testeSorteio Facebook-Destaques da Bienal [Encerrado]

Play na Bienal! 
O evento literário favorito começou. Para comemorar, o sorteio da semana é de livros destaques no nosso estande esse ano. Serão 3 vencedores que poderão escolher 1 livro.

Para participar, é só preencher o formulário abaixo!

ATENÇÃO:

– Caso a mesma pessoa se inscreva mais de uma vez ela será desclassificada.

– Você pode se inscrever no sorteio do Instagram e Twitter também, é só seguir as regras.

–  Ao terminar de preencher o formulário aparece a mensagem “Seu formulário foi enviado com sucesso”. Espere a página carregar até o final para confirmar a inscrição.

– Se você já ganhou um sorteio nos últimos 7 dias no Facebook, você não poderá participar deste sorteio.

– O resultado será anunciado no dia 06 de dezembro,  segunda-feira, em nosso perfil no Facebook. Boa sorte!

testeContra o feminismo branco e a verdadeira quarta onda do feminismo

*Por Joice Berth

Peço licença para contar uma experiência própria que dialoga muito com a intenção fundamental desse livro: exemplificar a toxicidade das práticas racistas dentro do feminismo.

Costumo ser muito solícita e colaborar com atividades que politizam debates entre mulheres. Digo muito sim, mas os “nãos” não necessários às vezes, e por diversos motivos.

Enquanto disse muitos “sim” para uma renomada feminista branca, fui tratada como amiga e a sororidade esteve presente. Bastou eu dizer um “não” para descobrir que não era sororidade, mas uma encenação. Não houve rechaço ou confronto direto, apenas o boicote sistemático, silencioso, e o distanciamento estratégico.

Uma outra influenciadora feminista e branca me convidou para ministrar uma aula-live para seu grupo de estudos, gratuitamente. Aceitei de pronto para depois descobrir por acaso que ela cobrava das mulheres que iriam participar, mas julgava que eu deveria dar aula sem qualquer remuneração, — afinal, ela supõe que militância seja caridade.

E mais, reparem como as feministas brancas se organizam entre si para tocar projetos, mas oferecem a outras mulheres apenas a participação simbólica ou o lugar do token. E tem também o grupo de feministas brancas que usam as mulheres não brancas quando lhes é favorável ou se silenciam diante dos sinais de racismo como mote para comparações que estabelecem desvalor diante de outras do mesmo grupo racial.

Essas e outras atitudes, digamos, nada nobres ou sororárias são recorrentes na relação entre mulheres brancas e não brancas. E são, sim, uma manifestação da supremacia branca e masculina, ou do racismo estrutural, como prática que invalida qualquer luta por emancipação feminina. Afinal, como já disseram muitas teóricas, sobretudo negras e não brancas, não existe hierarquia das opressões. Quer dizer, ou lutamos contra todas as formas de banimento da liberdade e poder social que existem e estruturam a sociedade, ou não conseguiremos nos livrar apenas daquela que nos vitima.

E é sobre isso e muito mais que a excelente e sagaz Rafia Zakaria fala no livro, cuja ênfase proposital no título coloca a autora, em um primeiro momento, como vilã separatista, ou, como muito foi dito a respeito do ícone do feminismo brasileiro nas décadas de 1970 e 1980, a excepcional Lélia Gonzalez, uma criadora de caso.

Mas basta ler os relatos que exponho aqui para encontrar ressonância direta com tudo que Zakaria traz em sua obra fundamental para autocrítica feminista, que anda tão necessária.

A autora paquistanesa é uma das líderes do levante contra o racismo e a supremacia branca que desviam o real significado emancipatório da luta das mulheres no mundo todo.

O mais produtivo nesse levante — e que serve muito ao status do feminismo no Brasil atualmente — é que não é uma mulher negra que traz essas narrativas e apontamentos preciosos nesse livro com que, corajosamente e destoando da covardia do mercado editorial brasileiro, a Intrínseca teve a brilhante iniciativa de nos presentear em grandiosa tradução.

Isso derruba de uma vez por todas a falácia de que feministas negras são criadoras de caso. Todas as feministas não brancas têm experiências dolorosas da reprodução da supremacia branca no bojo das práticas feministas.

