testeSorteio Twitter – Halloween 2021 [Encerrado]

Boo! Preparem-se para um sorteio horripilante! Fizemos uma seleção de livros trevosos e com altas doses de sustos para marcar o Halloween da Intrínseca. E sabe a melhor parte? Vamos sortear três vencedores que poderão escolher um (1) livro da foto de presente.

Para participar do sorteio você precisa seguir o nosso perfil (@intrinseca), compartilhar essa imagem no FEED do seu Twitter PUBLICAMENTE e preencher o formulário abaixo!

ATENÇÃO:

– Caso a mesma pessoa se inscreva mais de uma vez ela será desclassificada.

– Você pode se inscrever no sorteio do Instagram e Facebook também, é só seguir as regras.

–  Ao terminar de preencher o formulário aparece a mensagem “Seu formulário foi enviado com sucesso”. Espere a página carregar até o final para confirmar a inscrição.

– Se você já ganhou um sorteio nos últimos 7 dias no Twitter, você não poderá participar deste sorteio.

– O resultado será anunciado no dia 3 de novembro, quarta-feira, em nosso perfil no Twitter. Boa sorte!

testeQuando ninguém está olhando: algo muito errado está acontecendo no Brooklyn

Nada pior do que ver o bairro onde você nasceu e cresceu mudando completamente do dia para a noite. Para Sydney Green, protagonista de Quando ninguém está olhando, a situação é desoladora: de repente, seus vizinhos mais antigos começam a desaparecer misteriosamente e novos condomínios se espalham como erva daninha com placas de “vende-se”. E quanto mais moradores negros somem, mais moradores brancos chegam.

Para manter viva a memória da comunidade, Sydney decide canalizar sua frustração planejando um passeio guiado em que pretende contar a verdadeira história do bairro. Mas, conforme sua pesquisa avança, o que antes parecia apenas um movimento de gentrificação aos poucos ganha contornos de conspiração. Ou seria apenas paranoia? Uma coisa é certa: algo muito errado está acontecendo na vizinhança.

Abordando a violência racial e as assimetrias sociais em uma sequência de eventos eletrizantes, Quando ninguém está olhando é um daqueles thrillers hipnotizantes que você não vai querer largar até chegar ao fim.

O livro chega às lojas em 19 de novembro e já está em pré-venda. Garanta o seu!

testeSeja um viajante, não turista: a volta ao mundo irreverente de Anthony Bourdain

Por João Lourenço*

Anthony Bourdain em Hanói, Vietnam, durante a 8ª temporada de Fora do Mapa (Foto: CNN)

A jornada para casa é um dos temas fundamentais relacionados às questões humanas e artísticas. Em uma das passagens mais marcantes da literatura, o personagem de O quarto de Giovanni reflete: “Talvez o lar não seja um lugar específico, mas sim uma condição irrevogável.” É isto: o lugar que ocupamos no mundo vai muito além de limitações geográficas. E o chef e apresentador Anthony Bourdain foi o exemplo perfeito dessa busca incessante pelo próprio lugar no mundo.

A jornada de Bourdain foi interrompida em 2018, mas a admiração por ele continua. “A real grandeza de seu impacto cultural só ficou clara para mim depois de sua morte”, relata Laurie Woolever, amiga, assistente e co-autora de Volta ao mundo: Um guia irreverente. Na introdução, Woolever conta que o livro começou a ser escrito quando ela percebeu a saudade que os fãs sentiam.

A história de Anthony Bourdain começa na cozinha, longe dos holofotes, em longas horas de trabalho como chef. Embora tenha trabalhado em inúmeros restaurantes disputados de Nova York, ele nunca ganhou o status de chef renomado. Ao contrário de colegas que ostentavam estrelas Michelin, ele estava mais interessado no senso de comunhão gerado pela comida e em melhores condições humanas. Bourdain tinha fome de justiça social.

Nos anos 1980, enquanto batalhava contra o vício em drogas, Bourdain fez um curso de escrita criativa com o controverso editor Gordon Lish – responsável por lapidar nomes como Raymond Carver. Para o chef, a escrita surgiu como uma ocupação para os dias de folga, uma fuga saudável. Na década seguinte, a carreira como contador de histórias começou na revista The New Yorker, para a qual submeteu um ensaio sem muita esperança de ser publicado. Para surpresa dele, “Don’t Eat Before Reading This” [Não coma antes de ler isto] se tornou um dos maiores sucessos da revista e, logo, serviu de base para o livro que viria a ser best-seller internacional, Cozinha confidencial. “Ser um chef é muito parecido com ser um controlador de tráfego aéreo: você constantemente precisa lidar com a ameaça do desastre”, escreveu Bourdain em seu famoso ensaio.

