e Daniel Kraus  Um dos artistas mais visionários da atualidade — diretor, produtor e roteirista que assina sucessos como A Espinha do Diabo, O Labirinto do Fauno e Hellboy —, Guillermo del Toro conta em Caçadores de trolls como o medo pode tomar conta das pessoas. Repleto de monstros assustadores e do encanto de um jovem com um mundo novo, o livro, que tem 10 belíssimas ilustrações de Sean Murray, será adaptado para uma série produzida pelo Netflix.

Crepúsculo/Vida e morte, de Stephenie Meyer — Publicado inicialmente nos Estados Unidos em 2005, o livro que originou a série best-seller mundial e uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, completou 10 anos! Para comemorar o aniversário da inesquecível história de amor entre Bella e Edward, Stephenie Meyer presenteou os leitores com uma edição dupla. Além de Crepúsculo, a edição especial contém quase 400 páginas de conteúdo extra que inclui Vida e morte, versão em que a autora inverte o gênero dos protagonistas.

A sexta extinção, de Elizabeth Kolbert — Ao longo dos últimos quinhentos milhões de anos, o mundo passou por cinco extinções em massa. Hoje, a sexta extinção vem sendo monitorada, e a causa não é um asteroide ou algo similar, e sim a própria raça humana. Vencedor do Prêmio Pulitzer de Não Ficção de 2015, A sexta extinção explica de que maneira o ser humano tem alterado a vida no planeta como absolutamente nenhuma espécie fez até hoje. Para isso, Kolbert apresenta trabalhos de dezenas de cientistas em diversas áreas e viaja aos lugares mais remotos em busca de respostas.

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Grey, de E L James — Christian Grey controla tudo e todos a seu redor: seu mundo é organizado, disciplinado e terrivelmente vazio — até o dia em que Anastasia Steele surge em seu escritório, uma armadilha de pernas torneadas e longos cabelos castanhos. Conheça a história que dominou milhares de leitores ao redor do mundo agora sob um novo e apaixonante ponto de vista.
Mosquitolândia, de David Arnold — Mim Malone não está nada bem. Após o inesperado divórcio dos pais, a apaixonante protagonista de Mosquitolândia é obrigada a ir morar com o pai e a madrasta no árido Mississippi. Para fugir dessa nova vida e buscar seu verdadeiro lugar, o lar de sua mãe, ela embarca em uma jornada de mais de mil quilômetros até Ohio e encontra companheiros de viagem muito interessantes pelo caminho, numa odisseia contemporânea tão hilária quanto emocionante.

O clique de 1 bilhão de dólares, por Filipe Vilicic — O Instagram, aplicativo de compartilhamento de fotos, é uma febre mundial desde seu lançamento em 2010. Comprado pelo Facebook em 2012 pela estonteante quantia de 1 bilhão de dólares, hoje em dia já mobiliza mais de 400 milhões de usuários ativos. O que poucos sabem é que Mike Krieger, um de seus idealizadores, é brasileiro, nascido em São Paulo. A trajetória meteórica do aplicativo e de Krieger, que se tornou milionário aos 26 anos, são detalhadas em O clique de 1 bilhão de dólares pelo jornalista Filipe Vilicic, editor de Ciência e Tecnologia da revista e do site de Veja.

Para todos os garotos que já amei, de  Jenny Han — Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. São confissões sinceras, sem joguinhos ou fingimentos. Até que, um dia, elas são misteriosamente enviadas aos destinatários e, de repente, sua vida amorosa se transforma. Se você ainda não conhece Lara Jean, é melhor correr: a continuação do romance, P.S.: Ainda amo você, chega às livrarias nas próximas semanas.

