testePor que o livro de Cara Delevingne é o espelho dos Millennials

*Por João Lourenço 

Ela vem de família influente. Check. Ela é amiga de Taylor Swift e das irmãs Kardashian. Check. Ela já namorou Michelle Rodriguez e Harry Styles. Check. Ela é uma das top models mais bem pagas e requisitadas da atualidade. Check. Ela poderia ser apenas mais uma celebridade que muitos invejam, mas ela é Cara Delevingne: uma mulher inquieta que recusa rótulos.

Foi na Vogue Itália que ela apareceu pela primeira vez em um editorial de moda. Tinha 10 anos. Em seguida, foi descoberta no colégio pela mesma agente responsável pela carreira da top Kate Moss. Desde então, o rosto da inglesa, conhecido por sobrancelhas expressivas, estampou capas de revistas pelo globo. Ela também é garota propaganda de marcas como Burberry, Chanel e Dolce & Gabbana. Em 2012, após ser considerada a modelo do ano pelo badalado British Fashion Awards, sua carreira ganhou novo patamar.

Delevingne aproveitou a popularidade para se arriscar no cinema. Chegou a fazer teste para o papel de Anastasia Steele em Cinquenta Tons de Cinza. Após participação ligeira no drama histórico Anna Karenina, de Joe Wright, deu vida a Margo Roth, protagonista de Cidades de papel — longa baseado no livro homônimo de John Green. Na época do lançamento do filme, Green disse que ninguém entendeu a personagem como Cara Delenvigne. De designers a diretores, todos que trabalham com a modelo a elogiam. Delevingne tem humor contagiante. Em menos de um ano, teve papel de destaque em dois blockbusters: Esquadrão Suicida e Valerian e a Cidade dos Mil Planetas.

Aos 25 anos, Delevingne já viveu várias “personagens”. A mais recente: escritora de ficção. O romance Jogo de espelhos foi assinado em parceria com a escritora de best-sellers Rowan Coleman. Nele, Delevingne apresenta um retrato honesto sobre os conflitos existenciais da geração Millennials. Jogo de espelhos começa com quatro adolescentes desajustados que aparentemente não têm muito em comum. Leo, Rose, Naomi e Red se encontram naquele período chato e desconfortável de autodescoberta. Apesar das diferenças, formam uma banda para um projeto escolar: Mirror, Mirror. O som da banda é o bom e velho rock’n’roll, com covers de AC/DC e composições próprias (letras de algumas canções estão no livro). Mirror, Mirror conquista fãs e seguidores. Os quatro deixam de ser “invisíveis”. E, por meio da música, formam uma turma incomum: da gostosona à esquisitona, eles são muito diferentes um do outro.  

Como diz o ditado, “tudo que é bom dura pouco”. E a carreira da banda segue outro rumo quando a baixista, Naomi, desaparece. Depois de quase um mês de buscas, ela é encontrada entre a vida e a morte no rio Tâmisa. Teria sido uma tentativa de suicídio? Ou foi jogada lá? Naomi era um elo forte entre os integrantes da Mirror, Mirror. Agora, com a baixista em coma, os três precisam se virar. Rose se joga em festas e Leo começa a apresentar um humor sombrio. Resta a Red a missão de descobrir o que aconteceu com a amiga. Inicia-se, então, uma investigação marcada pela revelação dos segredos mais íntimos de cada um.

Em Jogo de espelhos, Delevingne revela mais um talento, a literatura. A sensação é de que ela aprendeu alguns truques com o amigo John Green. Assim como o autor, ela desenvolve personagens adolescentes complexos e de fácil identificação. Com estrutura simples e acessível, o livro tem humor, suspense e plot twists capazes de surpreender até os leitores mais atentos.

Prisão, pais ausentes, alcoolismo, bullying, automutilação, estupro, crises de identidade e conflitos de sexualidade são alguns dos temas abordados pela autora. O pulo do gato de Delevingne é saber equilibrar assuntos “tabus” com o bom humor inglês, o que ajuda o leitor a respirar em meio a tantas reviravoltas.