Meu primeiro encontro com a escritora, advogada e jornalista Rafia Zakaria se deu na continuidade das minhas pesquisas sobre empoderamento. Embora ela não tenha entrado na lista de referências do meu livro, foi bastante acolhedor encontrar uma crítica sua publicada no The New York Times chamada “O mito do empoderamento” (em inglês, The myth of empowerment), na qual ela apontava o esvaziamento do conceito e a cooptação promovida por feministas brancas de um instrumento de luta que é vital para o resgate de mulheres não brancas e pobres. A partir daí, passei a me interessar por tudo o que ela produz.

Em Contra o feminismo branco, seu segundo livro, Zakaria traz todas as angústias que mulheres que transitam na linha tênue entre teoria e prática feminista conhecem muito bem.

Por exemplo, ela aborda sabiamente a fetichização da identidade vitimada, esse gosto sádico pelas histórias de sofrimento de mulheres negras, indígenas e não brancas que são ouvidas com uma falsa comoção enquanto são usadas para nos manter em um lugar de subalternidade permanente. Nossas dores são ouvidas sempre, mas nossa intelectualidade não, fazendo com que muitas se tornem dependentes emocionalmente dessas histórias e se limitem a isso enquanto feministas brancas articulam entre si o lenitivo acadêmico para essas “dores incuráveis”. Qual seria esse lenitivo? A mimetização de um comportamento branco como aval para um pertencimento irreal.

“Nenhuma atenção será dada a feministas paquistanesas, exceto se elas fizerem algo reconhecível dentro da esfera da experiência das feministas brancas — andar de skate com seu turbante, marchar com cartazes, escrever um livro sobre sexo e fugir para o ocidente.”

Zakaria corajosamente questiona a universalização do modelo de mulher promovida por figuras como Simone de Beauvoir e Betty Friedman, por exemplo. E nos leva a entender que essa dinâmica fortalece a supremacia branca dentro do feminismo, uma vez que, promove apagamentos, não só ao longo da história como na contemporaneidade, da vivência de mulheres não brancas. Isso me lembra muito o que foi levantado por Sujourner Truth em seu brilhante discurso no Congresso de Ohio pelo Direito das Mulheres, onde ela pergunta: E eu, não sou uma mulher?

Esse questionamento é a semente da interseccionalidade.

Beauvoir e Frydman, segundo a crítica de Zakaria, promovem essa dinâmica de fortalecimento do privilégio racial através do fortalecimento de uma epistemologia feminista branca e acadêmica, apresentando-a como único padrão de produção de saberes, enquanto estimula que a produção de saberes de mulheres não brancas seja pautada apenas em histórias tristes e subalternas que servem a um ideal salvacionista presente na vertente racista do feminismo universalista.

Outra crítica extremamente pertinente de Zakaria é quanto à definição branca de feminismo como luta por igualdade. O significado de igualdade proclamado por mulheres brancas difere do modo com que mulheres não brancas definem o mesmo conceito.

E é nessa seara de pensamento que reside o ponto de incompreensão acerca do real significado de empoderamento.

Feministas brancas pensam em ocupar os espaços que os homens brancos ocupam, mas raramente questionam a essência politicamente excludente e segregacionista desse padrão de poder, que só pode funcionar mediante uma hierarquia social.

Não é à toa que feministas brancas vêm colaborando sistematicamente para a “morte” do conceito de empoderamento, como exemplifica Rafia Zakaria. Confrontar a ideia de poder passa por exigir do feminismo uma postura de expulsão da mentalidade supremacista que alimenta o feminismo branco.

Ora, não podemos pensar em um projeto de alternância de poder e acreditar que isso é saudável. Não é saudável, e por motivos diversos, dos quais podemos destacar alguns estruturais: se a supremacia branca é uma ideia vigente a ser confrontada.

Mas se você pensa que em 304 páginas muito assertivas a crítica não caminha para a responsabilização dos meios de comunicação que transformaram o feminismo (branco) como padrão mainstream de luta, errou feio.

Sobra até para o clássico do empoderamento feminino fake e racista norte-americano Sex and the City, que exaltou ao longo de suas seis temporadas uma liberdade sexual acrítica e desconectada da questão de classe e raça.

