teste4 autoras latino-americanas que você precisa conhecer

Precisando de indicações literárias?

Com temas que vão desde o apagamento feminino até os horrores sobrenaturais presentes na vida urbana, muitas autoras latino-americanas têm se destacado nos últimos anos com histórias potentes e inesquecíveis. Selecionamos quatro escritoras de três países diferentes que você precisa conhecer:

 

Pilar Quintana

De origem colombiana, Pilar Quintana é autora de cinco romances e um livro de contos, entre eles A cachorra e Os abismos, obra vencedora do prêmio Alfaguara 2021. Seus livros abordam questões como maternidade, apagamento feminino e machismo.

 

Isabel Allende

Uma das autoras mais lidas no mundo, a peruana Isabel Allende estreou na literatura com o best-seller A casa dos espíritos. Em suas obras, a ditadura militar é um tema recorrente, e ela mescla informações de sua biografia e fatos históricos com ficção.

 

Mariana Enriquez

Com histórias que mesclam o sobrenatural, a violência urbana e os horrores da ditadura, a argentina Mariana Enriquez é apontada como uma das vozes mais brilhantes da literatura contemporânea da América Latina. Nossa parte de noite, seu mais recente romance, foi vencedor do Herralde de Novela de 2019, uma das mais importantes premiações da literatura em língua espanhola.

 

Samanta Schweblin

Considerada a herdeira literária de mestres do realismo fantástico como Adolfo Bioy e Julio Cortázar, a argentina Samanta Schweblin é constantemente elogiada por seu estilo de narrativa. Transitando de forma fluida entre o cotidiano e o fantástico, suas histórias debatem temas como relações familiares e solidão.

testeOuça a playlist de Manual de assassinato para boas garotas

Cadê os fãs de séries de true crime e livros de mistério? Manual de assassinato para boas garotas já conquistou milhares de leitores pelo mundo, inclusive aqui no Brasil!

Nessa história eletrizante de Holly Jackson, Pip é uma aluna do  ensino médio que está convencida de que Sal não foi o verdadeiro responsável pela morte da namorada, Andie. Para comprovar sua teoria, ela se envolve em uma investigação que pode colocar a própria vida em risco.

Que tal uma playlist repleta de músicas que combinam com esse universo cheio de reviravoltas? Ouça agora:

testeThe No-Show, novo livro da Beth O’Leary, será lançado pela Intrínseca

 

O pedido de vocês foi realizado: Beth O’Leary está de volta com mais uma comédia romântica divertida e emocionante. 

The No-Show, ainda sem título em português, conta a história de Miranda, Siobhan e Jane, três mulheres incríveis que não se conhecem, mas têm uma coisa em comum: levaram um bolo de Joseph Carter no dia mais romântico do ano, o Dia dos Namorados.

Colocando em prática o mito do “Oi, sumido”, essas três mulheres não conseguem esquecer Joseph e seguir suas vidas. O que será que esse homem tem que o trio não consegue esquecê-lo?

Com jornadas muito diferentes de amor, perda e autoaceitação, The No-Show chega ao Brasil em 2023 e já estamos contando os dias para compartilhar essa história incrível com vocês <3.

Betinha (para os íntimos) já conquistou nosso coração com suas narrativas divertidas e que tratam de temas importantes com muita sensibilidade. Teto para dois, A troca e seu último lançamento no Brasil, Na estrada com o ex, estão entre os favoritos dos fãs de romance, e agora estamos prontos para embarcar em mais uma de suas histórias.

testeFamílias entrando na luta contra a LGBTfobia

Por Amara Moira*

 

Em 2014, comecei a minha transição de gênero. Também foi o ano em que conheci um grupo que tem transformado radicalmente os sentidos de “familia” para pessoas LGBTQIA+ no Brasil, o Mães Pela Diversidade. Quem me apresentou essa organização foi sua fundadora, Maju Giorgi, e ela o fez contando os percalços enfrentados pelo coletivo desde o começo, e do quanto pode ser árduo convencer mães de pessoas LGBTQIA+ a lutarem contra a homo/transfobia que vitima seus filhos e filhas. Nas primeiras ações públicas do coletivo, feitas na Avenida Paulista, Maju chegou a pagar para passantes aleatórias posarem segurando cartazes contra a LGBTfobia, tudo para não parecer que o “Mães” do coletivo era somente ela.

