testeA experiência de falar em público no TED

playlist

Artistas são pessoas acostumadas a subir no palco, mas será que essa experiência garante tranquilidade na hora de apresentar palestras? O nervosismo por falar em público parece ser um sentimento comum a todos que passam pela difícil tarefa de encarar uma plateia.

Em TED Talks: o guia oficial do TED para falar em público, Chris Anderson, palestrante, presidente e curador-chefe da organização, mostra que até grandes nomes da música passaram por momentos de nervosismo na hora de preparar apresentações. Apesar de estarem sempre sob os holofotes, os músicos também precisam encontrar o melhor jeito de expor ideias em poucos minutos.

A escritora, cantora e compositora Amanda Palmer relatou a sua experiência. Antes de apresentar a conferência no TED, Amanda passou por uma situação bastante comum entre aqueles que precisam formular uma palestra: “Como vou chamar a atenção do público? Quais assuntos não podem ficar de fora?”

No livro, ela conta que a “única forma de dar uma palestra realmente notável é apagar o ego e se permitir ser apenas um veículo de transmissão das ideias”. A cantora revela também que ouviu uma dica válida para muitas apresentações durante um jantar com o cientista Nicholas Negroponte: “Deixe espaço e DIGA MENOS.” Às vezes, reduzir o conteúdo pode significar uma palestra muito melhor.

Além desse relato, Chris Anderson conta no livro outros episódios de cantores que também já participaram do TED. Alguns não tão bem-sucedidos quanto o da Amanda Palmer. O autor confessou que Bono leu o texto da palestra do monitor e aqueles na plateia que perceberam o truque acabaram decepcionados.

bono

Situações como essa são comuns, mas podem ser evitadas quando se conhece maneiras eficazes de preparar apresentações. Afinal, todo mundo já se sentiu inseguro ao falar em público, mas é preciso descobrir um jeito correto e autêntico para transmitir as ideias.

Para embalar a leitura do livro, preparamos uma playlist inspirada nos cantores que já participaram do ciclo de conferências do TED. Além dos citados no texto, selecionamos músicas de Sting, Kaki King, Sophie Hunger, Raul Midon, Eric Lewis, entre outros.

testeTED Talks e as boas ideias disseminadas pelo mundo

Janet Echelman on stage at TED2014, Session One - Liftoff! - The Next Chapter, March 17-21, 2014, Vancouver Convention Center, Vancouver, Canada. Photo: Ryan Lash/TED

Janet Echelman on stage at TED2014, Session One – Liftoff! – The Next Chapter, March 17-21, 2014, Vancouver Convention Center, Vancouver, Canada. Photo: Ryan Lash/TED

Despertar a atenção de uma plateia em um mundo cheio de informações é uma tarefa difícil. Conseguir falar de forma clara e autêntica, gerando empatia e até convencendo as pessoas em poucos minutos, é mais complicado ainda. Contudo, as conferências promovidas pelo TED Talks têm mostrado que as palestras podem, sim, emocionar e mudar a vida de pessoas de diferentes culturas e países.

O TED Talks começou como um ciclo de conferências anual, com apresentações sobre Tecnologia, Entretenimento e Design. Mas, nos últimos anos, o programa se expandiu e passou a promover palestras de qualquer assunto de interesse público. Sexto sentido, criatividade, economia, feminismo, arquitetura e literatura são apenas alguns exemplos dos temas já abordados nos eventos. Transmitidas ao vivo e disponibilizadas na internet, as conferências do TED se tornaram um fenômeno e contabilizam mais de um bilhão de visualizações por ano.

Mas como explicar tamanho sucesso? Seguindo o conceito de que boas ideias merecem ser espalhadas, a organização compartilha as experiências de vida e o conhecimento de personalidades que vão desde Steve Jobs, Bill Clinton, Bono Vox e Stephen Hawking a pessoas comuns em apresentações curtas. Chris Anderson, presidente e curador da organização, acredita que qualquer um tem algo único a ser dito, só precisa encontrar a melhor maneira de compartilhá-lo.

