testeSaiba como participar dos eventos com Jojo Moyes no Rio e em São Paulo

Jojo Moyes virá ao Brasil para conhecer os leitores que se encantaram com as suas obras. Em uma rápida passagem pelo país, a autora de Como eu era antes de você participará de sessões de autógrafos na Saraiva RioSul, no Rio de Janeiro, em 8 de maio, e na Saraiva Pátio Paulista, em São Paulo, no dia 9 de maio.

Para os leitores que não puderem comparecer aos eventos, a Saraiva irá promover uma transmissão exclusiva no dia 10 de maio, às 15h30, no site saraiva.com.br. Os leitores que participarem da LIVE irão concorrer a livros autografados e brindes! As perguntas para a autora poderão ser enviadas, pelo Twitter, através da hashtag #JojoAoVivo.

Confira as regras para participar das sessões:

Rio de Janeiro:

08/05/17, segunda-feira, às 18h
Local: Shopping Rio Sul – Rua Lauro Sodré, 445 – Botafogo, Rio de Janeiro, RJ

 A participação na tarde de autógrafos está limitada a 200 senhas.

 Será autografado 1 livro por pessoa.

 Não serão permitidos autógrafos em itens que não sejam livros, tais como marcadores, papéis soltos, camisas, etc.

 A distribuição de senhas será feita no dia do evento, a partir das 8h na portaria principal do Shopping RioSul.

A senha é pessoal e intransferível.

Uma vez chamada a senha imediatamente posterior ao seu número, em razão da ordem numérica de atendimento, o portador deverá retornar ao final da fila para esperar o atendimento.

A apresentação da senha é obrigatória. No caso de extravio da senha, esta não será substituída e o portador perderá o direito de participar da sessão de autógrafos.

Fotos não serão permitidas. Teremos um fotógrafo profissional que disponibilizará todas as fotos no Facebook da Editora Intrínseca em até três dias úteis após o evento. 

São Paulo:

09/05/17, terça-feira, às 18h
Local:
Shopping Pátio Paulista – Rua Treze de Maio, 1.947 – Bela Vista, São Paulo – SP

A participação na tarde de autógrafos está limitada a 200 senhas.

Será autografado 1 livro por pessoa.

 Não serão permitidos autógrafos em itens que não sejam livros tais como marcadores, papéis soltos, camisas, etc.

 A distribuição de senhas será feita no dia do evento, a partir das 8h na portaria principal do Shopping Pátio Paulista.

A senha é pessoal e intransferível.

Uma vez chamada a senha imediatamente posterior ao seu número, em razão da ordem numérica de atendimento, o portador deverá retornar ao final da fila para esperar o atendimento.

 A apresentação da senha é obrigatória. No caso de extravio da senha, esta não será substituída e o portador perderá o direito de participar da sessão de autógrafos.

 Fotos não serão permitidas. Teremos um fotógrafo profissional que disponibilizará todas as fotos no Facebook da Editora Intrínseca em até três dias úteis após o evento. 

testeLivro de Jojo Moyes inédito no Brasil, “O som do amor” será lançado em novembro!

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O ano de Jojo Moyes na Intrínseca foi bem animado. Em abril, lançamos Baía da Esperança, em junho assistimos à incrível adaptação de Como eu era antes de você. Em julho e setembro, publicamos duas obras inéditas, O navio das noivas e Nada mais a perder, e recentemente a autora alcançou a impressionante marca de 1,5 milhão de exemplares vendidos no país. Mas as surpresas não acabaram. Em 4 de novembro chega às livrarias mais uma obra inédita de Jojo no Brasil: O som do amor.

Publicada originalmente em 2008, a obra acompanha o casal Matt e Laura McCarthy, que estão obcecados em herdar a Casa Espanhola – uma construção malcuidada e quase em ruínas, propriedade do Sr. Pottisworth. Entretanto, quem acaba herdando a casa é uma parente distante, Isabel Delancey.

