testeSete livros sobre diferentes tipos de amizade

Uma das coisas mais preciosas da vida é ter amigos. Seja para compartilhar os bons momentos, para chorar depois de um término, para unir forças, dividir segredos ou até criar teorias revolucionárias, a amizade merece ser celebrada!

Preparamos uma lista com sete livros que falam sobre diferentes tipos de amizade:

O segundo suspiro — O livro conta a emocionante e inusitada amizade entre dois homens com vidas totalmente diferentes.

Philippe, um executivo de sucesso e herdeiro de tradicionais famílias francesas, sofre um grave acidente e fica tetraplégico. Desanimado com a vida, ele busca um assistente para ajudá-lo e conhece Abdel depois de muitas entrevistas. Divertido, desinibido e com muito bom humor, Abdel transforma o difícil dia a dia de Philippe e constrói uma das mais lindas amizades.

A obra deu origem ao filme Intocáveis, com Omar Sy e François Cluzet.

 

Extraordinário — Não existe livro mais emocionante e que fale de amizade de uma forma tão delicada!

Com muitas frases inesquecíveis e personagens cativantes, Extraordinário lembra a importância de ser gentil, de enxergar além das aparências e de se colocar no lugar do outro.

A obra de R. J. Palacio foi adaptada para os cinemas e estreia no Brasil em 23 de novembro.

 

Pequenas grandes mentiras — A importância de ter mulheres unidas, amigas e que se ajudam!

No romance de Liane Moriarty, autora de O segredo do meu marido e Até que a culpa nos separe, conhecemos três mulheres diferentes que se tornam amigas porque os filhos estudam na mesma turma do jardim de infância. Apesar dos segredos que guardam, elas acabam construindo uma amizade capaz de suportar grandes revelações.

O livro virou uma minissérie da HBO, que está concorrendo ao Emmy em 16 categorias.  

 

O projeto desfazer É possível fazer amigos em ambientes improváveis, como o meio acadêmico, e desenvolver teorias revolucionárias!

Em seu novo livro, Michael Lewis mostra a parceria de Daniel Kahneman e Amos Tversky, psicólogos israelenses. Os dois têm perfis muito diferentes.  Kahneman é introvertido e inseguro, enquanto Amos Tversky é extrovertido e atlético, mas juntos eles foram capazes de criar uma das mais importantes teorias de economia comportamental, que mudou áreas como economia, direito, esporte e medicina.

 

Pax — Tem amizade mais sincera que a de um bichinho de estimação que cresceu com você?

Com importantes lições sobre amizade e crescimento, a autora Sara Pennypacker emociona o leitor desde a primeira página, contando ainda com lindas ilustrações de Jon Klassen.

Peter e sua raposa, Pax, são inseparáveis desde que ele a resgatou, órfã, ainda filhote. Um dia, o pai do menino vai servir na guerra e o obriga a devolver Pax à natureza. A separação vai fazer Peter repensar seus atos e sentimentos e tomar uma atitude corajosa mas muito arriscada.

Uma linda história sobre lealdade e amor!

 

Antes que eu vá — Às vezes é preciso mais de uma chance para descobrir o que realmente importa.

Samantha e suas amigas têm uma vida privilegiada. São populares no colégio, namoram os caras mais gatos e estão sempre nas melhores festas.  Mas essa vida perfeita chega ao fim numa sexta-feira, 12 de fevereiro: a data vai se repetir sete vezes, para Samantha entender o verdadeiro valor das coisas.

 

Cidades de papelJohn Green emociona mais uma vez ao contar uma história sobre amadurecimento e valorização da amizade.

Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que, certo dia, ela invade o quarto dele pela janela, convocando-o a fazer parte de um plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Porém, no dia seguinte, Margo desaparece, e resta a Quentin seguir as pistas para descobrir quem ela é de verdade. 

testeAntes que eu vá ou 7 chances para descobrir o que realmente importa

Sexta-feira, dia 12 de fevereiro. Como todos os outros dias, Samantha Kingston acorda cedo para o colégio. No carro, ela e as três amigas inseparáveis dividem cafés, donuts, músicas e as últimas fofocas. A não ser pelo fato de que Sam pretende perder a virgindade com seu namorado, esse parece ser um dia igual a todos os outros.

O que ela ainda não sabe é que vai morrer exatamente naquela noite. E muito menos que esse dia se repetirá sete vezes.

Essa é a trama de Antes que eu vá, romance de Lauren Oliver que chega em maio aos cinemas brasileiros. Protagonizado por Zoey Deutch (Vampire Academy), o filme estreou no Festival de Sundance arrancando elogios de toda a imprensa: esse não é um drama adolescente comum.