Após promover o livro, o chef foi convidado para o seu primeiro programa de televisão, A Cook’s Tour. Suas observações afiadas e bem-humoradas ganharam popularidade; o resto é história. Em uma carreira de quase duas décadas na TV, Bourdain apresentou diversos programas e acumulou os mais variados prêmios do jornalismo e do entretenimento, entre eles o Emmy e o Peabody.

Em Volta ao mundo, percebe-se um lado melancólico de Bourdain que nem sempre transparecia nas telas, quando era visto como um homem extrovertido, destemido e capaz de topar tudo ao menos uma vez. Ele interpretou bem a imagem que criaram dele. Porém, as histórias relatadas pelos amigos próximos desenham um Bourdain diferente: cansado, humano, introspectivo.

Após anos na estrada, longe da filha e da esposa, veio o esgotamento. Até a paixão pela comida e pelo desconhecido diminuiu. Nas últimas temporadas de Lugares Desconhecidos, vemos um apresentador contando histórias de “pessoas reais”, mas que parecia não conseguir se distanciar da realidade. Os lugares majestosos não mais lhe interessavam. Era em cidades como a devastada Porto Príncipe, no Haiti, que procurava encaixar as peças para as histórias de resiliência que apresentava na tela. “Essas viagens o transformaram fundamentalmente. Ele passava tempo significativo com as pessoas, tinha empatia por elas, mas no final do dia não sabia o que fazer com tudo aquilo”, relata David Chang, amigo e aprendiz de Bourdain, no documentário Roadrunner, ainda inédito no Brasil.

Em muitas dessas visitas por lugares inóspitos, a equipe de Bourdain oferecia comida para a população carente local. Mas nunca era suficiente. Brigas e conflitos surgiam com frequência. Nesse documentário, lançado recentemente nos Estados Unidos, temos a imagem de um homem exausto e que não sabia como lidar com as atrocidades do mundo. Começou a apresentar sintomas de agorafobia. Mas o combustível de Bourdain surgia dessas trocas com o desconhecido. Ele precisava das cores e texturas desses lugares para sobreviver, mas era exatamente disso que ele também passou a se esconder.

A Volta ao mundo de Bourdain pode ser lida como cartas de um amigo próximo, repleta de sentimentos, piadas e dicas. Entre elas, ele recomenda ao leitor ser um viajante, não turista. Ao chegar em um lugar pela primeira vez, Bourdain visitava os mercados para observar quais itens eram mais vendidos. Ao perceber o que os locais estavam comprando, ele era capaz de identificar os traços e as particularidades de cada cultura. E ressalta que é preciso estar disposto a comer alguns pratos ruins antes de saborear os que ficarão gravados na memória.

(Foto: David S. Holloway, CNN)

Volta ao mundo não pretende ser um guia definitivo de viagem. Nele, Woolever faz um intenso trabalho de pesquisa e reúne trechos de entrevistas, ensaios e transcrições dos principais programas apresentados por Bourdain. O resultado é uma grande colcha de retalhos, distribuída em pequenos capítulos, que conta com anedotas e histórias inéditas de pessoas que cruzaram o caminho do apresentador. Woolever foi assistente de Bourdain por mais de uma década e essa aproximação é mostrada em seu relato pessoal, mas a autora faz uma óbvia distinção entre a sua perspectiva e a voz de Bourdain e de seus amigos.

Os capítulos são divididos por países e passam por lugares conhecidos, como França e Portugal, e outros que não costumam estar em roteiros mais tradicionais de viagem, como Butão e Omã. No capítulo sobre o Brasil, há o relato da primeira vez que foi a Salvador, onde comeu acarajé e provou azeite-de-dendê. “Adoro azeite-de-dendê. Mas leva algum tempo para se acostumar. A primeira vez que estive aqui foi assim: você come e caga sem parar durante horas. Mas, depois de se acostumar, sem problemas! Eu adoro.” Por esse tipo de observação, sagaz e honesta, Bourdain conseguiu criar um laço de amizade com telespectadores e fãs ao redor do mundo.

