testeLeitura obrigatória para amantes de biografias, Agassi ganha uma nova edição

Uma das autobiografias mais importantes dos últimos anos está de volta às livrarias! A partir de 12 de agosto, Agassi – Uma autobiografia retorna em uma nova edição.

Durante toda a sua carreira, Andre Agassi foi uma figura icônica por sua personalidade rebelde e seu estilo único – com seu cabelo comprido e brincos, o tenista protagonizou cenas curiosas e participou ativamente de vários casos relacionados a outras personalidades da cultura pop.

A autobiografia do esportista releva bastidores de sua trajetória dentro e fora das quadras, com detalhes de sua ascensão e queda, seu relacionamento com Barbra Streisand, Brooke Shields e Stefanie Graf, culminando em sua épica campanha no Roland Garros em 1999, onde quebrou o recorde ao ser o tenista mais velho a se tornar o número 1 do mundo.

Uma história inspiradora de sucesso, superação, esforço e amor, Agassi é leitura obrigatória para todos que apreciam uma grande biografia.

testeLivro de memórias de Hannah Gadsby será publicado pela Intrínseca em 2019

Depois de Nanette, stand-up que virou fenômeno na Netflix, Hannah Gadsby trabalha em Ten steps to Nanette, livro de memórias que reúne momentos engraçados e sombrios de sua vida e expande sua biografia ao contar histórias que ficaram de fora do espetáculo.

A Intrínseca lançará o livro em 2019.

testeAs extraordinárias memórias do vocalista do Iron Maiden

Show do Iron Maiden em Fortaleza (Fonte)

O Iron Maiden é uma das maiores bandas de todos os tempos e continua lotando shows em todo mundo mesmo depois de 40 anos na estrada. Para milhões de fãs, essa trajetória de sucesso está diretamente associada a um nome e uma voz: Bruce Dickinson, vocalista do grupo há 30 anos.

Não apenas um frontman lendário, Bruce é um homem focado em aprender novas habilidades. Ao longo de sua vida, ele acumulou diversos talentos. É piloto e empreendedor da aviação, cervejeiro, palestrante, roteirista, escritor com dois livros publicados, apresentador de rádio, ator de TV e exímio esgrimista – ou seja, o Iron Maiden é apenas parte de sua rotina.

Conhecido por ser reservado sobre sua vida pessoal, Bruce compartilha em sua autobiografia detalhes de suas memórias extraordinárias, desde eventos marcantes de sua infância até a recente batalha contra um câncer na garganta. Com bastidores e curiosidades inéditos e dois encartes de fotos, o livro foi escrito à mão por Bruce em sete cadernos ao longo de dois anos de turnês. Leitura indispensável para fãs de música e amantes de biografias ou de trajetórias inspiradoras.

testeUm navegar impreciso com Moby

Lembranças de uma antiga relação, iniciada por fax e terminada em Porcelain

Por Carlos Albuquerque*

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Cidade de Nova York, 1989 (Foto: Julie Hermelin)

Avistei Moby pela primeira vez em 1995. Era uma época de navegações rudimentares. Tanto era que conversamos por fax — sugestão do próprio artista, para que não precisasse ouvir sua “voz irritante” — numa entrevista para o “Rio Fanzine”, publicado no Segundo Caderno, do jornal O Globo.  Naquela época — quando os Mamonas Assassinas estouravam em todo o Brasil e o ex-jogador de futebol americano O. J. Simpson era absolvido da acusação de assassinato da ex-mulher e de um amigo, após um célebre julgamento —, Moby era visto por nós, eu e Tom Leão, que editávamos a seção, como uma espécie de ponta de lança do som eletrônico, aquele que, vindo dos subterrâneos, iria se apossar da rebeldia associada ao rock e transformar o mundo.  Esquecemos, claro, de avisar ao mainstream, mas isso foi outra história.

