testeA última carta de amor, de Jojo Moyes, ganha sobrecapa do filme

Preparem os lencinhos! Mais um romance de Jojo Moyes, autora de Como eu era antes de você, ganhará as telinhas em breve! A última carta de amor, o primeiro livro de Moyes publicado pela Intrínseca, chega à Netflix no dia 23 de julho. 

A adaptação é estrelada por Shailene Woodley (A Culpa É Das Estrelas e Big Little Lies) e Felicity Jones (Star Wars: Rogue One), que darão vida às personagens Jennifer e Ellie, respectivamente. O longa também conta com a participação de Joe Alwyn (A Favorita), Callum Turner (Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald), Ncuti Gatwa (Sex Education) e Nabhaan Rizwan (Informer).

Confira a sobrecapa especial com o pôster do filme:

O romance acompanha duas linhas do tempo: uma em 1960 e outra em 2003. A primeira conta a história de Jennifer Stirling, uma mulher que acorda sem memória em um hospital após um acidente de carro. Ao voltar para casa com o marido, ela acaba descobrindo uma série de cartas de amor secretas endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”. Estaria vivendo um romance fora do casamento?

Quatro décadas depois, conhecemos a jornalista Ellie Haworth, que encontra as cartas secretas trocadas entre Jennifer e “B” nos arquivos do trabalho. Ela fica fascinada por essa história de amor proibido e começa a procurar por “B” na vida real, sem desconfiar que unir esses dois apaixonados talvez seja o caminho para encontrar uma solução para seu relacionamento turbulento com um homem casado.

A edição de A última carta de amor com a sobrecapa do filme chega às livrarias em 15 de junho.

testeMãezinha, não

Por Heloiza Daou*

Meu filho nasceu a caminho da maternidade, dentro de um carro. Por alguns segundos, tive plena certeza de que eu morreria. Mesmo. Ele estava sentado e começou a sair de dentro do meu útero. Articulou pernas, braços, ombros e cabeça e nasceu na altura do Largo do Boticário, no bairro das Laranjeiras, aqui no Rio de Janeiro. Veio para meus braços quieto, no meio daquele ambiente que cheirava a loucura. Eu não morri. Ou, pelo menos, era o que eu achava.

Alguns dias depois, passada a chuva de hormônios iniciais, eu me vi em casa, sentada no sofá da sala num fim de tarde, com um recém-nascido nos braços, olhando viagens, festas e encontros nos porta-retratos da estante. Meu peito pegava fogo e eu estava exausta. Chorava vendo as fotos e soluçava alto, pensando que nunca mais conseguiria viajar. Tive certeza absoluta de que a minha vida tinha acabado. Hoje, depois de três anos e meio, não tenho como negar: eu estava um pouco certa.

“Um filho muda tudo” era a frase que mais ouvia quando estava grávida. Ainda assim, é muito difícil imaginar a quantidade de mudanças que ele causa: a vida vira um embaralhar constante e difícil das cartas de prioridades. Porém, o que me deixa mais realizada, hoje, não é exatamente o fato de eu ter me tornado mãe, mas de eu ter me tornado a mulher que sou após parir.

Nenhuma mulher precisa ser mãe para ser alguém. Sempre tive isso em mente, antes mesmo de ter um filho, e esse pensamento só ficou ainda mais forte depois de ter: somos incríveis e inteiras independentemente desse papel.

Maria Homem e Contardo Galligaris, em Coisa de menina, falam dessa dualidade enfrentada desde sempre pelas mulheres. A nossa cultura é construída pela ideia de que a mulher é representante do mal, amiga do demônio, uma projeção dos desejos que o homem não consegue controlar. Ao mesmo tempo, existe o culto público à figura da mãe: “O materno é o grande instrumento de repressão do sexual feminino. A mulher se vê educada para ser ou mãe, ou mulher, como se fossem dois campos em oposição.”

Essa consequência mulher-mãe, que parece “natural”, no fundo, é maldita e esconde algo bem importante que acontece quando uma mulher tem um filho: ela fica invisível. É tudo sobre a criança, nada mais é sobre a mulher. Esquecem até o nosso nome, ou pior, fazem questão de não o dizer. Somos chamadas de “mamãe de”, “mãe” e “mãezinha”. É um apagamento diário da nossa personalidade enquanto estamos muito vulneráveis, passando por uma solidão e por um cansaço sem tamanhos, em que detalhes simples de cuidado nos emocionam, porque nos lembram que a gente existe. É tão duro passar por essa solidão – principalmente sem apoio – que, quando a separação emocional entre mãe-criança/mãe-mulher acontece, o que a gente enxerga com frequência é a progenitora oprimida virar opressora: “Ele ainda não anda?”, “Ele ainda não fala?”, “Nossa, comigo foi muito mais fácil”, “Acho que você está fazendo errado.” Uma vingança dura. De mulher pra mulher.

