teste7 personagens apaixonantes dos livros

Existem muitas coisas que podem tornar um livro especial: uma trama emocionante, as lições de vida que transmite, as reviravoltas surpreendentes… Mas uma das melhores maneiras de um livro se tornar inesquecível é ele ter personagens que conquistem os nossos corações. Afinal de contas, que leitor nunca se apaixonou pelo protagonista de uma história e ficou lamentando por ele não existir no mundo real? Pensando nisso, criamos uma lista com os 7 personagens mais apaixonantes dos nossos livros e que sem dúvida entrarão para a sua lista de “melhores pessoas literárias”. Confira:

 

  1. Louisa Clark (Trilogia Como eu era antes de você)

Como diria o Mc Marcinho, se quiser falar de amor, fale com Louisa Clark. Impossível ler Como eu era antes de você sem ficar completamente encantado por essa menina desajeitada. Com suas roupas exóticas e seu jeito fofo e atrapalhado, Lou conseguiu conquistar o coração do Will (e os nossos) sem muito esforço. O amor pela personagem foi tanto que a história dela ganhou duas sequências: Depois de você e Ainda sou eu, no qual acompanhamos os desafios que ela enfrentou ao se jogar no mundo e se tornar a protagonista da própria história. Mesmo depois de três livros, é difícil dar adeus a uma personagem tão querida.

 

2. August Pullman (Extraordinário)

O Auggie é um daqueles personagens que nos conquistam desde a primeira linha. Ele é um menino inteligente e gentil que nasceu com uma síndrome que o deixou com uma aparência incomum, por isso ele precisa lidar a vida toda com as pessoas o olhando de maneira diferente. Aos dez anos, ele precisou enfrentar o maior dos desafios: ir para a escola pela primeira vez. Com seu jeito bem-humorado, o Auggie nos passa diversas lições de vida e nos ajuda a ver o mundo de um modo mais gentil.

“A única razão de eu não ser comum é que ninguém além de mim me enxerga dessa forma”.

 

3. Simon Spier (Com amor, Simon)

Se ser adolescente já não é nada fácil, imagine então ser um adolescente que guarda um grande segredo? O Simon é gay – ele sente muito orgulho disso, mas tem medo de como as outras pessoas vão reagir. Felizmente ele sempre pode contar com o Blue, seu namorado virtual cuja real identidade ele não conhece, mas com quem tem muito em comum e pode conversar sobre qualquer coisa. O Simon é divertido, fofo, gosta muito de Oreo, dá carona para a galera e está sempre ali quando alguém precisa. Depois de ler a história dele, é impossível não querer um Simon Spier como melhor amigo.

 

               

4. Lara Jean (Trilogia Para todos os garotos que já amei)

Junte 800g de beleza, 1kg de fofura, 500g de roupas estilosas, 400g de amor por culinária e 10 toneladas de cartas de amor: essa é a receita para criar a Lara Jean perfeita! Com um troféu vitalício de Personagem Mais Meiga do Universo, Lara Jean marcou um LJ em muitos corações desde que chegou aqui no Brasil em 2015. Mas este ano, quando sua história se transformou em filme, foi difícil encontrar alguém que tenha resistido aos seus encantos. Atenciosa, apaixonada pela família e muito verdadeira, ela é quase um cupcake rosa em forma de gente. E o prazer de vê-la amadurecer ao longo dos três livros da série faz o leitor sentir ainda mais saudades quando chega na última página.

 

5. Augustus Waters  (A culpa é das estrelas)

Para descrever o personagem que ama metáforas, aqui vai uma: Augustus é como um lindo dia de sol no primeiro dia de férias. Não dá para falar do Gus sem se lembrar de todos os momentos fofos protagonizados por ele, ou vai dizer que só de ver o nome dele já não passa um filme na cabeça? Ele é sensível, sincero, divertido e sabe ver a vida com brilho nos olhos. O Augustus não demorou para se tornar especial para a Hazel, e demorou menos ainda para se tornar inesquecível para a gente. Essa mistura humana de charme e carinho é definitivamente um dos personagens mais apaixonantes de todos os tempos.

 

6. Banguela (Série Como treinar o seu dragão)

Nem sempre os dragões são os seres gigantes e assustadores dos quais ouvimos falar, às vezes eles são como o Banguela: atrapalhados, ingênuos e extremamente fofos. Ele lembra muito os nossos próprios animais de estimação, por isso a conexão é quase instantânea. Desde o primeiro minuto, Banguela ajudou Soluço a enfrentar seus medos e a lutar pelo que acredita, é um amigo para todas as horas e está sempre pronto para proteger as pessoas que o tratam com carinho. O problema mesmo é que com Banguela essa paixão literária é ainda mais platônica, mas seguimos por aí procurando por um dragão bobo e desajeitado para amar no mundo real.  

