teste8 curiosidades sobre a ida do homem à Lua

Em dia 20 de julho de 1969, a missão Apollo 11 transformava em realidade um dos maiores sonhos da humanidade: chegar à Lua. Com Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins a bordo, a nave decolou do Cabo Canaveral, nos Estados Unidos, e pousou com sucesso em solo lunar após 4 dias de viagem, revolucionando a relação entre o homem e o espaço. Confira 8 curiosidades sobre a missão espacial mais famosa de todos os tempos:

 

1. A tripulação ficou apenas 21 horas em solo lunar

A missão completa durou 8 dias, desde o lançamento no dia 16 de julho de 1969 até o retorno à Terra em 24 de julho, quando a nave caiu em segurança no oceano Pacífico. Na Lua, os astronautas permaneceram das 16h48 do dia 20 de julho às 13h54 do dia 21.

 

2. Ao voltarem, os astronautas ficaram em quarentena por 3 semanas

Por ser um ambiente desconhecido, temia-se que as roupas, os equipamentos e os próprios astronautas pudessem trazer consigo micro-organismos extraterrestres após a missão lunar. O hábito de colocar os astronautas em quarentena, contudo, foi mantido somente até a Apollo 12, em novembro do mesmo ano, pois concluiu-se que a Lua não trazia riscos à vida na Terra.

 

3. “Buzz” Aldrin Lightyear 

O personagem Buzz Lightyear, famoso boneco astronauta do filme Toy Story, foi batizado em homenagem ao astronauta Edwin Eugene “Buzz” Aldrin Jr., o segundo homem a pisar na Lua, que mudou seu nome legalmente para Buzz em 1988.

 

4. Os astronautas trouxeram 27 quilos de material lunar para a Terra

As amostras foram distribuídas em cerca de 150 centros de pesquisas ao redor do mundo. Elas ajudaram os cientistas a entenderem melhor o espaço, a formação dos planetas e a própria Lua.

 

5. A memória RAM da nave era de 2kb

Embora hoje em dia tenhamos celulares com memória RAM de 3GB (o equivalente a 3.000.000kb), os computadores que levaram o homem à Lua tinham apenas 2kb de memória, capacidade menor que a de uma calculadora de papelaria.

 

6. Dos três astronautas a bordo da nave, apenas dois pisaram no solo lunar

A tripulação da missão Apolo 11 era composta por Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins, mas só Neil e Buzz caminharam, de fato, na Lua. Michael foi o piloto do módulo de comando e também o desenhista da insígnia da missão – uma águia, símbolo dos Estados Unidos, pousando na Lua com um ramo de oliveira.

 

7. A Apollo 11 não foi a primeira missão tripulada do programa Apollo

Apesar de ter sido a primeira missão a alcançar com sucesso o objetivo de pousar na superfície lunar, a Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do programa Apollo.

 

  • Na Apollo 1, um incêndio durante o treinamento do lançamento, em 27 de janeiro de 1967, matou os três astronautas a bordo. Não é considerada uma das missões tripuladas, porém foi fundamental para o Programa.
  • A Apollo 7, primeira missão tripulada após a tragédia na Apollo 1, foi responsável por orbitar a Terra para testar os sistemas de suporte à vida e de controle e propulsão da nave.
  • A Apollo 8, por sua vez, teve como objetivo orbitar a Lua. Embora não tenham pousado em solo lunar, os três astronautas a bordo foram os primeiros a abandonar a órbita terrestre.
  • A missão Apollo 9 teve como objetivo testar na órbita da Terra o equipamento que seria utilizado para pousar na Lua. Durou 10 dias.
  • A Apollo 10 foi enviada para testar o Módulo Lunar em órbita na Lua. Apesar de não ter pousado no satélite natural terrestre, chegaram a sobrevoar sua superfície a 15 quilômetros de altura. Foi uma missão muito importante, pois garantiu o sucesso da missão seguinte.

 

8. Os astronautas deixaram uma mensagem na Lua 

Além da bandeira norte-americana, Neil Armstrong e Buzz Aldrin colocaram no solo lunar uma placa assinada por eles mesmos, pelo terceiro astronauta da missão, Michael Collins, e pelo então presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, com a mensagem: “Aqui os homens do planeta Terra puseram pela primeira vez os pés na Lua. Julho de 1969 d.C. Viemos em paz em nome de toda a humanidade.”

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testeConheça o novo livro da juíza e escritora Andréa Pachá

Depois de quase vinte anos à frente de uma Vara de Família, cuidando de casos de divórcios, pensão, guarda e convivência familiar, a juíza Andréa Pachá se viu diante de um novo desafio: assumir uma Vara de Sucessões, onde lidaria com julgamentos de inventários, testamentos e curatelas. É a partir das experiências dessas audiências que Pachá desenvolve seu novo livro Velhos são os outros.