Primeiro violino na Orquestra Sinfônica Municipal, em Londres, Isabel tinha uma vida tranquila com seus dois filhos e o marido, mas tudo virou de cabeça para baixo quando ele morreu em um acidente de carro e deixou uma grande dívida. Sua única oportunidade de recomeço é fincar moradia na Casa Espanhola — algo que o casal McCarthy vai tentar impedir a qualquer custo.

O som do amor é um romance sobre obsessão, manipulação, segredos e paixões. Por meio de personagens carismáticos e capazes de tudo para realizar seus objetivos, Jojo Moyes mantém seu estilo inconfundível em uma brilhante história de recomeços.

Confira a capa completa abaixo!

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testeUma semana para os #JojoLovers

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crédito: Além do livro

Alguns leitores comentam que é preciso ter uma caixa de lenços na hora de ler os livros de Jojo Moyes. Não é exagero dizer que as obras da autora emocionam e fazem milhares de pessoas se apaixonarem pelos personagens a ponto de nunca mais esquecê-los. Para mostrar que os títulos de Jojo são realmente incríveis, convidamos os nossos blogueiros parceiros para uma semana especial sobre as obras da nossa querida autora.

Para Mirelle Candeloro, do Recanto da Mi, as personagens criadas pela autora são tão reais que poderiam ser qualquer um de nós. Os protagonistas são pessoas comuns, com defeitos e dilemas com os quais os leitores se identificam.  A blogueira Evellyn Fonseca também acredita que a autora tem a capacidade de criar mulheres fortes e cheias de determinação. Sophie Lefèvre, de A garota que você deixou para trás, e Jess, de Um mais um, são exemplos disso.

“Determinação, força de vontade, perseverança e, claro, esperança. Uma personagem construída para mostrar o limite do ser humano e as escolhas que somos obrigados a fazer, aprendendo a lidar com suas consequências e que, além de qualquer dificuldade, precisamos seguir nossos objetivos”, escreveu o Bookeando sobre Sophie.

Outra característica marcante das obras de Jojo são os cenários. A autora já criou tramas ambientadas na França, Inglaterra, Austrália e Escócia, apresentando novos lugares por meio da sua narrativa. Até Nádia Tamanaha, de Além do livro, que não gosta de praia, revelou que sentiu vontade de viajar para o balneário australiano depois de ler Baía da Esperança. A obra se passa em um lugar paradisíaco que encanta até os que não curtem sol e mar.

Mas esses não foram os únicos assuntos abordados durante a semana especial. Os blogueiros aproveitaram para soltar a criatividade e criaram conversas imaginárias entre as personagens. Como seria se Jess, de Um mais um, escrevesse uma carta para Liza, de Baía da Esperança? Quais seriam as confissões trocadas? Rízia Castro, do Livroterapias, entrou na brincadeira e postou a correspondência entre as duas.

Já Cássia Vicentin, do Procurei em sonhos, imaginou um chat entre as protagonistas de Como eu era antes de você, O navio das noivas, Um mais um e Baía da Esperança. Curiosos para saber o que essas mulheres tão fortes conversariam?

💗SEMANA ESPECIAL JOJO MOYES 💗 ⠀ Falar sobre os livros da JoJo não é nada difícil para mim, foi por isso que aceitei o convite da @intrinseca para compartilhar com vocês, todo meu amor por essa autora ❤️ ⠀ Nesse primeiro dia do desafio fui convidada a falar sobre meu livro favorito dela, calhou que ele é justamente o livro que mais aparece por aqui. ⠀ "A Última carta" de amor foi uma tremenda surpresa pra mim, porque quando comecei a leitura, jamais esperava um livro que me tocasse tanto. ⠀ Além de ser um romance lindo, do começo ao fim, a narrativa da autora nos envolve de uma forma completamente especial. ⠀ O sentimento que eu tive foi que estava lendo sobre uma linda história de amor. ⠀ Falta-me palavras para descrever o quão maravilhoso esse livro é e a grande importância que ele tem na minha vida. ⠀ Sem duvidas, ele é um dos livros mais especiais pra mim. ⠀ Sempre penso nele com muuuuito carinho, porque ele tem um lugarzinho privilegiado no meu coração 💟 ⠀ Só recomendo: Leiam e se encantem por essa M A R A V I L H O S A história de amor… ⠀ ⚠️ Algum #JoJoLover por aí? 🍃