 

7. Liesel Meminger (A menina que roubava livros)

Muitas vezes associamos personagens apaixonantes àqueles que têm personalidades muito fofas, mas a Liesel é um exemplo daqueles que nos conquistam por outros motivos. Mesmo sendo uma criança na Alemanha Nazista e tendo um judeu escondido na casa de sua família, a Liesel é corajosa, destemida e luta pelo que acredita. Com a ajuda de seu pai Hans, ela descobre o amor pela leitura e é bem nesse ponto que muitos de nós nos identificamos com ela. Embora muitas vezes pareça uma menina fria, ao longo da história descobrimos que ela tem um coração enorme, capaz de proteger as pessoas que ama custe o que custar.

 

E aí: por quais personagens você mais se apaixonou?

 

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testeOs quartos mais lindos da ficção

Se existe um lugar perfeito para ficar embaixo das cobertas lendo um livro, esse lugar é o nosso quarto. Além de ser um ambiente de descanso e refúgio, o quarto de uma pessoa também é um ótimo jeito de conhecer mais sobre ela. Já reparou que em alguns filmes basta dar uma olhadinha no quarto de um personagem para ter uma boa noção de sua personalidade?

A ficção possui alguns dos quartos mais incríveis que esse mundo já viu! Inspirados pela matéria da Arte Do Cinema, decidimos fazer uma lista com os cinco quartos mais lindos dos nossos livros.

 

Lara Jean – Para todos os garotos que já amei

 

Lara Jean é um ícone! Seja pelo seu jeitinho cativante, seu guarda-roupa cheio de estilo ou seu quarto maravilhoso, ela sabe ser uma inspiração. Apesar de bagunçado, ele é cheio de personalidade e detalhes fofos. Misturando tons pastel, como turquesa e rosa, com móveis vintage, o ambiente tem um charme todo especial.

 

Auggie – Extraordinário

 

Auggie é apaixonado pelo espaço e por Star Wars, e é claro que seu quarto é lotado de referências a tudo isso. Com uma parede azul cheia de estrelas, esse é o local perfeito para o menino viver suas épicas aventuras. Além dos brinquedos, a decoração também conta com um tapete fofíssimo da Millenium Falcon!

 

Simon – Com amor, Simon

 

Olha, precisamos confessar: invejamos muito o quarto do Simon! Além da escrivaninha espaçosa, o cômodo tem uma das melhores camas do mundo. Ela fica em um cantinho aconchegante com direito a piscas-piscas e paredes que funcionam como um quadro-negro. É ou não é o quarto dos sonhos?

 

Elio – Me chame pelo seu nome

 

Foto: Giulio Ghirardi

Elio fica um pouco chateado quando precisa ceder seu quarto para Oliver, hóspede da família, mas quem não ficaria, né? Um dos principais cenários de Me chame pelo seu nome é a belíssima casa onde o rapaz passa o verão com seus pais, localizada na região rural do norte da Itália. O quarto dele é bastante simples, mas o encanto está nos livros espalhados pelo cômodo e nos pôsteres incríveis da década de 1980.

 

Hazel Grace – A culpa é das estrelas

 

Por causa de sua doença, Hazel Grace passa bastante tempo no seu quarto. Por isso, ela caprichou no seu cantinho, deixando o espaço confortável e com a sua cara. A cama é rodeada por uma estante recheada de livros e as árvores pintadas nas paredes dão um toque apaixonante ao lugar.

 

testeEu, John Green e os infinitos dentro de nós

Por Leticia Vallecilo*

Existem histórias que passam rápido, outras que ficam por um tempo, mas tem aquelas que nunca realmente vão embora, que nos acompanham desde a primeira leitura até as adaptações cinematográficas e que nos deixam morrendo de vontade de ler todos os livros do autor. Certa vez, um escritor entrou na minha vida em forma de metáforas, amor e lágrimas, and this, kids, is How I Met John Green (caso não tenha entendido a referência, deixarei um texto para você nas sugestões lá no final).   

Se alguém me pergunta por que ler um livro do John Green, a resposta vem fácil: porque ter um livro dele nas mãos é como estar com um amigo. Eles te fazem rir, emocionam, fazem o tempo passar mais rápido naqueles momentos chatos, ensinam lições importantes, mostram pontos de vista diferentes e, quando você termina, quando finalmente precisa deixá-los, a vontade que fica é de abraçá-los com força e não largar nunca mais. Mas, como acontece com todo bom amigo, os anos de distância não diminuem o sentimento.