Fruto da geração que cresceu com as mídias digitais, Delevingne consegue trazer para as páginas do livro a linguagem instantânea da web. Ela tem sensibilidade para retratar com franqueza a vulnerabilidade emocional e física de uma geração que gosta de se expor nas redes sociais e, ao mesmo tempo, tenta esconder suas fragilidades. Na apresentação de Jogo de espelhos, a autora explica: “Nunca foi tão difícil ser jovem, principalmente com a pressão cada vez maior de parecer perfeito.Vivemos em um mundo onde as pessoas julgam antes de tentar entender ou ao menos considerar o que o outro está passando.”

Sobre sua vida pessoal, a modelo/atriz/autora costuma falar com naturalidade. Assim como os personagens de Jogo de espelhos, ela enfrentou problemas de depressão e crise de identidade. Aos 20 anos, se assumiu bissexual. E, hoje, não perde a oportunidade de defender os direitos das mulheres e das minorias em entrevistas e nas redes sociais. Porém, haters gonna hate. E sempre aparece um para mostrar o quanto ainda precisamos evoluir enquanto civilização.

Ao mesmo tempo em que está sempre sorrindo e fazendo piadas, Delevingne não tem medo de expor medos e fraquezas. A mulher brincalhona que vejo ao abrir seu Instagram (@caradelevingne) passa a mensagem de que devemos ser gentis uns com os outros. Afinal, desconhecemos as batalhas alheias. Jogo de espelhos segue essa mesma ideia: fala sobre abraçar a si mesmo e aos outros, independentemente das diferenças.

Vida longa à nova autora.

 

>> Leia um trecho de Jogo de espelhos

 

*João Lourenço é jornalista. Passou pela redação da FFWMAG, colaborou com a Harper’s Bazaar e com a ABD Conceitual, entre outras publicações estrangeiras de moda e design. Atualmente está em Nova York tentando escrever seu primeiro romance.

testeLivro de estreia de Cara Delevingne chega às livrarias em outubro

Cara Delevingne é uma das modelos mais bem pagas e influentes do mundo e protagonista de filmes como Cidades de Papel e Esquadrão Suicida. Muito mais que uma top model moderna e ousada, ela lança tendências, fala abertamente sobre sexualidade e sobre a luta conta a depressão. Com apenas 25 anos, Cara já se tornou uma das vozes da sua geração e mostra que não tem medo de arriscar em diversas áreas da cultura pop.

Em seu mais novo projeto, Cara revela ter talento também na literatura. Jogo de espelhos, seu romance de estreia, conta a história de quatro adolescentes: Naomi, Rose, Leo e Red estão enfrentando aquela fase em que se relacionar no colégio é tão difícil quanto encarar os problemas pessoais. Red tem uma mãe alcoólatra e um pai ausente; o irmão de Leo está na prisão; Rose usa sexo e drogas para mascarar traumas antigos e Naomi se esconde atrás de peruca e maquiagem pesada.

Apesar de diferentes, eles se tornam melhores amigos quando são obrigados a formar uma banda. O que era uma tarefa chata vira a famosa e popular Mirror, Mirror. Através da música, eles encontram um meio de encarar o mundo de outra forma. Têm o apoio e o amor um do outro, são bons no que fazem, e a vida deles parece entrar nos eixos.

Mas tudo desmorona quando Naomi some misteriosamente e, dias depois, é encontrada entre a vida e a morte. O incidente desestrutura a banda e, consequentemente, a vida de todos. Da sólida relação de amizade que eles achavam estar construindo, restam apenas dúvidas e vazios. O que aconteceu com Naomi? Foi um acidente ou um suicídio? Por que ela fugiria e deixaria a banda para trás? Por que esconderia segredos dos seus melhores amigos? Para desvendar o mistério por trás dessa história, Red e os amigos entram em uma investigação que vai desenterrar os segredos de cada um e fazê-los confrontar a diferença entre o que realmente são e a imagem que passam para o mundo.

Jogo de espelhos terá lançamento simultâneo e chega às livrarias em 11 de outubro.

testeJohn Green lê o primeiro capítulo de Tartarugas até lá embaixo!

 

Chega de mistério! Se até então não sabíamos muita coisa sobre Tartarugas até lá embaixo, novo livro de John Green, agora vamos poder ouvir na voz do próprio autor o primeiro capítulo do livro inteirinho!  Confira aqui (não esqueça de ligar as legendas):

O livro já está em pré-venda e terá lançamento mundial em 10 de outubro! Garanta na pré-venda pelos links abaixo:

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testeO que esperamos de Tartarugas até lá embaixo?