A photo posted by Ingrid Medeiros (@ingridbooks) on

 

Hoje, em parceria com a @intrinseca, começa a semana especial sobre Jojo Moyes! 💓 ⠀ Não tenho toooodos os livros dela, mas, dos que eu já li, Como eu era antes de você sempre será meu preferido! ⠀ ⠀ Louisa Clark tem 26 anos e trabalha como garçonete numa cafeteria de sua cidade. Não ganha muito e não parece se importar tanto com isso. Namora Patrick e não parece ser tão interessada nele – nem ele aparenta sentir interesse por ela. ⠀ Certo dia, o estabelecimento onde Lou trabalha fecha e ela se vê desempregada e totalmente sem rumo. Sem muitas opções, Lou consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico: Will Traynor. ⠀ Will é rico, bonito e inteligente, mas com um temperamento muito difícil de lidar. Preso em uma cadeira de rodas após um acidente, Will não vê muito sentido em continuar vivendo, não até a chegada de Lou em sua vida.⠀ ⠀ A escrita da Jojo é maravilhosa e a história de amor entre Lou e Will é extremamente emocionante e triste. Esse livro me deixou com o coração “💔”, e acredito que eu não fui a única a terminá-lo aos prantos. ⠀ “Você só vive uma vez. É sua obrigação aproveitar a vida da melhor forma possível.” ⠀ Nota: 5/5 + ⭐ ⠀ #livro #book #intrinseca #comoeueraantesdevocê #jojomoyes #jojolovers #mebeforeyou

Uma foto publicada por Annie ⚡ (@queriaseralice) em

 

Confira os posts da semana Jojo Moyes aqui:

Cinco motivos para amar os livros de Jojo Moyes| O dia em que Jess escreve uma carta para Liza | Chat Jojo Lovers | Cinco motivos para se tornar um JojoLover | Quando vários personagens da autora, de diferentes livros, se encontram

Mais que livros | Parafraseando livros | Feed your Head | Menino literário | Além do livro | Procurei em sonhos| Menina da Bahia | Livros e fuxicos | Livrólogos | Cabana do Leitor | Mãegnifica | Bookeando | Hey Evellyn| Bookeando |Hey Evellyn| Versificados| Portal JuLund| Cabana do Leitor| Sobre livros e traduções| Entrando numa fria| Queria ser Alice

testeLivros de Jojo Moyes atingem 1,5 milhão de exemplares vendidos

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Jojo Moyes não se define como uma pessoa muito romântica, mas seus livros contam histórias de mulheres que fazem coisas extraordinárias em nome do amor. Para a autora que acaba de atingir a marca de mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos no Brasil, esse sentimento pode nos transformar e impulsionar em diversos aspectos da vida. Suas obras, que retratam exatamente isso, vêm emocionando muita gente.

Misturando um pouco de humor e coragem nas suas personagens, Jojo conquistou com seu estilo único uma legião de leitores. Formada em jornalismo, ela só começou a se dedicar integralmente à literatura em 2002. Foi um longo caminho com muitas tentativas até alcançar o topo das listas de livros mais vendidos no mundo todo.

A última carta de amor, primeiro livro da autora publicado pela Intrínseca, foi lançado em 2002. O best-seller Como eu era antes de você foi lançado pela primeira vez no país em 2013 e aos poucos foi conquistando e emocionando os leitores que hoje se declaram #JojoLovers. Logo no ano seguinte veio A garota que você deixou para trás e, em 2015, lançamos o divertido Um mais um.