Se eu for escrever sobre a importância deste livro, teremos outro livro. Cada apontamento preciosamente analisado, o ponto de vista de uma mulher muçulmana, não branca nem ocidental, o potencial de identificação que Ráfia Zakaria traz em sua narrativa sem filtro (de verdade!) e, principalmente, a explicação de que as práticas do feminismo branco, infelizmente, não se restringem a mulheres feministas brancas, mas formam uma “egrégora” de reprodução da supremacia racial e de classe que tem sido expurgada da luta, esvaziando totalmente seu potencial emancipatório, faz desse livro o mais útil e necessário de 2021. Rafia Zakaria e outras feministas que sempre estiveram à margem do mainstream, mas que constroem com as próprias mãos o verdadeiro movimento por emancipação sociopolítica e econômica de mulheres, como negras, indígenas, islâmicas e muçulmanas, nortistas e nordestinas, transgênero, pobres, etc. estão obviamente na dianteira da verdadeira quarta onda do feminismo mundial: o antirracista. E esse livro confirma isso.

*Joice Berth é arquiteta e urbanista de formada pela Universidade Nove de Julho, psicanalista em formação e escritora, autora do terceiro livro da Coleção Feminismos Plurais, Empoderamento. Tem ampla atuação nas redes sociais, onde discute tanto os assuntos que são foco de sua pesquisa acadêmica, como questões relacionadas à autoestima, política e diversidade. Atualmente é colunista mensal da revista Elle Brasil e participa da Coleção Ensaios sobre a Pandemia, da Editora Todavia com o tema Violência de Gênero.

testeHQ que expande o mundo de Avatar: a lenda de Aang chega em 2022

Atenção: o texto abaixo contém spoilers do último episódio da série animada.

A série animada da Nickelodeon Avatar: a lenda de Aang conquistou milhões de fãs e diversos prêmios ao longo de suas três temporadas. Na trama sobre a reencarnação do Avatar — o único capaz de dominar os quatro elementos e assegurar uma convivência pacífica no planeta —, Aang e seus amigos conseguiram pôr fim à disputa centenária entre as grandes nações ao derrotar o Senhor do Fogo Ozai. Agora, na forma de graphic novel, poderemos conhecer a jornada dos personagens dali em diante.

A promessa se passa um ano após a derrota da Nação do Fogo, período em que o Avatar Aang tenta garantir a liberdade e a harmonia restaurando as culturas originais de cada nação. Mas quando seu plano para realocar os colonos da Nação do Fogo que moram no Reino da Terra dá errado, o acordo entre o Senhor do Fogo Zuko e o Rei da Terra Kuei é colocado em xeque. As tensões aumentam, os povos se dividem e a amizade de Aang e Zuko é abalada por uma terrível promessa.

Com a ameaça iminente de uma batalha, será que Aang e seus amigos conseguirão chegar a um consenso sobre o mundo que desejam construir ou as quatro nações mergulharão em uma nova guerra implacável?

Escrita pelo vencedor do Eisner Award Gene Luen Yang em colaboração com os criadores da série original, Avatar: a lenda de Aang — A promessa contém a história completa, originalmente publicada em três partes, e conta com esboços originais da capa e das artes internas.

A HQ chega às lojas em 14 de janeiro e já está em pré-venda.

testeUma tragédia épica: a guerra sem vencedores

Ao longo do século XX, o Vietnã teve sua história marcada por diversos conflitos armados e guerras contra grandes potências mundiais. No primeiro desses embates, a Guerra da Indochina, os vietnamitas enfrentaram as forças francesas para conseguir sua independência. A batalha durou oito anos e deixou mais de 500.000 vítimas, a maioria do próprio Vietnã.

Embora a vitória tenha concedido a soberania nacional, o cenário polarizado da Guerra Fria contribuiu para que o Vietnã sofresse um novo golpe e tivesse seu território dividido em duas repúblicas: o Vietnã do Norte, comunista e comandado pelo grupo revolucionário que lutou na Guerra da Indochina; e o Vietnã do Sul, capitalista, com forte influência norte-americana e governado de forma autoritária por Ngo Dinh Diem.

Quando o governo do Sul se recusou a participar das eleições que reunificariam o país, alegando não acreditar na capacidade do governo do Norte em conduzir eleições livres, o país se viu imerso em um novo conflito. Temendo uma possível vitória do grupo comunista, os Estados Unidos decidiram entrar oficialmente na guerra, dez anos após seu início, e enviaram milhares de soldados e armamentos para um Vietnã já fragilizado pelos conflitos internos. 

Com resultados até hoje desconhecidos para grande parte do mundo ocidental, a Guerra do Vietnã foi um dos eventos mais polêmicos do século XX. As perdas humanas, compostas majoritariamente por vietnamitas, ficaram na casa dos milhões, e as consequências psicológicas para a população foram imensuráveis.