Por Iris Figueiredo*

Foto: Ana Franco

John Green é um dos meus autores favoritos, não apenas pelo jeito que escreve, mas pelo que transmite. Há pouco mais de dois anos, eu me desmontei em lágrimas quando tive a chance de conhecê-lo pessoalmente e dizer um pouquinho do que ele representava para mim. É muito louco (e bom!) o quanto livros conectam pessoas. As histórias do John não me apresentaram apenas personagens incríveis como também me deram amigos, parte de uma comunidade maravilhosa construída através do trabalho criativo dos irmãos Green.

John (sou íntima, ele me pediu um abraço!) vai publicar seu novo livro no dia 10 de outubro — que terá lançamento simultâneo no Brasil. Minhas expectativas para Tartarugas até lá embaixo são muito altas, não apenas porque é o primeiro livro dele depois do best-seller A culpa é das estrelas, que o elevou a um novo patamar de reconhecimento, mas também porque dessa vez ele conta uma história bem mais pessoal.

Depois de passar alguns anos sem conseguir escrever por causa da pressão e da ansiedade para entregar algo que correspondesse às expectativas do público, John finalmente conseguiu concluir seu projeto. Ao longo dos anos, eu o acompanhei em seu canal no YouTube, e até mesmo no Twitter, sobre a dificuldade que estava enfrentando para encontrar a história. Não consigo imaginar quão louco deve ser ter o mundo de olho no que você está fazendo, mas sei que do John Green sempre posso esperar algo apaixonante.

Ame ou odeie, não dá para negar que John sempre cria histórias para lá de originais. Narrados por adolescentes nerds que pensam demais sobre a vida, cada livro segue um caminho diferente e todos eles são ótimos — cada um a seu modo. Quem diz que John Green é autor de uma “história única” com certeza não leu os livros dele.

Em Quem é você, Alasca? aprendi que algumas pessoas podem mexer com a gente a ponto de nos ajudar a encontrar o caminho para fora do labirinto de sofrimento (mesmo que elas estejam presas nele). Com O teorema Katherine descobri que por mais que a matemática seja exata, os relacionamentos não são. Em Cidades de papel entendi que não podemos ficar depositando todos os nossos sonhos e expectativas em uma pessoa. E com A culpa é das estrelas me dei conta de que nada está garantido, que o amanhã é uma dádiva e que cada dia deve ser vivido da melhor forma possível.

Tartarugas até lá embaixo é o primeiro livro em que o John vai falar sobre um transtorno que afetou sua vida assim como a da protagonista da história, Aza Holmes. Isso mexe comigo porque também sei como é ser enganada pelo próprio cérebro às vezes e acho que só quem passa por isso consegue transportar bem a sensação para as páginas.

Sinto que Tartarugas até lá embaixo vai ter um lugar especial no meu coração, não apenas por ser um livro do John Green, mas porque sei que essa é uma história mais pessoal para o John e provavelmente vai falar comigo de forma ainda mais próxima que os outros. Mal posso esperar para ter o livro em minhas mãos e devorar todas as páginas em apenas um dia, só para morrer mais alguns anos esperando pelo próximo.

Eu quero é tartaruga pra dedéu — como dizem os nerdfighters — e espero que, mais uma vez, John Green me toque com suas palavras incríveis, personagens adoravelmente esquisitos e uma história que vai permanecer comigo anos depois de virar a última página.


 

Iris Figueiredo é escritora, tradutora e revisora. Sua paixão são os livros para jovens adultos, histórias que falam sobre crescer e amadurecer no mundo real e imaginário. Quando não está com a cara enfiada nos livros, está debatendo cultura pop por aí.

testeSete livros sobre diferentes tipos de amizade

Uma das coisas mais preciosas da vida é ter amigos. Seja para compartilhar os bons momentos, para chorar depois de um término, para unir forças, dividir segredos ou até criar teorias revolucionárias, a amizade merece ser celebrada!

Preparamos uma lista com sete livros que falam sobre diferentes tipos de amizade:

O segundo suspiro — O livro conta a emocionante e inusitada amizade entre dois homens com vidas totalmente diferentes.

