testeLançamentos de janeiro

 

O primeiro mês de 2019 chegou com lançamentos incríveis!

O desaparecimento de Stephanie Mailer, de Joël Dicker

No novo livro do premiado Joël Dicker – autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert –, acompanhamos a vida dos moradores de Orphea, uma pacata cidade balneária nos Hamptons. Em 1994, um crime terrível acontece: o prefeito e sua família são brutalmente assassinados.

Vinte anos depois, Jesse Rosenberg, um dos policiais responsáveis pela resolução dos homicídios, está prestes a se aposentar quando a jornalista Stephanie Mailer afirma que houve um gravíssimo erro na investigação. Poucos dias depois, ela desaparece misteriosamente.

O desaparecimento de Stephanie Mailer foi escolhido para ser o primeiro livro do intrínsecos e as intrigas e reviravoltas da obra conquistaram os assinantes do clube! Leia um trecho. 

 

Trilogia Verão, de Jenny Han

Todas as férias de verão, Belly deixa sua vida monótona na cidade e vai com a família para Cousins Beach. Mas esse verão na casa de praia parece diferente dos anteriores. Agora, ela está mais confiante e Conrad e Jeremiah, os filhos da melhor amiga de sua mãe, estão olhando para ela de uma outra maneira. À medida que os anos passam, Belly sabe que precisará escolher entre os dois e só tem uma certeza: vai partir o coração de um deles.

Primeiros romances jovens da autora de Para todos os garotos que já amei, O verão que mudou minha vida, Sem você não é verão e Sempre teremos o verão são relançados pela Intrínseca com tradução e capas inéditas.   

 

Boy Erased: Uma verdade anulada, de Garrad Conley

Por ter crescido na comunidade religiosa de uma cidade pequena, Garrard viveu em conflito com a própria sexualidade por anos. Quando um colega de faculdade expõe o segredo para seus pais, ele é forçado a entrar em um programa de conversão sexual que promete “reverter” sua homossexualidade. Enquanto frequenta o programa, Garrard reflete sobre sua relação com os pais, sua fé e os acontecimentos que o levaram até ali.

A emocionante história real foi adaptada para o cinema com direção de Joel Edgerton e com Nicole Kidman, Russell Crowe e Lucas Hegdes no elenco. O livro já está disponível nas livrarias com uma linda sobrecapa do filme, que está cotado para disputar o Oscar!

 

Misbehaving, de Richard H. Thaler

Em Misbehaving, o ganhador do Nobel Richard H. Thales remonta à origem da economia comportamental – disciplina que ajudou a criar e tem se mostrado fundamental para aqueles que desejam se conectar com o futuro do pensamento econômico.

A obra revela como o estudo da imprevisibilidade humana pode ser útil para nossas vidas, negócios e governos, transformando assim a forma como pensamos sobre nós mesmos e o mundo. –

Misbehaving chega às livrarias a partir de 22 de janeiro.

testeCrimes, mistérios e intrigas: conheça o novo livro de Joël Dicker

O novo livro do premiado escritor suíço Joël Dicker – autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert – chega às livrarias no dia 9 de janeiro com uma legião de fãs!

Em O desaparecimento de Stephanie Mailer, acompanhamos a vida dos moradores de Orphea, uma pequena e pacata cidade balneária nos Hamptons. Na noite de estreia do primeiro Festival de Teatro da cidade, em 1994, um crime terrível acontece: o prefeito e sua família são brutalmente assassinados, assim como outra moradora da região, testemunha do crime.

Vinte anos depois, Jesse Rosenberg, um dos policiais responsáveis pela resolução do homicídio, está prestes a se aposentar quando a jornalista Stephanie Mailer afirma que houve um gravíssimo erro na investigação. Poucos dias depois, ela desaparece misteriosamente.

Com diversas reviravoltas e intrigas, a obra foi escolhida para ser o primeiro livro do intrínsecos! Vários leitores já tiveram o prazer de conhecer todos os segredos e mistérios de Orphea e compartilharam um pouco do que sentiram durante a leitura.

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testeA verdade sobre a família de Marcus Goldman

Por João Lourenço*

A primeira coisa que me chamou a atenção no novo livro do suíço Joël Dicker foi o título: O livro dos Baltimore. Fiquei intrigado, pois passei uma boa temporada naquela que é conhecida como a cidade mais charmosa dos Estados Unidos. Embora esteja localizada a apenas 30 minutos de trem da capital do país, Baltimore é a típica metrópole com cara de cidade do interior. Lá, a cena artística é diversa e já revelou nomes importantes do showbusiness norte-americano, como o cineasta John Waters (Pink Flamingos), o ator Edward Norton (Clube da Luta) e Matthew Weiner, criador da série de TV Mad Men. Em relação à literatura, Baltimore foi berço do autor Edgar Allan Poe. A cidade também serviu de cenário para o filme O Silêncio dos Inocentes (1991), protagonizado pelo terrível Dr. Hannibal Lecter. 