Conhecida também por A vida não é justa (2012) e Segredo de Justiça (2014), livros que deram origem à série Segredos de Justiça, do Fantástico, Andréa Pachá tem um talento singular para transformar vivências no tribunal em ficção. Em seu primeiro livro lançado pela Intrínseca, ela narra histórias delicadas, bem-humoradas e emocionantes sobre a velhice. Velhos são os outros chega às livrarias a partir de 1º de novembro. Leia um trecho:

Velhos são os outros

Viver em uma sociedade que incensa a juventude e nega a doença, a infelicidade, a deterioração e até mesmo a morte não é exatamente a melhor maneira de assimilar a passagem do tempo e os impactos que ela produz. Não desejamos morrer jovens, naturalmente. No entanto, a maior longevidade possibilitada pela ciência nas últimas décadas tem introduzido conflitos complexos no dia a dia. Problemas que, na perspectiva da Justiça, vão desde o abandono material e afetivo de familiares até a disputa de curatela entre irmãos, passando pela escolha de tratamentos interventivos e pela liberdade para casar-se ou namorar. A excessiva judicialização da vida tem nos enredado em um fenômeno de infantilização emocional. A idealização de um juiz herói, capaz de estancar nosso desamparo, é na maior parte das vezes frustrada pela realidade.

Depois de quase duas décadas decidindo conflitos de divórcios, pensão, guarda e convivência familiar em uma Vara de Família, fui transferida para outro Juízo, responsável pelos julgamentos de inventários, testamentos e curatelas. Não foi uma mudança fácil. As mudanças nunca são. Mesmo aquelas que programamos, idealizamos. Aceitar transformações é um treino ao qual me dedico com relativo sucesso, mas como conviver com os problemas que chegam com a morte e o envelhecimento? Como representar uma juíza imparcial quando eu mesma experimento as angústias e os medos, cercada de afetos rumando para as curvas finais da vida?

A velhice, um futuro distante e improvável, insiste em se mostrar naquilo que tem de pior. São problemas decorrentes do abandono, do desamor, do esquecimento, que se transformam em processos e me assombram noite e dia. Aprendi cedo que somos capazes de nos resignar com a morte, porque há nela um princípio inegociável de igualdade. Morremos todos. Não há luta de classes, de gênero, de religião que se sobreponha a tal realidade. A velhice, no entanto, não é igual. Muito menos coroa algum princípio de justiça.

Nascemos e morremos sozinhos. Eis a inescapável condição humana que nos liberta e nos aprisiona. Com ou sem a nossa autorização ou desejo, o tempo age, o corpo gasta, os neurônios se desconectam — ainda que sem rugas aparentes, domadas pela tecnologia e pelas intervenções médicas e estéticas —, e caminhamos para o terreno desconhecido do fim. Um caminhar lento, às vezes imperceptível, mas que compreende de forma definitiva o princípio da igualdade que nos irmana e identifica.

O constante paradoxo com o qual me defronto implica garantir a autonomia dos velhos e, ao mesmo tempo, atentar para que, em razão de sua vulnerabilidade e carência, eles não sejam compelidos a fazer ou deixar de fazer alguma coisa. Embora envelheçamos desde o dia da concepção, não nos damos conta do processo natural e acabamos por rejeitá-lo, invisibilizando a velhice e associando-a à perda de capacidade, de vontade, de desejos. Ao fim dos projetos e sonhos. Quando comecei a trabalhar com processos relacionados ao envelhecimento e à morte, percebi não só quanto eu havia envelhecido, mas também quanto estava cercada de velhos por todos os lados. Familiares, amigos, ídolos, referências éticas e estéticas. Todos com mais de 70 anos. Meu olhar viciado continuava enxergando os outros com, no máximo, meio século de vida, tempo esse que eu mesma já vivi e ultrapassei.

Sem saber como constatar o tempo do envelhecimento e tentando compreendê-lo sob a lente da objetividade, durante um café da manhã, curiosa, perguntei à minha mãe:

— Quando é que você se percebeu velha?

Aos 77 anos, e surpresa com a questão, ela encerrou a conversa:

— Nunca! Eu ainda não sou velha!

Tentando amenizar a pergunta e fazer com que ela pudesse responder sem preconceito à minha inquietação, prossegui:

— Mas, mãe… Falo da velhice como idade, não como sentimento, e sim como um dado etário. A gente é criança e torce pra virar adolescente logo. Daí nos sentimos jovens, e em algum momento percebemos que somos adultos. Então vem a velhice.

— Andréa — ela ponderou —, queremos ser adolescentes para experimentar as novidades que a vida traz. Queremos amadurecer para ter autonomia, segurança, liberdade. Mas quem quer envelhecer? Depois que a velhice chega, o que vem?

A pergunta foi seguida de silêncio. Sem resposta, diante do desconhecido e sentindo certa melancolia, entendi que o tempo nos ignora. Deixa marcas e acúmulo de passado. É esse acervo que nos define como velhos.

Para a lei brasileira, idoso é quem tem mais de 60 anos. Nenhuma outra classificação etária é tão abrangente e tão desigual. Tanto que já promulgaram nova lei, estabelecendo que os mais velhos ainda, com mais de 80, devem ser atendidos com prioridade dentro da prioridade. Nenhuma norma muda a realidade, e a menos que se torne efetiva residirá apenas na prateleira das boas intenções.