Baía da Esperança e O navio das noivas, livros escritos no início da carreira da autora, foram lançados este ano pela Intrínseca, mas já aparecem nas listas dos veículos mais importantes. Qual é o seu preferido?

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testeUma viagem pela Oceania e pelos livros

Por Nina Lopes*


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Vinte e quatro horas de viagem. Três escalas. Um enorme formulário on-line para tirar o visto. Vacina para febre amarela. Tubarões, água-viva com ferrão e aranhas venenosas por toda parte. Não é fácil viajar para a Austrália. Mas eu fui, cheguei no dia mais quente do século e quase não consegui respirar na rua. Superado esse momento, finalmente comecei a aproveitar minhas férias. Depois das atrações turísticas tradicionais, que incluem Sydney Harbour, Opera House e Praia de Bondi, chegou a hora de partir para as verdadeiras aventuras e também visitar a Nova Zelândia, afinal não é sempre que estamos na Oceania.

Pequenas grandes mentiras CAPA PARA LAYOUT.inddO que eu não sabia na época era que essa viagem estava me apresentando um cenário que eu reencontraria mais tarde em alguns dos melhores livros em que trabalhei na Intrínseca: Baía da Esperança, de Jojo Moyes, e Pequenas grandes mentiras, da australiana Liane Moriarty. São duas histórias emocionantes que se passam na Austrália, sobre famílias fortes que guardam segredos, enfrentam obstáculos e sofrem reviravoltas, mas que conseguem vencer as dificuldades enquanto comem belas fatias de pavlova, porque ninguém é de ferro.

Para quem não sabe o que é pavlova, eu explico: é uma sobremesa tradicional desses países, que as famílias preparam em datas importantes como aniversário e Natal. Eu comi numa fazenda no interior da Nova Zelândia e só depois descobri sua popularidade. Esse doce está sempre presente nas histórias da Liane Moriarty, que retratam tão bem as rotinas das famílias australianas a ponto de dar ao leitor a impressão de fazer parte de uma. O único problema é que sempre acabo lendo essas cenas na hora do lanche da tarde e fico com uma vontade tremenda de comer aquela casquinha crocante, com frutas, creme e merengue. (Alô, vovó, que tal fazer uma pavlova no próximo Natal? Obrigada.)

E não dá para falar de comida típica sem esquecer o tradicional Vegemite, que também costuma ser muito citado nas histórias que se passam na Austrália. Lembro que uma colega de trabalho, ao ler a prova de um desses livros, falou: “O que é Vegemite? Acho melhor inserirmos uma explicação.” Mas seria o equivalente a perguntar a um brasileiro o que é requeijão. Vegemite é uma pasta de levedura, muito (mas muito) salgada, escura feito graxa, que os australianos e neozelandeses amam. E só eles, porque esse negócio é muito esquisito. (Quem sabe fique mais popular e dispense explicações agora que Miley Cyrus fez uma tatuagem de Vegemite no braço.) E para finalizar a parte gastronômica do texto não dá para deixar de lado a carne de canguru. Esse animal não tem predador na Austrália, então o próprio governo estimula o consumo da carne. Mas recomendo que comam antes de interagir com algum canguru ou vão ficar com pena e desistir de provar essa iguaria.

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Não vi nenhum tubarão, água-viva ou aranha, mas essa viagem oferece a oportunidade de interagir com outros animais exóticos. Por exemplo, preste atenção em qualquer pedra perto do mar na Nova Zelândia porque certamente terá um leão-marinho tomando sol. Se alguma foca resolver te dar um beijo, prepare-se para sentir cosquinha com aqueles bigodões. E uma verdade talvez um pouco chocante: coalas fedem. São muito fofos, muito lindos, mas têm um cheiro característico nada agradável. Por isso não repare se o sorriso dos turistas nas fotos sair meio amarelo: eles estão prendendo a respiração nesse momento, pode acreditar.