Funcionou. No período em que a conheci, filiais do coletivo já começavam a se multiplicar Brasil afora , cada vez mais eficientes em trazer mães (e pais, ainda que de forma mais tímida) para a luta por uma sociedade livre de preconceitos por orientação sexual e identidade de gênero. Desde então, famílias começaram a engrossar nosso lado na batalha e é maravilhoso ver os relatos de aceitação e apoio se avolumando na comunidade. O desprezo, a violência e mesmo a expulsão de casa, embora ainda sejam atitudes esperadas por quem quer que se assuma ou seja tirado do armário, pouco a pouco são substituídos pela existência de famílias que se tornam um espaço que podemos chamar de nosso, um espaço de proteção para pessoas LGBTQIA+.

Encontrando apoio dentro de casa, podendo conversar de forma mais aberta com familiares sobre as angústias e as delícias de se descobrir habitante do Vale, fica bem mais fácil enfrentar os não poucos desafios que teremos pela frente só por não nos enquadrarmos nos padrões de sexualidade e gênero hegemônicos. Esses desafios, mesmo com apoio familiar, já são enormes, mas podem ser ainda mais avassaladores caso a família se torne uma instância a mais de violência contra nós.

A aceitação que tive por parte da minha família foi sempre parcial. Não me expulsaram de casa, tampouco me agrediram ao descobrirem, por volta de meus 19 anos, que eu era bissexual ou, dez anos depois, que estava começando minha transição de gênero. No entanto, nunca pude contar com pai, mãe, irmã(o)s ou qualquer familiar para conversar sobre meus sentimentos, sobre autoaceitação ou mesmo sobre como me proteger da LGBTfobia que começava a se desenhar em minha vida.

Cresci com a consciência de que precisaria aprender sozinha a lidar com essas questões, o que me levou a experiências que, embora eu hoje não rechace de todo, pois fazem parte de minha história e de quem sou, puseram continuamente minha existência em risco. Desde a adolescência, eu já tinha a nítida percepção de que minha atração não ia em uma só direção, mas também sabia que apenas uma parte desse desejo podia ser vivido abertamente. A outra parte, o desejo por homens, só seria possível de forma clandestina, com estranhos conhecidos em páginas de bate-papo ou em banheiros públicos.

Não existia uma única pessoa com quem eu pudesse conversar a respeito do que sentia, então o que me restava era reprimir esse desejo ao máximo e, quando não aguentasse mais, buscar algum alívio passageiro nesses espaços precários. Ter amigos do meio não era uma opção, uma vez que isso me denunciaria, mas, puxando pela memória, também não consigo me lembrar de uma única pessoa, nas tantas escolas em que estudei ou nos espaços que frequentei, que fosse abertamente LGBTQIA+.

Como aprender a se aceitar, a gostar de si, quando tudo ao redor repete insistentemente que sua mera existência é vergonhosa, doentia, pecaminosa? Como não se considerar um fracasso, um erro, uma ameaça, quando essa é a única maneira com que pessoas LGBTQIA+ são retratadas? O que aconteceu foi que internalizei sentimentos autodepreciativos, aprendendo a buscar nessas experiências precárias tanto o prazer que eu não conseguia evitar desejar, quanto a punição por não conseguir deixar de ser quem eu sou.

Dos 17 aos 20 e poucos anos, passei a realizar exames de sangue semestrais, a cada vez crente de ter finalmente contraído HIV ou alguma IST, algo que temia mais do que tudo, mas que, no fundo, julgava merecer. Nunca aconteceu, mas essa certamente não é a história de outros jovens e adolescentes. Quem dera se, para proteger jovens LGBTQIA+, bastasse apenas fazer mais campanhas estimulando o uso de preservativos. Há muito mais coisas em jogo nessa luta, como poder sentir orgulho de quem somos ou andar de mãos dadas com a pessoa por quem nos apaixonamos. E, para isso, o apoio da família é vital .

