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VENCEDORES

testeComo as fake news podem desacreditar a imprensa e desestabilizar democracias

Com a globalização e o crescimento das mídias sociais, uma notícia consegue alcançar o mundo inteiro em questão de segundos mesmo sendo falsa.

Em A morte da verdade, Michiko Kakutani analisa as origens do caótico cenário em que estamos mergulhados, no qual a verdade se tornou uma espécie em extinção e foi substituída pela sabedoria das massas. Tendo como objeto de estudo a campanha e o primeiro ano de governo de Donald Trump, a autora mostra como as fake news podem desacreditar a imprensa e desestabilizar democracias.

Leia um trecho:

Dois dos regimes mais abomináveis da história da humanidade chegaram ao poder no século XX, e ambos se estabeleceram com base na violação e no esfacelamento da verdade, cientes de que o cinismo, o cansaço e o medo podem tornar as pessoas suscetíveis a mentiras e falsas promessas de líderes determinados a alcançar o poder incondicional. Como Hannah Arendt escreveu em seu livro de 1951, Origens do totalitarismo: “O súdito ideal do governo totalitário não é o nazista convicto nem o comunista convicto, mas aquele para quem já não existe a diferença entre o fato e a ficção (isto é, a realidade da experiência) e a diferença entre o verdadeiro e o falso (isto é, os critérios do pensamento).”

O alarmante para o leitor contemporâneo é que as palavras de Arendt soam cada vez menos como um comunicado do século passado e mais como um terrível reflexo do panorama cultural e político em que vivemos hoje — um mundo no qual as fake news e as mentiras são divulgadas em escala industrial por “fábricas” de trolls russos, lançadas num fluxo ininterrupto pela boca e pelo Twitter do presidente dos Estados Unidos, e espalhadas pelo mundo todo na velocidade da luz por perfis em redes sociais. O nacionalismo, o tribalismo, a sensação de estranhamento, o medo de mudanças sociais e o ódio aos estrangeiros estão novamente em ascensão à medida que as pessoas, trancadas nos seus grupos partidários e protegidas pelo filtro de suas bolhas, vêm perdendo a noção de realidade compartilhada e a habilidade de se comunicar com as diversas linhas sociais e sectárias.

No entanto, não quero fazer uma analogia direta entre as circunstâncias atuais e os horrores opressivos da época da Segunda Guerra Mundial, apenas olhar para determinadas condições e atitudes — ao comentar as obras de George Orwell 1984 e A revolução dos bichos, Margaret Atwood as chamou de “sinais de alerta” — que tornam um povo suscetível à demagogia e à manipulação política, e transformam uma nação numa presa fácil para os aspirantes a autocratas. Quero examinar como o descaso pelos fatos, a substituição da razão pela emoção, e a corrosão da linguagem estão diminuindo o valor da verdade, e o que isso significa para os Estados Unidos e para o mundo.

“O historiador sabe o quão frágil é a tessitura dos fatos no cotidiano em que vivemos”, escreveu Arendt em 1971, no ensaio “A mentira na política”. “Ela está sempre correndo o risco de ser perfurada por uma única mentira ou despedaçada pela mentira organizada de grupos, países ou classes, ou negada e distorcida, muitas vezes cuidadosamente acobertada por calhamaços de mentiras, ou simplesmente autorizada a cair no esquecimento. Fatos necessitam de testemunhos para serem lembrados, e de testemunhas confiáveis para serem oficializados, de modo a encontrar um lugar seguro para habitar o domínio dos interesses humanos.”

O termo “declínio da verdade” (usado pelo think tank Rand Corporation para descrever “o enfraquecimento do papel dos fatos e análises” na vida pública norte-americana) entrou para o léxico da era da pós-verdade, que inclui também expressões agora corriqueiras como “fake news” e “fatos alternativos”. E não só as notícias são falsas: também existe a ciência falsa (produzida por negacionistas das mudanças climáticas e anti-vaxxers, os ativistas do movimento antivacina), a história falsa (promovida por revisionistas do Holocausto e supremacistas brancos), os perfis falsos de norte-americanos no Facebook (criados por trolls russos) e os seguidores e “likes” falsos nas redes sociais (gerados por bots).

