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A rede social: a nova face de Hollywood

13 / dezembro / 2010

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Nada agrada mais a Hollywood de hoje que uma história real.

Na última década, quatro dos dez vencedores do Oscar na categoria de melhor ator, e sete na de melhor atriz, foram interpretações de personagens verídicos.

Em janeiro, serão anunciados os concorrentes ao Oscar 2011, e um dos grandes favoritos ao prêmio de melhor filme é “A rede social”, de David Fincher, que gira em torno da teoria do roubo da ideia sobre a criação do Facebook. Grande parte do buzz envolvendo o filme se deve ao fato de ser uma história verídica e recente e, mais ainda, uma versão não aprovada pelo protagonista da trama.

David Fincher, diretor de “O Clube da Luta”, “O Curioso Caso de Benjamin Button”, “Seven – Os sete crimes capitais”, criou um thriller à altura de seu currículo. O filme conta com um elenco que promete ser a nova cara de Hollywood. Andrew Garfield, que interpreta o brasileiro Eduardo Saverin, acaba de ser escalado para viver o Homem-Aranha no próximo filme do super-herói. Rooney Mara, a mais nova aposta do cinema norte-americano, ganhou o cobiçado papel de protagonista na versão hollywoodiana de The Girl With the Dragon Tattoo, também dirigido por Fincher.

Rooney tem pequeno, porém marcante papel em “A rede social”. Sua maior participação acontece na primeira cena do longa, onde divide a tela com Jesse Eisenberg (outro forte candidato a premiações na pele de Mark Zuckerberg). A cena ganhou notoriedade por ter sido refeita 99 vezes, e dá o ritmo ao excelente thriller.

O roteiro de Aaron Sorkin, responsável pelo texto da genial série de TV The West Wing (ironicamente, o seriado predileto de Mark Zuckerberg), foi escrito quase junto ao livro que o inspirou, Bilionários por acaso, de Ben Mezrich. Ao receber informação de um repórter em entrevista à New Yorker, Sorkin revela que preferia não ter sido informado do posto de fã de Zuckerberg, talvez por retratar o jovem bilionário de forma polêmica e, considerada pelo fundador do Facebook, fictícia.

O filme, no entanto, não é só para a geração que entende e usa o Facebook. “A rede social” é uma história intoxicante de traição, ganância e, além de tudo, é o relato de um fenômeno em grande forma.

Dias após a entrevista à New Yorker, Zuckerberg atualizou seu perfil no Facebook e retirou The West Wing da lista de séries favoritas.

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