Contudo, não culpo meu pai e minha mãe. Eles fizeram o que estava ao alcance deles. Se na época não conseguiram me dar o apoio de que eu necessitava, hoje ao menos estão abertos a aprender, a fim de exercer melhor o papel que o destino lhes deu. Antes tarde do que nunca! E ainda servem de exemplo para outras famílias, dividindo comigo a responsabilidade de lutar por um mundo livre de LGBTfobia. E que mundo seria esse? Um mundo em que nossas famílias não desejem se livrar de nós, e onde nós também possamos constituir famílias.

No caso de Shuggie Bain, o protagonista do romance de Douglas Stuart, a questão é ainda mais complexa, pois não é apenas uma questão de discriminação que ele terá pela frente. O abandono do pai, a dependência química da mãe e a solidão em que vive, todo esse combo de vulnerabilidades fará com que ele tenha muitas dificuldades para enfrentar o bullying que recebe de todos os lados, para entender quem ele é e poder se sentir confortável com isso.

Esse bullying que sofre por ter um comportamento entendido como feminino, aliás, impactará a própria autodescoberta, levando-o a tentar desesperadamente se encaixar nos padrões esperados para seu gênero. Como querer se conhecer, se descobrir, quando todos ao redor afirmam que você é uma vergonha? Como enfrentar essa covardia com que a sociedade nos trata, com que a sociedade trata suas crianças? A mãe até queria protegê-lo, mas, no caso, ela precisa de ajuda tanto quanto ele, talvez até mais.

Não nos enganemos: essa não é apenas a história de Shuggie Bain. Essa é a história de como uma sociedade inteira foi educada a se comportar diante de existências fora dos padrões hegemônicos de gênero e sexualidade. A violência que sofremos foi aprendida, ensinada e, portanto, urge pensarmos em formas de desaprendê-la e de desensiná-la . Não há como chegar a essa outra realidade sem, antes, criarmos outros modelos de família, modelos em que pessoas LGBTQIA+ caibam.

Hoje estamos inventando o direito de sentir orgulho de nossa existência, orgulho de tudo que vivemos até aqui. No entanto, é preciso que a fase do orgulho seja temporária, é preciso que chegue um momento em que não tenhamos mais que estar na defensiva, sempre prontos e prontas para quaisquer ataques que venhamos a sofrer. Um momento em que possamos somente existir, com leveza, sem precisarmos de heroísmo ou força descomunal.

Vai chegar esse dia, ô se vai, e, quando chegar, saberemos da importância que tivemos para ele poder existir. Eis algo que não podemos esquecer nunca, algo para nos dizermos nos momentos de maior desespero, quando não conseguirmos ver nenhum tipo de saída, de desafogo: nós somos a sementinha desse novo mundo.

 

*Amara Moira é travesti, feminista, doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e autora dos livros E se eu fosse puta (hoo editora, 2016) e Neca + 20 poemetos travessos (O Sexo da Palavra, 2021). Além disso, ela é colunista do BuzzFeed e professora de literatura do cursinho pré-vestibular Descomplica.

testeSaiba tudo sobre o novo livro da autora de A última festa e A lista de convidados

A autora de suspense mais querida do momento está de volta! O apartamento de Paris, novo livro de Lucy Foley, chega às livrarias brasileiras no dia 27 de junho com a enigmática história de uma jovem que vai até a França em busca de um recomeço, mas que acaba cercada por um grande mistério.

Ambientada em um luxuoso edifício em Paris, a obra acompanha os esforços de Jess para descobrir o paradeiro do irmão, que desapareceu sem explicação. Enquanto tenta seguir os rastros dele e resolver o caso, ela percebe que o prédio está repleto de pessoas que parecem ter muito a esconder.