Trump, o 45º presidente dos Estados Unidos, mente de forma tão prolífica e com tamanha velocidade que o The Washington Post calculou que ele fez 2.140 alegações falsas ou enganosas no seu primeiro ano de governo — uma média de quase 5,9 por dia. As mentiras dele — sobre absolutamente tudo, desde as investigações sobre a interferência russa nas eleições, passando por sua popularidade e suas conquistas, até o tempo que passa vendo TV — são apenas o mais espalhafatoso entre os vários sinais de alerta acerca de seus ataques às instituições democráticas e normas vigentes. Ele ataca rotineiramente a imprensa, o sistema de justiça, as agências de inteligência, o sistema eleitoral e os funcionários públicos responsáveis pelo bom funcionamento do governo norte-americano.

Entretanto, os ataques à verdade não estão limitados aos Estados Unidos. Pelo mundo todo, ondas de populismo e fundamentalismo estão fazendo com que as pessoas recorram mais ao medo e à raiva do que ao debate sensato, corroendo as instituições democráticas e trocando os especialistas pela sabedoria das multidões. Alegações falsas sobre as relações financeiras do Reino Unido com a União Europeia (em anúncios da campanha do partido Vote Leave num ônibus) ajudaram a mudar a votação em favor do Brexit; e a Rússia intensificou a propagação da sua dezinformatsiya durante as campanhas eleitorais na França, na Alemanha, na Holanda e em outros países, em esforços orquestrados de propaganda para desacreditar e desestabilizar democracias.

O papa Francisco nos lembra: “Não existe desinformação inofensiva; acreditar na falsidade pode ter consequências calamitosas.” O ex-presidente Barack Obama comentou que “um dos maiores desafios que temos em nossa democracia é o fato de não compartilharmos a mesma base de fatos” — atualmente as pessoas estão “operando em universos de informação completamente diferentes”. E o senador republicano Jeff Flake fez um discurso no qual alertou que “2017 foi o ano em que nós vimos a verdade — objetiva, empírica, baseada em evidências — ser mais agredida e atacada do que em qualquer outro período da história norte-americana, por meio das mãos da figura mais poderosa do nosso governo”.

Como isso aconteceu? Quais são as raízes da falsidade na era Trump? Como a verdade e o bom senso se tornaram espécies ameaçadas de extinção, e o que sua morte iminente sugere para o futuro do nosso discurso público, da nossa política e dos nossos governantes? Esse é o tema deste livro.

Você pode continuar a leitura do trecho aqui.

testeCinco reflexões importantes em tempos de fake news

Em tempos de grande polarização política e fake news, Michiko Kakutani mostra em A morte da verdade que, se buscarmos escritos e fatos históricos, podemos entender melhor o presente e o que ainda está por vir. Você está preparado para lidar com o bombardeio de informações e dados que recebe todos os dias? Será que aquela imagem no grupo da família que chega logo depois do clássico bom-dia é realmente confiável? Em quem acreditar quando o assunto é política? Separamos algumas das muitas lições que aprendemos para que você também possa refletir:

 

 

  1. “Todo mundo tem o direito de ter suas próprias opiniões, mas não seus próprios fatos”

Em tempos de fake news, é importante saber diferenciar boatos e notícias e não passar adiante o que não for comprovado. Saia da sua bolha de informação e explore outras fontes, pois um novo mundo te espera fora dela!

 

  1. Os feeds de notícias das redes sociais mantêm você numa bolha de informação

Os mecanismos de pesquisa estão cada vez mais personalizados e funcionam como um “espelho unidirecional, refletindo seus próprios interesses, enquanto os algoritmos observam o que você clica”. Então fique esperto, pois você pode estar recebendo notícias apenas de fontes que apresentam posicionamentos que reafirmam suas opiniões e não propiciam autocrítica nem um debate político saudável.

 

  1. As pessoas estão encarando a política como um esporte

A polarização política tem apresentado sinais de fanatismo cada vez mais acentuados, como em grandes disputas de futebol. As pessoas são radicais, odeiam um candidato ou partido como quem culpa o técnico do time ou um jogador perna de pau. E, mais do que torcer pelo seu lado, torcem também pelo mal do lado oposto, quando na verdade estamos todos no mesmo barco. 