Para o escritor Marcus Goldman, personagem que já tinha nos conquistado em A verdade sobre o caso Harry Quebert, Baltimore representa um lugar divino e intocável, afinal, era lá que ele passava as férias e os feriados ao lado dos tios e dos primos. A família de Marcus foi dividida, pelos avós, entre os Goldman-de-Montclair e os Goldman-de-Baltimore ­­– sendo que os últimos sempre foram alvo de inveja e admiração do resto da família. Em O livro dos Baltimore, Marcus está de volta para recontar e tentar entender os passos que levaram ao declínio dessa família quase perfeita. Por meio de recordações e pesquisa, Marcus disseca a história dos Goldman-de-Baltimore para entender e fazer as pazes com o que ele chama de “Drama”: evento que mudou para sempre a vida dos tios e primos. Mas antes de chegar ao Drama, somos levados a habitar o universo de uma rica família norte-americana. 

Enquanto Marcus vive a rotina de uma típica família de classe média, em Nova Jersey, os Goldman-de-Baltimore moram em uma mansão rodeada de seguranças e com tudo que o dinheiro pode comprar. Os Goldman ilustram o ideal do sonho americano e Marcus passa a infância almejando ser como um deles. Saul, o patriarca da família, é um advogado famoso que nunca perdeu um caso; Anita é chefe da ala de oncologia de um dos hospitais mais renomados do país; Hillel é o filho prodígio do casal e, por isso, alvo de ataques diários dos colegas na escola. A vida dos Goldman muda com a chegada de Woody, um menino forte e encantador que ajuda Hillel a se livrar das brigas. Woody, abandonado pelos pais, acaba indo morar com os Goldman e, ao lado de Hillel e Marcus, forma a Gangue dos Baltimore. Os três se tratam como irmãos, dividindo sonhos e aventuras entre propriedades luxuosas nos Hamptons e na Flórida.

Pausa. Nenhuma família poderia ser tão perfeita e pequenas pistas sobre o Drama são oferecidas no decorrer do livro. Joël Dicker repete a fórmula de sucesso do livro anterior e constrói outro suspense de tirar o fôlego. Às vezes, fiquei dividido entre “salvar” o romance para o dia seguinte ou “matar” logo a curiosidade sobre os próximos passos da narrativa. Porém, essa dúvida não durava mais do que alguns minutos, pois no fundo eu já sabia que não iria conseguir abandonar os Goldman. Ao contrário de outros livros do gênero, Dicker não está interessado apenas em chocar o leitor ao fim de cada capítulo. Em O livro dos Baltimore, o autor apresenta um emaranhado de histórias e detalhes que, com maestria, só se encaixam no fim da narrativa. O que mais me agrada no trabalho do autor é que as reviravoltas fazem sentido, o labirinto que ele oferece não está ali apenas para nos enganar. 

Outro ponto positivo vai para a autenticidade dos personagens. Com exceção de alguns trechos exagerados, se alguém tivesse me entregado O livro dos Baltimore sem avisar que era um romance, eu poderia muito bem dizer que se tratava de um livro de memórias reais. Esse é um dos elementos que atrai milhares de leitores para a obra de Joël Dicker: ele é um bom contador de histórias e sabe como tornar uma narrativa aparentemente simples em algo sedutor. Em O livro dos Baltimore, o autor também faz referência a algo que aparece em todos os filmes do Woody Allen: a bendita da sorte. Para Dicker, uma hora tudo se desmorona pelo simples fato de estarmos no lugar errado na hora errada. 

O sucesso da narrativa de Joël Dicker também pode ser medido pelos temas universais que ele aborda. Em O livro dos Baltimore, percorremos uma montanha-russa de sentimentos. O romance trata do pior e do melhor do ser humano: inveja, rivalidade, cobiça, trapaça, ambição, redenção, amizade e, claro, amor. Por sinal, os grandes momentos da história falam sobre as loucuras que cometemos em nome do amor e da amizade. O livro dos Baltimore nos lembra que o maior sucesso que podemos ter é na escolha dos nossos amigos, de pessoas que acreditam em nós e nos incentivam a ser a melhor versão do que podemos ser.  

