testeCon*ite pra *ocê

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Querido leitor, espero que valorize este post, pois a situação na qual me encontro para escrevê-lo é:

Em meu colo tento equilibrar Gabriel, 9 meses cvkjqjl (tapa dele no teclado), que olha para as letrinhas certo de que vai engolir todas, uma a uma, do A ao                                          (pezinho no espaço)                                Z . 

Ao meu lado, LUCAS – 8 A N O S: QUERO MINECRAFT (ele que escreveu). 

No meu pé direito, a cabeça de Nala está apoiada com os olhos virados para cima como queeeeeeeeeeeeeeeeeem (Gabriel teclando) sente pena. Muita pena. Eu a entendo.

Lucas pede licença para um recado:

POR ISSO DESCULPEM MINHA DINDA SE ELA ERRAR ALGUMA PALAVRA PORQUE O GABRIEL É PEQUENO E QUER OCUPAR O COMPUTADOR ENQUANTO EU ESTOU COMPORTADO ESPERANDO ELA COMPRAR O MINECRAFT.

Imparcial, né? Mas oks! 

Eu até pensei em gravar vídeor, mandwdar foto, enviar áucfdio ou só o convite mesmo, mas queria escredever pra ficar algo mais quente (UI. Eu seiLLLLL.)

Fato é que o llançAMEN    dddddddfdfffffffffffffffffffffffffffddfdfdfdfddfdffdfddfdf 

 

OI.
É O LUCAS.
GABRIEL GOLFOU.
MINHA DINDA FOI LIMPAR.
QUANDO CHEGAR ELA COMPRA O MINECRAFT.

d57tyhl  ( Gabriel ).

Retornamos porém já detectei que o golfo deixou sequelas no teclado perdi a   írgula e a letra que   em depois do U então pra facilitar   ou usar um “*” no lugar da letra perdida.

Bom *oltando ao assunto eu queria mesmo era chamar *ocês  toooooooooooooooooooooooooooooooooo- ia parar aqui mas Gabriel quer apertar mais – oooooooooooooooooooooooooo(CONTROLEI O DEDINHO!!!!!!!!!)dos pro lançamento do li*ro que *ai ser na li*raria Tra*essa (maldita letra pra perder neste momento) do Barrashopping dia 21 de Junho terça-feira às 19:30h!!!!!!

*ou ficar muuuuuuuito feliz em receber *ários amigos conhecidos colegas parentes e principalmente quem não conheço também porque afinal de contas fazer amizade é o meu forte *ocês podem compro*ar isso *endo minha relação com Gi Grazi Sandy Fê Lima e Angel(ica pra *ocês) — todas minhas BFF´S!!!!

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(Descobriu o tra*essão) 

ATENÇÃO: na falta da *írgula e daquela letra eu *ou botar aqui o con*ite físico mesmo pra todo mundo *er guardar e decorar as informações ok?!?!? ——————————-    ————–  –         —-

 

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É ISSO!!!!!!!! ESPERO TODOS LÁÁAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAacho queAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAGabriel agoraAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAquer realmente começarAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAa comerAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAo alfabeto AAAAAAAAAAAe já começou pelo AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAou seja já sei queAAAAAAAAAAAAAAAAna fralda mais tardeAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAencontrareiAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAliteralmenteAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAsopa de letrinhasAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAdeus!!!!!!

 

 

É O LUCAS.

MINHA DINDA *AI ME DAR MINECRAFT.

testeUm amor incondicional

jimmy e mantesso

Toda noite, ao abrir a porta de seu apartamento, Rafael Mantesso é recebido como um Beatle. O amor incondicional, que o ajudou a superar o término de um casamento e impôs ordem à vida do publicitário antissocial, tem nome e sobrenome: Jimmy Choo.

Capa_Jimmy_WEBApós a separação, Rafael se viu num apartamento vazio, acompanhado apenas pelo cachorro batizado em homenagem à grife preferida da ex-mulher. Sem os móveis, o bull terrier começou a correr de um lado para o outro e despertou em Rafael a vontade de fazer algo que ele não fazia havia doze anos: desenhar.