Era o tempo de Everything Is Wrong — um álbum grandioso, eufórico, libertário —, e Moby revelou-se um entrevistado divertido e sagaz, mesmo num papo engessado como aquele. Elogiou Kate Bush, confirmou sua paixão pelo seriado Twin Peaks (cujo tema foi incluído no seu primeiro hit, “Go”, de 1990) e ironizou Eric Clapton (“Não confio em homens que tocam guitarra e usam ternos Armani com uma camiseta”).

A segunda visão foi mais perto, em 1996, num dos grandes templos da música, o mitológico teatro Fillmore, em San Francisco, que recebe o público com uma cesta de maçãs frescas, resquício do passado hippie da cidade californiana. Era a turnê do desafiador álbum Animal Rights, considerado um suicídio comercial, já que deixava para trás o som digital e abraçava a estética punk rock. No palco, Moby — parente distante do escritor Herman Melville, autor do clássico Moby Dick — brilhou mais do que os majestosos candelabros que decoram o local, com uma apresentação explosiva. Para usar uma expressão ancestral, foi o bicho.

A terceira e derradeira aparição foi a mais próxima, um contato imediato nos bastidores do V Festival, em Chelmsford, Inglaterra, no ano 2000. Por conta do crescente sucesso do álbum Play, lançado no ano anterior, e que venderia mais de 10 milhões de cópias, Moby era um dos destaques do evento, ao lado de Paul Weller, Richard Ashcroft, Supergrass e Leftfield. Encontrei-o tomando sol, em pé, perto de uma das mesas da área de alimentação dos artistas. Com o auxílio poderoso de uma Guinness, afoguei a timidez, fui até ele e me apresentei. Apertamos as mãos, falamos algumas coisas irrelevantes sobre o festival e ele perguntou sobre a blusa que eu estava usando. Quando disse que era de uma banda de hardcore do Rio (Ack), Moby sorriu e falou que gostava muito do Hüsker Dü (eu também!). Antes de me despedir, completei o mico tirando uma foto com ele. No final do século passado, selfies eram chamadas de fotos. Simples assim.

Proposta_Porcelain pMas tive a impressão de que só ficamos realmente próximos 16 anos depois, quando atravessei, suavemente, as 400 e tantas páginas de Porcelain. A partir do doce balanço de “Love Hangover”, de Diana Ross, música-chave de suas agridoces memórias, acompanhei Moby numa turbulenta e ainda assim divertida jornada no tempo, de volta à Nova York dos anos 1990, nos primórdios da dance music nos Estados Unidos, quando o êxtase das raves (“Uma grande festa de drogas”, diz alguém no livro) e dos chamados club kids estava prestes a ser confrontado pela repressão do prefeito Rudy Giuliani (que comandou a cidade entre 1994 e 2001), com sua política de tolerância zero.

Através do seu relato — sereno, irônico, sarcástico, autodepreciativo  e extremamente honesto —, senti a dureza e o cheiro de espírito juvenil, misturado com mofo, de seus tempos morando numa fábrica abandonada em Connecticut. Vibrei com suas primeiras performances como DJ, mas também sofri quando esbarrou na agulha e estragou um improviso do rapper Darryl McDaniels, do Run DMC, numa noite no Mars, clube onde era residente.  Curti seu fortuito encontro com Madonna, numa noite de pista vazia, e tive a mesma melancolia quando viu um dos únicos presentes, o próprio O. J. Simpson (antes do crime), virar as costas e ir embora. Por empatia, quase enjoei com suas constantes bebedeiras e flertes com alteradores de consciência.

Presenciei outros encontros — como aquele com o DJ brasileiro Carlos Soul Slinger, pioneiro do som jungle em NY —, testemunhei suas primeiras gravações e seu primeiro contrato com uma gravadora. Acompanhei sua inquietação após o sucesso de “Go”, as tretas com Aphex Twin durante uma turnê e as primeiras viagens à Europa. Fiquei por dentro de sua crise de identidade na época de Animal Rights e também achei surreal o recado deixado por Axl Rose na sua secretária eletrônica, dizendo que tinha amado o disco e que costumava ouvir “Alone”, enquanto dirigia pelas ruas de Los Angeles de madrugada.