Chris Anderson, autor de TED Talks: O guia oficial do TED para falar em público, diz também que muitas das melhores conferências do ciclo se baseiam apenas em histórias pessoais e lições simples. No livro, recém-lançado no Brasil, ele mostra os bastidores dessas palestras importantes, fala um pouco sobre a história da organização e divide ainda dicas de como preparar roteiro, não cair em armadilhas e organizar apresentações inesquecíveis.

Confira algumas das conferências mais assistidas do TED Talks:

testeLançamentos de maio

EstanteIntrinsecaMar16_DestaquesBlog

Confira sinopses e trechos dos livros que publicaremos neste mês:

 

EstanteIntrinseca_Maio16_BLOG_PáginasInternas2

Destinos e Fúrias, de Lauren Groff — Aos 22 anos, Lotto e Mathilde são jovens, perdidamente apaixonados e destinados ao sucesso. Eles se conhecem nos últimos meses da faculdade e antes da formatura já estão casados. Seguem-se anos difíceis, mas românticos. Uma década depois, o caminho tornou-se mais sólido. Ele é um dramaturgo famoso e ela se dedica integralmente ao sucesso do marido. A vida dos dois é invejada como a verdadeira definição de parceria bem-sucedida.

Porém, nem tudo é o que parece, e em um casamento essa máxima se faz ainda mais verdadeira. Se em “Destinos” somos seduzidos pela imagem do casal perfeito, em “Fúrias” a tempestuosa raiva de Mathilde se revela fervendo sob a superfície. Em uma reviravolta complexa e emocional, o que começou como uma ode a uma união extraordinária se torna muito mais. [Leia +]

 

EstanteIntrinseca_Maio16_BLOG_PáginasInternas6

Como eu era antes de você (capa filme), de Jojo Moyes — Depois de emocionar milhares de leitores no mundo todo, o irresistível romance de Jojo Moyes chega aos cinemas com roteiro adaptado pela própria autora e com Emilia Clarke (Game of Thrones) e Sam Claflin (Jogos Vorazes) nos papéis de Lou e Will.

Lou Clark, uma jovem cheia de vida e espontaneidade, perde o emprego e é obrigada a repensar toda sua vida. Will Traynor sabe que o acidente com a motocicleta tirou dele a vontade de viver. O que Will não sabe é que a chegada de Lou vai trazer de volta a cor à sua vida. E nenhum deles desconfia de que esse encontro irá mudar para sempre a história dos dois. [Leia +] >> Ouça a trilha sonora de Como eu era antes de você

 

EstanteIntrinseca_Maio16_BLOG_PáginasInternas7

A última carta de amor, de Jojo Moyes Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. De volta a sua casa com o marido, descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com o amante.

Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Envolvida com um homem casado, Ellie fica obcecada em reunir os protagonistas desse amor proibido.

Com personagens realisticamente complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor, primeiro livro de Jojo Moyes publicado pela Intrínseca, entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda das personagens Ellie e Jennifer. [Leia +] >> Nossa editora Rebeca Bolite conta os bastidores da publicação do livro

EstanteIntrinseca_Maio16_BLOG_PáginasInternas

O oráculo oculto, de Rick Riordan — Como você pune um deus imortal? Transformando-o em humano, claro! Depois de despertar a fúria de Zeus por causa da guerra com Gaia, Apolo é expulso do Olimpo e vai parar na Terra, mais precisamente em uma caçamba de lixo em um beco sujo de Nova York.