211319baiadaesperancaMas voltando aos livros, em Baía da Esperança, a personagem principal da história, Liza McCullen, ganha a vida levando os turistas da região fictícia de Silver Bay, na Austrália, para observar golfinhos e baleias. E a filha dela, Hannah, é apaixonada pelos animais e sonha em interagir mais de perto com eles. Silver Bay me lembrou muito de Kaikoura, na Nova Zelândia, uma pequena cidade na ilha sul que também tem como principal atividade o passeio de barcos para observar golfinhos, focas e baleias. E como os turistas não são bobos e têm o mesmo desejo da Hannah, também é possível mergulhar com os golfinhos selvagens. Então lá fomos nós entrar num barquinho que não parava de balançar enquanto enfrentava as ondas e seguia para alto-mar. Mergulhamos numa água congelante e logo fomos rodeados por inúmeros golfinhos que nadavam, brincavam e pulavam. E ainda era preciso fazer barulhos, porque isso atrai os animais na sua direção. Pelo menos era embaixo d’água e ninguém nos via pagando esse mico.

Saí da Nova Zelândia e fui direto para Cairns, no norte da Austrália, conhecer a tão sonhada Grande Barreira de Corais (afinal, quem viu Procurando Nemo e não sonha em ir lá?), mas São Pedro não quis colaborar e eu cheguei bem no início da temporada de tempestades. Como deu tudo errado, decidi voltar para Sydney e dirigir até Coffs Harbour (um grande destino de férias no país, segundo Jojo Moyes), onde mergulhei com golfinhos resgatados para curar minha tristeza por não ter conhecido Dory e seus amigos. Mas a estrada até lá não era permeada por lanchonetes e postos de gasolina como no Brasil, só havia floresta em volta e algumas placas com desenhos de bichinhos, que eu considerava um detalhe fofo até entender que nesses locais era preciso reduzir a velocidade, pois as placas demarcavam os habitats dos animais. E eu só descobri isso quando de repente, numa estrada vazia no meio da noite, dois cangurus gigantescos passaram tranquilamente bem na frente do nosso carro. Então, dica valiosa: placas com desenhos bonitinhos significam “diminua a velocidade e não morra atropelado pelos bichos”.

Colecionei inúmeros momentos inesquecíveis nessa viagem e é justamente isso que os livros proporcionam: conhecimento, cultura e histórias memoráveis. Viajar é uma das melhores coisas da vida. Ler também. E depois de ir até o outro lado do mundo e voltar, de uma coisa eu tenho certeza: Jojo Moyes e Liane Moriarty são duas das melhores autoras da atualidade, que ambientam suas histórias num dos lugares mais fantásticos do planeta, nos permitem descobrir um novo mundo e, o melhor, nos identificar com ele. E ainda nos proporcionam a chance de vivenciar tudo isso sem ter que entrar no mar gelado para ver golfinhos ou correr o risco de ser atropelado por cangurus selvagens. Só vi vantagens.

*Nina Lopes é editora assistente no setor de ficção da Editora Intrínseca e é dessas que se apaixonam pelos personagens dos livros que lê.

testeTrecho de Baía da Esperança

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Baía da Esperança, quinto livro de Jojo Moyes, ganha agora uma nova edição relançada pela Intrínseca. O romance conta a vida da melancólica e reservada Liza McCullen seis anos depois de ter saído da Inglaterra. Liza é responsável por um barco de observação de baleias e golfinhos em Silver Bay, na Austrália, onde também administra com a tia, Kathleen, o Hotel Baía da Esperança, que já viu dias melhores.

Hospedado no hotel de Liza, Mike Dormer está lá a negócios: depende dele o pontapé inicial do projeto de um resort de luxo. Enquanto sua noiva, em Londres, finaliza os planos do casamento, Mike tem de conseguir a licença para a construção do empreendimento, algo que terá profundo impacto na fauna de Silver Bay e consequências drásticas para a vida dos moradores, inclusive a de Liza, que guarda um grande segredo e correrá perigo caso precise se mudar dali.

Quando o mundo de Mike e Liza colidem, eles precisam encarar os próprios medos para salvar o que amam.  O livro chega às livrarias a partir de 8 de abril.

