Zózimo Barrozo do Amaral (1941-1997) conseguia circular pelos mais variados ambientes e cavar furos de reportagem em assuntos tão abrangentes quanto política, economia, esportes e artes. Culto, sedutor e dono de um sofisticado senso de humor, ninguém sabia por onde atacaria. Sem abandonar o champanhe e o caviar, ele inventou um novo cardápio de delícias para o banquete da informação diária e se divertia com o sucesso.