Philippe, um executivo de sucesso e herdeiro de tradicionais famílias francesas, sofre um grave acidente e fica tetraplégico. Desanimado com a vida, ele busca um assistente para ajudá-lo e conhece Abdel depois de muitas entrevistas. Divertido, desinibido e com muito bom humor, Abdel transforma o difícil dia a dia de Philippe e constrói uma das mais lindas amizades.

A obra deu origem ao filme Intocáveis, com Omar Sy e François Cluzet.

 

Extraordinário — Não existe livro mais emocionante e que fale de amizade de uma forma tão delicada!

Com muitas frases inesquecíveis e personagens cativantes, Extraordinário lembra a importância de ser gentil, de enxergar além das aparências e de se colocar no lugar do outro.

A obra de R. J. Palacio foi adaptada para os cinemas e estreia no Brasil em 23 de novembro.

 

Pequenas grandes mentiras — A importância de ter mulheres unidas, amigas e que se ajudam!

No romance de Liane Moriarty, autora de O segredo do meu marido e Até que a culpa nos separe, conhecemos três mulheres diferentes que se tornam amigas porque os filhos estudam na mesma turma do jardim de infância. Apesar dos segredos que guardam, elas acabam construindo uma amizade capaz de suportar grandes revelações.

O livro virou uma minissérie da HBO, que está concorrendo ao Emmy em 16 categorias.  

 

O projeto desfazer É possível fazer amigos em ambientes improváveis, como o meio acadêmico, e desenvolver teorias revolucionárias!

Em seu novo livro, Michael Lewis mostra a parceria de Daniel Kahneman e Amos Tversky, psicólogos israelenses. Os dois têm perfis muito diferentes.  Kahneman é introvertido e inseguro, enquanto Amos Tversky é extrovertido e atlético, mas juntos eles foram capazes de criar uma das mais importantes teorias de economia comportamental, que mudou áreas como economia, direito, esporte e medicina.

 

Pax — Tem amizade mais sincera que a de um bichinho de estimação que cresceu com você?

Com importantes lições sobre amizade e crescimento, a autora Sara Pennypacker emociona o leitor desde a primeira página, contando ainda com lindas ilustrações de Jon Klassen.

Peter e sua raposa, Pax, são inseparáveis desde que ele a resgatou, órfã, ainda filhote. Um dia, o pai do menino vai servir na guerra e o obriga a devolver Pax à natureza. A separação vai fazer Peter repensar seus atos e sentimentos e tomar uma atitude corajosa mas muito arriscada.

Uma linda história sobre lealdade e amor!

 

Antes que eu vá — Às vezes é preciso mais de uma chance para descobrir o que realmente importa.

Samantha e suas amigas têm uma vida privilegiada. São populares no colégio, namoram os caras mais gatos e estão sempre nas melhores festas.  Mas essa vida perfeita chega ao fim numa sexta-feira, 12 de fevereiro: a data vai se repetir sete vezes, para Samantha entender o verdadeiro valor das coisas.

 

Cidades de papelJohn Green emociona mais uma vez ao contar uma história sobre amadurecimento e valorização da amizade.

Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que, certo dia, ela invade o quarto dele pela janela, convocando-o a fazer parte de um plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Porém, no dia seguinte, Margo desaparece, e resta a Quentin seguir as pistas para descobrir quem ela é de verdade. 

testeNovo livro de John Green terá lançamento simultâneo no Brasil

Depois de seis anos, dois filmes e 4,5 milhões de livros vendidos no Brasil, John Green está de volta!

Em seu novo livro, Turtles All The Way Down (ainda sem título em português), vamos conhecer a história de Aza Holmes, uma jovem de 16 anos em busca de um bilionário desaparecido para tentar ganhar a recompensa oferecida. Um livro sobre amizades duradouras, reencontros inesperados, fan fictions de Star Wars e répteis neozelandeses. O livro será publicado simultaneamente com os Estados Unidos, em 10 de Outubro.

John Green incluiu na nova obra muitos elementos da própria vida, entre eles o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), com o qual conviveu por muitos anos – mas é uma história totalmente fictícia. Em entrevista ao Entertainment Weekly, o autor declarou:

 “Há anos que trabalho em Turtles All The Way Down e estou animado para compartilhar essa história com os leitores, em outubro. É minha primeira tentativa de escrever diretamente sobre o tipo de distúrbio mental que afeta minha vida desde a infância, então, embora seja uma história ficcional, também é algo muito pessoal.”