Agora que podemos pensar em retomar as viagens, esse guia é uma ótima pedida para enfrentar as longas horas em aviões e aeroportos. Para aqueles que ainda não podem viajar, talvez a leitura ajude a eliminar o medo do desconhecido. Independentemente do local que você escolher para a próxima viagem, Bourdain lembra que “todos nós, quando viajamos, olhamos para os lugares para onde vamos, as coisas que vemos, com outros olhos”. Aprendemos muito sobre nós e sobre o outro quando dividimos uma refeição, seja ela em um restaurante reconhecido com estrelas ou em uma barraca de feira. É este o legado de Bourdain para os leitores: abraçar o desconhecido e aprender a se conectar com o outro e consigo mesmo. Cheers!

 

*João Lourenço é jornalista. Passou pela redação da FFWMAG, colaborou com a Harper’s Bazaar e com a ABD Conceitual, entre outras publicações estrangeiras de moda e design.

testeComo não ser dominado pelos próprios sentimentos?

Doses diárias de autoconhecimento com o fenômeno literário Yung Pueblo

Viver sob estresse, ansiedade e tensão pode provocar inúmeros sentimentos e pensamentos que nos limitam e impedem que criemos uma conexão profunda com outras pessoas ou com nós mesmos. Para o escritor e ativista Yung Pueblo, o primeiro passo para nos tornarmos pessoas melhores é nos voltarmos para nosso interior.

Em Clareza & conexão, uma obra repleta de doses diárias de sabedoria, o autor compartilha ensinamentos e insights capazes de nos fazer enxergar a vida de uma forma diferente — sem que deixemos nossos sentimentos e traumas nos dominarem. Suas páginas também nos inspiram  a ficarmos abertos a relacionamentos mais sinceros e profundos — nos quais a cobrança e a expectativa dão lugar ao incentivo e ao companheirismo.

Leia um trecho:

a maior guinada da sua vida acontece quando você
se volta para dentro.

com o tempo, tendo propósito e boas práticas de cura,
o passado perde o poder sobre sua vida.
você continua o processo — posicionando-se, sentindo,
compreendendo e se desapegando.
e é quando começa a notar os resultados; você
já não é mais a mesma pessoa.

sua mente parece mais leve e desenvolve uma nova
e aguda clareza.

em sua vida e em seus relacionamentos, você passa a estar
pronto para uma verdadeira conexão.

Com mais de 1,5 milhão de seguidores no Instagram, Yung Pueblo incentiva pessoas no mundo inteiro a desenvolver o amor incondicional por si mesmas e pelos outros por meio de poemas, frases e pequenos ensaios sobre autoconhecimento e autocura, estimulando o desenvolvimento da inteligência emocional necessária para alcançarem a paz interior.

Clareza & conexão é o livro perfeito para todos aqueles que buscam mudar de vida e não se tornar reféns de sentimentos ruins. A obra chega às lojas em 4 de novembro e já está em pré-venda. Garanta o seu.

testeMeritocracia, desigualdade e populismos

*Por Gabriel Trigueiro

  1. Meritocracia e conflitos de classes

Não é preciso ser um marxista para reconhecer que a desigualdade — intensificada pela meritocracia — agravou o conflito de classes. À medida que a desigualdade aumenta, argumenta Daniel Markovits em A cilada da meritocracia, mais a elite norte-americana se corrompe, agravando o ressentimento da classe média. Essa é uma descrição sociologicamente simplificada, mas verdadeira e precisa, que também explica o solo de onde os populismos de direita brotaram ao longo das últimas décadas.

Os filhos da classe média são excluídos das melhores oportunidades de educação e, como consequência, dos melhores empregos. No entanto, isso não sugere que as elites desfrutem de paz e estabilidade. Ao contrário, elas estão cada vez mais insularizadas, ensimesmadas, ansiosas em perpetuar seus privilégios de casta e apartadas do restante da sociedade.   

  1. A meritocracia como a mãe dos populismos

Em uma virada perversa, mas um tanto irônica e cruel, o sistema meritocrático reforça hierarquias e elementos de distinção social. Isso pode ser observado em pequenos hábitos das classes altas, desde seu esnobismo gastronômico até sua forma de se vestir e de falar. A consequência é o aumento do ressentimento da classe média, que fica mais propensa a aderir a projetos populistas, como o trumpismo e o bolsonarismo.

