testeAs melhores reações ao lançamento de “Não se humilha, não”, novo livro da Isabela Freitas

O aguardado novo livro de Isabela Freitas só chega às livrarias em fevereiro, mas já está dando o que falar! Após os sucessos de Não se apega, não, Não se enrola, não e Não se iluda, não, a autora chega com mais uma história para guardar naquele cantinho especial da estante.

Não se humilha, não narra a trajetória da protagonista Isabela antes dos acontecimentos do primeiro livro. Depois de um casinho passageiro, ela começa a viver uma paixão avassaladora. Ao longo da história, Isabela passa por uma jornada de autoconhecimento e de construção do amor-próprio. Um dia ela acorda para a realidade: e se o garoto dos sonhos não for quem ela pensa ser? O quarto livro da autora está simplesmente imperdível!

Enquanto fevereiro não chega, separamos algumas das nossas reações preferidas sobre o lançamento do livro. Confira:

 

  1. Sim, vocês não estão preparados!


 

2. Mas já???


3. As desapegadas não serão mais humilhadas!

 

4. Não aprendeu nada com as regras da Dua Lipa? A Isabela pode te ajudar!

 

 

5. Estamos de olho nas promessas!

 

 

6. Não se humilha, não! (Mas para isso a gente deixa)


 

7. Isso é o que a gente chama de autocuidado!

 

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testeSorteio Instagram – Sexta-feira 13

Nessa sexta-feira 13 de lua cheia, prove que o dia do azar não é para todos! Vamos sortear para alguns sortudos 3 livros com histórias bem misteriosas.

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testeSorteio Twitter – Sexta-feira 13

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testeSorteio Facebook – Sexta-feira 13

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testeHBO divulga data de estreia de Pátria, sua primeira série espanhola

A HBO Europa divulgou a data de estreia de Pátria, sua primeira série original espanhola: maio de 2020. A produção é uma adaptação do livro homônimo de Fernando Aramburu, que acompanha duas famílias ao longo de décadas do conflito basco e dos ataques do grupo separatista ETA.

As filmagens da série, que contará com oito episódios de uma hora, foram realizadas principalmente no País Basco, em cidades que sofreram ataques similares aos que são descritos no livro.

 

Na trama, Bittori (Elena Irureta) foi obrigada a deixar a vila em que cresceu após o marido, Txato (José Ramón Soroiz), ser assassinado na porta de casa pelo ETA. Anos depois, quando o grupo anuncia o fim da luta armada, Bittori decide retornar, mesmo contrariando os filhos, Xavier (Iñigo Aranbarri) e Nerea (Susana Abaitua).

Na vila, permaneceram Miren (Ane Gabarain) – antiga amiga de Bittori que se radicalizou após o filho Joxe Mari (Jon Olivares) se filiar ao grupo –, seu marido, Joxian (Mikel Laskurain), e seus filhos Gorka (Loreto Mauleón) e Arantxa (Eneko Sagardoy).

Os destinos das famílias se cruzarão novamente, e as duas precisarão encarar os erros do passado. Em uma narrativa que alterna passado e presente, com uma gama de personagens complexos, Fernando Aramburu constrói um retrato vívido dos traumas de um país dividido pelo fanatismo.

O kit de julho do clube intrínsecos com o livro “Pátria”, uma revista com conteúdo extra, marcador, cartão-postal e brinde

Pátria vendeu mais de 1 milhão de exemplares em espanhol e foi eleito o livro do ano na Espanha em 2017. A obra chegou primeiro ao intrínsecos, clube de assinatura da Intrínseca, e os leitores amaram conhecer essa história envolvente.

 

Confira as fotos da série:

testeKurt Vonnegut: o artista está presente

*por João Lourenço

Imagem: reprodução Oyster

Muito tem se discutido sobre o caráter de alguns escritores e como isso influencia suas obras. Alguns defendem que não se deve misturar a vida pessoal com o trabalho. Outros acreditam que uma coisa está intrinsecamente relacionada à outra — e seria impossível separar vivências e ideias do autor daquilo que ele escreve.

