testeOs últimos dias de nossos pais

Por Joël Dicker
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Escrevi Os últimos dias de nossos pais em 2009, quando tinha 24 anos. Naquela época, eu estava terminando a faculdade de direito, mas queria me tornar escritor. Em 2010, inscrevi o manuscrito do livro no Prêmio dos Escritores de Genebra, que a cada três anos recebe textos inéditos de ficção. Para minha surpresa, ganhei o prêmio e, em seguida, recebi de uma editora suíça a proposta de publicar o livro. Após seu lançamento na França, em 2012, a obra foi agraciada com uma menção especial do Prêmio Literário do Exército ‒ Erwan Bergot.

Os últimos dias de nossos pais conta a história pouco conhecida do surgimento da Executiva de Operações Especiais (SOE), uma seção do serviço secreto britânico criada durante a Segunda Guerra Mundial. Winston Churchill teve a ideia de recrutar membros para a SOE diretamente dos países onde desejava se infiltrar. Então, levou esses jovens até a Inglaterra, onde passaram por um treinamento intensivo, antes de mandá-los de volta aos territórios ocupados para atuarem despercebidos.

link-externoLeia um trecho da obra 

A narrativa acompanha a vida de diversos recrutas. Em um primeiro momento, quando são apenas desconhecidos que seguem juntos para o treinamento no interior da Inglaterra, e, depois, quando se separam para executar suas missões individualmente. São homens cujas vidas se unem pelo sentimento de amizade e pelo desejo comum de liberdade e de um mundo justo.

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Fico feliz que Os últimos dias de nossos pais tenha chegado aos meus leitores brasileiros. Estou ansioso para saber suas impressões e opiniões sobre o livro!

Leia também:
Entrevista com Neill Lochary, autor de Brasil: os frutos da guerra
Conheça o vencedor do Pulitzer Anthony Doerr

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Toda luz que não podemos ver , de Anthony Doerr — Marie-Laure, cega aos seis anos, vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural. Na Alemanha, o órfão e curioso Werner se encanta pelo rádio. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Anthony Doerr constrói um tocante romance sobre o que há além do mudo visível.

Os filhos de Anansi, de Neil Gaiman  –  Embrenhando-se no território da mitologia africana, a narrativa de Neil Gaiman leva o leitor a mergulhar nessa história fantástica e bem-humorada sobre relações familiares, profecias terríveis e divindades vingativas. Obra clássica do autor, Os filhos de Anansi ganha nova edição com conteúdo extra e orelha assinada por Fábio Moon.

Brasil: os frutos da guerra, de Neill Lochery – Neste livro, o historiador Neill Lochery revela a história do envolvimento do Brasil na Segunda Guerra Mundial, mostrando como a habilidade política e o oportunismo econômico de Getúlio Vargas e sua equipe transformaram o país numa potência regional graças ao conflito.

Léxico, de Max Barry  –  Eleito por veículos como o jornal The New York Times e pela revista Time como um dos melhores livros de 2013, o último romance de Max Barry, autor de Homem-Máquina, constrói uma trama sombria em que uma organização treina jovens talentosos para controlar a mente e o comportamento das pessoas usando o poder das palavras.

Os últimos dias de nossos pais, de Joël Dicker –  O primeiro romance do autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert aborda a criação e a verdadeira, porém desconhecida, história da SOE (Executiva de Operações Especiais). Dicker mostra como um serviço composto em sua maioria por amadores tornou-se uma das peças-chaves da Segunda Guerra Mundial. O autor relata um feito pouco conhecido da Resistência francesa e ao mesmo tempo constrói uma história com uma profunda reflexão sobre o ser humano e suas fraquezas.

link-externo Leia também: A verdade sobre Joël Dicker

Frank Einstein e o motor antimatéria (Série Frank Einstein – Vol. 1), de Jon Scieszka –  Frank Einstein é um gênio mirim. Klink é uma inteligência artificial automontada e Klank é uma inteligência artificial praticamente automontada. Juntos, eles constroem um motor antimatéria. Seus planos de ganhar o Prêmio de Ciências de Midville parecem estar garantidos… Até que entra em cena T. Edison, o colega de classe e arqui-inimigo de Frank.