Leia um trecho:

Meu nome é Kathleen Whittier Mostyn e, aos dezessete anos, fiquei famosa por pescar o maior tubarão já visto em Nova Gales do Sul: um tubarão-cinza de olhar tão malvado que, dias depois de ser colocado em exposição, ainda passava a impressão de querer me rasgar ao meio. Isso foi na época em que Silver Bay era totalmente dedicada à pesca esportiva, então, durante três semanas inteiras, não se falou de outra coisa além daquele tubarão. Um repórter veio de Newcastle e tirou uma foto minha, em pé ao lado do bicho (sou a que está de maiô). Na fotografia, o tubarão é muito mais alto que eu, e olhe que o fotógrafo me obrigara a colocar salto alto.

O que se vê é uma garota alta, bastante sisuda, mais bonita do que era de se supor, de ombros muito largos, para desespero de sua mãe, e com uma cintura tão fina que nunca precisou de espartilho, de tanto enrolar molinete e curvar o corpo com a vara de pescar. Ali estou eu, sem conseguir disfarçar meu orgulho, ainda sem saber que ficaria vinculada àquele animal pelo resto dos meus dias, como se fôssemos casados. Não dá para ver que ele estava suspenso por dois cabos que meu pai e seu sócio, o Sr. Brent Newhaven, seguravam. Puxá-lo para a terra havia distendido vários tendões do meu ombro direito, e, quando o fotógrafo chegou, eu sequer seria capaz de levantar uma xícara de chá, muito menos um tubarão.

Mesmo assim, aquilo bastou para consolidar minha reputação. Fiquei conhecida durante anos como a Garota do Tubarão, mesmo quando deixei de ser jovem. Minha irmã Norah sempre brincava dizendo que, considerando minha aparência naquele dia, deviam ter me chamado de Ouriço-do-mar. Mas meu pai sempre disse que foi o meu sucesso que salvou o Hotel Baía da Esperança. Dois dias depois de publicada aquela foto no jornal, estávamos com todos os quartos ocupados, e assim continuamos até a ala oeste do hotel pegar fogo, em 1962. Os homens vinham porque queriam bater meu recorde. Ou por presumirem que, se uma garota podia fisgar um animal daqueles, ora essa, o que um pescador de verdade não seria capaz de conseguir? Alguns apareciam para me pedir em casamento, mas meu pai sempre disse que era capaz de farejar esses caras antes que chegassem a Port Stephens e os despachava de volta. As mulheres surgiam porque, até então, nunca haviam pensado que pudessem capturar alguma coisa na pesca esportiva, muito menos competir com os homens. E as famílias vinham porque Silver Bay, com sua baía protegida, suas dunas intermináveis e suas águas claras, era um ótimo lugar para visitar.

O recorde ainda é meu. Está registrado num daqueles livros enormes que vendem aos milhões, mesmo que nunca tenhamos conhecido alguém que os compre. Os editores fazem a gentileza de me ligar, de vez em quando, para me informar que meu nome será incluído por mais um ano. Ocasionalmente, as crianças das escolas locais passam aqui para me dizer que viram meu nome em um livro na biblioteca, e sempre finjo surpresa, só para deixá-las felizes.

Não digo isto para me gabar, ou porque, para uma mulher de setenta e seis anos, é boa a sensação de um dia ter feito algo notável, mas porque, quando alguém está cercado por tantos segredos como eu, é bom dizer as coisas abertamente, algumas vezes.

testeLançamentos de abril

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Eu sou o Peregrino, de Terry HayesUma mulher é brutalmente assassinada em um hotel decadente de Manhattan, seus traços dissolvidos em ácido. Um pai é decapitado em praça pública sob o sol escaldante da Arábia Saudita. Na Síria, um especialista em biotecnologia tem os olhos arrancados ainda vivo. Restos humanos ardem em brasas na cordilheira Hindu Kush, no Afeganistão. Uma conspiração perfeita, arquitetada para cometer um crime terrível contra a humanidade, e apenas uma pessoa é capaz de descobrir o ponto exato em que todas essas histórias se cruzam.