Ao fotografar Jimmy e, em seguida, criar desenhos à mão livre, Rafael criou um mundo novo. Fenômeno mundial na internet, as imagens bem-humoradas estreladas pelo cão inspiraram uma linha de produtos criados pela grife de acessórios Jimmy Choo e o lançamento Um cão chamado Jimmy.

Rafael Mantesso falou ao blog sobre sua história de amor e companheirismo compartilhada com Jimmy e dos bastidores do livro que chega esse mês às livrarias. Confira:

1 – Seria possível dizer que Jimmy ajudou você a superar o fim de seu casamento? De certa forma, ele mudou sua vida?
Bem mais do que isso. O divórcio foi um período traumático, porém, curto. A influência que o Jimmy tem na minha vida é bem mais profunda do que o fim de um casamento. Ele me mostra todos os dias que sou uma pessoa incrível, a melhor pessoa do mundo. Ele me faz sentir pleno, forte, feliz e me faz refletir o tempo todo sobre minhas relações pessoais e profissionais. Para ele é simples o ato de gostar de alguém. Isso para mim é um problema, já que sou um misantropo pré-disposto a não gostar de ninguém.

2 – O que você aprendeu com Jimmy e o que Jimmy aprendeu com você?
Com ele aprendi que amor incondicional existe. É uma forma de amar tão superior que nós, humanos, nunca vamos experimentar. Isso só pertence a eles. Comigo ele aprendeu que existe hora e lugar para fazer xixi, para comer e para dormir.

Uma foto publicada por @rafaelmantesso em

3 – Como é seu dia a dia com Jimmy? Meu dia é bem corrido e sem rotina, mas com ele é sempre igual e com rotina. Jimmy me acorda às 6h30 para levá-lo para passear. Levo, ele faz as coisas dele na rua, a gente volta para casa, brincamos, ele come e eu saio. Quando eu volto ele me recebe como se eu fosse um Beatle. Depois, tenho que levá-lo de novo para passear, ele faz as coisas dele, e ficamos em casa até a hora de dormir. Se tenho fotos para fazer, as faço, se tenho que trabalhar, ele fica do meu lado.     4 – Logo no primeiro clique, Jimmy foi um sucesso instantâneo. Quais foram, retrospectivamente, os grandes marcos de sua trajetória até o momento em que ele se firmou como fenômeno da internet e como o cão mais badalado do mundo da moda? Acho que posso separar o Jimmy de hoje para trás em dois marcos importantes. Primeiro, o dia em que eu postei a foto dele atrás da lixeira desenhada e descobri que seria do caralho desenhar ao lado dele. Segundo, o dia que a internet descobriu o Jimmy. Com ela vieram o convite para estrelar a campanha da Jimmy Choo, o convite para o livro… daqui para frente não dá para prever mais nada.    

Uma foto publicada por @rafaelmantesso em

5 – Fotografar o Jimmy é difícil? Como você consegue mantê-lo na pose para as fotos mais complicadas? De que forma ele contribui com o resultado final?
Não, é muito fácil. O mérito é todo dele, sou só o cara com a câmera — poderia ser qualquer pessoa. Ele fica na posição que preciso pelo tempo que eu precisar porque ele é especial, ele sabe que preciso da ajuda dele e ele fica. É simples assim.

6- Jimmy já se recusou a fazer alguma foto? Você se lembra de alguma que tenha sido particularmente desafiadora?
Nunca. A foto mais difícil de fazer foi a que ele está com o capacete de moto. Senti que o capacete estava incomodando muito o Jimmy, mas precisava do click. A agonia dele entre me obedecer, ficar quietinho e querer desaparecer com o capacete durou 30 segundos. E prometi a mim mesmo que nunca mais faria isso com ele de novo.

this is how we work . é assim que a gente trabalha

Um vídeo publicado por @rafaelmantesso em

 

7 – Como é o seu processo de composição? Quais são suas principais referências para as montagens com Jimmy?
O dia a dia: os livros que leio, as exposições que visito, as conversas que tenho, os filmes a que assisto. Tudo me influencia porque só faço programas que me inspirem de alguma forma, se não for para agregar nada, fico em casa.