Em seu novo livro, Vietnã, o jornalista e historiador Max Hastings reconstrói essa trágica história e narra com detalhes os eventos ocorridos entre 1945 e 1975. Dando voz a uma vasta gama de personagens reais, Hastings questiona se algum dos lados merecia mesmo ter saído vencedor. 

Perfeito para quem gosta de mergulhar nos eventos históricos, Vietnã, do mesmo autor de Inferno e Catástrofe, chega às livrarias a partir de 13 de dezembro.

testeYung Pueblo: autoajuda para o século XXI

*Por Gabriel Trigueiro

A autoajuda quase sempre experimentou um sucesso popular e comercial considerável, embora seu prestígio intelectual costume ser inversamente proporcional ao sucesso. A primeira geração de modernistas não só considerava o gênero vulgar, como também o tornou alvo de piadas, satirizando o excesso de didatismo e a instrumentalidade da literatura de autoajuda. É o caso de How Should One Read a Book? [Como se lê um livro?], de Virginia Woolf, e ABC of Reading [O ABC da escrita], de Ezra Pound, por exemplo.

Por isso, foi grande a surpresa quando a biblioteca pessoal do escritor norte-americano David Foster Wallace, um dos maiores do século XX, foi doada à Universidade do Texas e nela foi encontrada uma boa quantidade de livros de autoajuda. Em todos eles, inúmeras anotações nas margens, rabiscos, setinhas, referências e paráfrases, quase como se o autor estivesse em diálogo constante com as questões e os problemas apresentados nas obras.

Nada estranho para alguém que sempre se ocupou daquilo que é humano e do poder da literatura de nos tornar menos sós e, quem sabe, até mesmo pessoas melhores. Mesmo assim, o acervo surpreendeu críticos e especialistas conceituados, principalmente os tidos como os guardiões do bom gosto, que sempre torceram o nariz para a autoajuda como gênero.

Mas o engraçado é que, quando você lê Graça infinita, por exemplo, a obra-prima de Wallace, um romance pós-moderno publicado em 1996 e um catatau de mais de mil páginas, percebe que, além dos recursos de linguagem e das demais invencionices formais e de estilo, a maior preocupação do autor é tão simples quanto a de qualquer autor de autoajuda: a de criar uma conexão profunda com o leitor e um espaço de autorreflexão e de crescimento humano. Isso, é claro, não qualifica Wallace como um autor de autoajuda, mas certamente como alguém influenciado pelo gênero.

A autoajuda e a “compaixão estrutural”

A origem moderna da autoajuda, como gênero literário, data das sociedades socialistas e anarquistas britânicas do século XIX. Manifestos como Self-Help by the People [Autoajuda pelo povo], de George Jacob Holyoake, publicado em 1857, sugeriam que os trabalhadores aprendessem ofícios variados a fim de que pudessem ser úteis à sua comunidade. What Is to Be Done? [O que deve ser feito?], publicado na Rússia em 1863 por Nikolai Chernyshevsky, discutia estratégias políticas e também abarcava dicas que iam desde como lidar com relações românticas até como criar e liderar uma cooperativa de costura.

Com o passar do tempo, foi ocorrendo um aburguesamento do gênero, cujo marco histórico normalmente é datado a partir da publicação de Self-Help [Autoajuda], em 1859, por Samuel Smiles, um jornalista escocês liberal-reformista. Essa guinada liberal acabou condicionando o tom de parte das publicações subsequentes do gênero, traduzido no foco excessivo no progresso individual em detrimento de quaisquer considerações mais coletivas e sociológicas.

Os estudiosos organizam o desenvolvimento da autoajuda nos Estados Unidos em três grandes fases: uma focada na criatividade e no esforço individual, situada em até meados do século XX; depois, o pós-Segunda Guerra, um momento em que essa literatura se volta para a ideia da busca de “lazer e conforto” pelo indivíduo após o conflito mundial; e, por fim, a fase da abertura à espiritualidade, no final do século. Repare que o conteúdo e mesmo a forma desse gênero literário acompanha o contexto social e cultural macro.

O movimento em voga, então, é a ideia da busca da felicidade e da paz interior a partir de um caminho trilhado e pavimentado por autoconsciência, generosidade, compaixão e coragem. É justamente nesse terceiro paradigma que se encaixa o jovem Diego Perez, que assina com o pseudônimo de Yung Pueblo e é um dos expoentes da literatura de autoajuda contemporânea.