A guerra dos consoles: Sega, Nintendo e a batalha que definiu uma geração, de Blake J. Harris — Na década de 1990, a Nintendo praticamente monopolizava o mercado de video games. A Sega, por outro lado, era apenas uma empresa instável de fliperamas com grandes aspirações e egos maiores ainda. Mas tudo isso iria mudar com as táticas arrojadas de Tom Kalinske, ex-executivo da Mattel, que transformaram a Sega por completo e levaram a companhia a travar um confronto impiedoso com a Nintendo. Um livro fascinante sobre a guerra que mudou o futuro dos video games e o mercado de entretenimento.

testeEntrevista imaginária com Mim Malone

Por Cristhiane Ruiz*

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Mim Malone poderia ser nossa amiga. É uma garota apaixonante, mesmo quando não está nada bem. Seus medos e inseguranças são parecidos com os nossos, mas é sua atitude impensada — e arriscada — que vai render uma boa história. Em Mosquitolândia, acompanhamos Mim numa viagem não planejada que nos leva por uma odisseia de descobertas emocionantes.

Conheça um pouco dessa garota sensacional nesta entrevista. O bate-papo é imaginado, mas as respostas são mesmo da Mim. Pode conferir lá no livro.


Nome:
Mim Malone. Quer dizer, meu nome de verdade é Mary Iris Malone. MIM é só um acrônimo. Eu gosto de ser chamada assim.

Idade: 16 anos.

untitledComo você descreveria sua aparência?
Analisados separadamente, meus traços podem ser considerados invejáveis: maxilar forte, lábios carnudos, olhos e cabelos escuros, pele morena. As partes atraentes estão todas aqui, mas parecem meio deslocadas. Eu ajo como se não me importasse, mas me importo. Sou um Picasso, não um Vermeer.

E sua personalidade? Como você se vê?
Vou usar um trecho de uma redação que fiz no sexto ano. A descrição ainda vale, mas desconsidere a matemática. Sou 110% anomalia, 33% espírito independente e 7% gênio do pensamento livre. Odeio lagos, mas amo o mar. Odeio ketchup, mas amo qualquer outra coisa feita de tomate. Odeio música country, mas não me canso de ouvir Johnny Cash.

Você se considera uma pessoa criativa?
Sim, mas não acredito que a imaginação fértil seja tão benéfica quanto dizem. Se você não tem isso, agradeça aos deuses dos dons de nascença e siga com sua vida. Mas, se for como eu, se tiver sido amaldiçoada com um amor pela narrativa, pelas aventuras em galáxias muito, muito distantes, por criaturas míticas de terras imaginárias que são mais reais para você do que as pessoas de carne e osso — ou seja, as pessoas de verdade —, bom, quero ser a primeira a dar os pêsames. Porque a vida raramente é como você imagina.

Você se diz uma serva da narrativa. Por que escrever é tão importante?
Minha tia dizia que escrever amarra as pontas soltas do cérebro. Eu gosto de pensar assim também. Escrever é melhor do que sucumbir à loucura do mundo, e é mais barato que tomar remédios. Em vez de chafurdar no desespero, na derrota e na autopiedade, em vez de duvidar da minha capacidade e pensar várias outras coisas ruins a meu respeito, eu escrevo. Eu escrevo e fica tudo bem.

Um amuleto: O batom vermelho da minha mãe. O mesmíssimo batom que ela usou na única vez que me maquiou.

Uma defesa: Minha maquiagem de guerra. Minha avó tinha sangue cherokee, portanto eu tenho um dezesseis avos de sangue indígena.

Uma lembrança feliz: As gloriosas histórias de viajante mochileira que a minha mãe fez pela Europa.

Um segredo: O Grande Eclipse Cegante. Sou cega de um olho e nunca contei para ninguém.

Um lema: Às vezes uma coisa só tem validade depois que é dita em voz alta.