João Lourenço é jornalista. Passou pela redação da FFWMAG, colaborou com a Harper’s Bazaar e com a ABD Conceitual, entre outras publicações estrangeiras de moda e design. Atualmente está em Nova York tentando escrever seu primeiro romance.

testeO livro que ganhou minha prateleira e meu coração

Por Nina Lopes*

Eu tenho dois tipos preferidos de história: as românticas, que afloram todo o amor que carrego, e as de suspense, que despertam o detetive que mora dentro de mim. Quando um livro é capaz de juntar as duas coisas, pronto, já vai para a minha prateleira de preferidos. E nessa prateleira não pode faltar A verdade sobre o caso Harry Quebert. O combo romance arrebatador com fim trágico, investigação policial, passado repleto de mistério e o processo de escrita de um autor só poderia se tornar um fenômeno mundial. E não é todo dia que um escritor jovem, formado em Direito, de um país pequeno como a Suíça, que escreve em francês, mas situa sua história nos Estados Unidos, consegue agradar a exigente crítica francesa e a do resto do mundo e também um público igualmente rigoroso.

Hoje em dia a dinâmica do leitor é outra. Não basta ser fã do livro, é preciso seguir os ídolos nas redes sociais. Como não sou boba, fui logo curtindo a página do Joël Dicker e ao longo desse tempo fui acompanhando sua rotina de divulgação do livro, suas viagens e as fotos do seu dia a dia. Até que no ano seguinte, como um bom autor de thriller, ele criou um suspense dizendo que ia anunciar uma novidade em alguns dias. Marcou, inclusive, data e horário com os fãs. Lá fui eu calcular o fuso horário, marcar a data na minha agenda e apertar F5 enquanto a página não atualizava. Depois da espera, da ansiedade e de várias suposições, Dicker anunciou que lançaria um novo livro. E mais: o personagem emblemático da história anterior, Marcus Goldman, voltaria.

E aí você se pergunta: como inovar trazendo o mesmo personagem outra vez em busca de uma história para contar? E o mais difícil: como superar um sucesso mundial? Mas Joël Dicker não foi tão aclamado à toa. A história do seu novo livro começa em 2004, com o chamado “dia do Drama” (Drama em caixa alta para ficar mais impactante, do jeito que a gente gosta), em que um dos primos de Marcus Goldman é condenado a cinco anos de prisão. Somos introduzidos ao passado do personagem, que cresceu feliz ao lado dos tios endinheirados, dos primos e de um grande amor de juventude, mas o destino de todos eles acabou marcado por uma tragédia inesperada.

As memórias dessa época voltam quando Marcus resolve passar uma temporada na Flórida e lá reencontra seu amor do passado. Não só a antiga paixão reacende, como também os ressentimentos e as peças soltas de um quebra-cabeça que ele nunca conseguiu montar. Enquanto tenta desvendar o mistério do que aconteceu com as pessoas que ele mais amava e decidir seu futuro, Marcus Goldman resolve escrever um romance sobre a sua família, mas com uma bela intenção por trás: a de perdoar e redimir aqueles que erraram e sofreram.

Dessa vez, Dicker escreveu um livro ainda mais inteligente e maduro e consolidou um estilo narrativo próprio, como todo grande escritor. Sua humanidade na hora de contar a história e sua sensibilidade na construção dos personagens são, para mim, o grande diferencial desse autor. Abordando temas presentes na vida de todos nós, como disputa de ego e poder, o peso da culpa, rivalidade na família e a desagradável responsabilidade de agradar os pais e ser bem-sucedido, O livro dos Baltimore certamente vai fazer sucesso com quem gostou de A verdade sobre o caso Harry Quebert, e também com quem não conhece a primeira obra, pois as duas funcionam de forma separada. Na realidade, certamente vai agradar a todos que gostam de uma boa história.

Ao usar o mesmo personagem, Dicker torna a literatura e os leitores testemunhas da vida de Marcus Goldman. Um romance completo, com mistérios, segredos, amor (obrigada, Dicker!) e um final lindo e tocante que vai emocionar principalmente quem já perdeu alguém especial. Uma leitura que vale a pena, porque, como diz o próprio Marcus, os livros são ainda mais intensos que a vida.

>> Leia um trecho de O livro dos Baltimore

Nina Lopes é editora assistente no setor de ficção da Editora Intrínseca e é dessas que se apaixonam pelos personagens dos livros que lê.

testeNovo livro de Joël Dicker, autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert, será publicado em janeiro

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O novo livro do premiado escritor suíço Joël Dicker chega às livrarias 9 de janeiro e revisita seu personagem mais emblemático: Marcus Goldman, protagonista do best-seller mundial A verdade sobre o caso Harry Quebert.

Em O livro dos Baltimore, acompanhamos a inesquecível juventude de Marcus Goldman em Baltimore, ao lado dos primos e dos tios, a parte bem-sucedida de sua família e que ele tanto admirava. Mas a felicidade aparente não condizia com a realidade, e o dia do Drama marcou o destino fatídico e inesperado de todos aqueles que ele mais amava.