Quando virei a última página de Porcelain, concluído justamente após o sucesso de Play, em 1999, tive vontade de agradecer a companhia do meu amigo imaginário, vegetariano convicto, cristão autônomo, ambientalista dedicado, defensor dos direitos dos animais e improvável astro do rock. E fui lá reler aquele nosso primeiro papo, publicado no jornal O Globo (por fax, comentei isso?). No fim da entrevista, sorri com a sintética previsão que Moby, hoje com 50 anos, morando, sossegado, em Los Angeles, fazia sobre o próprio futuro:

— Usar uma peruca.

>> Leia um trecho de Porcelain

>> Ouça a playlist de Porcelain feita por Moby

Carlos Albuquerque é um dos mais renomados jornalistas de música e cultura do país. Trabalhou por mais de 25 anos no jornal O Globo, onde coordenou a cultuada seção “Rio Fanzine”, ao lado de Tom Leão, e editou a coluna “Transcultura” (com Bruno Natal, Alice Sant’Anna, Fabiano Moreira e Carol Luck). Revelou nomes como Ed Motta, O Rappa e Skank. Participou da cobertura de festivais como Tribal Gathering (Inglaterra), Hollywood Rock, Lollapalooza, Rock in Rio (a partir da segunda edição), Sónar Barcelona e eventos como a Red Bull Music Academy, em Tóquio. Entrevistou centenas de artistas, entre eles Paul McCartney, Mick Jagger, Eric Clapton e Kate Bush, além de personalidades, como o ex-vice presidente americano Al Gore. É autor do livro O eterno verão do reggae (Editora 34) e coautor de Rio Fanzine – 18 anos de cultura alternativa (Editora Record).

testeRevivendo o passado através de O árabe do futuro

Por José Messias*

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Trecho de “O árabe do futuro”

Carl Sagan, astrofísico e divulgador científico, certa vez afirmou que “é preciso conhecer o passado para compreender o presente”. Dita em seu programa de TV, Cosmos, de 1980, a frase poderia muito bem servir de premissa para O árabe do futuro, autobiografia em quadrinhos de Riad Sattouf. Filho de pai sírio que se mudou para Paris para cursar o doutorado na Sorbonne, o artista francês de apenas 37 anos poderia ser considerado precoce por lançar uma biografia nessa idade (Justin Bieber à parte, claro). Poderia, não fosse a potência e a relevância de seu relato, que aborda algo mais do que o choque cultural de ter saído da Europa aos dois anos para morar com a família primeiro na Líbia e depois na Síria.

Pelo olhar de uma criança, relações familiares, religião, ideologia e política ganham contornos mais palpáveis. Tal qual Sagan ao traduzir para o grande público a ciência avançada na série Cosmos – que tinha o peculiar subtítulo “uma viagem pessoal”–, o quadrinista, ao empreender uma jornada a priori extremamente particular, acaba revelando aspectos pouco explorados de um mundo polarizado. História em quadrinhos com H maiúsculo.

capa_arabe do futuro_miniatura_blogSatouff, como alude o título de seu livro, fala de um futuro que nunca se concretizou. No primeiro volume dos três que compõem a autobiografia, ele coloca em contexto fatos históricos da Líbia e da Síria para contar sua vida. A narrativa apresenta sua visão do mundo árabe a partir da infância dividida entre duas culturas, ou melhor, entre diversos contrastes político-culturais: Ocidente e Oriente, religião e secularismo, democracia e totalitarismo, tradição e reforma, entre outros. O interessante é notar como muitas dessas definições vão sendo inteligentemente questionadas/desconstruídas, ou pelo menos debatidas, pelo viés da inocência e da relativa pureza da ótica infantil.