Para diversas tribos e civilizações, a idade era sinônimo de experiência, poder, sabedoria. Na sociedade do capital e do consumo, o velho só será respeitado enquanto integrar o sistema de produção e gerar renda. Assim, na contemporaneidade, pressionados pela segregação, os mais velhos devem se recusar a envelhecer, adoecer e morrer.

Iluminar a velhice, de forma clara e corajosa, é fundamental. João Gilberto, em sussurro afinado, me ensinou, pela letra de Ary Barroso, que “a vida é uma escola, onde a gente precisa aprender a ciência de viver para não sofrer”. Norberto Bobbio, filósofo italiano, esclarece que “o acaso explica muito pouco, a fatalidade explica demais. Só a crença na vontade livre, se é que a liberdade de querer não é também uma ilusão, nos ajuda a acreditar que somos donos de nossa própria vida”.

Aos poucos, fui percebendo que aquela realidade de afetos, ódios, solidariedade, ressentimento, humor, perdas e aceitação que eu via durante as audiências envolvendo os idosos pouco ou nada diferia de tantas outras realidades que nos acompanham existência afora. Lentamente, e sem que eu percebesse, a angústia e a sensação de impotência que eu sentia foram cedendo espaço à escuta cuidadosa. Esqueci o medo e me vi, atenta, assimilando sentimentos, emoções e até projetos nascidos das vozes das inúmeras pessoas que passam pelas audiências que conduzo. Me vi, também, atenta às muitas outras velhices que, desprovidas de renda ou patrimônio, nem sequem chegam à Justiça.

Essas vozes de um passado anterior ao meu, e que de alguma forma me definem e me projetam, foram transformadas neste livro em histórias de ficção, em personagens imaginados e em depoimentos inventados que pacificaram minha alma e me fazem enxergar a velhice como um tempo potente, intenso e delicado.

Todos envelhecemos. E sempre haverá mais tempo adiante. Os que estão atrás não nos alcançarão, e nós não alcançaremos os que nos antecedem. Nessa estrada que não terminará enquanto existirmos, seguiremos, velhos, olhando para outros velhos e nos sentindo menos velhos. Depois da velhice vem mais vida. E mais vida. E mais vida.

Velhos são os outros. Até o fim.

testeMomento nostalgia: livros e filmes que marcaram a infância da nossa equipe

 

Que belo momento, a infância! É difícil encontrar alguém que não tenha ótimas lembranças relacionadas a essa fase da vida. Com mais um 12 de outubro se aproximando, fomos tomados pela nostalgia e convidamos as pessoas da nossa equipe para compartilhar o livro ou o filme que marcou a vida delas quando eram pequenas (com fotos fofíssimas de brinde)! Confira:

 

(Marina – Marketing)

Um dos livros que mais marcaram a minha infância se chama O peixe arco-íris. O personagem principal é um peixinho que tem umas escamas holográficas lindas e eu sei que amava passar a mão nas ilustrações. O problema é que os outros peixinhos não enxergavam essa diferença como algo legal e achavam que ele era estranho demais. No final, spoiler alert, tudo termina bem e ele descobre que aquilo que o torna diferente é, na verdade, muito especial. Fico feliz que esse livro tenha sobrevivido à minha fase pré-adolescente conhecida como “Eu sou uma adulta e não preciso mais disso” na qual joguei muita coisa fora. No final das contas, a gente sempre precisa lembrar dessa lição.

 

(Luana – Editorial)

A minha mãe sempre leu muito, então lá em casa tinha muito livro – os dela e os nossos. Mas a fase de leitura que mais me marcou foi a das enciclopédias para crianças que ela comprava de um vendedor que batia de porta em porta. Eu adorava as que falavam sobre o reino animal e territórios específicos, como a Antártida. O negócio me envolveu tanto que, apesar de ter ido trabalhar com texto e livros, eu ainda curto muito biologia (quase gabaritei no vestibular) e gosto muito de fazer livros de não ficção. Em um Carnaval, a minha mãe fez fantasias de vampiro pra ela, pra mim e pro meu irmão, mas eu teimei que queria sair vestida de um animal. Fui de onça e minha prima ficou com a de vampira.

 

(Talitha – Aquisições)

Quando tinha 9 anos, entrei em uma escola nova e queria muito fazer amizade com uma menina da turma que parecia muito legal. Um dia, ouvi a conversa dela com um menino sobre um livro. Anotei e corri para pedir para a minha avó de Dia das Crianças. Li correndo, focada em prestar atenção para, no dia seguinte, puxar conversa com minha nova amiguinha (na minha cabeça, já éramos melhores amigas que leriam livros incríveis e discutiríamos durante o recreio). O livro era Harry Potter e a Pedra Filosofal. Li em dois dias, e li mais um milhão de vezes depois. A amizade não vingou, mas ficou a gratidão por ela ter me apresentado a esse livro que mudou a minha vida. Harry Potter pautou muitos caminhos pelos quais minha vida seguiu, inclusive o profissional. Se não fosse por ele, não estaria aqui hoje.