Oito anos depois, Marcus ainda tenta montar o quebra-cabeça do Drama, lidar com as consequências e entender o que aconteceu. Desencavando o passado, reacendendo paixões e desvendando mistérios, ele decide escrever o próximo romance sobre sua família, numa tentativa de se libertar de antigos ressentimentos e redimir aqueles que foram punidos pelos infortúnios da vida.

Rivalidade, traição, sucesso, paixão e inveja: abordando temas presentes na vida de todos nós, Joël Dicker constrói brilhantemente o retrato de uma juventude, destacando a força do destino e a fragilidade de nossas maiores conquistas.

testeLivros que não conseguimos parar de ler

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Existem alguns livros que nos fascinam tanto que é impossível parar de ler até chegarmos à última página. Seja pelo suspense que despertam, pela vontade de saber o que vai acontecer com os personagens ou por querer desvendar mistérios, algumas obras nos encantam e nos deixam vidrados de uma maneira única.

Selecionamos alguns títulos publicados pela Intrínseca que podem ser lidos de uma vez só:

Para quem curte terror psicológico:

Caixa de pássaros — Romance de estreia de Josh Malerman, Caixa de Pássaros é um thriller tenso e aterrorizante que explora a essência do medo. Cinco anos depois de um surto sem explicação ter começado, restaram poucos sobreviventes, entre eles Malorie e dois filhos pequenos. Ninguém sabe o que causa, mas basta uma olhadinha para fora para desencadear um impulso violento e incontrolável que acabará em suicídio. Malorie sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas terá que enfrentar o medo de encarar o mundo fora da casa em que está trancada.

Para quem curte suspense:

Garota exemplarGillian Flynn cria um retrato cruel sobre como as mentiras podem construir um casamento. E também destruí-lo. O livro se alterna entre duas perspectivas opostas e conflitantes, estabelecendo uma atmosfera capaz de fazer o leitor mudar de opinião a cada capítulo. Na manhã do quinto aniversário de casamento, Amy desaparece da nova casa, às margens do rio Mississippi. Tudo indica se tratar de um sequestro, e Nick imediatamente chama a polícia, mas logo as suspeitas recaem sobre ele. Exibindo uma estranha calma e contando uma história bem diferente da relatada por Amy em seu diário, ele parece cada dia mais culpado, embora continue a alegar inocência. À medida que as revelações sobre o caso se desenrolam, porém, fica claro que a verdade não é o forte do casal.

Para quem curte ficção científica:

Aniquilação — No primeiro livro da trilogia Comando Sul, somos apresentados a um grupo de quatro mulheres enviado para a Área X, um lugar incompreensível e isolado do restante do mundo há décadas, onde a natureza tomou para si os últimos vestígios da presença humana. Elas fazem parte da décima segunda expedição, cujos objetivos são explorar o terreno desconhecido, tomar nota de todas as mudanças ambientais, monitorar as relações entre elas próprias e, acima de tudo, não serem contaminadas pela Área X.

Para quem gosta de histórias de amor e de desvendar a identidade dos personagens:

Simon vs. a agenda Homo Sapiens — Simon troca e-mails anônimos com Blue. Eles são dois garotos gays que só confiam um no outro para se abrir e discutir sobre suas identidades, desejos e medos mais íntimos. Durante a troca de mensagens os dois acabam se apaixonando. O livro discute também o que deve ser o padrão. Por que a heterossexualidade é o padrão?  Por que ser branco é o padrão? Simon discute todos esses estereótipos de um jeito muito fofo.

Para quem ama mistério:

S. — Projeto de J.J. Abrams, criador de Lost, S. está longe de ser um livro convencional. Com ao menos quatro histórias que se desdobram ao mesmo tempo, S. é um livro-jogo com várias possibilidades de leitura, que instiga o leitor a decifrar os mistérios, códigos e pistas contidos em toda a obra. Seja nas notas, nas margens ou nos outros itens da caixa, há sempre algo além do que se vê aguardando para ser descoberto.

Para quem gosta de livros com reviravoltas:

A verdade sobre o caso Harry Quebert — Marcus Goldman, um jovem escritor americano que está sofrendo com bloqueio criativo, procura o renomado romancista e seu ex-professor de faculdade Harry Quebert. Surpreendido por um mistério que envolve seu mentor na morte de uma jovem de quinze anos, Marcus precisa correr contra o tempo para tentar inocentar o amigo, descobrir quem matou Nola Kellergan e escrever um livro bem-sucedido.