Materializado pelo conceito de pan-arabismo, que prega a união dos povos árabes, e pelas ditaduras que governavam a Líbia e a Síria desde os anos 1960 – respectivamente, a do recém-deposto (e morto) Muamar Kadafi e a de Hafez al-Assad, pai do atual presidente Bashar al-Assad –, a ideia de um árabe do futuro teria em seu cerne a educação, o progresso e até certo afastamento do islamismo tradicionalista (rígido, mas não necessariamente fundamentalista). Com certa ironia, Sattouf aponta como governos hoje considerados tirânicos surgiram como uma proposta de renovação ou reforma.

Em suas memórias, os golpes de Estado, a pobreza e a escassez de recursos dos países em que viveu e o bullying que sofria dos primos misturam-se às lembranças da primeira visita de sua avó, dos amigos que fez e das brincadeiras do período, nem sempre tão inocentes. Cada uma com seu grau de felicidade e de angústia. Como toda criança.

Através do olhar do menino Riad, é possível ver como o estranhamento dos valores e costumes daquele que apesar de distante também era seu povo, sua família, vai dando lugar à aceitação, com ajuda do pai, seu ídolo, e dos poucos mas estimados amigos. Mesmo que a adaptação possa ser conturbada. E até brutal.

link-externoLeia também: Riad Sattouf participa da Flip 2015

 

Nem todas as tradições são ruins

Em termos literários, O árabe do futuro pode ser colocado facilmente num contexto maior, inserido entre as obras que quebram barreiras de gênero ou definições arbitrárias do mercado, como “público-alvo”. Afinal, já passou e muito o tempo em que ainda se acreditava que quadrinho é coisa de criança.

De um lado, estão os mangás japoneses e os blockbusters inspirados em revistas em quadrinhos, como Os Vingadores, que mostram como essa indústria movimenta bilhões de dólares anualmente e gera lucros astronômicos com vendas e licenciamento, atingindo públicos de todas as idades. De outro, temos obras como Um contrato com Deus, de Will Eisner (que, lançada em 1978, apresentou para o grande público o conceito de graphic novel), responsáveis por pensar o formato como meio de expressão mais artística e comprovar o potencial do gênero para narrativas sem capas esvoaçantes ou superpoderes.

O termo graphic novel, aliás, surgiu nos Estados Unidos justamente como uma resposta ao inadequado comic book (e sua abreviação comics), considerado por pesquisadores e entusiastas como Richard Kyle uma herança das tiras de jornal, as comic strips, que teriam o humor como elemento principal. Vale ressaltar que trabalhos pioneiros de autores brasileiros como Laerte Coutinho, Lourenço Mutarelli e dos gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá têm desafiado essas definições reducionistas, sendo chamadas de tiras livres por pesquisadores como Paulo Ramos.

No campo literário, há ainda Maus, na qual o norte-americano Art Spiegelman retrata a vida de seu pai, um judeu polonês, durante o Holocausto. A obra foi a primeira do gênero a ganhar o prêmio Pulitzer. Sobre o Oriente Médio, não há como deixar de mencionar o trabalho de Joe Sacco, com suas reportagens investigativas em quadrinhos sobre o conflito entre Palestina e Israel. Com Palestina, de 1996, Sacco foi agraciado com o American Book Award.

Embora a polêmica ocorra principalmente em países anglófonos, essa discussão influencia a forma como o gênero é visto e, principalmente, o imaginário a seu respeito, dentro e fora dos Estados Unidos. Em lugar de proporcionar a unificação em torno do termo graphic novel (romance gráfico) – mais preciso e sem a estigmatização do humor como essência –, a comunidade acadêmica e a opinião pública acabaram por atribuí-lo a um tipo específico de quadrinhos, voltado para o público adulto (como os trabalhos de Eisner) e, sobretudo, de narrativa fechada, mesmo que serializada. Acaba-se por recriar a mesma mentalidade reducionista: comics, os super-heróis, são pra crianças, graphic novels são pra adultos.