8 – Você poderia falar um pouco sobre os bastidores da produção do livro — das fotografias e definição do conceito à escolha das imagens que seriam usadas?

Quando fui convidado a criar o livro, não imaginava que ficaria tão “livre” para fazer o que quisesse. Tão livre que não consegui nem pensar em uma cronologia para as fotos. Nisso a Livia e a Rosana, minhas editoras da Intrínseca, foram incríveis. Elas me ajudaram a pensar numa linha a ser seguida. Depois que o caminho ficou claro, voltei a Belo Horizonte (estava morando em São Paulo na época), comprei os equipamentos, aprendi a mexer neles via internet, improvisei um estúdio e fotografei todas as noites durante três meses. Foi cansativo e estressante. Mentalmente eu podia estar destruído, mas não queria que o Jimmy passasse pelo mesmo. Então para ele foram três meses normais. Pensei em desistir e jogar tudo para o alto, mas, desde o início, sabia que teria que fazer o melhor que pudesse, que tinha a obrigação de terminar e de fazer meu cachorro brilhar. Acho que consegui.

link-externoLeia um trecho de Um cão chamado Jimmy

Uma foto publicada por @rafaelmantesso em

testeO Tintim

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Tive uma cachorrinha que entrou na minha vida antes da chegada dos meus dois meninos. Foi a primeira filha que tive. De certa forma, com ela ensaiei as responsabilidades maternas que, um dia, me esperariam numa esquina da vida. O seu nome era Nana, uma lhasa apso que, de pequena, morava numa bolsa. Explico-me: vivendo em Sampa, uma cidade pet-friendly, a Nana ia para tudo quanto era lado comigo, dentro da bolsa. Era um barato como a Nana, pretinha feito um tição, gostava de circular por ruas e shoppings, só o focinho de fora, vendo a gigantesca Sampa com seus curiosos olhos de jabuticaba.

Depois nasceu o João, e a Nana cuidou dele. João ia na parte de cima do carrinho, a Nana ia embaixo, rosnando para todo mundo que elogiasse o bebê — aquela cachorra miúda e graciosa punha-se brava sempre que um estranho espiava o nosso gurizinho. O João cresceu e a Nana também. E depois chegou o caçula — esta segunda criança na casa, acho eu, foi demais pra cachorrinha. Ela se sentiu revoltada, aprontava as artes mais terríveis, e eu, noites em claro com meu Tobias, que dormia muito mal, ainda tinha que resolver as bagunças da Nana na manhã seguinte — uma das preferidas era arrancar as roupinhas do bebê do varal e fazer xixi em cima delas.

Assim, definiu-se que a Nana passaria uns tempos com a minha irmã, a quem ela sempre amou. Aliás, era um amor recíproco. Vivemos uma espécie de guarda compartilhada, com a balança pendendo mais e mais para a Lisi, minha irmã, até que a Nana começou a passar apenas os verões conosco na casa de praia. Foi no segundo desses verões que ela fugiu, já uma senhora. Nana tinha quase 14 anos quando cavou um buraco, passou por debaixo da cerca e pluft!, desapareceu.

Foi triste aquilo. E eu disse: nunca mais. Cachorro nunca mais. O tempo foi passando, os guris foram crescendo, o pequeno, que se lembrava vagamente da Nana, pedia um cachorro dia sim, dia não. E meu coração amolecendo, amolecendo… Foi assim que, numa noite de sexta, pra surpresa de todos, chegou aqui o Tintim — um outro lhasa, só que dourado. Foi recebido com lágrimas de alegria, beijos e um lugar na cama (!) do caçula. Foi amado por todos, mas enrabichou-se definitivamente pelo Tobias.

Um cachorro é um amor que a gente ganha — eu até tinha me esquecido disso, mas Tintim chegou aqui para me lembrar. Enquanto escrevo estas linhas, ele dorme no meu colo, já devidamente acostumado com o tec-tec do teclado e com as horas que passo aqui, neste cantinho da sala, tentando catar e colocar em ordem duas ou três ideias que prestem. Um brinde ao mais novo membro da nossa família!