Para quem gosta de histórias que envolvam crimes:

Todos envolvidos — A obra é inspirada na semana de protestos, assaltos e saques ocorrida em 1992, em Los Angeles, depois do julgamento que absolveu três policiais acusados de agir com violência contra um taxista negro. O livro narra como gangues latinas, imigrantes e traficantes se aproveitaram da situação para acertarem as contas com seus rivais.

Para quem curte thriller com espionagem e conspiração:

O nadador — Livro de estreia de Joakim Zander, O nadador é um thriller de suspense que percorre diversos pontos do planeta. O autor, que já viveu em diversos lugares do mundo como representante do Parlamento Europeu, utiliza sua experiência pessoal para tornar ainda mais rica a ambientação dos diversos países retratados no livro.

Para quem gosta de histórias com segredos:

Temporada de acidentes — Todo mês de outubro, inexplicavelmente, Cara e sua família se tornam vulneráveis a acidentes. Algumas vezes, são apenas cortes e arranhões — em outras, acontecem coisas horríveis. A temporada de acidentes faz parte da vida de Cara desde que ela se entende por gente. E esta promete ser uma das piores. No meio de tudo, ainda há segredos de família e verdades dolorosas, que Cara está prestes a descobrir. Neste outubro, ela vai se apaixonar perdidamente e mergulhar fundo na origem sombria da temporada de acidentes.

Para quem tem interesse em histórias com conflitos entre culturas:

O árabe do futuro Riad Sattouf, um consagrado quadrinista filho de mãe francesa e de pai sírio, conta o choque cultural que viveu quando, ainda criança, foi para a Síria e a Líbia. E também do retorno da família à França. Depois de viver em lugares tão diferentes, Riad se tornou um completo estrangeiro, com uma visão crítica, afiada e muito bem-humorada sobre o mundo. Um livro de memórias contado em quadrinhos.

testeTop 10 de Pedro Gabriel

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Procurando por uma nova leitura? Confira as dez indicações de Pedro Gabriel, autor de Eu me chamo Antônio e Segundo: Eu me chamo Antônio. Os e-books de alguns títulos dessa seleção estão com preços promocionais na Google Play até a próxima quinta-feira, dia 3 de março. Confira aqui.

 

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Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr — Nesse romance vencedor do Prêmio Pulitzer de Ficção de 2015, você vai conhecer Marie-Laure, uma garota que ficou cega aos seis anos e que vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural, e Werner, um menino alemão, órfão, que se encanta por um rádio encontrado em uma pilha de lixo e cuja trajetória o leva a uma escola nazista.

Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Toda luz que não podemos ver é um tocante romance sobre o que há além do mundo visível. [+]

O árabe do futuro: uma juventude no Oriente Médio (1978 – 1984), de Riad Sattouf — Filho de mãe francesa e de pai sírio, o quadrinista Riad Sattouf conta o choque cultural que viveu quando foi, ainda bem criança, para a Síria e a Líbia, e fala também do retorno da família à França. Depois de viver em lugares tão diferentes, Riad se tornou um completo estrangeiro, com uma visão crítica, afiada e muito bem-humorada sobre o mundo.

Um relato literário pleno em forma de graphic novel, com traço simples e narrativa fluida e descontraída. Riad fornece ao mesmo tempo uma análise antropológica do embate entre o Ocidente e o mundo árabe e um autorretrato de sua própria infância plural. [+]

A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Joël Dicker — Em 1975, na pequena cidade de Aurora, em New Hampshire, Nola Kellergan, de quinze anos, é vista pela última vez sendo perseguida na floresta e nunca mais é encontrada. Trinta e três anos depois, Marcus Goldman, jovem escritor de sucesso, vai a Aurora encontrar seu amigo e professor, o respeitado romancista Harry Quebert, na esperança de conseguir superar um bloqueio criativo. Durante esse tempo, ele descobre que seu mentor teve um caso com a adolescente.

Depois de encontrarem o cadáver da garota em seu jardim, Harry é preso, acusado de ter cometido assassinato. Marcus precisa correr contra o tempo para inocentar o amigo, descobrir quem matou Nola Kellergan e escrever um romance bem-sucedido. [+]

 

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Queria ver você feliz, de Adriana Falcão — O Amor, essa entidade mítica, obstinada e perfeccionista, desempenha o papel de narrador na história real do casal Caio e Maria Augusta, pais da autora Adriana Falcão. Com linguagem poética e ao mesmo tempo bem-humorada, Adriana revela para seus leitores aquilo que poderia ser descrito como uma história trágica protagonizada por dois personagens atormentados por seus demônios.