 

(Viviana – Comercial/Marketing)

Em 1996, uma editora publicou Eloise, de Kay Thompson, a história de uma garotinha de 6 anos cheia de energia e que nunca deixava o tédio invadir sua vida. Anos depois, vieram os filmes Eloise no plaza e O Natal de Eloise, que marcaram minha Sessão da Tarde para sempre. Já adolescente, assistia ao filme e dizia: se eu tiver uma filha vai se chamar Eloise. Muitos anos depois, a minha Eloise nasceu.

 

(Joyce – Marketing)

Quando era criança, eu amava Pokémon. Lembro de assistir ao desenho todos os dias com o meu irmão enquanto almoçava e me preparava para ir à escola. Eu jogava Pokémon sempre que podia, colecionava as miniaturas que vinham dentro da pokebola da Caçulinha do Guaraná Antarctica e me sentia a própria Misty, torcendo para que um dia eu pudesse me tornar uma verdadeira mestre Pokémon – sonho que consegui realizar aos 20 anos, percorrendo a cidade jogando Pokémon GO.

 

(Sheila – Editorial)

Meu livro preferido quando eu era pequena era um bem fininho e simpático sobre uma formiga que se chamava Gertrudes. Não tenho esse livro há muito tempo e não lembro o título nem o autor. Era todo ilustrado, mostrando o interior do formigueiro, cheio de formiguinhas em fila, trabalhando. A história era sobre a tal Gertrudes, que não gostava do nome dela. Em algum momento, é claro, ela percebia que não deveria se preocupar com isso e começava até a achar legal o nome, porque era diferente. Não lembro se eu achava feio ou não o nome, mas eu tinha uma professora chamada Gerusa na época e ela era muito legal, e Gertrudes parece um pouco Gerusa, então acho que eu devia gostar de Gertrudes também.

 

(Naotto – Marketing)

Lembro até hoje quando pedi para minha mãe comprar um gibi do Chico Bento enquanto esperávamos a barca para Niterói. Eu devia ter 7 anos na época. Nunca entendi por que gostava do personagem já que eu detestava todas as viagens que fazia com meus pais para uma área rural, mas sabia, de alguma forma, que o Chico era muito rico. A vida daquela criança, uma criança que poderia ser eu, com um cenário completamente diferente e questões completamente diferentes das que eu vivia, me fascinava. Talvez tenha sido o Chico Bento que me ensinou a ler.

 

(Rebeca – Editorial)

Um dos meus livros favoritos quando eu era criança era O menino que espiava para dentro, de Ana Maria Machado. Esse livro me ensinou a nunca deixar de sonhar que outro mundo é possível. Desde então, o que mais gosto de fazer é transformar sonhos em ideias e ideias em realidade.

 

(Ana – Marketing)

Com pernas enormes para abraçar o mundo, com macaquinhos no sótão, o Menino Maluquinho sabia de tudo, só não sabia ficar quieto. Não me lembro quantas milhares de vezes pedi para minha mãe, para meu pai ou para qualquer adulto que passasse por mim para ler a história do garoto que se vestia de fantasma, de cientista, que alargava o tempo, que era capaz de criar o sol, o riso e a alegria só com lápis de colorir. Essa história me marcou tanto que foi com ela que aprendi a ler. Li, reli, pintei e rabisquei por anos aquele livrinho. Guardado na estante, naquele lugar de honra, essa história me emociona até hoje. No fim, mesmo sabendo manejar o tempo como ninguém, mesmo pegando todas as bolas, o menino que não queria deixar de ser menino cresceu — e se tornou um cara muito legal. Pois como disse o genial Ziraldo, ele não tinha sido só um menino maluquinho, ele tinha sido uma criança feliz.

 

(Taila – Marketing)

Eu devia ter uns 6 anos quando li É proibido miar, do Pedro Bandeira. É sobre um filhotinho de uma família tradicional de cachorros chamado Bingo. Ele faz amizade com um gato e começa a miar. Mas, assim que sua família ouve o miado, se enfurece e chama a carrocinha para levar o filhotinho dali. Afinal, o que os cachorros da vizinhança iriam pensar se soubessem que o filho do senhor Bingão não era um cachorro decente? Nessa época, o maior preconceito que eu vivia era quando os meninos me proibiam de jogar bola porque eu era menina. Mas, mesmo criança, eu sabia que aquilo não estava certo. Eu carrego É proibido miar comigo até hoje e brinco que esse livro foi o começo de tudo, afinal, uma década depois de lê-lo, eu me vi na pele (pelo?) do Bingo: miando em um mundo que exigia que eu latisse.

 

(Vanessa – Comunicação)

Apesar de muitas vezes retratada como uma pequena Dora Aventureira (descamisada, descalça e na rua), passei incontáveis dias e noites dentro das cabaninhas de lençol, com uma lanterna, lendo. Minha família sempre incentivou a leitura e lembro de sempre ter comprado livros desde que comecei a ganhar qualquer dinheiro de mesada ou presente. Consigo facilmente pensar meu crescimento lembrando dos títulos que eu li. Na vida eu era a menina que levava até 8 títulos pro clube do livro semanal.

