Com uma narrativa singular, A visita cruel do tempo é composta por 13 pequenas histórias interligadas pelas memórias de um grupo de personagens em épocas e cenários distintos. Mas as experimentações de Jennifer Egan, que lhe renderam o Pulitzer de Ficção de 2011 entre outros prêmios literários, vão além da polifonia de vozes e de perspectivas. Suas histórias são narradas em primeira, terceira e até na segunda pessoa e incluem o inusitado fragmento destacado abaixo: uma história inteira em formato de uma apresentação de PowerPoint.
O diário de slides é de Alison Blake, filha de Sasha, a ex-assistente do executivo da indústria fonográfica Bennie Salazar. Ao dissecar a relação da garota de 12 anos com a mãe — que transita entre a lista de suas manias mais chatas à admiração da pessoa que ela já foi, a verdadeira Sasha que Alison gostaria de conhecer —, Jennifer Egan também explora possíveis impactos da tecnologia na linguagem em um futuro não muito distante. Além das observações sobre o comportamento e a relação com os pais, o diário de Alison se atem à curiosa obsessão de seu irmão, Lincoln, pelas pausas nas músicas de rock.




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Já estou com o meu exemplar em mãos! O livro é lindão, vou começar a ler logo logo! OBRIGADO, Intrínseca!
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