Autoajuda: conexão e humanidade

Pueblo nasceu no Equador e migrou, ainda criança, para os Estados Unidos. Já adulto descobriu a meditação Vipassana e começou a escrever, em livros e no Instagram, poemas, pequenos ensaios, frases e aconselhamentos de autoconhecimento para o seu cada vez maior público leitor. Em determinada passagem de seu livro, afirma: “Novos acontecimentos normalmente não são percebidos com total clareza, pois sua semelhança com situações do passado engatilha antigas reações emocionais e elas rapidamente nublam a capacidade da mente de observar com objetividade o que acontece. Vemos o hoje e, ao mesmo tempo, sentimos todos os ontens.”

Um ponto sempre reiterado pelo autor é essa ascendência do passado sobre o presente, além da urgência em abraçarmos uma postura de vida pautada pela autoconsciência. Nas palavras do autor: “Da próxima vez que se sentir aflito por recair em antigos padrões, lembre-se de que a simples consciência de estar repetindo o passado é sinal de progresso”. Também há uma atenção especial dirigida aos nossos relacionamentos e à natureza das configurações de afeto a que nos entregamos. Por exemplo, quando ele pontua que “Lealdade cega não nutre ninguém. Apoiar a quem se ama na ignorância, ou pior, tolerar continuamente o mal que lhe causa, é um ato de traição a si próprio”.

É interessante, também, notar que Pueblo recupera e se filia a uma tradição da autoajuda que é politicamente radical em sua origem: segundo ele, “cabe a nós tornar estrutural a compaixão”. Como Pueblo mesmo argumenta, e aqui de modo abertamente político, “subir o padrão de forma a não mais haver gente sofrendo em nível material não é uma impossibilidade; é só questão de disposição. Temos, coletivamente, a riqueza e o conhecimento para fazê-lo. O que nos falta é um senso maior de compaixão incondicional”.

Você pode classificar Clareza & conexão, o livro mais recente de Pueblo, como “autoajuda para o século XXI” ou até como um “Minutos de Sabedoria hipster”. Mas o fato de sua obra ter ganhado visibilidade a partir de posts em uma rede social como o Instagram, a qual amplifica os nossos traços individuais e coletivos de narcisismo e individualismo, é mais um indicador da capacidade de conexão humana, compaixão e coragem geradas por sua escrita. E isso talvez aponte para algo de positivo e de generoso sobre a capacidade humana de lidar com a apatia e o cinismo nosso de cada dia.

 

*Gabriel Trigueiro é doutor em História Comparada pela UFRJ

testeSorteio Facebook – Livros imperdíveis [Encerrado]

Black Friday =  livros maravilhosos em promoção!

Para mimar mais ainda os nossos leitores, o sorteio da semana é de livros imperdíveis da Black Friday. Serão 3 vencedores que poderão escolher 1 livro.

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– O resultado será anunciado no dia 29 de novembro,  segunda-feira, em nosso perfil no Facebook. Boa sorte!

testeSorteio Twitter – Livros imperdíveis [Encerrado]

Black Friday =  livros maravilhosos em promoção!

Para mimar mais ainda os nossos leitores, o sorteio da semana é de livros imperdíveis da Black Friday. 

Para participar do sorteio você precisa seguir o nosso perfil (@intrinseca), compartilhar essa imagem no FEED do seu Twitter PUBLICAMENTE e preencher o formulário abaixo! 

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– O resultado será anunciado no dia 29 de novembro, segunda-feira, em nosso perfil no Twitter. Boa sorte!

testeSorteio Instagram – Livros imperdíveis [Encerrado]

Black Friday =  livros maravilhosos em promoção!

Para mimar mais ainda os nossos leitores, o sorteio da semana é de livros imperdíveis da Black Friday. Serão 3 vencedores que poderão escolher 1 livro.