 

(Clara – Influenciadores)

O meu filme favorito na época era Tigrão – O filme, em que o Tigrão buscava a família porque ele se sentia sozinho. Meus pais fizeram a minha festa de 3 anos com o tema do filme, então eu estava completamente alucinada com o Pooh, o Tigrão e o Leitão gigantes na festa. No final da fita cassete com o registro da festa, tem um clipezinho da música tema do filme, chamada “Basta ouvir seu coração”, em que eles mesclaram fotos minhas e cenas do filme. Juro que choro até hoje quando vejo o DVD (convertemos a fita cassete). 

 

(Suelen – Editorial)

Minha relação com o universo dos livros começou com as revistinhas da Turma da Mônica. Ainda muito pequena, comecei a ter contato com as HQs por conta do meu irmão, quatro anos mais velho. Virei fã de toda a turminha e queria muito a boneca da Mônica. Quando ganhei uma, no aniversário de 2 anos, ela virou minha melhor amiga e ia comigo para todo canto. Acredito que ter contato com a leitura desde cedo nos ajuda a gostar mais dos livros e nos motiva a mergulhar em muitas histórias diferentes. Até hoje às vezes dou uma olhadinha no que está acontecendo com a Turma da Mônica. Afinal, não se abandona um melhor amigo, né?

 

(Heloiza – Marketing)

Um dos filmes que mais marcou minha infância foi o VHS de A Bela Adormecida. Eu e meus irmãos assistíamos todos os dias ao filme de 1h15 minutos e me lembro de cada parte como se fosse hoje: o início com a Malévola de quem eu morria de medo, a disputa da cor do vestido pelas fadas Fauna, Flora e Primavera e aquela roca bizarra na qual ela espetava o dedo. Gostava tanto da história que meu aniversário de 7 anos foi da Bela Adormecida com direito ao vestido confeccionado pela minha avó e bolo metade azul e metade rosa. Eu, meus irmãos e meus amigos tínhamos tanta segurança acerca do enredo (assistíamos todos os dias, repito) que resolvemos presentear os convidados da festa com uma interpretação exclusiva da história. Na foto sou eu, #PrincesaReflexiva, na coxia/varanda, esperando para entrar em cena.

 

(Márcia – Produção Gráfica)

Meu filme favorito era Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice).

 

(Marcela – Editorial)

Sempre fui macaca de imitação do meu irmão, como mostra a foto! Meu sonho era ser rock’n’roll que nem ele, mas meu gosto musical estava mais inclinado para Sandy & Junior e pop dos anos 90. Até que um belo dia ele trouxe da locadora uma fita aterrorizante que apelidei de “filme das caveirinhas”, mas que também é conhecido como O Estranho Mundo de Jack. Virou o meu filme preferido, e depois disso o sossego do meu irmão acabou porque passei a pedir o tempo todo: “Fabio, aluga o filme das caveirinhas!” Depois de muitos anos, ele me deu de presente o dvd e nunca mais precisou alugar para mim! 

 

(Pedro – Editorial)

O primeiro filme que eu me lembro de ter visto no cinema foi A Bela e a Fera, em 1992. Eu tinha 5 anos e fiquei impressionado. Saí do filme amando o castiçal e odiando o relógio, e confesso que fiquei um pouco decepcionado quando todos voltaram à forma humana (olha o spoiler!). Cheguei em casa e tentei ser amigo de um candelabro da minha mãe, mas ele vivia me deixando no vácuo. Apesar do meu ressentimento com os objetos inanimados lá de casa, o filme ficou na minha cabeça e eu sei quase todas as músicas até hoje.

 

(Martinho – Clube Intrínsecos)

Com 23 anos na cara, A Princesa e o Robô ainda é meu filme preferido de todos os tempos.

 

(Maria de Fátima – E-books)

Meu filme preferido da infância é ET. Vi na época, no cinema. Uma das poucas idas ao cinema que minha mãe me proporcionou. Eu adorava o ET, achava fofo e me identificava muito com ele. O desamparo de estar perdido longe dos seus. O sufocamento causado por quem não compreende aquilo que não conhece e tenta destruir e conter. Amor que se encontra onde não esperamos, mas pelo qual vale a pena enfrentar os mais difíceis territórios para deixar viver e ser livre.

Inspirados por essas histórias da infância que nos acompanham por toda a vida, lançamos a Coleção Pipoquinha, que reapresenta os clássicos dos anos 80 e 90 em lindos livros ilustrados, as edições perfeitas para apresentar E.T. – O extraterreste, De volta para o futuro e Esqueceram de mim para a geração que não precisa mais rebobinar.