Fraco e desorientado, ele agora é Lester Papadopoulos, um adolescente mortal com cabelo encaracolado, espinhas e sem abdome tanquinho. Sem seus poderes, a divindade de quatro mil anos terá que descobrir como sobreviver no mundo moderno e o que fazer para cair novamente nas graças de Zeus. [Leia +]

EstanteIntrinseca_Maio16_BLOG_PáginasInternas10

Porcelain, de Moby — Havia diversas razões para Moby jamais deslanchar como DJ e músico na cena club nova-iorquina. Aquela era a Nova York das boates Palladium, Mars, Limelight e Twilo, a cidade do hedonismo desenfreado regado a drogas, e lá estava Richard Melville Hall, descendente distante do autor de Moby Dick, um garoto branco, pobre e magrelo de Connecticut, cristão devoto, vegano e totalmente careta. Ele encontrou seu espaço e alcançou o sucesso, que logo se mostrou efêmero e cheio de complicações. No desfecho da década de 1990, frente a um fim iminente, acabou criando o álbum que viria a ser o início de uma nova fase espetacular: Play, que vendeu milhões de cópias no mundo todo. [Leia +] >> Moby apresenta sua autobiografia para os leitores

 

EstanteIntrinseca_Maio16_BLOG_PáginasInternas9

Garoto21, de Matthew Quick Finley utiliza o basquete para aliviar suas preocupações, enquanto Russ não quer mais se aproximar de uma bola. Depois de sofrer um grande trauma, ele fica em estado de negação e passa a se considerar um alienígena de passagem pela Terra.

Com a missão de ajudar Russ a se recuperar, Finley tenta convencer o garoto a voltar a jogar, mesmo que isso signifique perder o próprio lugar na equipe. Uma emocionante história sobre esperança, amizade e redenção, com a prosa sensível e inteligente de Matthew Quick. [Leia +] >> Qual personagem de Matthew Quick você é? 

EstanteIntrinseca_Maio16_BLOG_PáginasInternas8

Como mentir com estatística, de Darrel Huff — Publicado pela primeira vez em 1954, o livro de Darrell Huff foi saudado como pioneiro em conjugar linguagem simples e ilustrações para explicar de que maneira o mau uso da estatística pode maquiar dados e abalizar opiniões. Indispensável para quem se vê bombardeado diariamente, seja pela mídia ou pela timeline do Facebook, por infográficos e estatísticas que se pretendem verdades incontestáveis.

EstanteIntrinseca_Maio16_BLOG_PáginasInternas5

Os afetos, de Rodrigo Hasbún — Com elementos biográficos, históricos e ficcionais e narrado por diferentes personagens, Os afetos compreende um período de cinquenta anos da vida dos integrantes da família Ertl. Na polifonia da qual participam não apenas pai, mãe, filhas, mas também amantes e maridos, Rodrigo Hasbún reconta, à margem do idealismo, a convulsão política que abalou a América Latina na década de 1960, explorando as dificuldades que surgem ao se tentar conciliar as consequências das próprias decisões, tanto políticas quanto sentimentais. [Leia +]

EstanteIntrinseca_Maio16_BLOG_PáginasInternas3

Ted Talks — O guia oficial do TED para falar em público, de Chris AndersonPalestras perfeitas, inspiradoras e de grande alcance. Um orador que sobe no palco e acerta no alvo. Assim são as Conferências TED, e este é o guia definitivo do TED para que você também possa fazer palestras inesquecíveis.

Desde que assumiu o comando do TED em 2001, Chris Anderson tem mostrado o poder que as palestras curtas, francas e cuidadosamente elaboradas do programa têm de compartilhar conhecimento, despertar empatia, gerar empolgação e promover sonhos. Feita da maneira certa, uma apresentação é capaz de eletrizar um auditório e transformar a visão de mundo da plateia — seu impacto pode ser mais poderoso que o de qualquer informação escrita. [Leia +]

EstanteIntrinseca_Maio16_BLOG_PáginasInternas4

Frank Einstein e o turbocérebro, de Jon Scieszka — No terceiro livro da série Frank Einstein, Frank (um gênio mirim, cientista e inventor), Klink (uma inteligência artificial automontada) e Klank (uma inteligência artificial praticamente automontada) constroem um artefato inédito: um mecanismo capaz de turbocarregar as ondas cerebrais, potencializando a velocidade, a força e até mesmo a memória de qualquer pessoa. Tudo isso porque uma grande amiga, Janegoodall, precisa de uma forcinha para entrar no time de beisebol da cidade. [Leia +]