O autor tem quatro romances publicados pela Intrínseca:

A culpa é das estrelas, best-seller que conta o romance de dois adolescentes, Hazel e Gus, que se conhecem em um grupo de apoio para jovens com câncer.

Cidades de papel, no qual Quentin nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo desde a infância.

Quem é você, Alasca?, que acompanha o retraído Miles Halter em busca de um Grande Talvez e a misteriosa Alasca Young, que quer descobrir como sair do labirinto. Depois que suas vidas colidem na Escola Culver Creek, nada nunca mais será o mesmo.

O teorema Katherine, em que Colin decide comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

testeLista Dia das Crianças

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Selecionamos algumas sugestões de presentes para o Dia das Crianças. Tem livro para os pequenos, para os que gostam de ciência, para os bagunceiros, para os que gostam de mitologia, de contos clássicos e muito mais!

Confira:

O livro sem figuras, de B. J. Novak — Combinando simplicidade e criatividade de forma engenhosa, o livro inspira risadas toda vez que é aberto, criando uma experiência de diversão e interação entre adultos e crianças e apresentando aos pequenos leitores a poderosa ideia de que a palavra escrita pode ser uma fonte infinita de alegria e travessuras.

A espada do verão, de Rick Riordan — Primeiro livro da nova série do autor: Magnus Chase e os deuses de Asgard. Desde a morte da mãe, em um acidente misterioso, Magnus vive nas ruas de Boston, até que um dia descobre um segredo improvável: ele é filho de um deus nórdico. Magnus vai ter que enfrentar trolls, gigantes e outros monstros para impedir o fim do mundo. O novo herói de Rick Riordan vai empreender uma importante jornada até encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos.

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Leia também 9 fatos inusitados sobre Magnus Chase

Img Magnus Chase

Extraordinário, de R. J. Palacio  — Auggie nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

Frank Einstein e o eletrodedo, de Jon Scieszka — O esperto inventor-mirim Frank está trabalhando para criar o “eletrodedo”, um dispositivo que pode fornecer energia solar de graça para a sua cidade. Mas para isso vai ter que enfrentar seu arqui-inimigo T. Edison, que deseja controlar toda a eletricidade de Midville monopolizando as fontes de energia e ficar ainda mais rico. Sequência de Frank Einstein e o motor antimatéria, este segundo livro da série mostra que é possível aprender ciências de um jeito bem divertido.

Minha professora é um monstro, de Peter Brown — Beto tem a pior professora do mundo. Ela ruge, bate o pé e deixa sem recreio as crianças que gostam de jogar aviõezinhos de papel. Ela é um monstro! Por sorte, Beto sempre tem os fins de semana para se divertir e brincar no parque. Até que um dia… ele encontra sua professora em seu lugar preferido. Com humor leve e belas ilustrações, o livro ensina que nem sempre as pessoas são o que parecem.

Os Dois Terríveis, de Jory John e Mac Barnett — Miles era o garoto mais terrível de sua escola, mas acaba de se mudar para a entediante cidade de Vale do Bocejo, conhecida unicamente por suas muitas vacas. Só que Vale do Bocejo já tem um rei das travessuras. E dos bons. Se quiser roubar o posto, Miles vai ter que se superar.

João e Maria, de Neil Gaiman e Lorenzo Mattotti — Familiar como um sonho e perturbador como um pesadelo, o conto narra a saga de dois irmãos que, em tempos de crise e falta de esperança, são abandonados pelos próprios pais e precisam enfrentar com coragem os perigos de uma floresta sombria. Em uma bela edição de capa dura, Gaiman reconta com maestria a clássica história que vem encantando gerações até hoje.

Cidades de Papel, de John Green — Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que, certa noite, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que Margo desapareceu. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava conhecer.

untitledTitia Terrível, de David Walliams — Nesta aventura repleta de surpresas e ricamente ilustrada, o leitor vai conhecer Stella, uma menina de 12 anos, única herdeira da Mansão Saxby. O problema é que a terrível tia Alberta e sua coruja gigante vão fazer de tudo para roubar a herança da menina. Elas só não imaginam que Stella conta com a ajuda de um fantasma e os dois juntos vão unir forças para enfrentar a tia e impedir que ela fique com o único bem da  sobrinha.