Apaixonados, Caio e Maria Augusta se casam no Rio de Janeiro da década de 1950 e têm três filhas. Todo o sentimento que eles compartilham não impede que a personalidade exuberante de Maria Augusta se torne mais obsessiva e asfixiante com o passar do tempo, apesar dos medicamentos e dos tratamentos psiquiátricos a que é submetida. Caio, por sua vez, aprofunda uma melancolia que existia nele desde a adolescência, e que culmina nos anos 1970 em tentativas de suicídio. Mais do que uma história com final dramático, trata-se de memórias afetivas que alternam momentos de intensa felicidade e outros tantos de dor. [+]

Pó de lua, de Clarice Freire — Filha de Wilson Freire, parceiro do compositor Antônio Nóbrega, Clarice cresceu rodeada por artistas. Ela própria compõem letras de músicas e toca violão. Não é à toa que conseguiu encantar o público com a delicadeza de seus pensamentos, seu humor sutil e o traço despretensioso, que combina desenhos e fragmentos de palavras.

A obra segue o formato dos cadernos moleskine em que Clarice acostumou-se a exercitar sua criatividade. Inspirada pelas quatro fases da lua — minguante, nova, crescente e cheia —, ela trata em frases concisas e certeiras de sentimentos como a saudade, o medo, a paixão e a alegria, sempre em sua caligrafia característica, enfeitada com ilustrações singelas. [+]

O livro sem figuras, de B. J. Novak — Um livro sem figuras? O que tem de divertido nisso? Combinando simplicidade e criatividade de uma forma surpreendentemente engenhosa, O livro sem figuras inspira risadas toda vez que é aberto, criando uma experiência de diversão e interação entre adultos e crianças e apresentando aos pequenos leitores a poderosa ideia de que a palavra escrita pode ser uma fonte infinita de alegria e travessuras.

Um livro original e divertido capaz de transformar qualquer leitor em um verdadeiro comediante, que vai fazer as crianças implorarem para ouvir a história repetidas vezes. [+]

 

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Paris versus New York, de Vahram Muratyan — Vahram Muratyan é um jovem artista gráfico de origem armênia criado em Paris. Em 2010, depois de uma longa temporada em Nova York, ele criou o blog Paris versus New York como uma espécie de registro visual de suas experiências, um bem-humorado confronto entre duas das mais míticas cidades do mundo. O sucesso foi surpreendente e o blog teve mais de cinco milhões de visitas em um ano. A sofisticada batalha visual, travada por um amante de Paris vagando por Nova York, se transformou em livro e firmou o artista como um designer renomado, com uma carteira de clientes que inclui grandes nomes da moda, entre eles Prada e Chanel.

Este amistoso confronto artístico é dedicado aos amantes de Paris, de Nova York e àqueles que estão divididos entre as duas cidades. [+]

A lebre com olhos de âmbar, de Edmund de Waal — Um dos mais importantes ceramistas da atualidade, Edmund de Waal era fascinado pela coleção de 264 miniaturas japonesas entalhadas em madeira e marfim guardadas no apartamento do tio-avô, que vivia em Tóquio. Nenhuma daquelas peças era maior do que uma caixa de fósforos e, no entanto, seu valor revelou-se grandioso.

Mais tarde, quando herdou estes netsuquês, Edmund descobriu que, além da riqueza artística, eles carregavam uma história muito maior: revelavam o passado de sua família e eventos cruciais do século XX. A partir dessa delicada coleção, A lebre com olhos de âmbar, obra vencedora do Costa Book Award na categoria Biografia e finalista do South Bank Sky Arts Award na categoria Literatura, transporta o leitor desde um império em Odessa — passando pela Paris do fin-de-siècle e pela Viena ocupada pelos nazistas — até o Japão e a Inglaterra contemporâneos. [+]

Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver — Lionel Shriver realiza uma espécie de genealogia do assassínio ao criar na ficção uma chacina similar a tantas provocadas por jovens em escolas americanas. Aos 15 anos, o personagem Kevin mata 11 pessoas, entre colegas no colégio e familiares. Enquanto ele cumpre pena, a mãe Eva amarga a monstruosidade do filho. Entre culpa e solidão, ela apenas sobrevive.

Por meio de Eva, Lionel Shriver quebra o silêncio que costuma se impor após esse tipo de drama e expõe o indizível sobre as frágeis nuances das relações entre pais e filhos num romance irretocável. [+]

Eu me chamo Antônio, de Pedro Gabriel — Em seu primeiro livro, Pedro Gabriel apresenta uma narrativa que transita por todas as fases de um relacionamento amoroso: com um estilo simples e acessível, mas nem sempre óbvio, o leitor acompanha os encontros e desencontros de Antônio. Percebe-se uma irreverência no tom de versos e trocadilhos como: “Invista nos amores à primeira vista”. Outras emoções são apresentadas de forma singela, quando há uma separação, por exemplo: “Você, distante, diz tanto sobre mim”. Enquanto a angústia, sentimento que faz parte da instabilidade de qualquer casal, também é citada no livro: “Na dança do amor: dor pra cá, dor pra lá”.