Curiosamente, o termo também se ramificou, gerando correlatos como graphic storytelling (narrativa gráfica). Além disso, quando o meio se desenvolveu e atingiu certo prestígio por causa de seus realizadores, acabou sendo reconhecido como arte, gerando novas definições, como nona arte e arte sequencial. Ainda assim, existe certo preciosismo em torno desses termos que novamente são apenas relegados a um tipo específico de quadrinhos (adultos, poéticos, filosóficos, políticos etc.).

O potencial expressivo dos quadrinhos, seja como arte, reportagem jornalística ou crítica cultural, vem sendo explorado de formas inovadoras desde o surgimento do meio. No entanto, sendo historicamente identificados como entretenimento, sobretudo para o público infantil, os quadrinhos acabam sofrendo ora com certo preconceito de parte do público ora com o protecionismo de estudiosos e de parte do mercado, o que pode afastar leitores em potencial.

Daí a importância de obras como O árabe do futuro que em sua relativa simplicidade são capazes de pôr em perspectiva nossa visão de mundo e de balançar algumas ideias pré-concebidas. E no final das contas, é isso que deve contar na hora de escolher uma próxima leitura.

link-externoLeia um trecho de O árabe do futuro

 

José Messias é doutorando em Comunicação pela ECO/UFRJ e mestre na mesma área pelo PPGCom/Uerj. O tema de sua dissertação foram as representações de herói presentes nas histórias em quadrinhos estadunidenses e japonesas, com um estudo de caso sobre Superman, Batman, Samurai X e Vagabond. Possui artigos científicos publicados em periódicos tanto sobre quadrinhos, representação e imaginário quanto sobre videogames, pirataria e cognição, seu atual tema de estudo. Também é um dos editores e redator do site Iluminerds.

testeUma vida dedicada ao estilo

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Betty Halbreich por Mike McGregor/Getty Images

Se você não é muito ligado no mundo da moda, pode nunca ter ouvido falar em Betty Halbreich. Mas guarde a informação: Betty é muito mais que um ícone fashion. Com 86 anos, a elegante senhora trabalha como personal shopper há quatro décadas na Bergdorf Goodman, uma das lojas mais sofisticadas e charmosas de Nova York.

Além de vestir mulheres anônimas, Betty é conhecida por escolher os looks de celebridades como Meryl Streep e Sarah Jessica Parker e colaborar para programas como Sex and the City e filmes de Woody Allen. No entanto, apesar de todo o glamour, sua vida nem sempre foi fácil.

Capa_Umbrindeaisso_webAntes de se tornar um dos maiores nomes da moda, Betty passou por momentos delicados. Traições, separação e até uma tentativa de suicídio são algumas das situações reveladas em Um brinde a isso, livro que reúne suas memórias como pioneira no serviço de compras personalizadas. Meticulosa e engraçada, ela conta como deu a volta por cima e teve coragem de buscar a independência em um período no qual a maioria das mulheres não trabalhava fora de casa.

link-externoLeia um trecho de Um brinde a isso

A fascinante trajetória de Betty também será adaptada para a TV por ninguém menos que Lena Dunham, criadora, roteirista, diretora e protagonista da série Girls e autora de Não sou uma dessas. A atração ainda não tem data de estreia.

link-externoA voz que faltava: confira o perfil de Lena Dunham

Betty Halbreich e Lena Dunham

Betty Halbreich e Lena Dunham por Joe Schildhorn/BFA

testeCourtney Love em livro

Com atitudes controversas, nos palcos e nos bastidores, dona de uma língua ferina, reconhecida por sua inteligência e humor sagazes, Courtney Love, que esteve recentemente no Brasil para um show de sua banda Hole, prepara o que promete ser uma autobiografia bombástica. Escrita em parceria com o jornalista Anthony Bozza, ghostwriter da biografia do ex-guitarrista do Guns N’ Roses Slash, a obra revelará detalhes da vida conturbada da viúva de Kurt Cobain e do cenário pop/rock dos Estados Unidos dos anos 1990. O título, que ainda não tem previsão de lançamento, terá edição brasileira da Intrínseca.