O mundo imaginário de…, de Keri Smith — Nesse livro, Keri Smith propõe um mundo inteiramente novo, com nomes, mapas, moeda, habitantes e histórias que o próprio leitor deverá criar com a ajuda do livro.

Percy Jackson e os deuses gregos, de Rick Riordan — Com muito humor e tiradas sarcásticas, Percy Jackson explica sua versão da mitologia grega para a criação do mundo e dá aos leitores sua visão pessoal sobre quem é quem na Grécia Antiga, de Apolo a Zeus. Edição de luxo, em capa dura, inteiramente colorida e ilustrada por John Rocco.

Como treinar o seu dragão, de Cressida Cowell — Divertida aventura que se passa num mundo mítico de vikings corpulentos e dragões ferozes. A história gira em torno de Soluço, um adolescente franzino que vive na ilha de Berk, onde precisa capturar e treinar o dragão mais impressionante de todos. Soluço tem um coração viking, mas não é o herói que seu pai queria que ele fosse. Ao se unir a Banguela, um dragão teimoso, mal-educado e nada ameaçador, finalmente o menino tem a chance de mostrar quem realmente é. Inteiramente ilustrado, este é o primeiro livro da série Como treinar o seu dragão, sucesso no mundo inteiro.

teste10 motivos que provam que John Green é incrível

Além de criar histórias e personagens inesquecíveis, John Green é capitão dos Nerdfighters e prova diariamente que, por mais esquisito que você se sinta, sempre haverá alguém que o fará se sentir especial.

Para celebrar o autor, a equipe da Intrínseca e nossos seguidores nas redes sociais listaram 10 razões que tornam John Green incrível:

1ª – A forma hilária como ele fala “A culpa é das estrelas” em português.

 

2ª – O cartão incrível que ele entregou para nossa equipe quando esteve no Brasil.

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(“Muito obrigada a todos vocês por mudarem a minha vida e levarem meus livros a tantos leitores brasileiros. Vocês são incríveis.”)

 

3ª – Ele é MUITO fã de futebol.

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4ª – Ele tem a “capacidade de nos fazer rir e depois chorar.” Por @letiolive 

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5ª – “Ele sabe escrever sobre o amor de um jeito que qualquer um consegue entender e se envolver.” Por @redribeirolima

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6ª – “Ele sempre mostra a verdade, por mais que ela doa. Se você dirigir bêbado, morre. O câncer mata, sim. Final feliz não significa casar e ter filhos com seu amigo de infância. Um dia você vai levar um fora, vai implorar para voltar e a pessoa te dirá ‘não’.” Por @juhnexa

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7º – Ele acha importante que as marcas que deixamos no mundo sejam positivas.

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8º – Ele se propõe a discutir problemas sérios como TOC e depressão.

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9º – Ele apoia todo tipo de talento.

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10º – Ele mostra que cada pessoa, à sua maneira, pode ser incrível.

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Esquecemos algum motivo? Conte para a gente nos comentários e, como sempre, #DFTBA.

 

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Leia também: Músicas vergonhosas, mas que amamos mesmo assim

 

testeSobre o dia em que conheci John Green

Por Iris Figueiredo*

Minha história com John Green começou há alguns anos, quando me deparei com uma citação de Quem é você, Alasca? no Tumblr. Foi o suficiente para que eu encomendasse o livro em inglês e aguardasse ansiosa pela chegada do meu exemplar. Quando li, me encantei pelas palavras do autor (embora de primeira não tenha entendido muito a Alasca, mas isso é papo para outra hora!).

Comecei a acompanhar o Vlogbrothers (canal no YouTube que John mantém com o irmão, Hank) e vários outros projetos que os dois têm na internet. Foi a partir disso que conheci a comunidade ao redor dos Green, a Nerdfighteria. Pouco depois descobri um grupo no Facebook com outros Nerdfighters brasileiros, e então me inseri ainda mais naquele universo — e meu fascínio pelo trabalho de John também cresceu!

