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Como sobreviver às neuroses da era digital

17 / setembro / 2020

Se você posta alguma coisa nas redes sociais e ninguém curte, será que você existe?

 

Redes sociais se tornaram um trabalho em tempo integral, sem férias nem remuneração. Cada clique pode mostrar para o mundo um pouco sobre quem você é. Mas será que é você de verdade?

Jenny aparentemente tem a vida dos sonhos: trabalha para uma revista feminina descolada, tem uma casa própria e namora um fotógrafo famoso. O que as redes sociais não mostram, porém, é como sua existência foi dominada por dramas questionáveis  — a legenda ideal, a quantidade certa de emojis em cada comentário, as vidas perfeitas das influenciadoras que stalkeia diariamente. Quando a situação chega a um limite, sua mãe, uma médium pioneira nos traumas da filha, decide intervir.

 

Num momento em que redes sociais tomaram conta da maior parte de nossos dias, Adultos, de Emma Jane Unsworth, é um lembrete de como a internet mudou nossa relação com a autenticidade, a ansiedade e a felicidade. Os capítulos breves intercalados com e-mails, mensagens, posts e rascunhos furiosos da protagonista apresentam uma sátira hilária e agridoce sobre a vida contemporânea.

A obra, que chegou primeiro ao clube intrínsecos, clube de assinatura da Intrínseca, chega às livrarias e lojas on-line a partir do dia 15 de outubro, mas você já pode garantir na pré-venda. Confira.

 

Leia um trecho do livro.

 

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Comentários

Uma resposta para “Como sobreviver às neuroses da era digital

  1. Essa tema é superatual e bem interessante. Será que alguém que não tem nenhuma curtida em alguma postagem nas redes sociais se sente um “indingente digital”, ou desinteressante ou alguém indigno de atenção? Gostei do viés dessa narrativa.
    Nos dias de hoje, é muito comum pegar no celular só para verificar o engajamento. Quantas curtidas? Quantos comentários? Será que a crush visualizou os Stories? Será que a indireta vai atingir o alvo?
    Esse livro parece bem conveniente em tempos que as “preocupações” de comentários críticos “construtivos”, no entanto, muitas vezes, de quem nunca construiu nada.

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