 

  1. Desconfie de discursos inflamados e declarações preconceituosas

Antes de subir ao poder, Hitler era tido como um “agitador antissemita”, e as pessoas e jornais acreditavam que ele “certamente abandonaria esse tipo de vulgaridade” e que o movimento nazista “ruiria em pouco tempo”. Como bem sabemos, não foi assim que a história terminou…

 

  1. Cientistas são os faróis da humanidade

Uma sociedade que descredita cientistas, historiadores, sociólogos e pesquisadores em geral está condenada a viver na cegueira. Vídeos no YouTube são bem legais, mas o que dizem os estudiosos sobre o assunto? Sempre procure saber. Tente desenvolver seu senso crítico!

testeLançamentos de Setembro

Confira as sinopses dos nossos lançamentos do mês:

Você foi enganado, de Cristina Tardáguila e Chico Otavio

Sim. Você foi enganado. Ao longo da história do Brasil, candidatos à Presidência da República, vice-presidentes e presidentes eleitos faltaram com a verdade na hora de se dirigir à população. Independentemente de partido, se não mentiram, muitas vezes optaram por omitir dados ou induzir os cidadãos a conclusões equivocadas sobre o cenário político. Em Você foi enganado, os jornalistas Cristina Tardáguila e Chico Otavio apresentam uma seleção de casos que marcaram nossa história, desde 1920 até os dias atuais. [Leia um trecho]

 

Esqueceram de mim – Coleção Pipoquinha, de Kim Smith

O clássico pop do cinema, em uma adaptação em livro ilustrado por Kim Smith.

Kevin McCallister é um menino de 8 anos que, chateado com a mãe, deseja que sua família desapareça. E o desejo se realiza! Sozinho em casa na véspera de Natal, Kevin tem que aprender a se virar e usa suas artimanhas infantis para se defender de dois ladrões insistentes.

De volta para o futuro – Coleção Pipoquinha, de Kim Smith

O clássico pop do cinema, em uma adaptação em livro ilustrado por Kim Smith.

Marty McFly é um adolescente com problemas em casa e que tem um amigo cientista que inventa uma máquina do tempo. Sem querer, Marty viaja trinta anos pra trás, e agora precisa descobrir não só como voltar para casa, mas também como consertar a confusão que ele criou na vida dos próprios pais quando jovens.

E.T. – O Extraterrestre, de Kim Smith

O clássico pop do cinema, em uma adaptação em livro ilustrado por Kim Smith.

O menino Elliott encontra uma criatura muito diferente e descobre que seu novo amigo vem de outro planeta. Juntos, eles tentam achar um jeito de mandar o E.T. de volta para casa e, no caminho, aprendem importantes lições sobre coragem, amizade e o poder da imaginação.

 

A morte da verdade, de Michiko Katutani

Vivemos em uma época em que qualquer ideia objetiva da verdade é ridicularizada. Teorias da conspiração e ideologias que já haviam sido totalmente desacreditadas voltaram a ter voz na cultura, questionando o que foi estabelecido pela ciência. Partindo de exemplos da política norte-americana, da literatura e da TV, Michiko Kakutani aponta como a atual tendência de descaso pelos fatos e da substituição da razão pela emoção pode levar o mundo a um cenário caótico. [Leia um trecho]

 

Por que nós dormimos, de Matthew Walker

Depois de décadas de pesquisa e avanços, a ciência enfim começa a entender os benefícios do sono e por que sofremos consequências devastadoras quando não dormimos o suficiente. Em um estudo revolucionário, Matthew Walker mostra como podemos aproveitar o sono para melhorar o aprendizado, prevenir o Alzheimer e retardar os efeitos do envelhecimento. De forma acessível, a obra examina os malefícios do uso de remédios para dormir, oferecendo alternativas para a falta de sono e dicas práticas para dormirmos bem todas as noites. [Leia um trecho]

 

O primeiro homem: A vida de Neil Armstrong, de James R. Hansen

Neil Armstrong foi um homem singular. Discreto, avesso a discussões e dono de uma integridade marcante, foi alçado ao estrelato mundial no instante em que deu aquele primeiro passo na Lua. A mítica em torno do homem se expandia como uma explosão conforme os olhos e ouvidos do mundo inteiro acompanhavam a saga que definiria a nossa história.

Nesta obra, o leitor acompanhará a infância e a juventude de Neil, a dura preparação para se tornar piloto de testes, a carreira como astronauta, as tragédias e as felicidades em família, além dos bastidores da Apollo 11, a missão espacial que levou o homem a pisar em outro corpo celeste pela primeira vez.