Antônio é um personagem sensível e verossímil, talvez seja por isso que os leitores cultivem a dúvida sobre até onde vai a linha tênue que separa a realidade da ficção. [+]

testeAutores que já participaram da FLIP

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A charmosa cidade de Paraty recebe todos os anos autores conhecidos mundialmente durante a Festa Literária Internacional de Paraty. Para relembrar os escritores que já participaram da FLIP, um dos principais eventos literários do país, preparamos uma lista.

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O escritor, diretor e cartunista Riad Sattouf, de O árabe do futuro, é uma das atrações da programação principal da FLIP neste ano. O autor participa da mesa “De balões e blasfêmias” neste sábado, 4 de julho, às 15h.

O árabe do futuro – Nascido na França em 1978, filho de pai sírio e mãe bretã, Riad Sattouf viveu uma infância peculiar. Ele tinha apenas três anos quando o pai recebeu um convite para lecionar em uma universidade da Líbia. Em Trípoli, o menino entrou em contato com uma cultura completamente distinta e precisou superar o estranhamento diante de novos costumes – experiência que se repetiria pouco depois na Síria, quando o pai foi trabalhar lá. Com o olhar inocente de uma criança, Riad oferece um importante relato sobre os contrastes entre a vida na França socialista de Mitterand e os regimes autoritários na Líbia de Kadafi e na Síria de Hafez al-Assad.

A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Joël Dicker

Jovem escritor americano sofrendo com bloqueio criativo, Marcus Goldman procura o renomado romancista e seu ex-professor de faculdade Harry Quebert. Surpreendido por um mistério que envolve seu mentor na morte de uma jovem de quinze anos, Marcus precisa correr contra o tempo para tentar inocentar o amigo, descobrir quem matou Nola Kellergan e escrever um livro bem-sucedido.

+ Os últimos dias de nossos pais

A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan

Da São Francisco dos anos 1970 à Nova York de um futuro próximo, Jennifer Egan tece uma narrativa caleidoscópica, que alterna vozes e perspectivas, cenários e personagens para contar como os sonhos se constroem e se desfazem ao longo da vida. Obra vencedora do Pulitzer, do National Book Critics Circle Award e do LA Times Book Prize no ano de 2011, A visita cruel do tempo é composto por histórias curtas – 13 faixas sobre relações familiares, indústria fonográfica, jornalismo de celebridades, efeitos da tecnologia, viagens e a busca por identidade versus o esfacelamento de ideais -, interligadas pelas memórias de um grupo de personagens em diferentes pontos de suas vidas.

+ Circo invisível

Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver

Lionel Shriver realiza uma espécie de genealogia do assassínio ao criar na ficção uma chacina similar a tantas provocadas por jovens em escolas americanas. Aos 15 anos, Kevin mata 11 pessoas, entre colegas no colégio e familiares. Enquanto ele cumpre pena, a mãe Eva amarga a monstruosidade do filho. Entre culpa e solidão, ela apenas sobrevive. A vida normal se esvai no escândalo, no pagamento dos advogados, nos olhares sociais tortos.

+ A nova república

 Cozinhar, de Michael Pollan

Nos dias de hoje, diante de uma vida atribulada, as pessoas pensam cada vez mais em comida, embora dediquem cada vez menos tempo ao preparo de suas refeições. Preocupam-se com a quantidade de calorias ingeridas e com a qualidade dos ingredientes, mas reservam mais horas para assistir aos programas de culinária na TV do que efetivamente passam dentro da cozinha. E enchem a despensa com produtos industrializados supostamente “saudáveis”. Nesse cenário tão contraditório, o escritor Michael Pollan convida o leitor a redescobrir a experiência fascinante de transformar os alimentos. A partir dos quatro elementos da natureza — fogo, água, ar e terra —, ele nos mostra o calor ancestral do churrasco, o caldo perfumado dos assados de panela, a leveza dos pães integrais e a magia da fermentação de um chucrute. Ao relatar suas experiências pessoais com os processos de preparação da comida, Pollan mergulha numa história tão antiga quanto a da própria humanidade e propõe uma redescoberta de sabores e valores esquecidos.

link-externoIntrínseca na FLIP 2015

testeOs últimos dias de nossos pais

Por Joël Dicker
joel dicker

Escrevi Os últimos dias de nossos pais em 2009, quando tinha 24 anos. Naquela época, eu estava terminando a faculdade de direito, mas queria me tornar escritor. Em 2010, inscrevi o manuscrito do livro no Prêmio dos Escritores de Genebra, que a cada três anos recebe textos inéditos de ficção. Para minha surpresa, ganhei o prêmio e, em seguida, recebi de uma editora suíça a proposta de publicar o livro. Após seu lançamento na França, em 2012, a obra foi agraciada com uma menção especial do Prêmio Literário do Exército ‒ Erwan Bergot.