Romance de estreia do renomado roteirista britânico Terry Hayes (Mad Max 2 e Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão), Eu sou o Peregrino é uma narrativa ágil, com ritmo alucinante, cujos personagens são construídos de forma primorosa em toda a sua complexidade psicológica. Uma jornada épica e imprevisível contra um inimigo implacável. [Leia +]

 

O amor segundo Buenos Aires, de Fernando Scheller — Com largas avenidas, cafés em estilo europeu e bairros charmosamente decadentes, Buenos Aires é o lugar perfeito para histórias de amor inesquecíveis. A capital argentina é cenário e, ao mesmo tempo, personagem do primeiro romance de Fernando Scheller, repórter do jornal O Estado de S. Paulo que já passou pelas redações de Gazeta do Povo, TV Globo e Deutsche Welle, na Alemanha.

É por amor que Hugo deixa o Brasil rumo à capital argentina. Embora o relacionamento com Leonor não sobreviva, seu fascínio pela cidade resiste à dor da separação e à descoberta de que sofre de uma grave doença. Hugo cria laços com o arquiteto Eduardo e com a comissária de bordo Carolina, que evidenciam o poder regenerador das amizades verdadeiras. Ele se reaproxima de seu pai, Pedro, que troca a rotina de um casamento desgastado por uma vida em que é possível encontrar profundos afetos. [Leia +]

Em O amor segundo Buenos Aires, Scheller oferece a cada personagem a chance de narrar suas escolhas e percepções sobre diferentes formas de amor, como entre pai e filho, um homem e uma mulher, dois homens e também entre amigos.

Leia as colunas de Fernando Scheller no blog

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Alucinadamente feliz: Um livro engraçado sobre coisas horríveis, de Jenny Lawson Longe de ser uma pessoa comum, Jenny Lawson se considera uma colecionadora de transtornos mentais: depressão altamente funcional com transtorno de ansiedade grave, depressão clínica moderada, distúrbio de automutilação brando, transtorno de personalidade esquiva e um ocasional transtorno de despersonalização, além de tricotilomania (que é a compulsão de arrancar os cabelos). Por essa perspectiva, sua vida pode parecer um fardo insustentável. Mas não é.

Após receber a notícia da morte prematura de mais um amigo, Jenny decide não se deixar levar pela depressão e resolve revidar com intensidade, lutando para ser alucinadamente feliz. Mesmo ciente de que às vezes pode acabar uma semana inteira sem energia para se levantar da cama, ela resolve que criará para si o maior número possível de experiências hilárias e ridículas a fim de encontrar o caminho de volta à sanidade. [Leia +]

 

É isso que eu faço: Uma vida de amor e guerra, de Lynsey Addario — Após os atentados de 11 de Setembro, a fotojornalista Lynsey Addario foi chamada para cobrir a invasão americana ao Afeganistão. Nesse momento, ela fez uma escolha que se repetiria muitas vezes depois: abrir mão do conforto e da previsibilidade a fim de correr o mundo confrontando com sua câmera as mais duras verdades.

As imagens captadas pelas lentes de Lynsey parecem buscar sempre um propósito maior. No livro, ela retrata os afegãos antes e depois do regime talibã, os cidadãos vitimados pela guerra e os insurgentes no Iraque, expõe a cultura de violência contra a mulher no Congo e narra a ocasião do próprio sequestro, orquestrado pelas forças pró-Kadafi durante a guerra civil na Líbia.