Samantha e suas amigas parecem ter tudo: são as mais populares do colégio, ficam com os caras mais gatos, frequentam as melhores festas e gostam de testar seus limites. Mas, ao morrer pela primeira vez, Samantha não vê os melhores momentos de sua vida passando como um filme. Sua última lembrança é uma imagem estranha, uma dica de que talvez ela não saiba mais quem realmente é.

Dia após dia, Sam tem sete chances para descobrir não só quem se tornou, mas também quem são suas amigas. Quais segredos elas escondem? Por que se sentem tão bem em menosprezar os outros alunos do colégio? E, acima de tudo, o que (ou quem) é de fato importante em sua vida.

Uma coisa é certa sobre a história criada por Lauren Oliver: prepare-se para sete “segundas chances” intensas — em algumas vezes extremamente divertidas, em outras, para lá de melancólicas. Festas, beijos, brigas e muitas descobertas — feitas tanto pela protagonista quanto pelos leitores.

Dirigido por Ry Russo-Young, o filme inspirado no livro Antes que eu vá conta com a participação de Halston Sage (Lindsay), Kian Lawley (Rob), Logan Miller (Kent), Cynthy Wu (Ally), Elena Kampouris (Juliet Sykes) e Medalion Rahimi (Elody) no elenco.

Enquanto isso, confira aqui um trecho do livro e a playlist criada por Lauren Oliver para embalar a leitura.

testeO que Extraordinário e Pax têm em comum?

Por Sheila Louzada*

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A gente já sabia que ia amar Pax desde que o título surgiu aqui na editora, mas, confesso, eu não esperava que fosse tão bom assim. A história do menino e sua raposa de estimação que se veem separados por uma guerra vai além do conto de amizade e lealdade, permitindo momentos de fofura e leveza mas também levantando vários questionamentos.

A sensação de encantamento com doses de aperto no coração nos lembrou muito um outro queridinho nosso, Extraordinário. (Se você ainda não leu, sério, vai logo providenciar o seu.) Auggie Pullman, o menino com grave deformidade facial que vai frequentar a escola pela primeira vez, tem muitas coisas em comum com Peter, o menino que sai em busca de sua raposa (o Pax) em uma jornada de quase quinhentos quilômetros.

Embora, ao contrário de Pax, Extraordinário tenha recortes temporal e espacial bem definidos, ambos são histórias universais, que mostram crianças diante de grandes desafios. Vou aproveitar a temática e comparar os dois no melhor estilo Charlotte (um conto fofíssimo de Auggie & eu): com uns diagramas de Venn.

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Segundo Charlotte, diagramas de Venn “são muito úteis para explicar muitas coisas”.

Em Pax, Peter é obrigado a devolver sua raposa de estimação à natureza quando o pai vai lutar na guerra e o deixa na casa do avô. Mas, chegando lá, ele repensa o que fez e decide voltar em busca do amigo, custe o que custar. O livro alterna as perspectivas dos dois. Nos capítulos do Pax, ele se vê na natureza pela primeira vez e começa a descobrir coisas fantásticas. Eu posso correr! Eu posso nadar! Caramba, existem outras raposas no mundo! Nos capítulos do Peter, às vezes dava vontade de virar para ele e falar: Você e o Auggie deviam ser amigos! Trocar experiências, jogar videogame… E o Auggie ia adorar mais um amigo, porque o Auggie é muito simpático e aberto a novas amizades.

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Reparem que Peter e Pax também têm muito em comum, não é à toa que eles se dão bem!

É interessante notar as diferenças entre os desafios que os dois personagens enfrentam: enquanto Auggie sofre com algo totalmente externo — a questão da aparência —, Peter lida com um pequeno vulcão que está dentro de si mesmo, uma luta que só ele sabe que está acontecendo.

É claro, o problema do Auggie envolve questões mais graves, já que ele passou por diversas cirurgias e ainda sofre com algumas limitações motoras, mas, deixando de lado por ora a questão da proporção, os “obstáculos externos” proporcionam a vantagem e a desvantagem da percepção imediata. Logo que o vê, a pessoa é levada a uma reação, seja de empatia ou repulsa (é raro ser indiferente). Ela entende que tem alguma coisa acontecendo ali. Auggie sabe que em todo ambiente novo ele vai se deparar com olhares de surpresa, desconforto ou piedade; em boa parte do tempo, ele vai ser tratado de forma diferente, e não há como evitar isso.