A maternidade, hoje, infelizmente, leva a rivalidade feminina ao ápice. É um projeto bem montado para que primeiro sejamos mulheres desejáveis rivalizando — mas não muito livres nem interessante demais, por favor —, e para que logo em seguida sejamos mães, anuladas e apagadas no feminino, nas nossas vontades e nos nossos desejos, dedicadas única e exclusivamente aos filhos e à família. Sempre de forma perfeita, fato que não conseguimos sustentar por muito tempo, claro. “A sensação de que estamos fracassando naquilo que o mundo mais espera de mim”, diz Maria Homem. A questão é que o fracasso não existe se ser mãe não for a sua única função no planeta. E vejam só, não é.

Eu aprendi, depois de algum tempo, que não precisava fazer a escolha entre ser mãe ou ser mulher. Aprendi isso vivendo e estudando. Aprendi também porque tive muita ajuda. Foram muitos textos, filmes e áudios, além do contato com mulheres feministas incríveis dentro e fora de casa, que me fizeram entender que eu só poderia viver a potência da maternidade no seu esplendor se eu vibrasse antes, durante e depois pela mulher que realmente sou.

O meu desejo no dia de hoje e sempre é que as mulheres quebrem o ciclo do apagamento. Ouçam outra mulher. Todas nós precisamos de ajuda e incentivo para sermos nós mesmas. Apoiem nosso brilho, nossos gritos, nossas vontades. Não julgue outra mulher: a que não tem filhos; a que não quer ter; a que quer os ter e a que já os tem. Ajude outra mulher. Da forma que você conseguir: seja por áudio, bolo, mensagem, foto ou abraço.

Você que é mãe: pense em você, nos seus desejos, nas suas vontades mais loucas que não passam pelos seus filhos. Abra suas asas. Se possível, deixe o bebê no colo de outro adulto ou em algum lugar seguro e coma sua refeição quente. Faça escolhas individuais, assista a filmes adultos, converse com adultos. Não deixe nunca que a diminuam como mulher. Seja chata, peça ajuda, clame pela sua própria mãe e reclame alto, muito alto. E nunca, jamais, deixe que a chamem de mãezinha. A gente tem nome, personalidade e história. Mãezinha, não.

 

*Heloiza Daou é movida a palavra. Obsessiva por boas histórias, sejam elas de livros, dos filmes ou da vida. É também mãe do Tomás, o job mais insano que já teve o prazer de tocar.

testeSorteio Twitter – Os mais bombados [ENCERRADO]

Atenção, leitores! Hoje o sorteio é para quem quer garantir alguns dos nossos maiores sucessos! Serão 3 vencedores que poderão escolher um (1) livro da lista.

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testeSorteio Facebook – Os mais bombados [Encerrado]

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testeOs erros e acertos que ajudaram a construir o império Amazon

O que transforma uma empresa de varejo em um império global? A trajetória da Amazon, comandada durante 27 anos por Jeff Bezos, é marcada por sucessos e erros que a colocaram no topo da lista de companhias mais valiosas e controversas do mundo.

Com acesso sem precedentes a executivos, funcionários, integrantes de órgãos reguladores e críticos da Amazon, Brad Stone mostra como as mudanças profundas na empresa nas últimas décadas levaram a inovações drásticas, bem como aos equívocos que alimentaram a percepção negativa do público a respeito das agressivas práticas de negócios da companhia.

Em Amazon sem limites, além de traçar a ascensão da Amazon, Stone também investiga a evolução do próprio Bezos, um tecnólogo geek totalmente dedicado a seu empreendimento que se transformaria em bilionário disciplinado, com ambições globais, comandando um império com mão de ferro, mesmo quando sua vida pessoal passou a ser escrutinada pelos tabloides. O livro analisa o afastamento gradual de Bezos do dia a dia da companhia para focar em seus muitos outros interesses, bem como o momento em que seu império se expande: um movimento que culminou no anúncio de sua importante transição de CEO para presidente executivo.