E aí, consegue adivinhar quem é quem nas fotos? 😉 

testeCinco reflexões importantes em época de eleição

Em tempos de grande polarização política e fake news, Michiko Kakutani mostra em A morte da verdade que, se buscarmos escritos e fatos históricos, podemos entender melhor o presente e o que ainda está por vir. Você está preparado para lidar com o bombardeio de informações e dados que recebe todos os dias? Será que aquela imagem no grupo da família que chega logo depois do clássico bom-dia é realmente confiável? Em quem acreditar quando o assunto é política? Separamos algumas das muitas lições que aprendemos para que você também possa refletir:

 

 

  1. “Todo mundo tem o direito de ter suas próprias opiniões, mas não seus próprios fatos”

Em tempos de fake news, é importante saber diferenciar boatos e notícias e não passar adiante o que não for comprovado. Saia da sua bolha de informação e explore outras fontes, pois um novo mundo te espera fora dela!

 

  1. Os feeds de notícias das redes sociais mantêm você numa bolha de informação

Os mecanismos de pesquisa estão cada vez mais personalizados e funcionam como um “espelho unidirecional, refletindo seus próprios interesses, enquanto os algoritmos observam o que você clica”. Então fique esperto, pois você pode estar recebendo notícias apenas de fontes que apresentam posicionamentos que reafirmam suas opiniões e não propiciam autocrítica nem um debate político saudável.

 

  1. As pessoas estão encarando a política como um esporte

A polarização política tem apresentado sinais de fanatismo cada vez mais acentuados, como em grandes disputas de futebol. As pessoas são radicais, odeiam um candidato ou partido como quem culpa o técnico do time ou um jogador perna de pau. E, mais do que torcer pelo seu lado, torcem também pelo mal do lado oposto, quando na verdade estamos todos no mesmo barco. 

 

  1. Desconfie de discursos inflamados e declarações preconceituosas

Antes de subir ao poder, Hitler era tido como um “agitador antissemita”, e as pessoas e jornais acreditavam que ele “certamente abandonaria esse tipo de vulgaridade” e que o movimento nazista “ruiria em pouco tempo”. Como bem sabemos, não foi assim que a história terminou…

 

  1. Cientistas são os faróis da humanidade

Uma sociedade que descredita cientistas, historiadores, sociólogos e pesquisadores em geral está condenada a viver na cegueira. Vídeos no YouTube são bem legais, mas o que dizem os estudiosos sobre o assunto? Sempre procure saber. Tente desenvolver seu senso crítico!

testeLançamentos de outubro

Temos super-heróis, aventuras por mundos fantásticos, romances medievais, grandes assaltos e até histórias tenebrosas do Vale do Silício. Confira nossos lançamentos do mês!

 

Mapa dos dias

Na aguardada continuação da série O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares, Ransom Riggs explora um novo universo repleto de fantasia e aventura. Após ajudar a salvar o mundo peculiar, Jacob retorna para sua casa, na Flórida. Agora que a srta. Peregrine e as crianças peculiares podem viver com ele no presente, Jacob precisa descobrir como fazer a família aceitar seus amigos. Enquanto isso, descobertas sobre a vida dupla de seu avô prometem mudar o rumo das coisas. Jacob e companhia conhecem os clãs peculiares dos Estados Unidos e investigam as fendas temporais americanas, um mundo que nenhum deles entende muito bem.

Mapa dos dias é o quarto livro da série que conta também com O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares, Cidade dos etéreos e Biblioteca de Almas. E se você quiser mergulhar de cabeça nesse fantástico mundo, leia também Contos peculiares.

Mapa dos dias chega às livrarias a partir do dia 15 de outubro numa edição linda e colorida. 

 

A catedral do mar

O best-seller mundial que inspirou a série homônima disponível na Netflix acompanha a história de Arnau Estanyol, que se muda para Barcelona após o pai fugir dos abusos dos senhores feudais. No século XIV, Barcelona está no auge da prosperidade, e, para celebrar suas conquistas, decidem construir um dos mais belos templos góticos da Idade Média: a igreja de Santa Maria do Mar. Devoto da Virgem Maria desde criança, Arnau se envolve na construção da catedral, o que o ajuda a sair da pobreza. Mas, com sua posição elevada, ele acaba atraindo a atenção dos que o cercam, que conspiram para pôr sua vida nas mãos da Inquisição. De Ildefonso Falcones, A catedral do mar apresenta os desafios desse período histórico turbulento, com riqueza de detalhes dos diversos acontecimentos marcantes da época do feudalismo, como o crescimento das cidades, a Inquisição e a peste negra.

A catedral do mar chega às livrarias a partir do dia 19 de outubro. Leia um trecho.

 

Black Hammer: O evento

Na continuação de Black Hammer: Origens secretas, de Jeff Lemire, Dean Ormston e Dave Stewart, uma visitante inesperada consegue romper as barreiras invisíveis da fazenda e começa a investigar o passado daquela cidade misteriosa. Enquanto descobrimos mais sobre o episódio que levou os heróis ao exílio, acompanhamos a nova esperança que surge entre eles de finalmente escapar do louco purgatório em que estão presos há 10 anos. Black Hammer: O evento conta ainda com a arte do espanhol David Rubín em uma história que mostra também como o Coronel Weird conheceu sua companheira robô, Talky-Walky.