E Peter? Peter não tem mãe, mas, fugindo ao óbvio, não é essa a questão que a autora mais explora na formação da personalidade dele, e sim a luta que ele trava internamente contra a própria natureza. Peter herdou do pai a ferocidade. “As mãos estavam sempre fechadas com força, como se ele torcesse para que alguma coisa o fizesse explodir.” O menino reconhece em si mesmo esse risco constante de, como diz, “entrar em curto-circuito”; de entrar em erupção e acabar ferindo as pessoas à sua volta. Mas ele se recusa a tomar posse dessa herança. Por ter crescido sofrendo as dores de ter que estar sempre pisando em ovos, ele tem medo de ferir as pessoas que ama como o pai o feriu. E, nessa luta invisível, o único que vai reconhecer seu esforço é ele mesmo. O mundo lá fora precisa de explicações, e explicar o que acontece dentro da gente não é tarefa fácil.

Por isso, a cada dia precisamos nos lembrar daquele velho preceito:

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>> Leia um trecho de Pax

 

Sheila Louzada faz parte da equipe de literatura infantojuvenil da Intrínseca e nunca teve raposas nem gatos nem cachorros. Tem um pato de borracha chamado Tofu.

testeMas esse livro é sobre o quê, mesmo?

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Toda vez que escrevo um livro, a pergunta que mais me ocorre ao longo do processo, muitas vezes até quase o fim, é: “Mas esse livro é sobre o quê, mesmo?” Pode parecer absurdo, e talvez seja, considerando que o simples fato de estar envolvido pela história já deveria pressupor uma resposta “na lata”, como costuma dizer minha filha mais velha. Mas é provável que o leitor se faça a mesma pergunta, e acho importante eu ter plena ciência do que se trata aquilo. Dizem, inclusive, que, se o escritor conseguir responder em apenas uma palavra, tudo estará a bom caminho de ser perfeito.

Surpreendente! é sobre…?”. Minha resposta, na lata: amizade. Poderia ser cinema, mas descobri, ao longo do tempo, que cinema era apenas o pano de fundo. Se fosse somente sobre isso, seria mais eficiente tentar um tratado cheio de dados a respeito de algum aspecto da sétima arte — e adianto aqui minha incompetência para tal.

Em Surpreendente!, eu estava em crise com minhas amizades por culpa de uma ferramenta dos infernos criada supostamente para aproximar as pessoas, mas que tem sido pródiga em afastá-las: as redes sociais. Tentei, então, contar uma história de amizade que fosse além das redes. A amizade da estrada, do projeto conjunto, do sonho sonhado a oito mãos; do curtir com uma risada, não com um clique; do compartilhar a emoção com uma palavra, não com outro clique. Por fim, do comentário olho no olho, não escondido por detrás de uma tela de computador.

A resposta à questão sobre do que trata a nova história, entretanto, não terá a força de uma única palavra, mas de duas: felicidade e tristeza. Como diria Vinicius de Moraes, em seu belo “Samba da Benção”: “É melhor ser alegre que ser triste, a alegria é a melhor coisa que existe. A tristeza tem sempre uma esperança de um dia não ser mais triste, não.”

Nos dias atuais, ando tendo debates profundos — comigo mesmo e entre cada nascer do sol — sobre esta dicotomia felicidade-tristeza. Elas podem ser medidas? Quanto de razão é capaz de influir na certeza de eu dizer que sou feliz ou triste? O que pode me trazer momentos genuínos de felicidade? E de tristeza? São perguntas difíceis.

Acho que ontem vivi momentos felizes e hoje acordei de alma leve: recebi a notícia de um amigo que saiu do hospital depois de dias de luta; fui ao show do Iron Maiden, duas horas cravadas de energia e congregação entre milhares de pessoas que estavam ali só para celebrar a emoção de assistir ao vivo a alguém fazendo aquilo que fez parte de suas vidas; e, ao entrar em casa de madrugada, encontrei minha filha pequena dormindo de boca aberta, vestida com uma de minhas camisas.

Se, em meio a tantos bombardeios de tristeza que têm atingido os territórios que frequento, eu tiver a sorte de ser agraciado com pílulas de felicidade assim, não precisarei me fazer mais tantas vezes aquela pergunta do título. Se Deus quiser, tampouco os leitores.

testeAmigos

(Fonte: Unsplash)

(Fonte: Unsplash)

Entre os presentes que alguém pode ganhar ao longo da vida, um amigo é certamente um dos mais valiosos. Não digo “um bom amigo” porque soaria como pleonasmo. Amizade, em essência, já é boa. Não tem preço. O amigo abre mão, abre as mãos e os braços, segura as pontas, solta o riso e prende junto a respiração. Amigo não pergunta antes “por quê” nem “onde”. Muito menos “quando”. Pode até fazer essas perguntas depois, mas já será tarde demais e ele estará envolvido até o pescoço. Amigo não tem hora, não tem tempo ruim. E, se o tempo fechar, ele vai oferecer abrigo, café forte, abraço, suor, ombro, punhos, cotovelos e até chutes.

