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O que aprendemos com Me chame pelo seu nome

16 / maio / 2018

 

  1. É melhor falar do que morrer

 

Elio se encanta por Oliver quase à primeira vista, mas acredita que o jovem americano o despreza. Semanas se passam até que Elio tenha coragem de relevar seus sentimentos, que, para sua surpresa, são correspondidos.

 

  1. Nossos corações e corpos nos são dados apenas uma vez

Viva intensamente sem ter medo. Agimos como se tivéssemos duas vidas, mas temos apenas uma, e precisamos aproveitá-la ao máximo.

 

  1. Se houver dor, cuide dela

“Arrancamos tanto de nós mesmos para nos curarmos das coisas mais rápido do que deveríamos, que declaramos falência antes mesmo dos trinta e temos menos a oferecer a cada vez que iniciamos algo com alguém novo.”

Por mais que doa, não podemos nos obrigar a parar de sentir, não podemos nos transformar em seres indiferentes e letárgicos. Precisamos dos momentos de dor para valorizar nossa felicidade.

 

  1. Às vezes nós somos nosso maior obstáculo 

É comum em romances LGBTQ+ que a narrativa foque no conflito familiar, mas às vezes o maior conflito acontece dentro de nós mesmos. Talvez seja muito difícil colocar o que sentimos em palavras, já que o processo de aceitação pessoal é algo muito intenso e individual.  

 

  1. Nosso primeiro amor molda nossas futuras relações

Assim como a Basílica de São Clemente, nossas relações são construídas sobre as ruínas de relações passadas. Nós somos quem somos em parte graças às nossas perdas.  Nada permanece igual, talvez alguns caminhos sejam destruídos para sempre, talvez outros sejam construídos em seu lugar.

 

  1. Às vezes o grande amor não dura para sempre

A relação pode terminar, mas a experiência deixará sua marca.

“Veio. Foi. Nada mais tinha mudado. Eu não tinha mudado. O mundo não tinha mudado. Ainda assim, nada seria igual. Tudo o que nos resta é o sonho e a estranha recordação.”

Me chame pelo seu nome

 


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Comentários

2 Respostas para “O que aprendemos com Me chame pelo seu nome

  1. Obrigado por publicar esse livro; não só por ser uma história muito bem contada ela é se certa forma incrivelmente perfeita. A maior lição que aprendi é que as vezes nossos medos nos impedem se dizer o que queríamos dizer, se Elio tivesse dito para Oliver que se importava dele casar quando foi questionado, acredito eu, que acabariam juntos.

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