testeLançamentos de setembro

Cem, de Heike Faller e Valerio Vidali

Cem é sobre tudo o que a vida nos traz: a primeira cambalhota, o primeiro amor, a primeira vez que tomamos um café, a descoberta eterna de que o mundo é sempre mais imenso do que imaginamos. Suas frases curtas e ilustrações coloridas percorrem ano a ano as transformações que nos tornam quem somos, mostrando que mesmo depois de passados muitos aniversários, é possível ainda não se sentir adulto. Amadurecer é também perceber que o tempo é não apenas precioso, mas também condescendente: até o fim, ele nos dá espaço para viver.

Sensível combinação de arte, reflexão e poesia, Cem deve ser saboreado página por página, seja aos poucos ou de uma vez só – é daqueles livros que ficam para sempre conosco e que, a cada compasso do tempo, ganham uma dimensão completamente nova.

Cem chega às livrarias a partir de 16 de setembro. 

 

Teto para dois, Beth O’Leary

Depois de três meses do fim do relacionamento, Tiffy finalmente sai do apartamento do ex-namorado. Agora ela precisa para ontem de um lugar barato para morar.  Contrariando os amigos, ela topa um acordo bastante inusitado.

Leon está enrolado com questões financeiras e tem uma ideia pouco convencional para arranjar dinheiro rápido: sublocar seu apartamento de uma cama só, onde fica apenas no período da manhã, nos dias úteis, já que passa os finais de semana com a namorada e

trabalha como enfermeiro no turno da noite.

Sem nunca terem se encontrado pessoalmente, Leon e Tiffy fecham um contrato de seis meses e passam a resolver as trivialidades do dia a dia por Post-its espalhados pela casa. Mas será que essa solução aparentemente perfeita resiste a um ex-namorado obsessivo, uma namorada ciumenta, um irmão encrencado, dois empregos exigentes e alguns amigos superprotetores?

A autora Beth O’Leary foi considerada “a nova Jojo Moyes” pela revista Cosmopolitan, e sua obra Teto para dois, perfeito para fãs de comédias românticas.

 

O livro já está disponível. Leia um trecho.

 

Cova 312, de Daniela Arbex

Da autora de Todo dia a mesma noite e Holocausto brasileiro, Cova 312 é a história real de como as Forças Armadas torturaram e mataram um jovem militante político, Milton Soares de Castro, e sumiram com o corpo. Preso em 1967, Milton, integrante do primeiro e frustrado grupo de guerrilha pós-golpe de 1964, desapareceu sem deixar rastros. A guerrilha — que jamais aconteceu — teria início na serra do Caparaó, mas Milton foi preso antes e levado para a Penitenciária de Linhares, em Juiz de Fora, para ser torturado e morto. Os militares forjaram documentos informando que ele havia se suicidado.

A premiada jornalista Daniela Arbex reconstitui magistralmente a vida, a morte e o desaparecimento de Milton, que tinha apenas 26 anos quando foi preso. Ao entrevistar dezenas de personagens, alguns na vida política até hoje, como Fernando Pimentel, que se elegeu prefeito de Belo Horizonte e governador de Minas, ela revela a rotina da prisão e descobre como Milton foi morto e como os militares montaram essa fraude. Não satisfeita com essas informações, ela vai atrás do corpo do militante até encontrá-lo na Cova 312 que dá título ao livro, resgatando um capítulo importante da história do país.

Como novo projeto gráfico e posfácio inédito da autora, Cova 312 chega às livrarias ainda este mês. 

 

Contato de emergência, Mary H. K. Choi

Penny tem dezoito anos e acabou de sair de casa rumo à universidade. Longe da mãe expansiva e do namorado sem graça, vai finalmente se dedicar ao sonho de ser escritora. Só não contava que essa nova vida traria também um grande obstáculo: pessoas, o maior pesadelo de qualquer introvertido.

Sam, por sua vez, está perdido na vida. Aos vinte e um anos, os poucos dólares na conta, a família desestruturada e a ex-namorada complicada não o ajudam a se manter são. Só lhe resta inventar os doces mais mirabolantes para o café onde trabalha (e mora), concluir sua faculdade a distância e tentar (sem muito sucesso) não surtar.

Por um acaso do destino — também conhecido como crise de ansiedade no meio da rua —, eles passam a trocar mensagens de texto. E o que começa como um simples contato de emergência salvo no celular se torna a conexão mais importante da vida deles. Penny e Sam quase nunca se veem, mas estão juntos o tempo inteiro. São dois solitários que, finalmente, não estão mais sozinhos.

Contato de emergência já está disponível. Leia um trecho do livro.

 

Pátria, de Fernando Aramburu

 

Bittori e Miren sempre foram amigas inseparáveis. Apenas uma força descomunal seria capaz de colocar uma contra a outra: o terrorismo praticado pelo ETA. Quando o marido de Bittori é marcado para morrer, a tensão se espalha pela pequena vila basca onde moram e Miren é levada a se radicalizar ainda mais ao ver um dos filhos entrando para o grupo separatista.

Quando o marido de Bittori é assassinado na porta de casa, ela e a família deixam a vila e tudo parece resolvido. Mas, anos depois, quando o ETA anuncia o fim da luta armada, ela retorna para um acerto de contas com o passado.

Escolhido como o livro do ano na Espanha em 2017 e prestes a ser adaptado como série pela HBO, Pátria explora as marcas do luto dos familiares das vítimas e do sofrimento dos militantes marcados pelas disputas, perseguidos e presos. Fernando Aramburu narra uma história sem mocinhos nem vilões e revela como às vezes é impossível perdoar em uma comunidade dividida pelo fanatismo e pela violência política.