Yaqui Delgado quer quebrar a sua cara, de Meg Medina –   Piddy Sanchez acaba de mudar de escola quando uma garota surge de repente em seu caminho e avisa: Yaqui Delgado quer quebrar a sua cara. Filha de uma imigrante cubana, Piddy vive só com a mãe nos Estados Unidos. Ela nem faz ideia de quem seja Yaqui, mas está prestes a descobrir da pior maneira. O importante agora é sobreviver.

Isto não é um livro, de Keri Smith O que é um livro? –  Para Keri Smith, criadora de Destrua este diário e Termine este livro, essa pergunta pode ter várias respostas: pode ser uma mensagem secreta, um equipamento de gravação, um desafio… Em Isto não é um livro, ela nos faz questionar o que é esse objeto e como lidamos com ele.

testeJoël Dicker: “Por que escrever?

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Mais do que um romance policial ou de mistério, A verdade sobre o caso Harry Quebert é um livro sobre escritores e a arte da escrita. Quem afirmou isso foi o autor da obra, Joël Dicker, durante coletiva com a imprensa em Paraty, na Flip 2014.

– Eu já tinha escrito cinco livros e publicado apenas um. Foi quando me perguntei: “O que me leva a escrever?” Aí decidi fazer um livro a respeito disso – revelou Dicker.

Antes de mergulhar na história de Marcus Goldman e seu mentor, Harry Quebert, Dicker conta que procurava adequar seus livros às regras do mercado literário. Ele acreditava, por exemplo, que uma obra com mais de 200 páginas estaria fadada ao fracasso.

– Me diziam que não era possível vender um livro assim. As pessoas perderiam o interesse ao ver o número de páginas. Quando comecei a história sobre o Harry Quebert, não pensei em fazer isso para ter uma obra impressa. Fiz porque achei divertido, porque os personagens me instigavam e a história me dava prazer. Só depois pensei em como faria para tentar publicá-lo.

Dicker disse ainda que só ouvia falar do Brasil em feiras literárias internacionais e ficou impressionado com a recepção que teve ao chegar aqui.

– As editoras com que tratei lá fora parecem animadas com um ou outro lançamento. Já por aqui, na Intrínseca, vi uma empolgação com uma série de títulos diferentes. Os leitores também me parecem bastante engajados. Estou gostando muito de tudo isso.

 

testePergunte a Joël Dicker

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Os leitores brasileiros terão a oportunidade de conversar com Joël Dicker, autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert, em um chat especial no Facebook, no dia 29 de julho ao meio-dia. A dinâmica é simples: os participantes deverão comentar no post e o autor responderá aos comentários. Para compreender as perguntas, ele usará a ferramenta de tradução do Facebook.

Os interessados devem fazer suas perguntas sobre A verdade sobre o caso Harry Quebert e o processo de criação do autor. Vale ressaltar que serão aceitas somente perguntas relacionadas ao livro A verdade sobre o caso Harry Quebert.

Os participantes que fizerem as 5 melhores perguntas de acordo com a organização do chat ganharão um exemplar autografado de A verdade sobre o caso Harry Quebert.

Serão desclassificados comentários com conteúdos obscenos e que estiverem fora das regras de ortografia e gramática. A equipe da Intrínseca selecionará apenas as perguntas mais criativas e que estiverem de acordo com o assunto.

 

testeParaty, paraíso dos escritores

Em A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Joël Dicker, o protagonista Marcus Goldman é um jovem escritor que viaja para a pequena cidade litorânea de Aurora para tentar superar um bloqueio criativo. Assim como a localidade fictícia, Paraty é uma cidade à beira-mar, com belas paisagens que inspiram qualquer escritor que esteja sofrendo uma crise de criatividade. Listamos algumas paisagens que poderiam inspirar Marcus a escrever um novo romance, caso ele viesse à Festa Literária Internacional de Paraty.