Com reviravoltas de tirar o fôlego, personagens nada confiáveis e o estilo marcante de Lucy Foley, O apartamento de Paris promete testar as nossas habilidades investigativas e nos fazer desconfiar até dos suspeitos mais improváveis.

Garanta já em pré-venda.

Conhecida pelos best-sellers A última festa e A lista de convidados, Lucy Foley já vendeu mais de 100 mil exemplares no Brasil e é um fenômeno do TikTok. Inspirada nas obras de Agatha Christie, ela envolve os leitores em tramas complexas, com protagonistas bem construídos e enredos que nos deixam hipnotizados até a última página.

teste5 livros LGBTQIA+ incríveis para você conhecer

É possível definir a literatura LGBTQIA+? 

Assim como os membros da comunidade, as histórias LGBTQIA+ são diversas e exploram diferentes facetas da existência humana. Alguns livros são alegres e divertidos — outros questionadores e instigantes. No dia 17 de maio, comemora-se Semana Internacional contra a LGBTfobia, separamos alguns títulos incríveis que contam as histórias e vivências de diferentes personagens, em diferentes países e fases da vida. Confira: 

 

Os dois morrem no final, de Adam Silvera

Fenômeno do TikTok, o livro acompanha a emocionante história de Mateo Torrez e Rufus Emeterio. No dia 5 de setembro, os dois garotos, que ainda não se conheciam, recebem uma ligação da Central da Morte informando-os que vão morrer naquele mesmo dia. Em meio a um cenário de muita incerteza, eles decidem viver uma grande aventura, e constroem, juntos, uma linda história de amor. 

Essa narrativa emocionante que fez vários leitores derramarem lágrimas será adaptada para as telas! Chris Van Dusen, criador da série Bridgerton, foi confirmado como roteirista e produtor executivo do projeto, que chega pela Entertainment One. 

Adam Silvera também escreveu, em parceria com Becky Albertalli,  o livro E se fosse a gente?, um romance sensível e divertido que ganha a aguardada continuação em junho, E se a gente tentasse? Contamos tudo neste post do blog

 

Laura Dean vive terminando comigo, de Mariko Tamaki e Rosemary Valero-O’Connell

Freddy Riley só quer que Laura Dean pare de terminar com ela. O dia em que começaram a namorar foi o melhor de sua vida, mas agora tudo parece apenas uma lembrança distante. Laura Dean é popular, engraçada e linda, mas também pode ser insensível e bem cruel. O relacionamento cheio de idas e vindas deixa Freddy desnorteada, e seus amigos não entendem por que ela sempre aceita reatar.

Neste quadrinho sensível, com ilustrações encantadoras, Mariko Tamaki e Rosemary Valero-O’Connell exploram as dificuldades do primeiro amor, o amadurecimento e a autodescoberta. A narrativa apresenta um outro lado das histórias LGBTQIA+, abordando a temática dos relacionamentos abusivos dentro da comunidade, e a importância da rede de apoio neste contexto.

 

Me chame pelo seu nome, de André Aciman

Que a cena do Timothée Chalamet com o pêssego é icônica, todos nós já sabemos, mas você conhece o livro que inspirou o filme? 

A casa em que Elio passa os verões é um verdadeiro paraíso na costa italiana. Filho de um importante professor universitário, o jovem está bastante acostumado à rotina de, a cada verão, hospedar por seis semanas um novo escritor que, em troca da boa acolhida, ajuda seu pai com correspondências e papeladas. Uma cobiçada residência literária que já atraiu muitos nomes, mas nenhum deles como Oliver. 

Lentamente, o jovem se encanta pelo espontâneo e atraente americano de vinte e quatro anos, interpretado por Armie Hammer no filme de Luca Guadagnino. Os dois constroem uma relação intensa, erótica e emocionante no pouco tempo que passam juntos, andando de bicicleta, mergulhando no rio, lendo e escrevendo. 

Com rara sensibilidade, André Aciman constrói uma viva e sincera elegia à paixão, em um romance no qual é possível reconhecer as mais delicadas e brutais emoções da juventude. 