Quando a Intrínseca anunciou que lançaria A culpa é das estrelas, me juntei ao pessoal do grupo Nerdfighters Brasil e começamos a pensar em uma forma de divulgar o livro e o trabalho dos irmãos Green por aqui. Nós queríamos que mais gente se encantasse pelas histórias de John, assim como pelos vlogs e por todo o resto! Foi com essa ideia na cabeça e com ajuda de todo o grupo que enviei um e-mail para a editora, na maior cara de pau, pedindo apoio para criarmos uma semana temática em nossos blogs, divulgando o livro e outras coisas relacionadas ao John e à Nerdfighteria. Resumo da ópera: deu tudo certo, eles abraçaram nossa ideia e, depois da semana temática, organizamos muito mais coisas sobre John Green — enquanto acompanhávamos seus livros subirem de posição na lista dos mais vendidos! Isso tudo aconteceu em 2012. Nunca imaginei que três anos depois receberia um convite para representar o grupo diante do próprio autor!

Tenho tido o privilégio de conhecer alguns autores que admiro muito, mas deu para perceber que John Green não é qualquer autor para mim, né? Além de me dar histórias de presente, ele me deu amigos. Amigos com quem fiz piqueniques e passeios turísticos por aí, amigos que foram importantes em uma das fases mais complicadas da minha vida, e que surtaram comigo quando ficaram sabendo que eu ia conhecer John Green pessoalmente.

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Meu dia com John Green começou com uma insônia daquelas. Como dormir quando você sabe que vai entrevistar um dos caras que mais te inspiram? Se cochilei por três horas, foi muito. Acordei e segui para o Copacabana Palace, conferindo mil vezes se todas as cartas e presentes estavam comigo, se minha roupa estava arrumadinha, se as perguntas estavam boas… Juro para vocês que treinei mil vezes cada uma delas, com medo de errar!

Um filme passou pela minha cabeça quando, mais tarde, já no hotel, vi o John e o Nat Wolff entrarem para a coletiva de imprensa. Esse era meu primeiro afazer do dia. A coletiva durou uma hora e foi muito divertida. Passei uns segundos meio estupefata, mas a ficha ainda não tinha caído, mesmo com ele na minha frente. Ri, anotei as respostas e tentei não pirar enquanto esperava a parte mais aguardada do dia: a entrevista exclusiva.

Só Deus sabe como foi difícil comer! Estava tão nervosa que mal me concentrei na comida. E olha que sou fã de comida, nada tira minha concentração de uma boa fatia de picanha. Mas naquele dia nem dei muita bola para isso! Almocei e voltei correndo para o hotel, pronta para a segunda rodada. Eu não soltava os presentes, não parava de repassar mentalmente todas as perguntas…

Fiquei ainda mais nervosa quando todas as entrevistas atrasaram porque o Nat passou mal à tarde. Quanto mais perto ficava da minha exclusiva, mais meu coração acelerava. E se eu falasse alguma besteira? E se tudo desse errado? Sou bacharel em pagar mico com mestrado em falar abobrinhas!

A ficha só caiu quando fui chamada pelo pessoal da produção e entrei em uma sala com um painel enorme de Cidades de Papel. Havia três cadeiras e inicialmente Nat participaria da entrevista, mas como houve essa mudança na agenda, eu conversaria apenas com o John. Posso confessar? Lógico que eu queria muito conhecer o Nat (ele é uma gracinha e ótimo ator!), mas uma parte de mim até ficou feliz por ser só o John, assim eu poderia passar mais tempo ouvindo o que ele tinha a dizer.

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Não sei vocês, mas eu acho que uma das melhores coisas da vida é ter a oportunidade de trocar algumas palavras com quem nos inspira tanto. E eu estava muito apreensiva, mas não tinha me dado conta disso. Até que a produtora olhou para mim e disse: “Olha que bonitinho como ela está emocionada! Só não vale chorar, hein?” Pronto, me debulhei em lágrimas! Chorei tanto que ganhei até lencinho de papel.

Eu nunca tinha chorado ao conhecer um escritor e nem passou pela minha cabeça que isso pudesse acontecer. Sabia o quanto aquele momento significava para mim, era algo que tinha esperado muito. Era parte de um sonho e uma emoção indescritível, foi impossível controlar as lágrimas — e o mais legal foi que o pessoal no set se emocionou junto comigo!

Quando consegui me recompor, John entrou. Com um sorrisão, me cumprimentou e, quando me apresentei, ele exclamou: “Ah, você que é a Iris!” Tudo isso enquanto eu ainda tentava me comportar como um ser humano normal e conter as lágrimas.