 Saco de Mamanguá
Saco do Mamanguá

Praia do Cachadaço
Praia do Cachadaço

Praia do Sono
Praia do sono

Praia da Lula
Praia da Lula

Cachoeira do Tobogã
Cachoeira do TobogãCachoeira da Pedra Branca
Cachoeira da Pedra Branca

Praia Vermelha
Praia VermelhaCentro Histórico
Paraty Centro Histórico
Pouso da Cajaíba
Pouso da Cajaíba

Ilha do pelado
ilha do pelado

 

 

 

 

testeMichael Pollan e Joël Dicker na Flip 2014

Dicker e Pollan

O escritor suíço Joël Dicker, autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert, e o ensaísta norte-americano Michael Pollan, que lança Cozinhar, são estrelas da 12ª Festa Literária Internacional de Paraty. Veja abaixo dias e horários das participações de cada um no evento.

Mesa 3: Fabulação e mistério
Participantes: Joël Dicker e Eleanor Catton
Data: 31 de julho
Mediação: José Luiz Passos
Horário: 17h15

Mesa 6: A mesa com Michael Pollan
Participante: Michael Pollan
Data: 1º de agosto
Horário: 12h

Mesa 20: Livro de cabeceira
Participantes: Joël Dicker, Andrew Solomon, Eduardo Viveiros de Castro, Etgar Keret, Fernanda Torres, Graciela Mochkofsky, Juan Villoro e Marcelo Rubens Paiva
Data: 3 de agosto
Horário: 16h

Confira a programação completa da Flip 2014, que acontece entre 30 de julho e 3 de agosto.

 

 

 

 

testeRegulamento para o concurso cultural “#QualÉAPágina?”

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Trechos selecionados do livro A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Joël Dicker, serão divulgados no Twitter da Intrínseca em um formato de concurso cultural. Os participantes precisam adivinhar em que página do livro está o trecho.

Mecânica: Serão selecionados três trechos do livro, e uma vez ao dia será divulgado um tuíte acompanhado da hashtag “#QualÉAPágina?”. A ação ocorrerá durante os dias 16, 17 e 18 de julho. Os resultados de cada dia serão divulgados no Blog da Intrínseca.

Como participar: Basta seguir o perfil da Intrínseca no Twitter (@intrinseca) e tuitar as hashtags  #AVerdadeSobreOCasoHarryQuebert + #QualÉAPágina? citando o número da página referente ao trecho do dia.

O que o leitor vai ganhar: Os cinco primeiros que tuitarem a resposta correta no dia terão direito a um livro da Intrínseca de sua escolha e um exemplar de A verdade sobre o caso Harry Quebert. Abrimos uma exceção e nos dias 17 e 18 de julho serão contemplados os dez primeiros que tuitarem a resposta correta no dia.

Serão desclassificados os tuítes com conteúdos obscenos e que estiverem fora das regras de ortografia e gramática. Apenas ganhadores residentes em território brasileiro serão contemplados.

Os ganhadores deverão entrar em contato pelo e-mail imprensa@editoraintrinseca.com.br em até sete dias úteis contando da data de divulgação do resultado, informando seus endereços completos. A entrega dos kits será realizada em até 30 dias úteis após a divulgação do resultado.

Resultados do dia 16 de julho:

Tuíte:

“Era um homem que eu nunca vi vacilar: carismático, seguro, cuja presença emanava uma autoridade natural.”

Resposta: página 27

Os cinco primeiros que acertaram: , . , ,

 

Resultados do dia 17 de julho:

Tuíte:

“Ela então apareceu, num vestido azul com lantejoulas que a fazia cintilar.”

Resposta: página 122.

Os dez primeiros que acertaram: 

testeLIÇÕES DE HARRY QUEBERT

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Em A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Joël Dicker, o personagem do título é um escritor que alcançou o sucesso com a publicação de seu segundo romance. Para seu protegido, o também escritor Marcus Goldman, ele reserva 31 lições sobre como escrever um livro. Os preceitos são dosados com fina ironia, e o leitor só entenderá ao fim do livro. Listamos alguns conselhos:

“O primeiro capítulo, Marcus, é essencial. Se os leitores não gostarem dele, não vão ler o resto do livro.”