Apesar da presumível bravura, Lynsey não é de todo destemida. Do medo, ela tira o olhar de empatia essencial à profissão. Quando entrevista vítimas de estupro, fotografa um soldado alvejado em combate ou documenta a trágica vida das crianças famintas na Somália, é essa empatia que nos transporta para os lugares onde ela esteve, e então começamos a entender como o ímpeto de retratar a verdade triunfa sobre o terror. [Leia +]

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A agenda antiplanos, de Keri Smith — Com espaços sem data e distribuídos aleatoriamente para você fazer um resumo do mês que desejar, o novo projeto da autora de Destrua este diário funciona como um diário criativo, que vai ajudar o leitor a estruturar os pensamentos de uma forma nada limitada nem previsível.

A agenda antiplanos parte do princípio de que a busca pela organização e pelo perfeccionismo, tão exaltada na cultura moderna, é na verdade um grande empecilho ao processo criativo. O estilo, a forma e a proposta pouco convencional do livro entretêm e levam à reflexão. Capturando momentos e estados de espírito, ele convida o leitor a controlar menos e experimentar mais, a deixar de levar tudo tão a sério e, simplesmente, viver. E o principal: a se divertir! [Leia +]

 

Baía da Esperança, de Jojo Moyes No quinto romance da autora de Como eu era antes de você, a melancólica e reservada Liza McCullen é a responsável por um barco de observação de baleias e golfinhos em Silver Bay, na Austrália, onde também administra com a tia o Hotel Baía da Esperança, que já viu dias melhores.

Hospedado no hotel de Liza, Mike Dormer está lá a negócios: depende dele o pontapé inicial do projeto de um resort de luxo. Enquanto sua noiva, em Londres, finaliza os planos do casamento, Mike tem de conseguir a licença para a construção do empreendimento, algo que terá profundo impacto na fauna de Silver Bay e consequências drásticas para a vida dos moradores.

Quando o mundo de Mike e Liza colidem de forma irremediável, eles precisam encarar os próprios medos para salvar o que amam. Com personagens cativantes em um cenário encantador, Baía da Esperança é um romance comovente e irresistível, repleto do humor e da generosidade que marcam as obras de Jojo Moyes.

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O mistério do mapa (volume 1 da série Poptropica), de Kory Merritt e Jack Chabert — Quando decidiram embarcar em um passeio de balão, Oliver, Mya e Jorge nunca poderiam imaginar que acabariam caindo em uma ilha desconhecida habitada por animais exóticos e uma horda de vikings raivosos. Bem-vindo a Poptropica: um arquipélago completamente fora dos mapas, cuja existência é mantida em segredo do restante do mundo.

Neste primeiro volume da história, inspirada no jogo infantil educativo on-line, os três amigos encontram um mapa mágico e se aventuram em uma perigosa jornada para tentar encontrar o caminho de volta para casa. Porém, os habitantes da ilha — incluindo o assustador líder dos vikings, Erik, o Vermelho — estão nos calcanhares deles, e Octavian, o capitão do balão, responsável por estarem presos naquela ilha, quer seu mapa de volta. Será que Oliver, Mya e Jorge vão conseguir fugir das garras dos sanguinários vikings e encontrar um jeito de escapar da ilha e de Octavian? [Leia +]

 

Solteirona: O direito de escolher a própria vida, de Kate Bolick — “Com quem se casar e quando: essas duas questões definem a existência de toda mulher”, provoca a autora logo no início de Solteirona. Em uma análise inteligente e bem-vinda dos prazeres e possibilidades de ficar solteira, a jornalista e crítica cultural Kate Bolick parte da própria experiência para ponderar o porquê de mais de cem milhões de americanas hoje preferirem ficar solteiras.

No livro, Bolick também apresenta um elenco de personalidades femininas do último século que, pela genialidade e determinação, são inspirações para sua escolha: a colunista Neith Boyce, a ensaísta Maeve Brennan, a visionária social Charlotte Perkins Gilman, a poeta Edna St. Vincent Millay e a escritora Edith Wharton. Ao destacar a trajetória nada convencional dessas mulheres, Bolick faz lembrar quão atemporal é o dilema a respeito de se casar e ter filhos e levanta uma pauta ainda mais crucial nessa discussão: o direito da mulher de escolher a própria vida. [Leia +]

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