testeAutora de O Homem de Giz confirmada na Bienal do Livro

(créd. © Bill Waters)

Se você curte thrillers macabros, já pode comemorar: C. J. Tudor, autora de O Homem de Giz, virá ao Brasil para a XIX Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. O evento acontecerá entre os dias 30 de agosto e 8 de setembro de 2019.

Na trama de O Homem de Giz, Ed e seus amigos passam os dias como qualquer grupo de crianças dos anos 1980, até que estranhos sinais de giz os levam para o meio da floresta, onde encontram um corpo desmembrado. Trinta anos depois, o grupo recebe uma mensagem: um boneco de giz enforcado e um amigo morto. Misterioso e envolvente, o livro já vendeu mais de 25 mil exemplares no Brasil.

A autora virá à Bienal para divulgar seu novo thriller, O que aconteceu com Annie. O livro chega às lojas em maio, mas foi enviado antes na caixa do intrínsecos, o clube de assinatura da Intrínseca, e os leitores amaram!  

Em O que aconteceu com Annie, 25 anos depois de sua irmã mais nova desaparecer misteriosamente, Joe Thorne recebe um e-mail que o leva de volta para o passado: “Eu sei o que aconteceu com sua irmã. Está acontecendo de novo.” Joe então retorna à sua cidade natal para investigar, e vai descobrir que alguns segredos não devem ser descobertos e que algumas feridas nunca se fecham.

C. J. Tudor é a segunda autora internacional da Intrínseca confirmada na Bienal do Rio. O evento também contará com Josh Malerman, autor de Caixa de pássaros!

 

testeQuatro motivos para ler O Homem de Giz

Década de 1980. Um grupo de amigos numa cidade pacata se depara com acidentes sobrenaturais. Não, não estamos falando de Stranger Things. Essa é a premissa de O Homem de Giz.

Depois de ganhar um balde de giz, Ed e seus amigos inventam um código para se comunicarem sem que os adultos saibam. Mas estranhos acidentes começam a acontecer na cidade e, ao lado dos corpos, surge um boneco de giz. Se já estava esquisito antes, tudo piora quando os bonequinhos de giz levam as crianças até o meio da floresta, onde eles encontram um corpo desmembrado.

Se você ainda não leu esse thriller, está esperando o quê? Listamos os quatro principais motivos para você não perder essa história assustadora:

 

  1. A Nostalgia

 

Parte da história se passa em 1986 e traz elementos clássicos da década. A tecnologia forense da época dificulta as investigações, e a falta de internet faz com que a dinâmica do grupo de amigos seja totalmente diferente da dos dias atuais

 

  1. Mistério com um toque de terror

 

É um livro para os fãs de Stephen King. O Homem de Giz faz o leitor duvidar de todos os personagens, perder o fôlego nas várias reviravoltas e passar a noite acordado com os trechos macabros. Longe de ser maniqueísta, a história traz personagens complexos que enfrentam traumas e conflitos pessoais.

 

  1. É uma história sobre crescimento

 

O livro é parcialmente narrado por uma criança de 11 anos, por isso acabamos acompanhando o fim da infância do Ed e dos seus amigos, que precisam enfrentar terrores além da sua imaginação, uma ferida que permanecerá com eles até a idade adulta. 

 

  1. A edição

 

A edição do livro é um motivo por si só: com capa dura, lombada cheia de homens de giz, páginas pretas e ilustrações nas primeiras folhas. Um ótimo presente – para seu amigo ou para você mesmo. 

                                                                                     

Leia um trecho do livro

testeSorteio Instagram – O homem de giz [Encerrado]

Vamos sortear 3 exemplares com marcador de O homem de giz

Para participar, compartilhe essa imagem em seu Instagram PUBLICAMENTE e preencha o formulário abaixo!