A obra, do mesmo autor de A loja de tudo, chega às livrarias a partir de 2 de junho.

teste7 thrillers para quem não tem medo de nada

Alguns leitores procuram o amor nas páginas dos livros, outros preferem descobrir universos e realidades fantásticas. Existem aqueles que gostam de acompanhar os grandes dilemas nas vidas dos personagens e há quem embarque nas leituras buscando inspiração para seguir adiante. São muitos os tipos de livro e mais ainda os tipos de leitor, mas se você é daqueles que não resistem a uma obra literária com grande capacidade de embaralhar sua mente e te deixar algumas noites sem dormir, esta lista é para você.

 

A lista de convidados, de Lucy Foley

Um casamento luxuoso em uma ilha isolada na costa da Irlanda. O que poderia dar errado? Bom, aparentemente tudo. No novo livro de Lucy Foley, autora de A última festa, um corpo aparece durante a festa de casamento de Jules e Will, dando início ao questionamento principal do livro: quem é a vítima e quem é o assassino? Para encontrar a resposta, você precisará embarcar no ponto de vista de seis personagens e navegar por segredos do passado e do presente de cada um deles. Leitura perfeita para quem gostou do primeiro livro da autora. 

 

Caixa de pássaros, de Josh Malerman

Impossível falar de thrillers psicológicos sem pensar em Caixa de pássaros, que foi adaptado pela Netflix em um filme estrelado pela Sandra Bullock. Em um mundo apocalíptico, criaturas misteriosas são capazes de gerar ataques de fúria e suicídios nas vítimas que olharem para elas. A única solução para sobreviver é não abrir os olhos nunca, em hipótese alguma. Quanto mais os anos passam, mais a sociedade fica reclusa, presa em casas com janelas cobertas e escuridão total. É nesse cenário que Malorie e seus dois filhos decidem navegar rio abaixo, com os olhos vendados, em busca de um novo abrigo seguro. 

É impossível não prender o fôlego junto aos personagens. A eletrizante aventura de Malorie e das crianças é intercalada com capítulos que narram a realidade da protagonista quatro anos antes. E tem continuação! A aguardada sequência do livro, Malorie, foi lançada em 2020 e se passa doze anos após o primeiro livro.  

 

O talentoso Ripley, de Patricia Highsmith

Como você se sente sobre torcer por vilões? Se isso parece impensável, espere até conhecer Tom Ripley. Lembram de quando Jack roubou um casaco e um chapéu para encontrar Rose sem ser reconhecido, em Titanic? Ninguém se importou com isso, porque era o Jack e nós o amamos. Mas se no final do filme ele tivesse matado o Cal, o noivo da Rose, torceríamos por ele ou pela polícia? 

Alguns personagens são construídos de forma tão cativante que fica difícil não criar simpatia por eles. Jack era um rapaz amoroso e honesto, mas Tom Ripley está bem longe disso. Vigarista que vive de aplicar pequenos golpes, Ripley quase sempre consegue se safar usando seu charme inabalável. O problema é que ainda assim ele consegue cativar os leitores, que embarcam com o protagonista rumo à Itália para a missão de convencer o filho de um milionário a voltar para os Estados Unidos. Fascinado pelo estilo de vida do playboy, Ripley encontra a oportunidade perfeita de roubar não só o dinheiro de seu novo amigo, mas sua identidade completa. Será que a polícia vai finalmente conseguir prender Tom por seus crimes? E, mais importante: será que nós vamos querer que ele seja preso?

 

O enigma do quarto 622, de Joël Dicker

Queridinho do público, o lançamento mais recente de Joël Dicker, autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert, apresenta aos leitores o luxo e os segredos escondidos nos mais belos cenários de Genebra, na Suíça. O escritor Joël (coincidência?) se hospeda em um clássico hotel e percebe que a suíte número 622 foi rebatizada com o nome 621 bis. Movido pela curiosidade, ele descobre que o quarto foi palco de um crime não solucionado e decide resolver esse mistério por conta própria. Quanto mais ele e sua parceira Scarlett se aprofundam na história, mais percebem que jogos de poder, traições e muito dinheiro são os ingredientes principais desse misterioso assassinato.

 

Por trás de seus olhos, de Sarah Pinborough

É difícil falar de Por trás de seus olhos, porque o elemento mais fascinante da obra é justamente não sabermos nada sobre ela. Com uma das reviravoltas mais famosas da literatura atual, o livro ganhou uma adaptação na Netflix e deixou muita gente impactada com a revelação de seu segredo (ou seriam segredos?) final. Aos que são motivados pelos melhores instintos de Sherlock Holmes, apresentamos Louise, uma mãe solo um pouco azarada que beija um homem em um bar e no dia seguinte descobre que ele é casado e, além disso, seu novo chefe. Para piorar, ela acaba ficando amiga da esposa dele e percebe que o casal possui uma dinâmica um tanto curiosa. É só isso, não podemos dizer mais nada, apenas leiam o livro. 