“Escreva apenas ficção. O resto só lhe trará problemas.”

“Se um dia tiver dúvidas sobre o que está empreendendo, saia e vá correr. Corra até perder o juízo: sentirá nascer em você a fúria do triunfo.”

“Escrever ou lutar boxe é praticamente a mesma coisa. Um livro é uma batalha.”

“Quando tiver uma ideia, em vez de transformá-la imediatamente num de seus contos ilegíveis e publicá-lo (…), guarde-a no fundo da alma para permitir-lhe que amadureça. Deve impedi-la de sair, deixe-a crescer dentro de você até sentir que o momento chegou.”

“A vida é uma longa queda, Marcus. O mais importante é saber cair.”

“Escrever um livro é como amar alguém: pode acabar sendo muito doloroso.”

“Aprenda a gostar de seus fracassos.”

“Não escreva para ser lido: escreva para ser entendido.”

“O perigo dos livros, meu caro Marcus, é que às vezes você pode perder o controle sobre eles. Publicar significa que o que você escreveu tão solitariamente de repente escapa-lhe das mãos e vai se diluir no espaço público. Perder o controle do próprio livro é uma catástrofe.”

“Quem ousa vence.”

Em 30 de agosto de 1975, Nola desapareceu sem deixar vestígios. A última pessoa que a viu foi assassinada após avisar à polícia que a garota estava sendo perseguida na floresta por um homem. As investigações não apontaram nenhum suspeito e o caso permaneceu sem conclusão. Trinta e três anos depois, o corpo de Nola é subitamente descoberto no jardim do romancista Harry Quebert, enterrado com o original do livro que o consagrou. Harry alega inocência e cabe a seu protegido, o também escritor Marcus Goldman, tentar salvar seu mentor.

testeA VERDADE SOBRE JOËL DICKER

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Joël Dicker nasceu em Genebra, cidade no oeste da Suíça. Foi criado em uma família tradicional judaica. Filho de uma bibliotecária e de um professor de francês, começou cedo a se interessar pelo mundo das letras. Aos 10 anos, influenciado pelas Aventuras de Tintim, desenvolvia pequenos cartoons para distribuir entre os amigos, além de um fanzine sobre natureza, La Gazette des Animaux. Hoje, o autor ― de apenas 28 anos — é comparado a grandes nomes da literatura mundial, como Vladimir Nabokov e Philip Roth. Ele conta que, durante a faculdade, escrevia um livro por ano. Depois de se formar, percebeu que a vida profissional lhe tiraria o tempo para se dedicar à escrita. Decidiu então abandonar o emprego no Parlamento de Genebra para se tornar escritor em tempo integral.

Não demorou muito para a coragem do rapaz dar resultados. Em 2010, ele levou para casa o Prix des Écrivains Genevois ― prêmio suíço destinado a manuscritos inéditos ― pelo romance Les dernier jours de nos pères (que também será publicado no Brasil pela Intrínseca). O romance narra a história pouco conhecida da SOE, ramificação do Serviço Secreto de Inteligência Britânico, criado durante a Segunda Guerra Mundial por Winston Churchill. O livro foi publicado dois anos após receber o prêmio.

Nesse período, Joël leu e releu as críticas que recebeu, aperfeiçoou a linguagem e partiu para um novo romance. “Durante o processo de criação do primeiro livro, percebi que o meu maior erro como escritor era que eu não me permitia reler e reescrever o texto. Enquanto escrevia A verdade sobre o caso Harry Quebert, mudei tudo três ou quatro vezes. No começo, era uma história sobre o relacionamento de dois escritores, não tinha assassinato,” contou o escritor ao jornal britânico The Guardian.