Amigo sugere juntar uma galera para bater no barbeiro que cortou seu cabelo. Não se furta a dizer que o corte ficou péssimo, mesmo que tenha ficado bom. Abre sua geladeira, pega a última cerveja e você nem se abala. Liga de madrugada, bêbado, para contar um sonho sem pé nem cabeça, e você não hesita em mandá-lo dormir. Diz, com a maior naturalidade, que você fez burrada num negócio. Xinga e elogia suas atitudes na mesma frase. E o ama de um jeito que só você sabe, mesmo que jamais vá pronunciar as famosas três palavras.

Não há níveis intermediários de amizade; não existe meio amigo. Ou é, ou não é. Se não for, deve ser rebaixado à categoria de conhecido ou colega. Arrisco-me aqui a cometer uma heresia e sugerir uma fórmula para medi-la: amizade = palavras certas + ações concretas + olhares sinceros + conselhos oportunos + perdão + disponibilidade + confiança – julgamentos. Tudo isso elevado ao quadrado.

Nas palavras de Francis Bacon, “a falta de amigos faz com que o mundo pareça um deserto”. Basta um para que o silêncio do deserto interior e exterior seja quebrado. Nesse caso, sinto-me privilegiado, pois tenho uma quantidade gigantesca de amigos. Dá quase para contar nos dedos das duas mãos!

Surpreendente!, em sua mais pura essência, trata de amizade. Acho que aprendi um bocado durante a escrita. Não só por ter me envolvido com os sentimentos dos quatro personagens e experimentado — através de seus olhos — momentos puros de alegria, mas também por perceber que, ironia do destino, durante a concepção do livro, afastei-me dos amigos. Quando me dei conta, estava colocando os pés naquele deserto quente de Bacon. E esta foi a maior lição aprendida: nada do que você faça, por mais mágico que pareça aos seus olhos ou aos olhos dos outros, justifica deixar de lado seus amigos.

Eles, contudo, são amigos e não se abalaram. Fui xingado um monte, pedi perdão e demos muitas gargalhadas.

Amigo sempre entende.

testeDos amores

A amizade, um dos amores mais sábios. (via)

A amizade, um dos amores mais sábios. (fonte)

Amar alguém não é entender uma pessoa. A compreensão está bem mais perto da amizade — que é um tipo de amor, claro, mas que não guarda a ânsia do amor.

Existem, porém, amores profundos, atávicos — filhos, amantes, certas pessoas da família a quem queremos especialmente bem —, os quais, por mais fortes que sejam, passam muito longe da compreensão. A gente ama e fim. Temos que lidar com a enormidade abstrata desse afeto.

Passamos a vida cuidando dos nossos amores, daqueles verdadeiramente importantes para nós. Com o correr do tempo, na maioria dos casos, vemos que eles precisam de coisas muitas vezes inalcançáveis, e que estas coisas — sonhos, projetos, ambições — podem não nos dizer absolutamente nada. Porque o amor não nos torna iguais. Existem amores intrínsecos, que levamos pela vida afora, como um fardo, uma alegria, uma dor, uma saudade…

Quase nunca podemos compreender as pessoas mais próximas a nós, assim como o que temos para lhes oferecer nem sempre é o que elas realmente querem. A vida é difícil. As relações sentimentais são cheias de arestas, que espetam aqui e ali. Deveríamos, no entanto, esquecer essa necessidade de satisfazer ao outro, entendê-lo e esmiuçá-lo. Poderíamos então abrir mão de que o objeto amado seja igual a nós.

Seria muito mais bonito querer as pessoas que nos são importantes com um amor mais simples, mais sóbrio, que humildemente dispensasse a necessidade da compreensão.

 

testeDia do amigo

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Vocês já sentiram vergonha de um amigo? Acham que a distância pode atrapalhar uma amizade?

plutaoChristopher é o melhor amigo de Auggie, o garoto de feições incomuns do romance Extraordinário, de R. J. Palacio. Como costuma acontecer com todos os amigos de verdade, eles já tiveram bons e maus momentos. Os dois se conhecem desde os seus primeiros dias de vida e compartilharam as brincadeiras e as descobertas da infância. Mas nem tudo foi tão simples.

Com uma narrativa que se alterna entre o passado e o presente dos dois amigos, Plutão, uma história publicada exclusivamente em e-book, acompanha Chris em um dia especialmente complicado e nos faz refletir sobre o verdadeiro valor da amizade.

Os questionamentos de Chris são muito parecidos com os de qualquer um de nós, por isso convidamos nossos parceiros para uma conversa sobre amizade e para uma ação especial sobre Plutão.

Confira as resenhas e os vídeos:

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