 

1793, de Niklas Natt och Dag

Sangue e detalhes sórdidos? Me vê dois, por favor. Os thrillers nórdicos são conhecidos pela forma explícita como representam suas cenas, e no livro 1793, de Niklas Natt och Dag, isso não é diferente. Essa complexa e fascinante história se passa em Estocolmo durante o século XVIII, quando um corpo mutilado é encontrado em um lago e a polícia enfrenta o desafio de descobrir sua identidade. Retrato da sociedade sueca da época, o livro explora as desigualdades entre os excessos das classes mais ricas e a carência das classes mais pobres, mostrando os casos de corrupção, traição e jogos de poder que se conectam com a verdade sobre o cadáver do início do livro. 

 

Você nasceu para isso, de Michelle Sacks 

Quem nunca ouviu que “toda mulher nasce com instinto materno”?. Observando a vida de Merry e seu marido, Sam, você poderia até concordar. Os dois decidiram se mudar dos Estados Unidos para a Suécia em busca de uma vida melhor, e tudo parece correr conforme o planejado. Uma casa confortável, um emprego estável, um filho recém-nascido… É como um sonho se tornando realidade. Merry é a dona de casa perfeita e sabe como administrar a vida doméstica com tanta habilidade que causaria inveja em qualquer matriarca de novelas de época. Só tem um probleminha. Um pequeno probleminha. Na realidade, Merry odeia essa vida, a saída dos Estados Unidos não foi mera casualidade e a chegada de sua amiga Frankie vai reacender inúmeras faíscas de seu passado. Divertido, né? É o famoso “fogo no parquinho”, outra frase que todo mundo também já ouviu.  

testeTerra faminta, terror psicológico em edição ilustrada, chega em maio

Estão preparados para conhecer uma história assustadora? Chega às livrarias em maio Terra faminta, obra de Andrew Michael Hurley que mistura drama familiar, terror psicológico e lendas muito, muito macabras.

O livro se passa em Starve Acre, uma isolada propriedade no interior da Inglaterra que é cercada por inquietantes crendices populares. Nesse estranho lugar moram Richard e Juliette, um casal que acabou de perder o filho de cinco anos de idade. Atormentado por uma voz misteriosa, antes de falecer o menino foi responsável por uma série de atos inexplicáveis de violência. 

Juliette acredita que o filho ainda está na casa, e por isso passa os dias trancada no antigo quarto do menino à procura de provas. Richard tenta ao máximo não pensar na criança e mergulha de cabeça em uma escavação no terreno, com o propósito de encontrar os vestígios de uma árvore lendária que diziam existir ali. Mas o que você procura e o que você acha nem sempre são a mesma coisa, e Richard pode acabar desenterrando um profundo horror, muito mais terrível do que as lendas. 

Perfeito para os fãs de A maldição da Residência Hill e A bruxa, o livro possui capa dura, pintura trilateral, fitilho e ilustrações exclusivas do artista alagoano Midrusa, o que deixa a experiência de leitura ainda mais macabra e única. 

Já é possível adquirir o seu exemplar nas livrarias e lojas online. Bem-vindos aos horrores de Starve Acre!

testeSorteio Twitter – De olho nas adaptações [Encerrado]

Não há nada mais emocionante na vida de um leitor do que ver suas histórias favoritas ganharem vida! Por isso, fizemos uma seleção de livros que já podemos (ou poderemos em breve) ver nas telinhas e vamos fazer um sorteio muito especial! Serão três vencedores que poderão escolher um (1) exemplar de presente.

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ATENÇÃO:

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– O resultado será anunciado no dia 03 de maio, segunda-feira, em nosso perfil no Twitter. Boa sorte!

testeTrês casos de possessão que realmente aconteceram

Ao longo da história, algumas entidades assumiram o controle de corpos humanos e, durante esse período, praticaram crimes ou simplesmente acabaram com a paz de algumas famílias.

Em As sombras do mal, novo livro de Guillermo Del Toro e Chuck Hogan, a agente do FBI Odessa Hardwicke se vê envolvida em uma assustadora teia de acontecimentos causada pelos incorpóreos —  espíritos malignos que se alimentam de emoções e podem se apoderar do corpo de suas vítimas, prontos para abraçar o êxtase da morte e do caos. No universo criado pelos autores sempre existiram quatro incorpóreos, e apenas um continua livre.