A graphic novel chega ao Brasil no dia 25 de outubro. Leia um trecho.

 

As viúvas

Após três homens morrerem na tentativa de realizar um grande assalto, uma das viúvas encontra os planos do crime e decide se unir às outras para concluir o roubo que os maridos começaram. Enquanto policiais e criminosos as perseguem, elas descobrem que é necessária mais uma pessoa para o assalto – e não é possível confiar em nenhum homem. A obra de Lynda La Plante, considerada a rainha dos dramas criminais, inspirou o filme de mesmo nome que estreia dia 29 de novembro no Brasil. A adaptação para os cinemas de As viúvas é dirigida pelo vencedor do Oscar Steve McQueen (12 Anos de Escravidão) e conta com Viola Davis no papel principal, Liam Neeson, Colin Farrell e Michelle Rodriguez. Já o roteiro fica por conta de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar.

As viúvas chega às prateleiras dia 29 de outubro. Leia um trecho.

 

 Dez argumentos para você deletar agora suas redes sociais

Como seria se você deletasse os seus perfis nas redes sociais e levasse uma vida diferente? Segundo Jaron Lanier, uma das maiores referências (e críticos) do Vale do Silício, os clássicos anúncios ganharam uma nova dimensão à medida que a internet se desenvolvia. O que antes era apenas a exposição de um produto agora é uma engrenagem intrincada de algoritmos que modificam o comportamento de milhões de pessoas. E o pior: sem que ninguém perceba.

Isso provoca efeitos como o fim do livre-arbítrio, o estímulo de emoções negativas, a distorção da verdade e muito mais. A lista não tem fim, mas Lanier esquematizou boa parte dela em dez argumentos poderosos e convincentes para que você largue as redes sociais.

O livro chega às livrarias a partir do dia 10 de outubro. Leia um trecho.

 

teste13 livros infantis que você precisa conhecer

 

Os livros que lemos quando crianças podem influenciar nosso hábito de leitura enquanto crescemos, por isso é muito importante escolher obras maravilhosas e instigantes para os pequenos. Separamos algumas histórias fofas, emocionantes e divertidas que vão encantar os minileitores e acompanhá-los por anos! Confira:

 

1. Coleção Pipoquinha

A coleção mais fofa do mundo chega para a geração que não precisa mais rebobinar. A Coleção Pipoquinha traz de volta os clássicos dos anos 1980 e 1990 em livros infantis ilustrados e em capa dura:

E.T – O Extraterrestre

O menino Elliott encontra uma criatura muito diferente e descobre que seu novo amigo vem de outro planeta. Juntos, eles tentam achar um jeito de mandar o E.T. de volta para casa e, no caminho, aprendem importantes lições sobre coragem, amizade e o poder da imaginação.

De volta para o futuro

Marty McFly é um adolescente com problemas em casa e que tem um amigo cientista que inventa uma máquina do tempo. Sem querer, Marty viaja trinta anos pra trás, e agora precisa descobrir não só como voltar para casa, mas também como consertar a confusão que ele criou na vida dos próprios pais quando jovens.

Esqueceram de mim  

Kevin McCallister é um menino de 8 anos que, chateado com a mãe, deseja que sua família desapareça. E o desejo se realiza! Sozinho em casa na véspera de Natal, Kevin tem que aprender a se virar e usa suas artimanhas infantis para se defender de dois ladrões insistentes.

*Indicado para leitores a partir de 6 anos.

 

2. Extraordinário

O livro que inspirou o filme com Julia Roberts conta a história de Auggie Pullman, um garoto que tem uma deformidade facial e enfrenta o grande desafio de frequentar a escola pela primeira vez, aos 10 anos. Com momentos comoventes e outros descontraídos, o livro consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos a seu redor: família, amigos e comunidade.

*Indicado para leitores a partir de 12 anos.

 

3. Somos todos extraordinários

Resgatando elementos do romance Extraordinário e inserindo os personagens em um mundo ilustrado que representa a imaginação de Auggie, Somos todos extraordinários vai deliciar os leitores que já se emocionaram e os que ainda vão se emocionar com essa incrível história de superação, amizade e, acima de tudo, amor.

*Indicado para leitores até 10 anos.

 

4. O touro Ferdinando

Amante da natureza e dos animais, Ferdinando leva uma vida sossegada, passando os dias embaixo de sua árvore preferida e cheirando as flores. Até um toureiro confundi-lo com um animal feroz e levá-lo para as arenas espanholas. Este clássico mundial da literatura infantil passa uma mensagem universal de respeito pelas diferenças e em 2017 chegou aos cinemas, numa produção da Fox com direção do brasileiro Carlos Saldanha.

* Indicada para leitores entre 4 e 6 anos.

 

 5. A série Como treinar o seu dragão

Os vikings são uma parte importante da história mundial. E nada melhor que acompanhar as aventuras do adorável Soluço, herdeiro da tribo dos Hooligans Cabeludos, e de seu dragão Banguela. Com 12 volumes inteiramente ilustrados, muita ação e o tipo de humor que arranca gargalhadas até dos mais carrancudos, a série inspirou a animação de mesmo nome.