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– O resultado será anunciado no dia 29 de novembro, segunda-feira, em nosso perfil no Instagram. Boa sorte!

testeGoodreads Choice Awards 2021: Conheça os lançamentos da Intrínseca que concorrem ao prêmio

O Goodreads, comunidade virtual onde leitores avaliam e comentam suas leituras,  realiza uma votação anual dos melhores livros publicados. São 17 categorias. A lista de 2021 foi divulgada recentemente e há, entre os indicados, diversos títulos já lançados pela Intrínseca ou que chegarão em breve por aqui! Ficou curioso? Então confira:

Na categoria de Melhor Livro de Ficção, temos Dial A for Aunties, de Jesse Q. Sutanto, e Cloud Cuckoo Land, de Anthony Doerr, autor de Toda luz que não podemos ver, ambos sem título em português e o segundo com lançamento marcado para o começo de 2022. O palácio de papel, de Miranda Cowley Heller, livro de novembro do clube intrínsecos, concorre nessa mesma categoria e também na de Melhor Autor Estreante. A obra chegará às livrarias em janeiro de 2022.

Ao prêmio de Melhor Mistério e Thriller, concorrem o novo livro da escritora Liane Moriarty, Apples never fall, que tem previsão de lançamento para 2022, e também A última coisa que ele me disse, de Laura Dave, ainda sem data de lançamento. Moriarty concorreu na categoria Melhor Livro de Ficção em 2018 com Nove desconhecidos, livro que recentemente foi adaptado para série pelo Amazon Prime Video. Será que neste ano ela levará um troféu?

Na categoria de Melhor Ficção Histórica, nossa torcida está com The Lincoln Highway, de Amor Towles, ainda sem título em português. Towles é o autor de O cavaleiro em Moscou, livro publicado em 2018 pela Intrínseca, e também colaborou com Forward, coletânea de ficção científica lançada em novembro deste ano. Para Melhor Romance, temos o já queridinho Na estrada com o ex, da escritora Beth O’Leary, que será enviado no kit superespecial de dezembro do clube intrínsecos. Apostamos também em It happened one summer, de Tessa Bailey, ainda sem título em português e data de lançamento. 

Já para os fãs de terror, temos como concorrente na categoria The final girl support group, do incrível Grady Hendrix. Sim, lançaremos mais títulos do querido autor de O exorcismo da minha melhor amiga! Nessa nova história, Hendrix explora os dilemas das chamadas final girls, ou, no jargão dos filmes de terror, as últimas sobreviventes, aquelas personagens que, com muito esforço, vencem o assassino. Mas o que acontece com as final girls depois da vitória? O livro ainda não tem título em português nem previsão de chegada às livrarias.

A categoria de Não Ficção está repleta de livros maravilhosos! Temos a estreia do escritor John Green no gênero, Antropoceno: notas sobre a vida na Terra; Sob um céu branco: a natureza no futuro, de Elizabeth Kolbert; O livro do conforto, de Matt Haig; A premonição, de Michael Lewis; e This is our mind on plants, de Michael Pollan, lançamento ainda sem previsão. Na categoria de Melhor Livro de Poesia de 2021, Clareza e conexão, do escritor Yung Pueblo, é nosso título na disputa.

Em Melhor Livro de História ou Biografia, concorrem A decodificadora, de Walter Isaacson, que conta a história de Jennifer Doudna, cientista premiada com o Nobel de Química por suas descobertas sobre edição de DNA, e também Amazon sem limites, de Brad Stone

O primeiro volume de Duna, adaptação para quadrinhos de Brian Herbert e Kevin J. Anderson do clássico de Frank Herbert, concorre na categoria Melhor HQ. O livro também recebeu neste ano uma adaptação para as telas dirigida por Denis Villeneuve, estrelada por Zendaya e Timothée Chalamet.

Fechando a premiação de 2021, concorrem nas categorias Melhor Livro de Fantasia e Ficção Científica young adult e Melhor Livro Infantojuvenil, respectivamente, Iron Widow, de Xiran Jay Zhao, ainda sem data de publicação no Brasil, e A filha das profundezas, lançamento do queridíssimo Rick Riordan.

A votação da primeira rodada vai até o dia 28 de novembro e os vencedores serão anunciados no dia 9 de dezembro. Participe dando o seu voto!

testeSorteio Twitter – Dia da Consciência Negra [Encerrado]

Sábado é Dia da Consciência Negra e para celebrar essa data tão importante fizemos uma seleção de livros que nos convidam a refletir sobre negritude, resistência e ancestralidade. Serão 3 vencedores que poderão escolher 1 livro.

Para participar do sorteio você precisa seguir o nosso perfil (@intrinseca), compartilhar essa imagem no FEED do seu Twitter PUBLICAMENTE e preencher o formulário abaixo! Boa sorte!

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