Eu tinha 18 anos, fazia faculdade do outro lado da cidade e passava muita raiva nos transportes públicos quando decidi que era hora de trazer Hazel Grace e Augustus Waters para me ajudarem a enfrentar essa odisseia diária. Eu posso até não lembrar o que jantei ontem ou quem disputou a semifinal da Copa do Mundo, mas é impossível esquecer onde estava quando a cena da capela me fez chorar compulsivamente em público. “POR QUE FAZ ISSO COMIGO?”, pensei, em caps lock. “Sabe de nada, inocente”, respondeu a versão imaginada do John Green na minha cabeça. 

As cento e vinte três caixas de lenços de papel foram só uma amostra do novo mundo que se abriria para mim, e não demorou muito para que eu desse gargalhadas com o Colin de O teorema Katherine (que tem uma habilidade sobre-humana de se apaixonar por meninas chamadas Katherine). Alguns anos depois, esbarrei com uma edição de Cidades de papel na estante da casa de uma prima. Eu pedi umas quarenta vezes, o que pode ou não ter envolvido tentativas de chantagem emocional, mas ela não quis me emprestar, porque era o “xodó” dela. Não teve jeito, eu precisei seguir a vida me contentando em assistir à adaptação de A culpa é das estrelas (e chorar nas mesmas cenas) mais um milhão de vezes e em ver a Cara Delevingne sendo linda no filme inspirado em Cidades de papel.

Foi aí que eu entrei na Intrínseca e Quem é você, Alasca? logo cruzou o meu caminho. Uma ida de ônibus para São Paulo e eu já estava arrebatada: nossa, que história! (Muitas pessoas me diziam que Alasca era melhor que Culpa, mas, como uma cinéfila que não consegue escolher entre Titanic e E.T., recomendo que leiam os dois.) Pouco mais de um ano depois, recebemos o grande e esperado lançamento do autor, Tartarugas até lá embaixo (que eu li antes da minha prima porque o mundo dá voltas), e é obvio que após tantos livros e filmes inspirados nas obras dele eu já era uma fã de carteirinha (ou Nerdfighter, if you know what i mean).

De todos os livros do John Green, Tartarugas foi o único com o qual tive a oportunidade de trabalhar no departamento de marketing. Foi uma sensação totalmente diferente, porque me apaixonar pela Aza junto com tantos leitores tornou essa história ainda mais especial. Se tinha algo que faltava para o John marcar um “J” no meu coração, agora está tudo mais que completo. E, embora seja difícil encontrar quem veja o mesmo mundo que o meu, graças a ele eu encontrei milhares.

Por isso digo que os livros do John são aqueles amigos que ficam para sempre. Faz cinco anos desde que aprendi que “Alguns infinitos são maiores que outros”, e, mesmo depois de tanto tempo, de conhecer a complexidade da Alasca, de rir com as confusões do Colin, de explorar os mistérios da Margo e de mergulhar nos pensamentos da Aza, aqueles Hazel e Gus do primeiro livro estarão sempre convidados para cruzar a cidade — e a vida — junto comigo, porque o nosso infinito é maior que aquele entre 0,1 e 1.000.000.

P.S.: Todas as referências de Cidades de papel deste texto foram baseadas no filme, pois apesar dos anos e das voltas do universo, Julia jamais me emprestou seu exemplar.

Leticia Vallecilo tem uma prima egoísta, já assistiu a How I Met Your Mother quatro vezes e felizmente não precisa mais cruzar a cidade todos os dias.

testeNovo Livro de John Green, Tartarugas até lá embaixo, vai virar filme

Apaixonados por Hazel e Gus, mais uma história inesquecível de John Green será adaptada para os cinemas! A Fox 2000 acaba de comprar os direitos de Tartarugas até lá embaixo, novo livro do autor, que conta a história de Aza Holmes, uma garota de 16 anos que sofre de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e tenta se libertar das espirais de pensamento que a aprisionam.

Essa será a terceira adaptação cinematográfica de John Green. Lançado em 2014, A Culpa é das Estrelas se tornou um fenômeno mundial, arrecadando 307,2 milhões de dólares e transformando Shailene Woodley e Ansel Elgort em grandes estrelas. Em 2015, Cidades de Papel teve estreia mundial aqui no Brasil com a presença do próprio John Green! Protagonizado por Nat Wolff e Cara Delevingne, o longa arrecadou 85,4 milhões de dólares no mundo todo.

No canal que divide com o irmão Hank, Vlogbrothers, o autor falou sobre suas expectativas para o filme e já perguntou aos leitores: que atriz seria perfeita para interpretar Aza Holmes?