Inspirados nessa trama macabra, reunimos três casos reais de possessão demoníaca que marcaram o mundo. Confira abaixo:

 

Robbie Mannheim ou Roland Doe

Provavelmente o caso mais famoso de todos é o de Robbie Mannhein/Roland Doe — o nome verdadeiro do garoto nunca foi revelado —, que inspirou, entre outras produções, o filme O Exorcista.

Robbie era uma criança comum que morava em Maryland, nos Estados Unidos, no fim da década de 1940. Filho único, ele era muito próximo de sua tia Harriet, e, juntos, utilizavam frequentemente o tabuleiro Ouija, famoso item dos filmes de terror por ser capaz de realizar uma comunicação aberta com o mundo dos mortos.

Mas após a morte de Harriet, o menino ficou profundamente abalado e deprimido, e, dias depois, sua família começou a presenciar constantes episódios sobrenaturais em casa: barulhos inexplicáveis, objetos que flutuavam, móveis que mudavam de lugar… e tudo isso só acontecia na presença de Robert.

Até que em fevereiro de 1949, depois de várias consultas médicas, psicológicas e psiquiátricas, o padre E. Albert Hughes pediu permissão para realizar uma sessão de exorcismo no garoto. O primeiro ritual ficou incompleto, já que o menino se soltou de uma das amarras e acabou ferindo o clérigo durante o processo, mas outras 30 sessões aconteceriam nas semanas seguintes com diversos outros padres.

Dois meses depois, em abril, Robert acordou tranquilo e dócil e dizia não se lembrar de nada relacionado ao período conturbado que vivera. Segundo o padre Walter Halloran, o rapaz cresceu sem nenhum sinal de novas possessões e teve uma vida comum.

  

Arne Cheyenne Johnson

Um dos episódios mais famosos nos Estados Unidos também se tornou histórico por ser o primeiro caso jurídico em que possessão demoníaca foi utilizada pela defesa do réu, acusado de homicídio.

Tudo começou em 1981, quando Arne Cheyenne Johnson matou a facadas seu senhorio Alan Bono. Já no dia seguinte ao assassinato, os famosos demonologistas Ed e Lorraine Warren prontamente informaram à polícia da cidade que o homem estava possuído por uma entidade maligna durante o crime. Como eles sabiam? Eles já conheciam Johnson de outro caso.

Ao executar uma série de exorcismos em David Glatzel, o cunhado de Johnson de apenas onze anos, os Warren testemunharam quando Arne teria dito “me leve e deixe meu amigo em paz” para os espíritos. Pouco tempo depois, ele começou a agir de forma estranha.

O advogado de Arne seguiu com esse argumento para alegar a inocência de seu cliente, mas isso não convenceu o júri. Johnson foi considerado culpado e condenado a mais de vinte anos de prisão, dos quais só cumpriu cinco. A história serviu de inspiração para o filme Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio.

 

Clara Germana Cele

A jovem sul-africana Clara Germana Cele foi abandonada ainda bebê em um orfanato católico e passou a vida toda lá. Mas, em 1906, quando Clara completou 16 anos, tudo mudou.

Em um relato ao padre Hörner Erasmus, registrado por uma freira, Clara afirmava ser capaz de falar línguas que nunca havia estudado, como polonês, alemão, francês e norueguês, além de demonstrar algum nível de clarividência ao revelar segredos íntimos de pessoas com as quais não tinha contato. A freira relatou também que às vezes a menina gritava como um animal e tinha uma força extraordinária: “Nenhum animal jamais havia feito tais sons. Nem os leões da África Oriental nem os touros furiosos. Às vezes, parecia que uma verdadeira manada de feras orquestradas por Satanás havia formado um coro infernal.”

Durante seu exorcismo, Clara arrancou a Bíblia das mãos do padre e tentou estrangulá-lo com sua estola. Ela também levitou a um metro e meio do chão e só retornou após ser borrifada com água benta. O ritual de expulsão do espírito maligno durou dois dias, e ela nunca se recuperou da experiência.

Clara morreu seis anos depois, em 1912, por insuficiência cardíaca.

 

 

Assustador, não é mesmo?

Se na vida real temos os padres e demonologistas para nos ajudarem com exorcismos, no livro de Guillermo Del Toro e Chuck Hogan, temos Hugo Blackwood, o detetive do sobrenatural. Ao longo dos últimos quatro séculos, ele tem dedicado sua vida à caça de seres malignos e à investigação de fenômenos paranormais. Para saber mais sobre suas aventuras, conheça As sombras do mal: As fitas de Blackwood.

Foto: Porão literário | @poraoliterario