Atenção:
– Caso a mesma pessoa se inscreva mais de uma vez ela será desclassificada. Atenção: ao terminar de preencher o formulário aparece a mensagem “agradecemos a inscrição”. Espere a página carregar até o final para confirmar a inscrição
– Se você já ganhou um sorteio nos últimos 7 dias no Instagram, você não poderá participar deste sorteio.
– O resultado será anunciado no dia 03 de maio, segunda-feira, em nosso perfil no Instagram. Boa sorte!

testeSorteio Facebook – O homem de giz [Encerrado]

Vamos sortear 3 exemplares com marcador de O homem de giz

Para participar, compartilhe essa imagem em seu Facebook PUBLICAMENTE e preencha o formulário abaixo!

Atenção:
– Caso a mesma pessoa se inscreva mais de uma vez ela será desclassificada. Atenção: ao terminar de preencher o formulário aparece a mensagem “agradecemos a inscrição”. Espere a página carregar até o final para confirmar a inscrição
– Se você já ganhou um sorteio nos últimos 7 dias no Facebook, você não poderá participar deste sorteio.
– O resultado será anunciado no dia 07 de maio, segunda-feira, em nosso perfil no Facebook. Boa sorte!

teste4 crimes macabros que aconteceram nos anos 1980

Crimes macabros podem acontecer em qualquer década, é verdade. Mas os anos 1980 parecem ter se destacado quando se trata do assunto. Vários filmes e livros de terror ambientados nessa época mostram como os crimes eram mais difíceis de ser solucionados, já que não havia internet nem descobertas forenses importantes, como exames de DNA.

O Homem de Giz gira em torno de um crime nesse estilo. O livro conta a história de um grupo de crianças que utiliza sinais de giz desenhados no chão para se comunicar entre si, mas tudo muda quando esses sinais começam a aparecer do nada e, pior ainda, quando levam o grupo até um corpo desmembrado na floresta.   

 A obra é uma ficção, mas nos deixou pensando: será que os anos 1980 foi a década do macabro?  Separamos alguns casos reais para analisar essa teoria. Cuidado! A lista não é para os fracos.

1.  Adam Walsh

Adam foi raptado da loja Sears na Flórida, em julho de 1981, e mais tarde foi encontrado decapitado próximo ao local. Sua morte teve repercussão nacional e inspirou um filme alguns anos depois. Após o crime, o pai do menino, John Walsh, tornou-se defensor das vítimas de crimes violentos e apresentador do programa de televisão America’s Most Wanted.

O assassino em série Ottis Toole confessou ter matado Adam, mas, devido à perda de provas, ele nunca foi condenado pelo crime.

 

2.  Judith Barsi

Judith foi uma atriz mirim conhecida pelo papel no filme Tubarão IV – A Vingança. Quanto mais sua carreira progredia, mais seu pai, József, afundava no alcoolismo. Ele chegou a ser acusado de violência doméstica, mas o caso não foi para frente, pois a polícia não encontrou sinais de agressão física contra sua esposa.

Em julho de 1988, Judith foi morta com um tiro na cabeça, seguida de sua mãe. Józef queimou os corpos e depois se matou na garagem, também com um tiro.

 

3. Robert Berdella

Robert foi um serial killer americano conhecido como O açougueiro de Kansas que assombrou a cidade durante a década de 1980. O apelido se deve ao seu costume de dissecar extensivamente as vítimas após mantê-las em cativeiro por vários dias. Foi preso quando Christopher Bryson, sua vítima mais recente, conseguiu escapar ao pegar uma caixa de fósforos esquecida e queimar suas amarras. Ele pulou a janela vestindo apenas uma coleira de cachorro.  

 

4.  Melanie Uribe

Melanie Uribe desapareceu em dezembro de 1980. Dois dias depois, Etta Smith entrou em contato com a polícia alegando ter visto em uma visão o corpo da vítima em uma área rural. Etta foi ao local e encontrou o cadáver de Melanie, o que levou a polícia a suspeitar de seu envolvimento no crime.

Etta foi interrogada por 10 horas, mas se recusou a admitir qualquer envolvimento. Ela ficou na prisão por quatro dias, no entanto, a polícia conseguiu rastrear e prender os três homens responsáveis por matar Melanie Uribe, determinando que Etta não tinha qualquer relação com o assassinato.

Saiba mais sobre O homem de giz.