 

Com amor, Simon, de Becky Albertalli 

Neste romance inesquecível — que já ganhou adaptação para os cinemas e série spin-off — acompanhamos Simon Spier, um menino gay de dezesseis anos que não conversa sobre sua sexualidade com ninguém. 

Publicado originalmente com o título Simon vs. a agenda Homo Sapiens, em 2016, Com amor, Simon foi uma das primeiras histórias LGBTQIA+ lançadas pela Intrínseca e conquistou o coração de muitos leitores com seu enredo cativante e divertido. 

Becky Albertalli é conhecida por suas histórias que englobam a diversidade de narrativas e exploram questões sociais. Por sete anos, a autora foi orientadora de um grupo de apoio em Washington para crianças com não conformidade de gênero.

 

A história de Shuggie Bain,  de Douglas Stuart 

Um dos romances mais premiados de 2020, o livro de estreia de Douglas Stuart é uma história de amadurecimento e do amor de um menino por sua mãe alcoólatra. 

Em Glasgow, 1981, Agnes Bain sempre sonhou com coisas grandiosas e uma vida confortável. Quando seu segundo marido, um taxista mulherengo, sai de casa, ela e os três filhos se veem presos em uma cidade mineradora dizimada pela política da então primeira-ministra Margaret Thatcher. 

Enquanto Agnes se entrega cada vez mais ao álcool em busca de conforto, seus filhos tentam salvá-la. Mesmo com os próprios problemas, o único que não cede é Shuggie. Apesar de suas tentativas de ser um “menino normal”, todos acham que há “algo de errado” com ele. Em meio a esse cenário, o bullying que ele sofre por ter um comportamento entendido como feminino impactará a sua própria autodescoberta.

A história de Shuggie Bain chegou primeiro no clube #intrínsecos e conquistou o coração de diversos leitores por seu retrato brutal da pobreza, dos limites do amor e das relações familiares complexas. 

Qual dessas histórias é a sua favorita?

testeUma viagem pela evolução dos livros: O infinito em um junco chega às livrarias em junho

Você, que lê este texto agora, já viveu em um mundo exclusivamente oral. Quando pequeno, tinha apenas a voz. No início, o choro, a risada, a fala, os barulhos estranhos — tudo isso representava sua vida. A escrita e a leitura estavam ao seu redor, mas faziam parte do mundo dos adultos, não significavam nada para você. Aos poucos, possivelmente quando entrou na escola, esses símbolos, números, letras e frases passaram a fazer sentido. E o mundo se transformou. “Realizou-se em você, em pequena escala, a mesma passagem que a humanidade fez da oralidade à escrita.”

Este é um dos raciocínios propostos por Irene Vallejo em O infinito em um junco, sucesso editorial absoluto na Espanha, traduzido para mais de 30 idiomas. Apresentando pequenas anedotas e curiosidades incríveis para os apaixonados por livros, a autora, que é filósofa e estudou filologia clássica, nos guia em um passeio pela trajetória desse artefato fascinante que inventamos para que as palavras pudessem ser transportadas pelo espaço e pelo tempo. 

Passando por todos os modelos e formatos de livros testados ao longo da jornada humana, o título conta a história desse objeto desde sua criação, milênios atrás. Mais do que isso, Vallejo busca demonstrar a forma como, em diferentes sociedades, pessoas, muitas vezes anônimas, não mediram esforços para que os livros e, consequentemente, a memória fossem protegidos e salvaguardados.  

O infinito em um junco é uma verdadeira carta de amor aos livros e à sua evolução durante nossa história. O lançamento chega às livrarias em 03/06 e a pré-venda já está disponível! 

testeSorteio Twitter – Livros para ler em um final de semana [Encerrado]

Que tal um livro curto para o final de semana? Então se liga no sorteio da semana!

Serão 3 vencedores que poderão escolher 1 livro.

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testeSorteio Facebook – Livros para ler em um final de semana [Encerrado]

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