 

Pátria chega às livrarias a partir do dia 18 de setembro. Leia um trecho.

testeOuça a playlist inspirada em Quem é você, Alasca?

A história que conquistou nossos corações ganhará vida! Com 8 episódios, a adaptação de Quem é você, Alasca?, estrelada por Kristine Froseth e Charlie Plummer, chega em breve à Hulu e não poderíamos estar mais animados!

A trama de John Green conta a história de Miles, um garoto cansado de sua vida monótona na Flórida, que decide se matricular em Culver Creek, o mesmo internato no Alabama em que seu pai estudou. Em busca de um Grande Talvez – últimas palavras de François Rabelais, um poeta do século XVI –, ele tenta se encontrar e descobrir quem é, vivendo experiências inesquecíveis ao lado de Coronel, Takumi e da enigmática Alasca. Depois dela, a vida de Miles nunca mais será a mesma.

Estão preparados para essa aventura? Aperte o play e entre no clima da história!

testeFotografia de um romance

Por Vanessa Corrêa*

Tempo de luz recria passagens da vida de Lee Miller e aponta sua influência na obra de Man Ray

Foto: Gazzetta Di Parma

Histórias de amor são parecidas em muitos aspectos. Todas têm um começo e chegarão a um fim, mas algumas se destacam por conta dos personagens envolvidos, que transformam o relacionamento em um relato digno de livros e telas de cinema.

O romance entre Lee Miller e Man Ray se encaixa nesse grupo. Ela, uma bela modelo que alcançou o sucesso em Nova York e decidiu se mudar aos 22 anos para Paris, tornando-se mais tarde uma das principais fotógrafas de guerra do século XX. Ele, uma das figuras mais icônicas do movimento surrealista, que ficou conhecido por revolucionar a fotografia enquanto manifestação artística.

Inspirada por esses personagens, Whitney Scharer escreveu Tempo de luz, uma história de ficção que recria fases da vida de Lee Miller. O livro traz momentos memoráveis de sua trajetória, do cotidiano glamoroso como modelo da revista Vogue em Nova York aos impressionantes registros fotográficos durante a Segunda Guerra Mundial.

Uma das únicas mulheres credenciadas como correspondente no conflito, Miller fotografou os horrores dos campos de concentração de Buchenwald e Dachau, na Alemanha, o suicídio de oficiais nazistas e, em um pequeno ato de vingança pessoal, foi fotografada usando a banheira de Hitler em seu apartamento em Munique, enquanto o Führer se escondia em seu bunker em Berlim. Mas é o relacionamento com Man Ray no início da década de 1930 em Paris que predomina em Tempo de Luz.

Assim como uma fotografia, onde as imagens vão aos poucos desenhando seus contornos no papel, a relação entre Miller e Ray parece seguir o mesmo ritmo, com intenções e sentimentos mostrando-se gradativamente, à medida em que os personagens intensificam sua convivência.

O turbulento romance influenciou a trajetória profissional de ambos, deixando um legado artístico e cultural importante, que vai das obras que Ray criou inspirado por esse amor às técnicas fotográficas que desenvolveram juntos no estúdio do artista.

Parte desse legado pode ser visto até o final de outubro em São Paulo, na mostra Man Ray em Paris, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil. A exposição traz mais de 250 obras de 1921 a 1940, período em que Ray viveu na capital francesa e que coincide com seus anos de criação mais intensos.  

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Estão ali alguns dos inúmeros retratos de Lee Miller feitos por Ray entre 1929 e 1932, ano em que chega ao fim o relacionamento entre os artistas. Uma pequena biografia descreve Miller como assistente, modelo e conselheira de Ray durante os anos em que viveram juntos.

Muitas das fotografias da exposição foram feitas usando a técnica que ficaria conhecida como solarização, na qual imagens expostas rapidamente à luz no momento da revelação adquirem contornos que parecem envolvidos em uma espécie de aura, dando um ar etéreo à fotografia. É o caso da obra intitulada “Lee Miller”, de 1930, na qual o perfil da fotógrafa se destaca do cenário ao fundo em contornos luminosos.

Foto 1: Gagosian // Foto 2: Vintag

Fotos de partes do corpo de Miller remetem a obras que, no relato ficcional de Scharer, são criadas por Ray para celebrar o amor por sua musa — ou tentar superar a dolorosa separação. Um close de sua boca serviria de inspiração para a pintura “Hora do observatório: os amantes”, em que imensos lábios vermelhos pairam sobre uma paisagem, enquanto seu olhar, registrado em muitas das fotos de Ray, seria usado na obra “Objeto a ser destruído”, na qual um único olho recortado e fixado em um metrônomo observa o espectador.

Foto 1: Drescuela // Foto 2: In The In-Between

Em sua nota ao final do livro, Whitney Scharer deixa claro que se trata de uma obra de ficção e os personagens nela descritos são produtos de sua imaginação. Mas, mesmo ficcional, a riqueza da narrativa consegue dar um novo sentido às fotografias de Man Ray e Lee Miller que ficaram de legado. Como Scharer define em sua nota, “as imagens foram pontos de acesso para as cenas deste romance… este livro, então, é a história por trás delas”.

 

*Vanessa Corrêa é jornalista, já trabalhou na Folha de S.Paulo e no portal UOL e é apaixonada por livros, cinema e fotografia.

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