Explico: um dia antes, em um almoço, os editores comentaram sobre mim com o John. Mais tarde descobri que, na hora de dividir os entrevistadores entre o John e o Nat, ele PEDIU que eu o entrevistasse, pois sabia que eu iria representando os leitores. Quase caí para trás quando fiquei sabendo disso!

Nessa hora, comecei a tremer de nervosismo e balbuciei. Todo o meu treino foi jogado pela janela. Ele parecia muito feliz por estar no Brasil (e me deixem acreditar que também estava feliz por ver uma bobona emocionada com o trabalho dele!). Tem gente que pode achar besteira, mas foi assim que me senti naquele momento. Demorei uns segundos para processar toda a história — contei para ele dos presentes que nós tínhamos preparado e passei uns segundos com cara de boba, vendo-o paradinho na minha frente!

Depois, felizmente, consegui fazer algumas perguntas. Mesmo nervosa e tropeçando no inglês, mal vi o tempo passar. Dizem que quando a gente está vivendo algo especial, o tempo passa rápido. E foi assim mesmo! No final, quando perguntei sobre a nerdfighteria brasileira e sobre um presente que demos para ele em 2012, o John se lembrou da gente com tanto carinho que meus olhos se encheram de lágrimas de novo. Foi muito bom ver que ele é verdadeiramente grato pelo carinho que nós, leitores, temos com ele.

Quando a entrevista acabou, John Green se levantou de braços abertos e perguntou se poderia me abraçar. LÓGICO! Ele me deu um abraço superforte e eu chorei mais um pouquinho, saí até de carinha vermelha na nossa foto. Foi um momento tão único e inesquecível que mal sei como explicar a emoção e a alegria que tomaram conta de mim.

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Assim que saí do hotel, encontrei outros nerdfighters na porta e pude compartilhar um pouco da minha alegria com outras pessoas que o admiram tanto quanto eu. Mas ainda não tinha acabado! À noite, para fechar com chave de ouro aquele dia incrível, eu iria à estreia mundial do filme Cidades de Papel.

Cheguei ao Cine Odeon poucos minutos antes do próprio John. Assim que ele passou pelo tapete vermelho, vi seu esforço para falar com os fãs que estavam na grade, autografar livros e tirar selfies, muitas vezes pedindo desculpas quando um dos seguranças o afastava da multidão. Ele queria dar atenção a todo mundo e tentou ao máximo fazer isso!

Meu maior medo antes de conhecê-lo era que ele não fosse tão incrível quanto eu achava, mas John Green é, além de excelente escritor, uma pessoa sensacional. Ele trata os leitores como amigos, com muito carinho. E é muito mais fofo e simpático do que eu imaginava.

Dentro do cinema, ele fez um discurso superlegal sobre sua visita ao Brasil e prometeu que volta em breve. Espero que ele cumpra a promessa e volte logo ao Brasil. Nesse meio-tempo, sigo desejando que ele e seus leitores brasileiros nunca se esqueçam de continuar sendo incríveis. Como dizemos em nossa cidade natal, a Nerdfighteria, DFTBA!

 

Iris Figueiredo é blogueira e escritora. É apaixonada por livros que contêm histórias que poderiam acontecer com ela. Está sempre à procura do grande talvez e acredita que já viveu alguns milagres.

testeJohn Green no Brasil

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John Green, autor do best-seller A culpa é das estrelas, estará no Brasil nesta semana. O autor participará da pré-estreia mundial do filme Cidades de Papel, no dia 1º de julho, às 20h, no Rio de Janeiro, ao lado do ator Nat Wolff, que interpreta Quentin na trama.

A equipe da Intrínseca vai acompanhar a passagem de John pelo Brasil e distribuir kits no local para os leitores, a partir das 10h.  O autor chegará às 20h no Cinema Odeon, no centro do Rio, para conhecer os fãs brasileiros.

A cobertura completa do evento poderá ser acompanhada pelo perfil da editora no Twitter, no Instagram e no grupo aberto do Viber.

Serviço:

Pré-estreia mundial de Cidades de Papel
Local: Cinema Odeon – Praça Floriano, 7 – Centro, Rio de Janeiro
Horário: 20h