Os últimos dias de nossos pais conta a história pouco conhecida do surgimento da Executiva de Operações Especiais (SOE), uma seção do serviço secreto britânico criada durante a Segunda Guerra Mundial. Winston Churchill teve a ideia de recrutar membros para a SOE diretamente dos países onde desejava se infiltrar. Então, levou esses jovens até a Inglaterra, onde passaram por um treinamento intensivo, antes de mandá-los de volta aos territórios ocupados para atuarem despercebidos.

link-externoLeia um trecho da obra 

A narrativa acompanha a vida de diversos recrutas. Em um primeiro momento, quando são apenas desconhecidos que seguem juntos para o treinamento no interior da Inglaterra, e, depois, quando se separam para executar suas missões individualmente. São homens cujas vidas se unem pelo sentimento de amizade e pelo desejo comum de liberdade e de um mundo justo.

Foto_ultimos_dias_Facebook

Fico feliz que Os últimos dias de nossos pais tenha chegado aos meus leitores brasileiros. Estou ansioso para saber suas impressões e opiniões sobre o livro!

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Entrevista com Neill Lochary, autor de Brasil: os frutos da guerra
Conheça o vencedor do Pulitzer Anthony Doerr

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Toda luz que não podemos ver , de Anthony Doerr — Marie-Laure, cega aos seis anos, vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural. Na Alemanha, o órfão e curioso Werner se encanta pelo rádio. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Anthony Doerr constrói um tocante romance sobre o que há além do mudo visível.

Os filhos de Anansi, de Neil Gaiman  –  Embrenhando-se no território da mitologia africana, a narrativa de Neil Gaiman leva o leitor a mergulhar nessa história fantástica e bem-humorada sobre relações familiares, profecias terríveis e divindades vingativas. Obra clássica do autor, Os filhos de Anansi ganha nova edição com conteúdo extra e orelha assinada por Fábio Moon.

Brasil: os frutos da guerra, de Neill Lochery – Neste livro, o historiador Neill Lochery revela a história do envolvimento do Brasil na Segunda Guerra Mundial, mostrando como a habilidade política e o oportunismo econômico de Getúlio Vargas e sua equipe transformaram o país numa potência regional graças ao conflito.

Léxico, de Max Barry  –  Eleito por veículos como o jornal The New York Times e pela revista Time como um dos melhores livros de 2013, o último romance de Max Barry, autor de Homem-Máquina, constrói uma trama sombria em que uma organização treina jovens talentosos para controlar a mente e o comportamento das pessoas usando o poder das palavras.

Os últimos dias de nossos pais, de Joël Dicker –  O primeiro romance do autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert aborda a criação e a verdadeira, porém desconhecida, história da SOE (Executiva de Operações Especiais). Dicker mostra como um serviço composto em sua maioria por amadores tornou-se uma das peças-chaves da Segunda Guerra Mundial. O autor relata um feito pouco conhecido da Resistência francesa e ao mesmo tempo constrói uma história com uma profunda reflexão sobre o ser humano e suas fraquezas.

link-externo Leia também: A verdade sobre Joël Dicker

Frank Einstein e o motor antimatéria (Série Frank Einstein – Vol. 1), de Jon Scieszka –  Frank Einstein é um gênio mirim. Klink é uma inteligência artificial automontada e Klank é uma inteligência artificial praticamente automontada. Juntos, eles constroem um motor antimatéria. Seus planos de ganhar o Prêmio de Ciências de Midville parecem estar garantidos… Até que entra em cena T. Edison, o colega de classe e arqui-inimigo de Frank.

Yaqui Delgado quer quebrar a sua cara, de Meg Medina –   Piddy Sanchez acaba de mudar de escola quando uma garota surge de repente em seu caminho e avisa: Yaqui Delgado quer quebrar a sua cara. Filha de uma imigrante cubana, Piddy vive só com a mãe nos Estados Unidos. Ela nem faz ideia de quem seja Yaqui, mas está prestes a descobrir da pior maneira. O importante agora é sobreviver.

Isto não é um livro, de Keri Smith O que é um livro? –  Para Keri Smith, criadora de Destrua este diário e Termine este livro, essa pergunta pode ter várias respostas: pode ser uma mensagem secreta, um equipamento de gravação, um desafio… Em Isto não é um livro, ela nos faz questionar o que é esse objeto e como lidamos com ele.