 

Cristhiane Ruiz é editora de livros infantojuvenis na Intrínseca.

testeLançamentos de julho

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Não se iluda, não, de Isabela Freitas — Em seu segundo livro, Isabela Freitas dá sequência às histórias dos personagens de Não se apega, não. Dessa vez, com a cabeça nas nuvens e os pés firmemente no chão, a personagem Isabela vai em busca daquilo que seu coração realmente deseja, mesmo quando o caminho é acidentado e cada curva parece esconder uma nova surpresa. [Leia mais]

Como a música ficou grátis, de Stephen Witt — Seguindo a tradição de escritores como Michael Lewis, autor de Moneyball, Witt investiga a fundo a história secreta da pirataria de músicas na internet, partindo dos engenheiros alemães criadores do mp3 e apresentando figuras incríveis — inventores, executivos da indústria fonográfica, operários e ladrões — que revolucionaram a indústria fonográfica e o universo digital. [Leia mais]

A mulher perfeita é uma vaca: Guia de sobrevivência para mulheres normais, de Anne-Sophie Girard e Marie-Aldine Girard Sabe aquela mulher que tem tudo, pode tudo e conhece tudo, que é multitarefa, plena e feliz, que não fracassa nunca, sabe se comportar bem em qualquer situação e cabe em qualquer roupa? Pois é, ela não existe. É só uma vaca, esnobe e petulante, que vive na sua cabeça exclusivamente para sabotar você. Aprenda a tirá-la de lá e prepare-se para ser feliz! [Leia mais]

Mosquitolândia, de David Arnold — Após o inesperado divórcio dos pais, Mim Malone é arrastada de sua casa em Ohio para morar com o pai e a madrasta no árido Mississippi. Para fugir dessa nova vida e buscar seu verdadeiro lugar, o lar de sua mãe, ela embarca em um ônibus e encontra companheiros de viagem muito interessantes pelo caminho, numa odisseia contemporânea tão hilária quanto emocionante. [Leia mais]

Notícias: Manual do usuário, de Alain de Botton — O aclamado escritor e filósofo do cotidiano se vale de histórias típicas da tevê e dos jornais para refletir sobre o impacto dos noticiários em nossa vida. Um manual definitivo da nossa era viciada em informação, que trará entendimento e um parâmetro de sanidade para as nossas interações diárias (e às vezes feitas a toda hora) com a máquina de notícias. [Leia mais]

Linda, como no caso do assassinato de Linda, de Leif G. W. PerssonEm um verão especialmente quente na Suécia, Linda, aluna da Academia de Polícia de Växjö, é brutalmente estuprada e assassinada. Evert Bäckström, um policial machista e autocentrado de Estocolmo, recebe a missão de comandar a investigação do crime e desloca sua equipe para a bucólica cidade. Para resolver o caso, a resignada equipe de policiais precisará correr contra o tempo e seguir as escassas pistas que a intransigência de Bäckström não deixou escapar. [Leia mais]

Half Wild, de Sally Green — Na sequência de Half Bad, após descobrir seu dom mágico, Nathan se une aos rebeldes da Luz e das Sombras de toda a Europa para derrubar Soul, líder tirânico do Conselho, e os caçadores, cujo domínio se espalhou para além da Inglaterra. Agora ele vai precisar encontrar um modo de conviver com seu lado selvagem, descobrir quem são seus verdadeiros aliados e, principalmente, quem é seu verdadeiro amor. [Leia mais]

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A coroa de Ptolomeu, de Rick Riordan — Depois do encontro de Percy e Carter, em O filho de Sobek, e de Annabeth e Sadie, em O cajado de Serápis, enfim chegou a hora de os quatro se unirem em uma divertida aventura mágica em um novo conto que une as séries de mitologia greco-romana e egípcia de Rick Riordan. O lançamento inclui o primeiro capítulo de A espada do verão, livro que dá início à nova série de Rick Riordan: Magnus Chase e os deuses de Asgard. [Leia mais]

Plutão, de R. J. Palacio — Em uma linda história sobre o valor da amizade na vida das crianças, R. J. Palacio apresenta Christopher, o melhor amigo de infância de August Pullman, o garoto de feições incomuns que encantou leitores do mundo inteiro no romance Extraordinário. O livro, que acompanha Chris ao longo de um dia especialmente complicado, alterna entre o presente e flashbacks de quando os dois meninos eram vizinhos, mostrando quanto esse armário marcou a vida de cada um. [Leia mais]