*Indicada para leitores entre 6 e 10 anos.

 

6. Vovó vigarista

Ben descobre um grande segredo sobre sua avó e agora nem liga mais de ter que dormir na casa dela às sextas-feiras e comer repo­lho no jantar. Pelo contrário: ele passa a semana ansioso aguardando esse momento. Juntos, ele e a avó vão tramar uma incrível aventura. Uma bela história que mos­tra que a amizade pode ser cultivada entre avós e netos de uma forma bem divertida. Basta ter criatividade.

 * Indicada para leitores entre 10 e 14 anos.

 

7. Os piores pirralhos do mundo

Conheça 10 pirralhos assustadores com histórias nojentíssimas! Beto Babão inunda a cidade inteira de baba, enquanto Charlene Chorona arranca os cabelos de tanto chorar (e mentir!) e Pedro Piolho vira um super-vilão com a ajuda de seus amiguinhos parasitas. Essas aventuras hilárias e lindamente ilustradas não são apenas asquerosas. Elas também se desdobram em lições para ensinar de maneira divertida às crianças a importância da higiene, da atenção e da honestidade.

* Indicada para leitores entre 8 e 12 anos.

 

 8. Vovô deu no pé

Vovô é a pessoa que Jack mais ama no mundo. Não importa se ele vai ao supermercado de pijama, nem se de vez em quando esquece o nome do neto. Vovô está velhinho e por isso, às vezes, acaba ficando confuso. Ele vive se metendo em encrenca, e só uma pessoa é capaz de entendê-lo: o neto, Jack. O problema é que agora vovô cismou que está de volta à Segunda Guerra Mundial, época em que foi piloto de caça da Força Aérea Britânica! Ele tem certeza de que ainda está no meio do combate! E essa confusão vai levar vovô e Jack a embarcar na maior aventura de suas vidas.

* Indicada para leitores entre 10 e 14 anos.

 Conheça outros livros de David Walliams.

 

 9. TazerCraft: Uma aventura Chume Labs

Donos de um dos canais de games mais populares do YouTube, Pac e Mike são os protagonistas de uma aventura interplanetária que mistura humor, games, magia, fantasia e muita criatividade. No livro escrito por Gustavo Magnani, Pac, Mike e seu fiel escudeiro Gutin descobrem um portal escondido no laboratório em que as mães trabalham, o Chume Labs. Esse portal os leva para um planeta que abriga criaturas como geleias amortecedoras de quedas, peixes dentistas e um mago bem estranho com seis braços, cabeça de arara e uma tromba enorme. Mas há também um tirano cruel chamado Hilário de La Mancha, que planeja acabar com toda a alegria que existe. E é claro que Mike, Pac e Gutin não vão deixar isso acontecer.

*Indicado para leitores a partir de 12 anos.

 

10. Tigre solto na selva

O sr. Tigre sempre foi muito comportado. De terno e cartola, ele estava totalmente acostumado à vida na cidade. Até que decidiu que estava na hora de se soltar e ser selvagem. E, um dia, foi isso que ele fez. Só que, num mundo tão civilizado, a mudança não pegou muito bem. Ao viver o conflito entre o que esperavam dele e o que ele realmente queria ser, o sr. Tigre mostra as dificuldades que qualquer criança (ou adulto) já enfrentou e vai enfrentar enquanto tenta descobrir seu verdadeiro lugar no mundo.

*Indicada para leitores entre 4 e 6 anos.

 

 11. Robô selvagem

Roz é uma robô que, ao abrir os olhos pela primeira vez, se vê sozinha em uma ilha. Ela não tem a menor ideia de como foi parar ali, mas está programada para sobreviver. Tudo parece melhorar quando Roz consegue, aos poucos, se aproximar dos bichos e criar um elo com um filhote de ganso abandonado. Mas sua natureza é diferente, e o misterioso passado da robô, que a levou até ali, está prestes a retornar para assombrá-la.

*Indicada para leitores entre 8 e 12 anos.

 

 12. Minha professora é um monstro

Nem sempre as pessoas são o que parecem — é o que você vai descobrir nesse livro ilustrado!

Beto tem a pior professora do mundo. Ela ruge, bate o pé e deixa sem recreio as crianças que jogam aviõezinhos de papel na sala de aula. Ela é um monstro! Por sorte, Beto sempre tem os fins de semana para se divertir e brincar no parque. Até que um dia… ele encontra sua professora justamente em seu lugar preferido. Será que ela é tão monstruosa mesmo?

*Indicada para leitores entre 4 e 6 anos.

 

13. João e Maria

O prestigiado escritor Neil Gaiman e o brilhante ilustrador Lorenzo Mattotti recontam o clássico João e Maria. Familiar como um sonho e perturbador como um pesadelo, o livro narra a saga de dois irmãos que, em tempos de crise e desesperança, são abandonados pelos próprios pais e precisam enfrentar os perigos de uma floresta sombria.

*Indicado para leitores a partir de 6 anos.

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