Em alguns casos a realidade imita a ficção: “Todo mundo falava do livro” é a primeira frase de A verdade sobre o caso Harry Quebert. Parece uma profecia que se cumpriu. Desde o lançamento, em 2012, a obra vendeu mais de 1 milhão de cópias apenas na França. Virou fenômeno mundial, teve os direitos de publicação vendidos para mais de 45 países e rendeu ao autor o Grande Prêmio de Romance da Academia Francesa. Tem mais: estúdios de cinema já estão considerando uma possível adaptação do livro para as telas. Se fosse o diretor de elenco, Joël disse que escolheria Dianna Agron (do seriado Glee) para o papel de Nola, e Ryan Gosling e Clint Eastwood para interpretar Marcus e Harry, respectivamente.

Em A verdade sobre o caso Harry Quebert, somos transportados para uma pacata cidade no coração da Nova Inglaterra. “Desde os quatro anos passei quase todas as férias na Nova Inglaterra, especialmente no Maine. A ideia de ambientar o romance nos Estados Unidos foi natural. Era meu sexto livro e, após ter situado os outros na Europa, quis mudar o cenário. E também era meu primeiro romance escrito em primeira pessoa. Situar a trama na Nova Inglaterra permitiu-me certa credibilidade, sem cair na ficção autobiográfica, o que aconteceria se colocasse meu protagonista em Genebra”, disse Dicker ao site Publishers Weekly.

A obra tem sido comparada com a cultuada série de televisão Twin Peaks, de David Lynch, em que ninguém é o que aparenta ser. No decorrer de quase 600 páginas, todos os moradores da pequena cidade de Aurora são colocados em xeque. No desenrolar de uma investigação policial, vêm à tona as escolhas sentimentais de pessoas que, por uma razão ou por outra, abandonaram sonhos e ambições, e reflexões sobre a ideia do sucesso, que pode assustar mais do que o fracasso.

testeCarta do editor

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Caro leitor,

Há muito tempo não leio uma ficção estrangeira como esta. A verdade sobre o caso Harry Quebert é um livro tão especial que não me contive, vim lhes avisar: não há nada parecido. Vou tentar explicar sem entregar detalhes. Há uma investigação, um crime cometido há mais de 30 anos, uma história de amor, lições sobre como escrever um romance, críticas ao mercado livreiro e a solução do caso, inimaginável, que talvez já não seja o mais importante. Não revelarei mais nada, para não estragar o prazer da descoberta dessa leitura surpreendente.

Sucesso absoluto na Europa, a obra do suíço Joël Dicker possui a rara qualidade de aliar sucesso comercial ao prestígio junto à crítica literária. A verdade sobre o caso Harry Quebert vendeu mais de 1,2 milhão de cópias na França em pouco mais de um ano, ganhou o Grande Prêmio da Academia Francesa e foi finalista do Prêmio Goncourt, um dos mais importantes do continente europeu. Na Suíça, superou em duas vezes e meia a venda registrada por Harry Potter, na Itália e na Espanha, desbancou Inferno, de Dan Brown, do topo da lista de mais vendidos. Nossa edição chega às livrarias no mesmo mês em que são publicadas as versões do Reino Unido e dos Estados Unidos.

Se você acompanha nossas publicações desde muito jovem, se porventura emocionou-se com a pequena sobrevivente que ganhou o respeito da Morte em A menina que roubava livros, ou com a amizade de Dex e Em em Um dia; se compreendeu e passou a amar a história antiga com as séries mitológicas de Rick Riordan e hoje mergulha no período mais sombrio da história recente do Brasil com a obra de Elio Gaspari; se o amor de Gus pela vida e por Hazel o fez chorar em A culpa é das estrelas, e ficou extasiado com a revolucionária construção narrativa da vencedora do Prêmio Pulitzer de Ficção em 2011, Jennifer Egan — se sua experiência com algum livro o marcou e você quer repetir essa sensação, leia A verdade sobre o caso Harry Quebert. É um livro da Intrínseca. Diferente de tudo que você já leu.

Boa leitura!

Jorge Oakim