A meritocracia golpeia a autoestima da classe trabalhadora e da classe média, alijadas das benesses e das distinções sociais geradas pelo sistema, mas destinadas única e exclusivamente à alta casta. Quem não pertence às elites acaba se ressentindo de suas conquistas, modos e costumes, e logo se vê adotando uma atitude reativa aos seus principais traços distintivos. Se a elite é cada vez mais cuidadosa em adotar um discurso inclusivo com relação às minorias, o restante da sociedade encampa a xenofobia. Se a elite é cosmopolita, o restante da sociedade adere ao nacionalismo mais tóxico. Se a elite valoriza as credenciais e as instituições que legitimam seu status meritocrático, o restante da sociedade brada contra a ordem estabelecida e, no fim das contas, adota o populismo.

A desigualdade, criada e aprofundada pela cilada da meritocracia, ataca em duas frentes: em primeiro lugar, destituindo a classe média de empregos; em segundo, destruindo a sua dignidade. A meritocracia concentra privilégios e demoniza qualquer tipo de desvantagem como produto de falta de esforço, falhas individuais ou incompetência. Daí a soma de raiva e ressentimento que, mesmo em momentos de expansão econômica, engolfa a sociedade e se precipita no populismo dos anos recentes.

*Gabriel Trigueiro é doutor em História Comparada pela UFRJ

testeRomance inédito de Jojo Moyes chega ao Brasil em dezembro

Os apaixonados pela Louisa Clark já podem se preparar, porque mais uma protagonista criada por Jojo Moyes está chegando às livrarias brasileiras.

Apesar de Suzanna Peacock não ter conhecido a mãe, o fantasma da vida glamourosa de Athene nos anos 1960 a acompanhou ao longo das décadas. Isso fica evidente quando, aos 34 anos, Suzanna volta à sua cidade natal junto com o marido, com quem vive um relacionamento medíocre há dez anos, e percebe que as famigeradas histórias da mãe ainda correm pelo local.

Frustrada com o rumo da sua vida, ela decide abrir uma mistura de cafeteria com brechó, o Empório Peacock, que logo se torna o único lugar onde se sente bem. Na loja, além de conseguir se afastar de seus habituais conflitos, Suzanna também acaba fazendo novos amigos, entre eles a criativa Jessie e o solitário Alejandro, com quem compartilha o gosto por café e o histórico familiar complicado.

Embora os dias na loja a façam sentir feliz e protegida, Suzanna sabe que é impossível fugir do passado e que, cedo ou tarde, precisará se reconciliar com a própria história. Será que a chave para a felicidade está mesmo tão distante quanto ela imagina? 

Inédito no Brasil, o terceiro livro da carreira de Jojo Moyes, A loja dos sonhos, chega às livrarias em 2 de dezembro e já está disponível em pré-venda.

testeOs lugares mais fascinantes do mundo pelos olhos de Anthony Bourdain

Anthony Bourdain conhecia o mundo como poucos, graças às inúmeras viagens que fez em seus programas de televisão. Seja nos restaurantes secretos de Nova York ou nos cenários de beleza extraordinária da Tanzânia, o apresentador, escritor e chef vencedor de diversos prêmios desbravou  os locais mais encantadores, memoráveis e fascinantes do planeta.

Em Volta ao mundo, Laurie Woolever, escritora e editora que passou quase uma década trabalhando ao lado de Bourdain, reúne alguns dos lugares favoritos do amigo, honrando seu legado com este guia de viagens divertido, prático e objetivo.

Seja para viajantes experientes ou entusiastas, Volta ao mundo é uma chance de vivenciar o melhor do planeta com dicas preciosas de lugares onde comer, se hospedar e como se locomover. Tudo, é claro, à moda do eterno Anthony Bourdain.

O livro chega às livrarias em 28 de outubro e está em pré-venda. Garanta já o seu!

testeSorteio Instagram – Vem de lançamento [Encerrado]

É lançamento que você quer, bebê? Vamos sortear 3 sortudos que poderão escolher um livro da foto de presente!

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testeSorteio Twitter – Vem de lançamento [Encerrado]

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