Na literatura, temos vários exemplos de escritores que transportam suas experiências pessoais para as páginas da ficção — alguns tentam camuflar as referências e outros não, como é o caso do americano Kurt Vonnegut. Seu livro mais famoso, Matadouro-Cinco, teve grande influência do massacre que ocorreu em Dresden, na Alemanha, no final da Segunda Guerra Mundial, onde o autor — assim como o protagonista do livro — presenciou a morte de milhares de civis. Momentos antes da cidade ser bombardeada, Kurt e seus companheiros de exército se esconderam em um depósito de carnes subterrâneo e permaneceram lá por três dias. O massacre de Dresden ficou marcado na história como um dos maiores crimes de guerra e de dano à cultura de todos os tempos.

Para descrever o episódio, Kurt preferiu usar sarcasmo e elementos de ficção científica, como viagens no tempo, em vez de optar por uma narrativa mais densa. O livro, publicado pela primeira vez em 1969, marcou a geração paz e amor dos anos 1960 e até hoje é considerado um manifesto anti-guerra, além de um livro “maldito”.

A obra já foi banida ou questionada em pelo menos 18 ocasiões. Foi até protagonista de uma disputa na Suprema Corte americana. O livro incomoda principalmente professores de escolas americanas que classificam o título como “imoral e anti-católico”. O resultado vocês já sabem: décadas depois do seu lançamento, Matadouro-Cinco continua sendo um dos livros mais vendidos e comentados nos EUA e colocou Vonnegut entre os maiores escritores de sua geração. Tudo o que é “proibido” é mais gostoso.

Entre suas peculiaridades, Vonnegut costumava avaliar os livros que lia e escrevia. Dos títulos de sua autoria, apenas Cama de gato e Matadouro-Cinco receberam nota máxima, A+. Após a fama conquistada com Matadouro-Cinco, Vonnegut lançou Café da manhã dos campeões, livro que quase morreu na gaveta devido a um bloqueio criativo.

Café da manhã dos campeões acompanha a vida de Dwayne Hoover, um vendedor de carros de uma cidade pitoresca no meio-oeste americano. Dwayne aparenta ser um cara “normal”, mas começa a levar ao pé da letra tudo que lê nos livros do obscuro autor de ficção científica Kilgore Trout, alter ego de Vonnegut. Dwayne acredita, por exemplo, que todas as pessoas ao seu redor são robôs e somente ele tem livre-arbítrio. Durante um festival de artes, Trout conhece Dwayne e, ao saber dos delírios de uma das raras pessoas a conhecer o seu trabalho, encontra um novo sentido para a sua existência e carreira.

Em Café da manhã dos campeões temos um autor — Vonnegut ou Trout, como separá-los? — que se insere na obra e observa os personagens até o momento em que sente que não precisam mais dele. Vonnegut expressa, via Trout, muitas de suas opiniões políticas e filosóficas sobre questões sociais importantes, como poluição ambiental, superpopulação e o papel e a responsabilidade da arte e seus criadores. O romance também é uma grande sátira crítica sobre as instituições e a sociedade de consumo americana. Escreve Vonnegut: “Nos Estados Unidos, todo mundo precisava pegar o que conseguisse e não soltar mais. Alguns americanos eram muito bons em pegar e não soltar mais, e agora estavam fabulosamente bem de vida. Outros não conseguiram pôr as mãos em bulhufas”.

Vale lembrar que Kilgore Trout aparece em outros livros de Vonnegut. O autor achava interessante “reciclar” personagens. No caso de Trout fica claro como o personagem reflete as diversas fases e humores do autor.

Museu e Biblioteca Kurt Vonnegut, em Indianapolis

A vida de Vonnegut foi tão absurda e intensa quanto a de seus personagens. Além de escapar do massacre de Dresden, ele sobreviveu a uma tentativa de suicídio. O autor tomou um frasco de comprimidos para dormir, repetindo o que sua mãe fizera décadas antes no Dia das Mães. Esse episódio está relatado no livro de ensaios Destinos piores que a morte. Após esse episódio, o autor passou a ser voz ativa sobre a questão dos transtornos mentais e colaborou para a conscientização a respeito desse assunto tabu.

Além dos livros que escreveu, Vonnegut costumava palestrar com frequência para públicos de todas as idades. Na maioria das vezes, o autor exaltava a importância de pensar por si mesmo e era eloquente em comentários afiados contra as instituições, que considerava desumanas. Em uma de suas últimas entrevistas, o autor disse que iria processar a fábrica responsável pelos cigarros que fumava desde os 12 anos de idade. “Poxa, já tenho 83 anos, eles prometeram me matar rápido”, disse em tom de galhofa para a Rolling Stone.

Kurt Vonnegut morreu aos 84 anos, mas continua vivo na memória de seus leitores. E também no Twitter, em uma conta fake, e no asteroide 25399 que leva o seu nome e, claro, como Kilgore Trout e tantos outros personagens que criou. Ler Vonnegut é acessar uma realidade distante na qual o autor está presente em sua obra, sem amarras, vulnerável e despido de qualquer subterfúgio. Vonnegut não se escondia.

 

*João Lourenço é jornalista. Passou pela redação da FFWMAG, colaborou com a Harper’s Bazaar e com a ABD Conceitual, entre outras publicações estrangeiras de moda e design. Atualmente está em Nova York escrevendo seu primeiro romance.

testeOs segredos que guardamos: como um livro mudou o curso da humanidade

Em Os segredos que guardamos, Lara Prescott mostra como um livro pode alterar o curso de uma guerra e derrubar um regime.

Durante a década de 1950, quando o machismo podia ser ainda mais explícito do que hoje, Sally, Irina e Olga se tornam as principais responsáveis por transformar Doutor Jivago, um clássico da literatura russa do século XX, na emblemática obra que é hoje. Em Os segredos que guardamos, Lara Prescott parte de uma missão real da CIA para tecer as histórias das três, unidas pelo poder de mudança da literatura.

Na Segunda Guerra Mundial, mulheres eram frequentemente usadas como espiãs por sua capacidade de se infiltrar sem causar alarde. Os homens as viam como inofensivas, e elas usavam isso a seu favor arrancando informações cruciais para a missão. Mas, com o fim da guerra, as hábeis espiãs foram empurradas para o serviço burocrático, muitas vezes atuando como secretárias para os homens com quem trabalharam lado a lado.

Quando a glamorosa e experiente Sally é convidada a voltar a campo em uma ousada missão da CIA, ela não pensa duas vezes. Mas antes deve treinar a novata Irina, uma datilógrafa filha de imigrantes russos que se transforma em uma preciosa agente. O plano era simples: imprimir no exterior Doutor Jivago, de Boris Pasternak, em russo e contrabandear exemplares da obra que teve sua publicação proibida na União Soviética por ir contra a ideologia do Estado.

Apesar de todo o potencial revolucionário, Doutor Jivago é também uma brilhante história de amor. A inspiração por trás de Lara, a icônica heroína da trama, é Olga Ivinskaia, musa de Pasternak. Os dois mantiveram um caso por décadas, uma relação intensa que sobreviveu à passagem do tempo, às ameaças de um regime autoritário e até aos anos de Olga em um gulag, os campos de trabalho forçado, para o qual foi enviada por contribuir na escrita do livro. Pelos olhos de Olga, conhecemos de perto a tortuosa jornada que a obra enfrentou até ser publicada.

Assim, mulheres de ambos os lados da Cortina de Ferro protagonizam esta obra que mostra que, embora a história seja escrita pelos vencedores, é nos bastidores que o destino do mundo é forjado. Amantes, espiãs, datilógrafas. Fortes e corajosas, essas personagens ganham vida nestas páginas e são exemplos de que determinados segredos não devem ser guardados.  

Enviado em novembro no intrínsecos, o clube do livro da Intrínseca, e escolhido por Reese Witherspoon para seu clube de leitura, Os segredos que guardamos é uma história de espionagem contra a censura, seja ela imposta pelo Estado ou pela sociedade patriarcal e preconceituosa.

 

Leia um trecho do livro:

 “Datilografávamos cem palavras por minuto e nunca pulávamos uma sílaba sequer. Cada uma de nossas mesas idênticas era equipada com uma máquina de escrever Royal Quiet Deluxe com estojo verde, um telefone de disco Western Electric preto e uma pilha de blocos de anotação amarelos. Nossos dedos voavam pelas teclas. As batidas eram constantes. Parávamos apenas para atender ao telefone ou dar uma tragada em um cigarro; algumas conseguiam fazer as duas coisas sem perder o ritmo.

Os homens chegavam por volta das dez. Uma a uma, eles nos chamavam a seus escritórios. Sentávamos em cadeiras pequenas encostadas em um canto enquanto eles sentavam atrás de suas mesas enormes de mogno ou caminhavam pelo carpete falando com o teto. Ouvíamos. Registrávamos. Éramos a plateia para um de seus memorandos, relatórios, exposições, pedidos de almoço. Às vezes eles esqueciam que estávamos ali, e descobríamos muito mais: quem estava tentando neutralizar quem, quem estava tentando obter vantagem, quem estava tendo um caso, quem estava em alta e quem estava em baixa.

Às vezes, se referiam a nós não pelo nome, mas pela cor do cabelo ou tipo de corpo: Loirinha, Ruiva, Peitão. Também tínhamos apelidos secretos para eles: Apalpador, Bafo de Café, Dentuço.

Eles nos chamavam de garotas, mas não éramos garotas.

Chegamos à Agência após ter estudado em Radcliffe, Vassar, Smith. Éramos as primeiras filhas de nossas famílias a conquistar diplomas. Algumas de nós falavam mandarim. Algumas sabiam pilotar aviões. Algumas manipulavam um Colt 1873 melhor do que John Wayne. Mas tudo o que nos perguntaram ao sermos entrevistadas foi: “Você sabe datilografar?” Dizem que a máquina de escrever foi feita para as mulheres — que para fazer as teclas cantarem é necessário o toque feminino; que nossos dedos finos são adequados para o instrumento; que, enquanto os homens reivindicam carros, bombas e foguetes, a nossa máquina é a de escrever.

Bem, não temos certeza disso. Mas o que admitimos é que, à medida que datilografávamos, nossos dedos foram se tornando extensões de nossos cérebros, sem espaço entre as palavras que saíam da boca daqueles homens — palavras que eles nos diziam para depois esquecer — e nossas teclas pintando o papel. E, considerando isso tudo, a mecânica da coisa toda, é quase poesia. Quase.

Mas será que dores de cabeça, punhos doloridos e má postura eram nossa aspiração? Era com isso que sonhávamos na escola quando estudávamos duas vezes mais do que os garotos? Era o trabalho burocrático que tínhamos em mente ao abrir os envelopes pardos espessos que continham cartas de aceitação das faculdades? Ou que pensávamos que esse era o nosso destino à medida que nos sentávamos naquelas cadeiras brancas de madeira no meio do auditório, vestindo nossas becas, recebendo os pergaminhos enrolados que garantiam que estávamos qualificadas a fazer muito mais?

A maioria de nós via o trabalho de datilografia como temporário. Jamais admitiríamos em voz alta — nem mesmo umas para as outras —, mas muitas de nós acreditávamos que seria o primeiro passo para alcançar o que os homens conseguiam assim que saíam da faculdade: cargos de oficiais, nossos próprios escritórios com luminárias cujas luzes nos favorecessem, tapetes felpudos, mesas de madeira, nossos próprios datilógrafos registrando nosso ditado. Considerávamos aquele trabalho um início, não um fim, apesar de tudo o que ouvimos a vida inteira.

Outras mulheres chegavam à Agência não para iniciar suas carreiras, mas para encerrá-las. Remanescentes da OSS, onde tinham se tornado lendas durante a Guerra, eram relíquias relegadas à datilografia ou ao departamento de registros ou a alguma mesa em um canto sem nada para fazer.”

testeBaby Shark: O fenômeno mundial agora para ler e cantar juntos

As músicas do Balão Mágico, da Eliana e da Xuxa fizeram a cabeça das crianças nos anos 1980, 1990 e 2000. Contudo, a canção infantil favorita de 2019 não dominou apenas o Brasil, mas o mundo inteiro — e criou os melhores memes do ano! 

Baby shark! Doo doo doo doo doo doo

Inspirado no grande fenômeno global, BABY SHARK! está chegando às livrarias! O livro traz um passeio em família ao aquário, onde as crianças têm a oportunidade de conhecer os tubarões. Com muita música e diversão, o livro é escrito em português e inglês, trazendo ilustrações encantadoras de Stevie Lewis e uma cartela de adesivos exclusiva.

Prontos para se divertir com o bebê tubarão? BABY SHARK! será lançado no dia 17 de janeiro. 

 

testeSorteio Twitter – Segunda Guerra Mundial [Encerrado]

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